Time Of Your Life.

11 Capítulo 10_ Cursed Despair


Notas iniciais
oi... :333
esta ai, mais um cap. *---*

– ISABELLA! – Brian gritava e batia na porta do porão desesperado.



Eu estava sentada em um banquinho no centro do porão, eu sabia muito bem que ela não ia ouvir então não ia me dar ao trabalho de ficar gritando igual um idiota, igual o retardado do Haner.



– ISABELLA! – ele continuava gritando, estava até parecendo um Gay, mas é claro que eu não comentei nada.



– Meg, me ajuda aqui?! – ele foi até a mim e me puxou pelo braço.



– Já disse, ela não vai escutar. – reviro os olhos.



– Então o que vamos fazer? Eu tenho que ir ao banheiro. – ele disse e eu segurei o riso.



– Bom, tenta ligar para ela. – digo o obvio e nos dois ficamos com cara de idiotas.



– Porque não pensamos nisso antes? – ele disse batendo na própria testa.



– Acho que foi o desespero. – digo balançando a cabeça afirma mente.



– Bom você trouxe o celular? – ele perguntou.



– Não, e você? – perguntei rezando para que ele dissesse sim.



– É claro que sim. – ele ri pelo nariz e eu reviro os olhos de novo.



Ele disca o numero e ele chama uma, duas, três, quatro vezes até cair.



– Porra, porque ela não atende? – ele bateu o pé em uma mesa velha irritado.



Você esta lingando em casa ou no celular dela? – perguntei o fitando seria.



– Na sua casa. – disse sem expressão nenhuma.



– Então ela não vai atender idiota. – bato no seu ombro. – Liga no celular dela.



Ook, ook. – ele estava nervoso.



Ele discou o numero e chamou varias vezes até cair na caixa postal.



Oi, você me ligou por algum motivo que não me interessa, se fosse importante você teria o numero do celular que eu atendo, tchau.



Eu o olhei e ele estava com cara de idiota e eu não consegui segurar o riso.



Não tem graça, ook? – ele se senta no chão e fecha a cara.



– Ótimo, e agora? – coço a cabeça pensando e então o olho. – Você tem o numero do meu pai?



– Tenho! – ele sorri e disca o numero outra vezes; Isso esta ficando cansativo.



O numero chamou umas três vezes então ele atendeu.



– Bah, cara você tem que me ajudar... – ele parecia desesperado.



O que foi Brian? – meu pai disse preocupado.



– A Meg e eu... – a linha caiu. – Bah?



Ele tirou o celular da orelha e na tela estava dizendo:



“Bateria descarregada, carregue uma nova.”



– AH, EU NÃO ACREDITO! – ele gritou e chutou a mesma mesa velha, só que dessa vez mais forte. – Ai...



Reviro os olhos e suspiro.



– Vamos ter que ficar aqui. – digo sentando e fechando os olhos.



– Como assim, eu não vou aguentar. – abri os olhos e ele estava com as duas mãos no “amiguinho” dele e com cara de choro, meu Deus que cena cômica.



– Calma, não pode aguentar um pouquinho não? – digo impaciente. – Daqui a uma ou duas horas Taylor já vai ter chegado.



– UMA OU DUAS HORAS? – ele gritou me assustando e correu para aporta, e começou a bater nela de novo.



Depois de 20 minutos ele parou de bater na porta e estava sentando com a cabeça baixa.



Você esta bem Brian? – perguntei indo em sua direção.



– Não. – ele levantou a cabeça e ele estava com o rosto vermelho e caiam lagrimas de seus olhos. – EU ESTOU APERTADO!



Segurei o riso de novo.



– Chega; se afasta Meg, eu vou arrombar essa porta.



– Tem certeza? – perguntou um pouco preocupada.



– Tenho. – dei de ombros e me afastei o máximo que pude. – Fica ai.



Não precisa de ajuda? – perguntei ainda um pouco preocupada.



Não, é claro que não. – ele riu e eu revirei os olhos.



– Ook, um, dois, três, AGORA. – ele gritou e eu ouvi um barulho alto e um gemido de dor.



– Conseguiu machão. – perguntei rindo.



– Cala a boca. – ele disse e gemeu de dor de novo.



– Quer ajuda? – eu continuava rindo.



– Não, eu estou bem. – ele disse normalmente e gemeu de dor.



Dei de ombros novamente e me sentei no banquinho que estava antes.


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– Meg? – depois de 30 minutos depois do que aconteceu ele me chamou.



– Sim? – disse meio entediada.



– Me... Ajuda? – ele disse quase chorando e eu sorri.



Levantei-me e fui até ele, ele estava deitado com uma mão segurando o braço e a outra estava o apoiando.



– Pensei que não queria ajuda! – digo ironicamente.



– É serio, meu braço esta doendo muito. – ele disse manhoso.



– Ook. – segurei seu braço e ele gemeu de dor de novo. – Desculpe.



– Ook, me ajuda a levantar.



– Ook. – me aproximei dele e ele começou a gemer de dor. – O que foi?



– Esta doendo. – ele disse quase chorando.



– Mas eu nem me encostei a você. – digo indignada e ele me olha confuso.



– Não? – ele pergunta e cora depois. – Me ajuda logo.



– Ook, ook, espera. – o segurei pelas pernas e o puxei.



– Ai, com cuidado.



Reviro os olhos e continuo puxando, só que mais devagar.



Pronto! – digo sentando no mesmo banquinho; Ouço minha barriga ronca.



– O que foi isso? – Brian olha para cima assustado.



– Estou com fome. – coro um pouco.



Ele começa a rir, e eu chuto seu braço machucado o fazendo gritar de dor.



– Porra, não vou mais aguentar, tenho que me aliviar.



– Aqui não, por favor. – digo assustada.



Foi mal, Meg. – ele se levanta com dificuldade e pega um balde que tinha do lado da mesa velha que já estava quase caindo de tanto ele chutar.



Eca. – fui para a porta do porão e me sentei de frente para a porta e de olhos fechados



Segundos depois ele me chama falando que tinha terminado.



– O que esta fazendo? – pergunto vendo o jogar pela janelinha do porão.



– Não vou deixar isso aqui. – ele ri pelo nariz. – Ai, meu braço.



Reviro os olhos e dou uma tapa nele.



Ai... Porque fez isso?



Idiota você pode chamar ajuda por ai. – digo o obvio e ele coça a cabeça.



–É mesmo. – reviro os olhos e ele começa a gritar socorro pela janela.



Sento de novo no mesmo banquinho e ele continua pedindo socorro, esse é o pior dia da minha vida.


Notas finais
Desculpem qualquer erro, não tive tempo de revisar. :)