Time To Cook
1 01 - Único.
Notas iniciais
Tudo certo com vocês? Já estão escrevendo muitas fics AoMomo? Espero que sim!
Entãããão, essa ficou muito idiotinha, mas achei ela uma gracinha, de certa forma. E eu deveria ter postado antes, mas comecei a segunda temporada de KnB e não consegui parar de ver até agora (isso sem contar na porcaria da capa, que não queria carregar porque era png ¬¬). Aliás, parei no episódio 14 e devo dizer que: diversas tretas rolarão. E mesmo que o Aomine seja bem filho de uma foca, eu adoro esse jeito dele ♥ *meus amigos no snap devem estar fulo da vida por eu mandar diversas fotos sobre ele*
Bem, é isso. Espero que gostem e que se divertam ao menos um pouco lendo. Ah! E desculpem pelo erros!
Beijos de paçoca ♥
A noite se aproximava, e em um bairro qualquer de Tóquio, em um pequeno apartamento, estava uma garota de madeixas rosadas, que insistia em fazer um jantar surpresa para o seu namorado, Aomine Daiki.
O problema era que Momoi Satsuki sabia fazer diversas coisas, mas cozinhar, definitivamente, não era uma delas.
Não que isso a impedisse de tentar, é claro. E Aomine até que achava fofo esse lado esforçado dela.
Momoi aproveitou que o treinador a dispensou cedo e que seu namorado iria ficar no treino até um pouco mais tarde – ele havia voltado a treinar após ter sido derrotado – para fazer uma surpresa para Aomine. Sabia que ele chegaria faminto do treino e comeria algum macarrão instantâneo, então, por que não ousar e fazer um jantar para ele?
Pegou um livro de receitas emprestado com sua mãe e procurou algo fácil, mas gostoso. Folheou as páginas e decidiu fazer Curry; não parecia ser difícil, contava com os ingredientes que Aomine possuía em casa e era deveras saboroso.
Leu a parte onde indicava o que ela iria precisar e pegou os ingredientes necessários. Separou-os e leu pela segunda vez o modo de fazer para não haver erros. Estava tão concentrada tentando descascar as batatas que não ouviu a porta do apartamento ser aberta e os passos pesados do seu namorado.
Aomine, que estranhou a luz da cozinha estar acessa, tentou entrar fazendo o máximo de silêncio possível. Caminhou até o cômodo e já estralava os dedos, ansioso por dar uma surra no imbecil que estava tentando rouba-lo.
Surpreendeu-se ao perceber que não era um ladrão, e sim sua namorada.
Arqueou a sobrancelha e apoiou-se na batente da porta, segurando uma risada ao perceber a intenção da rosada. Ela realmente era insistente nessa história de cozinhar.
Percebeu o quão concentrada a garota estava e sorriu perverso; seria uma oportunidade perfeita para assusta-la e ele não perderia essa chance por nada. Aproximou-se silencioso – o mais silencioso que seu corpo grande permitia, ao menos – e segurou firme a cintura da rosada com suas mãos fortes e calejadas, soprando no ouvido da mesma.
Momoi gritou e virou-se rapidamente, acertando um soco certeiro no nariz do moreno, que se agachou ‘segurando’ o nariz.
— Puta que pariu, Satsuki! Desde quando seu soco é tão forte?
A garota correu até a geladeira e depositou alguns gelos em um saco.
— Ai, meu Deus, me desculpa! — Agachou-se ao lado do namorado, enquanto pressionava o saco de gelo no nariz do mesmo. Felizmente, não estava sangrando.
Aomine riu, deixando Momoi confusa. Do que esse idiota está rindo, afinal?
— Ainda bem que você não me deu uma facada, né — brincou.
Ela não conseguiu resistir e riu, também. Escondeu o rosto com as mãos e murmurou:
— Eu faço tudo errado.
Aomine bufou e revirou os olhos, odiava quando a garota ficava triste, pois não tinha a mínima noção de como consolar uma mulher.
— Pelo menos você tenta fazer as coisas, mesmo que elas acabem uma porcaria. E foi até bom eu ter recebido esse soco, assim eu sei que você sabe se defender e não me preocupo tanto.
Ela negou com a cabeça.
— Eu queria te fazer um jantar surpresa, mas não consegui descascar nem a batata. Isso sem falar de você ter “descoberto” a surpresa. Sou uma péssima namorada.
— Para de drama, Satsuki. Você não saber cozinhar não significa que é uma péssima namorada. Pelo amor de Deus, você gosta de basquete, o que mais eu poderia querer? — Falou, enquanto segurava as mãos da namorada. — Olha só, eu te ajudo a fazer essa comida, vai ser mais legal do que se você preparar tudo sozinha.
Momoi sorriu e concordou, entregando uma faca para Aomine descascar as batatas também. Ele se postou ao seu lado no balcão e pegou uma batata na mão, pensando que não deveria ser tão difícil assim tirar a casca daquele vegetal.
Ledo engano.
— Sabe, Kise me falou sobre um restaurante que abriu recentemente...
Dez minutos depois os dois saiam sorridentes e de mãos dadas pelo umbral da porta de entrada.
E depois desse dia, apesar de ainda tentar várias e várias vezes, ela nunca mais se preocupou sobre sua falta de dom ao cozinhar. Porque Momoi sabia que Aomine a amaria mesmo ela queimando diversas vezes a comida.
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