Notas iniciais
Espero que gostem =)
Desculpem qualquer coisa e boa leitura =0)

Alguém estava acariciando meus cabelos.

Abri os olhos e vi que era Bill, mein Engel. Ele acariciava meus cabelos e tinha um sorriso tão lindo no rosto.

-Bom dia Linda.

-Bom dia Bill. Porque o sorriso enorme no rosto?

-Você fica ainda mais linda dormindo.

-ohh obrigado Bill. São quantas horas?

-9 da manhã.

-Meu Deus! Eu perdi a aula.

-Calma Amy, sua mãe ligou e pediu para eu lhe falar que hoje você não vai ter aula mas eu não tive coragem de te acordar.

-Podia ter me acordado amor, eu não me importaria.

-Fiquei com dó. Mas Amy, você quer vir hoje comigo ver a Anelise? Lembra dela?

-Claro Bill. Que horas nós vamos?

-Que tal as 10:30 a.m?

-Ótimo. Vou lá em casa me arrumar.

-Claro, eu te pego lá.

-É... Mas, antes eu preciso de minhas roupas né? Olhei em volta no chão, cada peça estava em um canto do quarto e eu estava enrolada no lençol.

-Deixa que eu pego elas pra você. Bill disse rindo.

-Posso me vestir no seu banheiro?

-Pra que? Eu já conheço cada parte do seu corpo mesmo.

-Bill!

-Estou brincando. Claro que pode.

-Engraçadinho. Ao menos você já está com sua boxer.

Levantei da cama deixando Bill lá sentado e sai enrolada no lençol com minhas roupas na mão.

Bill então puxa o lençol de minhas costas me deixando nua em sua frente.

-Você tem a pele tão branca, cheirosa e macia. Ele disse passando uma das mãos por minha cintura e a outra nas minhas coxas enquanto beijava meus seios.

-Bill, por favor, pare.

-Eu sei que não é isso que você deseja.

-Eu até queria que você continuasse sim mas, eu tenho que me vestir e ir lá pra casa.Então, para por favor.

-Tudo bem, eu paro.

Entrei no banheiro e vesti minhas roupas e ajeitei meus cabelos com as mãos mesmo.

Bill estava sentado sobre a cama eu lhe dei um beijo e sai do quarto, desci as escadas, passei pela sala e quando ia colocar a mão na porta para abri-la eu levo um susto com alguém gritando meu nome.

-Amy!

-AAA!! Você ta louco de me dar um susto desses Tom?!

-Desculpe.

-Tá tudo bem.

-Ontem a noite foi boa né Amy? Sabia que você daria uma ótima vocal de screamo? Você tem um grito bem agudo e afinado.

Corei de vergonha. Ele havia escutado meus gritos ontem??

-Fica tranqüila gata. Já escutei muita mulher gritar quando está transando comigo só fiquei surpreso porque foi o Bill que arrancou um grito daquele em você e não eu.

Cada palavra que o idiota do Tom dizia me deixava cada vez mais constrangida.

-Tom! Pelo amor né?!! Não seja tão indiscreto assim! Georg gritou com Tom, para minha salvação. Eu nem vi que ele estava lá.

-Indiscreto eu? Eu não sou indiscreto! Eu sou apenas sincero!

Aproveitei o “bateboca” dos dois e sai de fininho.

Chegando lá em casa.

-Amy?

-Sim Nita.

-O namoro seu com esse garoto é sério né querida?

-É sim Nita. Ele até meu pediu em namoro e me deu um anel. Eu nem me lembrei de mostrar pra você e pra mãe. Aqui como ele é lindo. Estiquei meu dedo onde estava o anel dês do dia que eu e Bill jantamos lá em Los Angeles.

-Nossa mas é muito lindo!

-É sim. Perfeito.

-Você gosta dele não é querida?

-Gosto sim Nita, gosto muito dele.

-Isso é muito bom. Espero que ele também goste assim de você ao ponto de ficar com essa cara de apaixonado como a que você está agora. Ela riu e eu também.

- Acho que sim né?! kkkk

-Filha?

-Oi mãe.

-Você vai a algum lugar?

-Sim mãe, eu e Bill vamos a um hospital ver uma fã da banda do Bill que está internada com câncer.

-Haa. Agora?

-Sim, daqui a pouquinho. Mãe, eu vou aproveitar que você está aqui para te falar que está meio impossível de ir para a escola, acho que eu vou ter que terminar o ano em casa.

-Porque Amy?

-Fotógrafos por toda parte e um deles pode acabar descobrindo onde nós moramos.

-É.. Você tem razão. Eu vou aproveitar que hoje eu não trabalho e vou até sua escola para dar uma olhada com a diretora em como podemos resolver isso.

-Obrigado mãe. E eu estou indo para meu quarto tomar um banho e me arrumar.

Tomei meu banho e vesti uma roupa simples, uma calça jeans normal e uma camisa xadrez degradê, e não passei maquiagem, já que eu estava indo em um hospital.

Estava terminando de prender o cabelo quando escutei a voz de Bill conversando com minha mãe. E logo desci.

-Oi Amy.

-Oi Bill, vamos amor?

-Claro. Até logo Dona Lynz.

-Tchau Bill, Amy.

Eu e Bill entramos no carro e como de costume poucas palavras foram ditas, pois Bill era sempre muito cuidadoso ao volante e ele me disse uma vez que não gosta de conversar muito ao volante que ele se distraí, então eu o respeito.

-Amy... Bill chamou meu nome sem tirar os olhos da rua.

-Sim liebe.

-Daqui a umas semana faz 2 meses que nós namoramos e eu queria te levar em um lugar que eu gosto muito de ir. Será que aceita?

-Achei que você não lembraria. Claro que aceito, mas aonde nós vamos?

-É surpresa. Você vai gostar.

-Humm, vindo de você, com certeza eu vou.

-Chegamos. É este o hospital que a Anelise está.

Bill parou seu carro na garagem subterrânea do prédio do hospital e nós entramos.

Ele causou certo pequeno “tumulto”, mas logo foi sanado e nós seguimos para o quarto número 367, o da garotinha Anelise.

Bill bateu a porta. O taxista, pai de Anelise sorriu ao nos ver e disse baixinho para nós:

-Que bom que vieram, os médicos disseram que ela não tem mais muito tempo de vida. – Anelise meu amor, papai falou que eles viriam lhe ver.

-Bill e Amy! Eu achei que não viriam.

Notas finais
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