To Finally Return To His Side
22 Mein Freund
Notas iniciais
-Conliçença, o senhor aceita uma taça de champanhe? Ela se insinuava para Bill como se eu fosse ninguém ao lado dele!
-Não, obrigado, mas minha Linda namorada aceita uma taça de suco de laranja natural.
-Desculpe senhor mais não tenho esse suco aqui. Ela deu um sorriso falso para mim, mas não tirou os olhos de Bill.
-Pois então providencie.
Agora é a MINHA vez de dar um sorriso falso! BEM FEITO SUA @3%!*%$!
-Sim senhor.
Ela então saiu “pisando duro”.
-Eu vi.
-Viu oque Bill?
-Você morrendo de ciúmes.
-Sim, você viu, mas não era para menos, ela praticamente te comeu com os olhos.
-Eu achei que você diria que eu estava doido.
-Não, não tenho problemas em mostrar que sinto ciúmes de você.
-Que bom.. Gostou doque eu disse para ela?
-Claaro. Bem feito!
-Que cara é essa Amy?
-To pensando oque eu faria com ela se você não tivesse dito oque disse.
-Eu não quero nem tentar pensar oque você faria com ela.
-Pois eu digo eu a amarraria na cadeira e rasparia todo aquele cabelo loiro oxigenado dela.
-Você é psicopata garota.
-Sou naada Bill.
-Aqui está seu suco.
Ela então esticou a conta para mim, mas Bill pegou o papel.
-Eu pago o suco da minha namorada.
-Claro Sr.
Bill pagou o suco e a vagabunda saiu e não nos incomodou mais.
-Bill, eu estou com sono.
-Eu também.
-Posso dormir?
-Claro Amor. Dorme bem.
-Quando chegarmos em Hamburgo você me acorda?
-Acho que quem vai nos acordar é o Tom.
-Então ta.
.....................
-O Bill, Amy. Chegamos. OU! Chagamos!
-Oi Tom, já acordei!
-Mas a Amy Não.
-Amy.. Amy, minha linda, vamos? Nós já chegamos.
-Humm.. Oi gente, vamos sim. ( Acho que vocês já perceberam que quando eu acordo demoro uns dois segundos para me “situar”.)
Na saída do Aeroporto dentro do táxi.
-Meu Deus! Você é Bill Kaulitz não é? O motorista perguntou todo atrapalhado.
-Sim, sou eu.
-Garoto, minha filha te ama. Você pode me dar um autógrafo pra ela?
-Claro. Qual o nome?
-Anelise.
-Claro. Aqui está.
-Obrigado, ela nem vai acreditar que o papai conseguiu isso pra ela.
Que fofo o senhor do táxi. Ele ficou tão feliz em conseguir isso para a garotinha..
-Ela está no hospital internada, em estado grave, mas eu tenho certeza que ela vai se recuperar ao ver o seu autógrafo.
-E se ele fosse lá ver a Anelise? Eu sugeri.
-Sem dúvida ela iria se alegrar muito.
-Você pode não pode Bill?
-É, ham, eu..
-BILL?
-Sim, claro. Mas oque ela tem?
-Cancêr. O Sr. Do táxi quase chorou ao falar a doença da filha.
-É só o senhor nos dar o endereço que nós dois vamos ver a Anelise. Certo Bill?
-Sim. Bill também estava quase chorando. Ele era mais sensível que eu.
-Desculpe a pergunta, mas a Senhorita é a namorada dele não é? A que ele falou na entrevista?
-Sim, eu sou a namorada dele.
-O Senhor tem muito sorte. Ela parece ser uma garota de ouro.
-Obrigado. Bill respondeu.
O taxista passou o endereço do hospital para nós, e logo depois fomos ao nosso destino, a garagem onde o carro de Bill estava. (Não poderíamos ir de táxi até nossas casas, porque ninguém pode descobrir onde moramos e que somos vizinhos)
-Você vai lá né Bill? Eu perguntei a Bill quando estávamos no caminho de nossas casas.
-Sim, eu vou. Eu não me sentiria bem se essa menininha partisse sem realizar esse sonho dela. Amanhã você tem aula até as 3 da tarde?
-Sim.
-Então, que tal se nós fossemos ver a Anelise as 5?
-Claro. Ás cinco.
Bill parou o carro em frente à casa dele.
-Você não vai guardar o carro Bill?
-Não Amy, daqui a pouco temos um entrevista em uma rádio.
-Nossa, essa vida de vocês é tão corrida e atarefada.
-Ééé.. É sim.
-Então até amanhã meu amor.
-Até amanhã minha linda.
Já eram 7:30 da noite. Eu cheguei em casa e jantei com Lenita, pois minha mãe ainda estava no escritório.
Abri meu computador e vi que haviam alguns e-mails. Abrio-os e li.
Cinco eram de propaganda de coisas inúteis e dois eram da escola. Minha nota da última prova que eu fiz e um exercício de Física que eu logo acabei de fazê-lo.
Após fazer meu “trabalho” eu tomei um banho e dormi.
7:45 am
Ai que merda. To com uma dor de cabeça insuportável, e tonta.
Vesti minha roupa rápido porque se não me atrasaria, na verdade eu já estava atrasada.
Desci as escadas e meu corpo parou, literalmente parou, tudo se apagou na minha frente e eu não senti mais nada.
..............
Os batimentos dela estão voltando! Me dêem a mascara de oxigênio! RÁPIDO!!
-Dr. Os batimentos já se normalizaram. Ela já está normalizada.
Essas palavras voltaram como um flash em minha mente.
-Onde eu estou? Oque eu estou fazendo aqui? Oque aconteceu comigo?
-Você está no hospital, pois teve um coma. Mas agora está bem.
-Quantas horas?
-Você acabou de sair de um coma e quer saber quantas horas são? O médico e as enfermeiras deram risadas. Eu não achei a mínima graça.
-SIM! EU QUERO SABER QUANTAS HORAS SÃO! DÁ PRA ME RESPONDER MERDAA!
-Claro Senhorita Lynz, são 8 da noite.
-Que merda eu perdi a aula e não fui com o Bill ver a Anelise.
-Senhorita Lynz, acho que você perdeu um pouco mais que uma única aula.
-OQUÊ?! QUE DIA É HOJE?
- Quinta-feira.
-Eu fiquei três dias em coma?
-Sim.
-Pelo menos foram só três dias.
-E senhorita, esse Bill, o cantor, seu namorado, ou sei lá, está aqui desde segunda, quando você levou aquele tombo horrível da escada da tua casa e entrou em coma hipoglicêmico e veio para no hospital.
-Ele está aqui desde segunda? Ele não voltou para casa dele?
-Não senhora. Uma das enfermeiras me disse, pelo menos naquele lugar havia uma pessoa simpática.
-Eu posso vê-lo?
-Sim. Eu vou chamá-lo.
Todas as enfermeiras debochadas e o médico idiota saíram logo atrás da enfermeira “gente boa”.
TOC- TOC.
-Entra.
-Bill! Que bom te ver.
-Amy, que bom que você acordou. Como está se sentindo?
-Bem. O Bill? Porque você não foi para a sua casa?
-Porque eu te amo e vou estar sempre com você.
-Brigado, por tudo.
-De nada meu amor.
-Bill?
-Sim, linda.
-Você foi ver a Anelise?
-Não, quando eu fiquei sabendo o que houve com você, eu não fui, e também não vou enquanto você não puder vir comigo.
-Fico feliz. Eu quero muuito conhecer essa garotinha.
-Licença, sou o Dr. Albert, e vim te examinar para ver se você já está bem.
-Claro Dr., cuida bem da minha namorada.
-Claro.
-Então senhorita Amy, como se sente?
-Estou ótima.
-Nenhuma dor? Ou desconforto?
-Não.
-Bom, eu tenho os resultados dos exames que foram feitos em você. E presumo que você já tenha um médico que cuida da sua hipoglicemia, certo?
-Sim.
-Então eu lhe darei alta e você irá imediatamente procurá-lo. Sua hipoglicemia está ainda mais baixa e isso é muito prejudicial para sua saúde.
-Tudo bem.
-Eu já passei as palavras para sua mãe também. E você já pode chamar a enfermeira para que ela traga suas coisas. Até Amy.
-Até Dr.
Fale com o autor