To Finally Return To His Side
25 Mein Engel
Notas iniciais
Desculpem qualquer coisa e boa leitura =0)
Alguém estava acariciando meus cabelos.
Abri os olhos e vi que era Bill, mein Engel. Ele acariciava meus cabelos e tinha um sorriso tão lindo no rosto.
-Bom dia Linda.
-Bom dia Bill. Porque o sorriso enorme no rosto?
-Você fica ainda mais linda dormindo.
-ohh obrigado Bill. São quantas horas?
-9 da manhã.
-Meu Deus! Eu perdi a aula.
-Calma Amy, sua mãe ligou e pediu para eu lhe falar que hoje você não vai ter aula mas eu não tive coragem de te acordar.
-Podia ter me acordado amor, eu não me importaria.
-Fiquei com dó. Mas Amy, você quer vir hoje comigo ver a Anelise? Lembra dela?
-Claro Bill. Que horas nós vamos?
-Que tal as 10:30 a.m?
-Ótimo. Vou lá em casa me arrumar.
-Claro, eu te pego lá.
-É... Mas, antes eu preciso de minhas roupas né? Olhei em volta no chão, cada peça estava em um canto do quarto e eu estava enrolada no lençol.
-Deixa que eu pego elas pra você. Bill disse rindo.
-Posso me vestir no seu banheiro?
-Pra que? Eu já conheço cada parte do seu corpo mesmo.
-Bill!
-Estou brincando. Claro que pode.
-Engraçadinho. Ao menos você já está com sua boxer.
Levantei da cama deixando Bill lá sentado e sai enrolada no lençol com minhas roupas na mão.
Bill então puxa o lençol de minhas costas me deixando nua em sua frente.
-Você tem a pele tão branca, cheirosa e macia. Ele disse passando uma das mãos por minha cintura e a outra nas minhas coxas enquanto beijava meus seios.
-Bill, por favor, pare.
-Eu sei que não é isso que você deseja.
-Eu até queria que você continuasse sim mas, eu tenho que me vestir e ir lá pra casa.Então, para por favor.
-Tudo bem, eu paro.
Entrei no banheiro e vesti minhas roupas e ajeitei meus cabelos com as mãos mesmo.
Bill estava sentado sobre a cama eu lhe dei um beijo e sai do quarto, desci as escadas, passei pela sala e quando ia colocar a mão na porta para abri-la eu levo um susto com alguém gritando meu nome.
-Amy!
-AAA!! Você ta louco de me dar um susto desses Tom?!
-Desculpe.
-Tá tudo bem.
-Ontem a noite foi boa né Amy? Sabia que você daria uma ótima vocal de screamo? Você tem um grito bem agudo e afinado.
Corei de vergonha. Ele havia escutado meus gritos ontem??
-Fica tranqüila gata. Já escutei muita mulher gritar quando está transando comigo só fiquei surpreso porque foi o Bill que arrancou um grito daquele em você e não eu.
Cada palavra que o idiota do Tom dizia me deixava cada vez mais constrangida.
-Tom! Pelo amor né?!! Não seja tão indiscreto assim! Georg gritou com Tom, para minha salvação. Eu nem vi que ele estava lá.
-Indiscreto eu? Eu não sou indiscreto! Eu sou apenas sincero!
Aproveitei o “bateboca” dos dois e sai de fininho.
Chegando lá em casa.
-Amy?
-Sim Nita.
-O namoro seu com esse garoto é sério né querida?
-É sim Nita. Ele até meu pediu em namoro e me deu um anel. Eu nem me lembrei de mostrar pra você e pra mãe. Aqui como ele é lindo. Estiquei meu dedo onde estava o anel dês do dia que eu e Bill jantamos lá em Los Angeles.
-Nossa mas é muito lindo!
-É sim. Perfeito.
-Você gosta dele não é querida?
-Gosto sim Nita, gosto muito dele.
-Isso é muito bom. Espero que ele também goste assim de você ao ponto de ficar com essa cara de apaixonado como a que você está agora. Ela riu e eu também.
- Acho que sim né?! kkkk
-Filha?
-Oi mãe.
-Você vai a algum lugar?
-Sim mãe, eu e Bill vamos a um hospital ver uma fã da banda do Bill que está internada com câncer.
-Haa. Agora?
-Sim, daqui a pouquinho. Mãe, eu vou aproveitar que você está aqui para te falar que está meio impossível de ir para a escola, acho que eu vou ter que terminar o ano em casa.
-Porque Amy?
-Fotógrafos por toda parte e um deles pode acabar descobrindo onde nós moramos.
-É.. Você tem razão. Eu vou aproveitar que hoje eu não trabalho e vou até sua escola para dar uma olhada com a diretora em como podemos resolver isso.
-Obrigado mãe. E eu estou indo para meu quarto tomar um banho e me arrumar.
Tomei meu banho e vesti uma roupa simples, uma calça jeans normal e uma camisa xadrez degradê, e não passei maquiagem, já que eu estava indo em um hospital.
Estava terminando de prender o cabelo quando escutei a voz de Bill conversando com minha mãe. E logo desci.
-Oi Amy.
-Oi Bill, vamos amor?
-Claro. Até logo Dona Lynz.
-Tchau Bill, Amy.
Eu e Bill entramos no carro e como de costume poucas palavras foram ditas, pois Bill era sempre muito cuidadoso ao volante e ele me disse uma vez que não gosta de conversar muito ao volante que ele se distraí, então eu o respeito.
-Amy... Bill chamou meu nome sem tirar os olhos da rua.
-Sim liebe.
-Daqui a umas semana faz 2 meses que nós namoramos e eu queria te levar em um lugar que eu gosto muito de ir. Será que aceita?
-Achei que você não lembraria. Claro que aceito, mas aonde nós vamos?
-É surpresa. Você vai gostar.
-Humm, vindo de você, com certeza eu vou.
-Chegamos. É este o hospital que a Anelise está.
Bill parou seu carro na garagem subterrânea do prédio do hospital e nós entramos.
Ele causou certo pequeno “tumulto”, mas logo foi sanado e nós seguimos para o quarto número 367, o da garotinha Anelise.
Bill bateu a porta. O taxista, pai de Anelise sorriu ao nos ver e disse baixinho para nós:
-Que bom que vieram, os médicos disseram que ela não tem mais muito tempo de vida. – Anelise meu amor, papai falou que eles viriam lhe ver.
-Bill e Amy! Eu achei que não viriam.
Notas finais
♥
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