Time Breaker

1 Capítulo 1 - Medo


Notas iniciais
Vai aih a demo do primero capitulo. Vmo ver se rola o resto.

Já passava das 3 da manhã quando Guilherme, Natália e Hugo saíram do estádio onde havia pouco, o show de sua banda favorita tinha acontecido. O carro estava no gigante estacionamento do estádio, onde milhares de outros estavam.

_ Droga! Onde eu deixei esse carro? – Disse Guilherme, coçando a cabeça enquanto andava cambaleante em direção à fileira de carros que se encontrava em sua frente.

_ Deixa ele pra lá Guilherme, vamos chamar um táxi, você não está muito capaz de dirigir depois de beber tanto. _ Disse Natália em resposta.

_ Bobagem! Até por que, se eu não devolver esse carro pro meu pai amanhã, ele me mata...

_ Ali! Não é aquele? _ Disse Hugo, também cambaleante.

_ Ah, tô salvo, hehe!

Os três entraram no carro e Guilherme saiu guiando devagar, cortando a multidão que saía do show naquela hora. Foi quando um estrondo foi ouvido e o movimento das pessoas passou de uma lenta caminhada para uma corrida desordenada e o caos completo.

Assustado, Hugo abre a porta do carro e sai para ver o que está acontecendo. Apoiando-se no vão entre a porta do carro e o banco Hugo pôde ver de relance que, entre as pessoas em pânico, havia um homem de terno e gravata parado.

_ Guilherme! Tente chegar mais perto, eu vi alguma coisa estranha! _ Disse Hugo, com um misto de medo e curiosidade.

Guilherme avançou da forma que pôde e Natália permaneceu calada já que eles teriam que ir naquela direção de qualquer jeito, pois a saída era por ali. Quando se aproximaram mais, Hugo saltou e saiu cortando a pequena multidão que ainda insistia em ficar no local.

_ Natália, fica no carro! Eu vou atrás do Hugo. _ Disse Guilherme.

Natália ficou e trancou as portas do carro com medo, mas pouco tempo depois, um novo estrondo foi ouvido e a multidão começou a correr novamente. Do meio das pessoas surgem Hugo e Guilherme com os rostos assustados.

_ Sai do carro, rápido! _ Grita Guilherme, desesperado quando passa correndo.

Natália tenta destrancar a porta do carro, mas se afoba e acaba deixando seu celular cair. Ela se abaixa para pegá-lo e, após algum custo ela pega e abre a porta para fugir. Quando sai do carro, Natália vê o homem, agora sem o terno e com a camisa encharcada de sangue. Logo atrás, havia outro homem, que portava uma arma e estava olhando para algo no chão, que ela não teve tempo de ver o que era, já que saiu correndo em direção aos amigos, que já estavam longe. Natália percebeu então que estava praticamente sozinha com aqueles homens estranhos e o medo começou a aumentar. De longe, ela podia ouvir a voz dos seus amigos gritando algo, mas estava difícil entender, pois havia muita gente gritando.

Guilherme gritava a plenos pulmões para que Natália corresse mais, já que um dos homens estava quase a alcançando, enquanto isso, Hugo assistia, chocado, a tudo o que se passava e via a terrível cena que tinha acabado de presenciar denovo e denovo:

O homem de terno estava em pé, no meio de um círculo de pessoas. Ele estava calado e com um ar maligno em seu rosto. Hugo olhou mais ao fundo e pôde ver que havia um homem morto no chão, ele havia sido baleado, mas não pelo homem de terno. Do lado do cadáver havia outro homem, com um sobretudo preto e com uma pistola que ainda soltava fumaça na mão olhando para o cadáver e sorrindo. Foi aí que aconteceu o pior. Um garoto de cerca de 20 anos surge em meio às pessoas e corre em direção ao cadáver já com lágrimas nos olhos. Mas antes de o garoto chegar ao corpo, o homem armado atira nele e atinge o seu pescoço, o sangue do garoto começa a jorrar e as pessoas saem desesperadas. O garoto caminha em direção ao homem de terno e o agarra pelo colarinho, tentando dizer algo, mas o homem o olha friamente e se solta, deixando o garoto cair no chão. Depois daquilo, Hugo não pensou em nada além de fugir quando o homem tirou o terno ensangüentado e olhou em sua direção, com um pequeno sorriso se formando no canto da boca.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.