To Finally Return To His Side
29 Um "pouquinho" bêbada
Notas iniciais
Depois da “paranóia” ter saído da minha cabeça eu sentei-me à mesa com Bill para ver o resto das garotas e garotos receberem seus diplomas....
Assim que a cerimônia formal acabou era a hora da festa.
...
-Georg, porque sua namorada não veio lhe acompanhando? Perguntei a Georg quando estávamos sós na mesa do salão.
-Doente. Ela está gripada.
-Haa, que pena que ela não pode vir.
-É. Sinto que não estou dando muito atenção a ela. Com a banda em gravação mal sobra tempo até mesmo para mim.
-Mas, ela deve entender isso.
-Sim, ela entende. Mas eu não gosto de deixá-la tão só. Você vai ver quando Bill sair em turnê conosco, e isso vai ser logo, logo.
Talvez ele tenha dito isso para soar com certa graça, mas para minha soou alarmantemente.
-O papo está bom é? Bill chega com o vinho que eu pedi para ele buscar.
-Só uma conversa entre amigos mesmo. Georg responde.
-Bem, Amy, sua mãe me pediu para lhe dizer que ela foi embora com Gustav porque estava cansada.
-Certo. Obrigado pelo recado e pelo vinho, meu amor.
-De nada, linda.
-Eu estou é pagando de vela aqui. Fuii.
-Aonde você vai Gustav?
-Vou conversar com os garçons ou com alguém que não esteja se agarrando com alguém bem na minha frente.
-Georg seu bobo!
Georg saiu e eu e Bill ficamos sozinhos na mesa. Bem no cantinho do salão.
-Adoro teu perfume, minha linda.
-Ainda bem que gostas. Eu também o adoro.
-Convencida!
-Eu não! Egocêntrico..
-Eu egocêntrico?!
-Sim, meu egocêntrico lindo, perfeito.
-Minha fedidinha!
-O que cachorro?!
-Minha lindinha.
Eu e Bill, às vezes parecemos dois pirralhos idiotas, confesso. Mas eu amo esse nosso amor.
Ficamos lá na mesa, abrasadinhos, vendo as pessoas dançarem, pagarem micos de tão bêbadas, e outras coisas, como garçons tropeçando.. E claro nos beijamos e trocamos carinhos e palavras carinhosas. ( Não, nós não transamos lá no salão.)
-Bill?
-Sim.
-Eu, preciso ir para casa. To enxergando tudo dobrado.
-Você não está bem Amy? Quer que eu te leve para o hospital??
-Não Bill. Eu estou ótima, mas acho que bebi vinho de mais. E quando eu fico bêbada falo de mais, e eu não quero isso.
-Humm,, é bom saber disso.
-Você me leva eu vou ter que montar na vassoura que ta na mão daquela moça ali?
-Que vassoura Amy??
-UÉ, aquela ali.
Bill começa a rir e fica todo vermelho.
-Você não está bem mesmo.
-Tá rindo de que??
-Aquilo na mão da moça é uma bolsa, enorme por sinal.
-Não é não! É uma vassoura!
-É uma bolsa Amy.
-Então ta bom! Eu não preciso da vassoura dela mesmo..
-Vamos embora, se não você vai começar a ver elefantes e girafas voando.
-Eu?! Mas eu.... Elefante voa Bill? Girafa também?? Aranha não né?!
-Vamos Amy. Caiu na gargalhada de novo
-Tuuuuuudo bem, eu jááá estou indooo.
Bill’s POV
Eu e Amy saímos do salão, o manobrista pegou meu carro. Amy entrou no banco da frente e falava coisas impossíveis de entender. Parecia até outra língua.
Estávamos quase chegando quando de repente..
-CARACA BILL!
-Que foi Amy??! Que foi??!
-Você viu como aquela árvore era alta?
-Ham?!
Amy durante todo o trajeto continuou me assustando dizendo coisas desse tipo.
....
-Amy, minha lindinha bêbada, nós chegamos.
Olhei para ela, parecia morta. Estava dormindo profundamente. Peguei-a no colo e a levei até sua casa. Eu tinha uma chave reserva que a mãe de Amy havia me dado há algum tempo.
Entrei com ela no colo. Parecia que todos dormiam.
Subi até o quarto dela, tirei seu sapato, e deitei-a na cama. Tomando cuidado para não acordá-la.
-Bill?
-Sim Amy.
-Me dá aquele ursinho em cima da minha escrivaninha?
Olhei para Amy, e para o ursinho. Amy falava com os olhos fechados e o ursinho era branquinho e segurava um coração escrito “ Amo você para sempre, minha princesa” de vermelho. Fiquei enciumado com isso.
Quem será que deu esse ursinho para ela?
-Aqui Amy.
-Obrigado Billizinho.
-Amy, quem lhe deu esse ursinho.
-Não gosto de falar sobre isso.
Amy começou a chorar (? dormindo.
-Só me diga quem?
-Meu pai. Dois dias antes de largar eu e minha mãe sozinhas.
-Não fique triste meu amor. Eu vou estar com você para sempre.
-É isso que eu mais quero.
-Boa noite meu amor.
-Boa noite.
Sai e deixei Amy lá, em sua cama dormindo.
Era estranho, mas parecia que Amy ao dormir se tornava mais sensível, e continuava com a memória “ligada”.
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