Toda Forma De Amor
15 Capítulo 15
Notas iniciais
vai ai mais um Capítulo
espero que gostem
bjos !
Depois da conversa com Pedro fui para o portão onde eu esperaria o motorista com o Tomás, cheguei lá o motorista só estava me esperando pois Tomás já havia entrando no carro.
- Demorou em garota.
- Voltou a falar comigo Tomás ? — Disse com tom irônica.
- Nunca parei de falar com você, era você quem tava me evitando
- Eu sei . Estava com ciúmes de você. — falei sem graça.
- Sério ?
- Muito sério.
- Lilice você sabe que não precisa disso. — Ele disse me olhando com ternura.
- Eu sei. Mais é que foi sempre nós dois e você sabe de tudo que passo, eu fiquei com medo de perder a única pessoa que ainda se preocupa e importa comigo.
- Lilice entende uma coisa você e a Carla são importantes para mim só que de maneiras deferentes, eu nunca vou te abandonar sua bobinha.
- Fui uma criança mimada mesmo não é?
- Não. você foi apenas você mesma. minha Lilice, minha bonequinha.
Ele me abraçou e nós fizemos as pazes, no carro colocamos nossa conversa em dia , ele me contou que a Carla continuava apenas amiga dele, eu falei para ele ir devagar com ela e contei de tudo que havia acontecido comigo e Pedro , e ainda tive que ouvir : eu te disse dele , mas tudo bem . Chegando em casa resolvemos fazer um momento família, alugamos um filme e assistimos só nós dois depois eu deixei ele tocando e fui para meu quarto. Quando estava quase dormindo ouvi um bate na janela, me levantei para ver o que era e me deparei com Pedro.
- Perdeu alguma coisa aqui?
- Perdi.
- O que ?
- Isso. — Disse ele me puxando para perto de seu corpo.
Sua respiração estava rápida e seu corpo quente, ele com os olhos fixos nos meus procurou meus lábios, eu senti o calor do seu corpo junto ao meu, todas as sensações voltaram ao meu corpo como da primeira vez que nos beijamos, mas eu estava sentindo algo diferente , um calor diferente que eu não conseguia explicar. Esse beijo não havia sido calmo como o outro,tinha algo novo , o calor dos corpos, as respirações aceleradas e o desejo que um tinha pelo outro,que pelo pouco de tempo que a gente tinha de conhecidos, já estava a mostra não só nos nossos olhares mas na maneira como os corpos se tocavam.
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