Tmj cinco noites no freddy's temporada 2
3 Capítulo 3: O mundo de maldade
Notas iniciais
Corremos sem rumo durante horas, mas não era suficiente, em todos os lugares havia caos, a caminhote estava quase sem gasolina e não sabiamos o que fazer.
—Há olhos em todos os lugares. -disse a madame creuzodete. -Corram crianças para o mais longe possível, ele sabe que estamos aqui. -Aquela sombra saiu da moita e tentou nos segurar mais já era tarde, mas xavecão parou ali mesmo e olhou a figura novamente.
Parecia que o silencio só aparecia nos momentos em que o barulho parecia ser nosso maior inimigo, e então ele mostra seu rosto.
—Você? O que fez com minha Denise? -Ele se atirou contra aquela sombra, mas simplesmente o silencio que ele fazia foi resultado de seu sumiço.
—Eu jamais vou esquecer o que você fez. -Quando ele finalizou sua frase algo aconteceu e o mesmo caiu ao chão.
—Você é corajoso rapaz, mas você sempre será fraco, patético perder a vida por um amor. -Aquela figura saiu das sombras e se mostrou ser Cebola do futuro.
—Foi aqui em que você mudou o destino do seu mundo, belo heroi você. -Ele deu um soco no xavecão e finalizou com um sorriso decadente. -Você me deixou apodrecer nessa fantasia, eu vou te deixar no meu lugar.
—Você acha que tenho medo do seu exercito Cebola?
—Deveria. -Portais se abriram por cima de todos... Primeiro a Madame creuzodete, depois o Xavecão, seria esse o fim.
—Quer saber mais xavcão, para você e para ela só resta um fim lento e doloroso. -Ele sorriu maliciosamentte e comandou um de seus soldados para execulta-lo
—Se eu fosse você não faria isso. -Eu sai da moita apenas para tentar impedi-lo de fazer tal loucura.
—Ora não imaginava que você ainda estivesse aqui. -Eu sorri como se aquilo fosse uma piada e comentei.
—Pois é, alias por que você ainda esta aqui? Eu jamais vou me tornar o cebola do mal, então como você ainda existe.
—Simples garoto! Paradoxos que eu criei me mantem nesse estado, são mais de duzentos e cinquenta e quatro mundos e meio aonde eu e a serpente dominamos.
—E meio? Você nem se quer conseguiu dominar esse "mundo e meio"?
—A que tedio, sempre ouvir a mesma coisa, mas não pense que dessa vez será diferente, eu sei aonde você vai, eu já vi tudo isso duzentas e cinquenta e quatro vezes, eu penso como você. Que tal correr e levar o Xavecão embora, tentar lutar com as últimas forças que te restam, não adianta garoto, eu já fui igual a você e acredite não vai dar certo. -O exercito dele estava nos cercando, mas então disse algo que até o teria assustado, mas ele já sabia que isso aconteceria:
—Se você não parar eu vou me matar. -Ele me olhou com um olhar submisso a mim, mas voltou ao seu olhar de poder, sempre de superioridade.
—Cebola não faça isso! -Mônica sempre me defendendo, imagine se ela soubesse a verdade.
—Esperava mais de você cebola, mas eu já sabia que isso aconteceria, eu já convenci muitos outros cebolas, vou convencer você também e ai não vou precisar ter medo de que você morra, até porque você será outra de minhas marionetes, imortal, com poderes inimaginaveis, talvez até a sua própia galaxia para governar.
—Se você realmente fosse igual a mim, saberia que tudo o que importa é a felicidade da minha turma, idai que você é imortal, de que vale a imortalidade se você a usa para o mal, hoje tudo isso acaba. -Eu comecei a correr até um penhasco ali proximo.
—Cebola não. -Eu olhava para a Mônica pedindo que aquele não fosse o fim, mas eu precisava fazer isso.
—Não vale a pena cebola, a Serpente está solta n mundo com os quatro cavaleiros do apocalipse, de que adianta me derrotar se vocês não poderão vence-la.
—A única coisa que vale é a esperança, sempre a última a desistir e junto com ela estou eu. -Lá estava o penhasco onde a jumenta voadora morreu a anos atrás, mas era ali que eu terminaria o futuro errado que começou ali em sococó da ema.
Já caindo me lembrei das pessoas que me faziam sorrir, me lembrei dos animatronics que nos deram um belo trabalho, que nos deram uma triste história, que mostra que a familia esta sempre por perto, desculpa Mariazinha, desculpa mãe, desculpa pai, desculpa turma, eu os decepcionei, mas essa é minha redenção. Mesmo com o cabelo no rosto pude ver a Mônica chorar em frente a um penhasco e depois disso ser levada embora.
—Devemos salvar ao senhor antes que tenhamos perdido a batalha?
—não tem por que! Deixe-o morrer pensando que ao menos uma vez fez algo nobre em sua vida, porque em minha morte lembrarei que ele fez diferente, que diferente de todas as outras realidades ele não o foi fonte apenas de medo e desconfiança, mas também de uma enorme esperança, que para sempre pulsara no coração dessa turma.
—Você o matou, seu monstro! -Ele já estava sumindo, deixando de existir, mas finalizou com uma última frase:
—EU SEI QUE SE ELE AINDA ESTIVESSE AQUI IRIA PEDIR QUE VOCÊ TIVESSE ESPERANÇA. TENHA ESPERANÇA, POR TODOS NÓS.
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