Time Of Your Life.
2 Capítulo 1_ Do Not Tell Me What I Gotta Do
Notas iniciais
Espero que gostem, Boa Leitura.
:D
Abri os olhos e me virei vendo uma cara me olhando assustado, ele tinha olhos castanhos claros, era alto e usava um penteado estranho em seus cabelos escuros, ele estava usando uma camiseta do Guns N' Roses e uma calça Jeans rascada no joelho.
– Não faz isso, pelo amor de Deus!– ele disse se aproximando.
– Me deixa em paz, eu nem te conheço, e porque não faria isso?– perguntei com a voz meio tensa, acho que ele percebeu.
– Porque eu estou pedindo. – ele abriu um sorriso simpático.
– Vai cuidar da sua vida. — digo meio mal educada, tal ele iria embora.
– Se você pula... Eu pulo para te buscar!– disse me olhando serio.
– Mas o lago é muito fundo.– digo num tom preocupado.
– Não tem problema. – diz tirando os tênis.
– Você pode morrer!– digo olhando para baixo.
– Você também.– diz segurando o riso, a minha situação não tem graça palhaço.
– Mas eu quero pular.– digo seria.
– Mas eu estou falando para você não pular.– diz com um olhar convencido.
– Você não pode me dar ordens, a vida é minha e eu nem te conheço, eu vou pular e pronto.
– Não vai não.– diz me olhando com um olhar divertido.
– E porque não?– pergunto com raiva, quem ele pensa que é?
– Olha, você deve ter passado por um momento difícil, mas isso não é razão para fazer isso, pense na sua família...– o interrompi. — Minha família não liga para mim.
– Então... Nos seus amigos...– o interrompo de novo. - Não tenho amigos.
– Bom; ai você complica.– diz coçando a cabeça.
– Tá vendo? É por isso que quero pular.
– Então faz isso por... Ér... – ele disse olhando para os lados. — Ér... Por mim.– diz apontando para ele e eu ri com isso. — Que foi?
– Eu nem te conheço.– digo rindo.
– Bom não seja por isso, prazer sou Brian Haner.– disse estendendo a mão e o olhei com tedio.
– O prazer é meu.– digo irônica. — Olha, vai viver sua vida e me deixa em paz, ook?
– Ei, eu já me envolvi demais com você, se você pular vão achar que fui eu e eu pode ir preso, então você vai ficar com dor na consciência.
Suspirei e olhei para baixo, o lago era muito fundo, e a queda era fatal, eu olhei para ele e ele estava meio tenso, na verdade nós dois estávamos muito tensos.
– Tudo bem, me ajuda a sair daqui. — digo baixo.
– É pra já!– diz se aproximando. - Me dá a sua mão, com calma.
Estendo a minha mão e ele pega me puxando para longe daquela ponte, eu estava muito envergonhada por fazer aquilo, eu tinha agido como uma criança.
– Você está bem?– ele perguntou me olhando.
– O que você acha?– digo irritada e ele olha para baixo. — Desculpe a culpa não é sua; prazer sou Megguie.
– Prazer Megguie, você parece meio nova para pensar nesse tipo de coisa, quantos anos tem?
– 16, não sou tão nova assim, ook?– digo indignada. - Você também parece bem novo.
– Eu tenho 25 anos.– diz rindo e eu quase engasgo com minha saliva.
– 25?– pergunto arregalando os olhos.
– Nem parece né? É eu sei.– diz com pose de convencido.
– Eu nunca te vi aqui Senhor Convencido.– digo cruzando os braços.
– Ah, eu me mudei hoje, estava só de passagem por aqui ai eu vi uma garota doida quase pulando daquela ponte. — diz rindo.
– Ha', não tem graça. — digo e começo a andar.
– Ei, quer que eu te leve para casa?– pergunta começando a andar junto comigo.
– Não obrigada, ah, e muito obrigada por ter me ajudado Senhor Convencido.
– Vai me chamar assim agora?– pergunta rindo.
– Vou você é muito convencido mesmo.
– Olha quem tá falando, a garota doidona que quase se matou.– ele ri e eu fuzilo.
– Cala a boca.
– Aonde vai?– pergunta me seguindo, que cara chato.
– Não te interessa, olha você não tem que ir ver sua família eu seus amigos não?
– Não, só quero fazer amizade com você, mas se você não quer eu vou embora.– diz e sai andando pelo lado oposto.
Reviro os olhos e continuo andando, pensei em ir para casa, mas não queria ver minha família então fui para a biblioteca, era o único lugar que me deixava mais calma.
Chegando lá fui recebida por Julia, uma velha Senhora que trabalha lá, peguei uns livros e fui embora, cheguei a casa não tinha ninguém ótimo, só avia umas 10 chamadas não atendidas de Taylor, e uma mensagem, li:
“Onde você está coisa? Vem logo trabalhar."
Suspirei e fui trabalhar na droga daquela lanchonete, odiava aquele lugar, primeiro, só eu trabalhava, segundo, eu não podia almoçar e terceiro só tinha vagabundo lá.
Troquei de roupa e fui ao caminho vi as mesmas pessoas de sempre, nada novo.
O estranho é que aquele garoto ficou na minha cabeça, Brian Haner, esse era seu nome, ele era muito estranho, mas acho que eu fui meio ingrata com ele, pois ele salvou minha vida.
Minutos depois cheguei à lanchonete Taylor estava com cara de que ia me matar, não liguei, peguei meu avental e fui servir as mesas.
– Onde estava?– Taylor perguntou baixo, mas dava para ver a raiva nas palavras.
– Em casa, desculpe, perdi a hora. — digo meio em um sussurro.
– Não quero que isso se repita, está entendendo?– perguntou um pouco mais alto.
– Sim, Taylor.
– Vai trabalhar.– diz e se afasta.
Comecei a servir as mesas, quando vejo alguém que não queria ver.
– Ei Megguie, quanto tempo hein?– Brian diz rindo.
– O que estava fazendo aqui?– pergunto o olhando supressa.
– Ora, vim ver meu amigo de infância. — diz olhando para os lados. — Ele disse que estaria aqui, você trabalha aqui?
– Sim, quem é esse seu amigo?– pergunto.
– Você não deve conhecer o nome dele é Sebastian Mazonni.– disse eu fiquei boquiaberta.
– O QUE? – gritei e todos olharam para mim.
Notas finais
Reviews ???
Fale com o autor