This Sun Has Set
2 Capítulo 1
Notas iniciais
Boa leitura.
Pov’s Kath
Acordo com um rock tocando no ultimo volume, mas por que está tocando rock se eu moro sozinha? Abri meus olhos e olhei em volta, aqui definitivamente não é meu apartamento.
Me leavanto rapidamente, olho em volta e vejo a porta, começo a caminhar. Ai! Que dor de cabeça, realmente não devia ter bebido tanto,. Paro um pouco e massageio um pouco minha nuca, está tudo rodando fecho meus olhos sentindo que vou cair.
Antes que meu corpo atingisse o chão algo segurou meu braço, ou melhor, alguém. Meus olhos se abrem e encontram-se com um lindo pra de olhos verdes, sinto meu rosto esquentar, acho que estou corando.
Desvencilho-me dando uns passos para trás, ele parece estar se divertindo com tudo isso. O que será que aconteceu ontem? Merda! Ele está sim camisa.
- Nossa garota, você realmente não consegue ficar em pé hein? – Disse rindo da minha cara. Ai que vergonha! – A propósito, meu nome é Dean.
- O que aconteceu ontem? – Questiono, mas o moço na minha frente perece querer saber de outra coisa. – Meu nome é Katherine. – Falo rápido, estou muito nervosa. – Onde eu estou? – Droga! Não consigo nem encarar ele.
- Bom, Kath, você bebeu mais do que devia ontem e eu te trouxe para cá, meu apartamento. – No apartamento dele? Fudeu! Dean falou simplesmente, mas a ideia de ter acontecido algo entre nós dois passou pela minha mente, não pude evitar fazer uma expressão nada boa.
- Como assim você me trouxe para cá? – Estou tentando parecer calma só que meu tom me denuncia.
-Calma, só te trouxe para dormir, você nem se aguentava em pé. E de qualquer jeito nem pensar.– Perece que ele percebeu minha expressão de terror.Ai que alívio, espera, ele falou nem pensar?
- Que bom, nós estamos no campus? – Pergunto preocupada. – Você disse nem pensar? – Indaguei arqueando uma sobrancelha.
- Sim nós estamos. É nem pensar, porque você vomitou na sua bota e o seu bafo estava tenso e você estava completamente bêbada e inconsciente. Mas se você quiser fazer sexo agora, eu topo com certeza. – Por que mesmo que eu fui perguntar? Ah sim, porque eu sou idiota. Se eu já estava nervosa antes agora então devo estar parecendo uma pimenta malagueta.
-Ok – Respiro fundo fingindo não ouvir . – Obrigada por tudo, mas já vou indo. – Falo sorridente, tetando parecer o mais simpática que consigo.
- Espera garota,preparei café e comprei aspirina para você, imagino que esteja com muita dor de cabeça.– Ele fica lindo quando sorri e é gentil.
- Nossa! Obrigada, eu aceito o café e principalmente a aspirina. – Digo sincera, porém estou sem graça, não devia pensar dessa forma.
Ele sorri, se vira dando as costas para mim. O rock que tocava alto está baixo agora, acho que tudo bem se eu ficar mais um pouco parece que posso confiar nele, não fez nada de estranho até agora. Me sento em sua cama. O que eu estou fazendo? Não devia ficar.
Os olhos verdes voltam sorridentes para mim, com o remédio e o café. Me entrga os dois e praticamente deita na cama, logo pega o celular e fica concentrado.
Respiro fundo e tomo meu remédio.
Pov’s Dean
Que garota estranha, até parece que eu ai tentar fazer alguma coisa com ela. Tudo bem que ela é linda e bem gostosa pelo o que eu vi ontem, mas estava inconsciente e eu não sou um “psico”.
É parece que eu tenho que ir mesmo a casa do meu irmão, merda.
- Acho que agora que vou. – Katherine fala me tirando de meus devaneios . – Preciso ir, de verdade.
- Ta bom, então vamos . – Falo me preparando para levantar.
- Vamos? Nós? – Questiona como se eu estivesse cometendo o pior dos crimes. Seguro o riso a cara dela está muito engraçada.
- Sim, vou te levar até a sua casa. – Respondo pegando as chaves do meu carro.
- Não! Não precisa, posso ir sozinha, — Que garota desconfiada, que chatisse.
- Uau! Eu só vou te dar uma carona, não te sequestrar. – Digo com uma potada de raiva. – Tenho que sair mesmo.
Respiro fundo e ela só assente com a cabeça. Descemos até o meu bebê (N. A.), a moça ao meu lado entra, parece imprecionada.
- É um belo carro. – Diz me olhando nos olhos e de novo acontece, esse calafrio percorre o meu corpo.
- É mesmo, gosta de carros? – Perguntei curioso.
- Gosto, são bem legais. – Me pegou de surpresa.
- Hum, uma menina gostando de carros, estranha – Digo brincalhão.
- Qual o problema? Não me diga que você é um daqueles caras que acham que as mulheres não podem gostar das mesmas coisas que os homens. – Parece brava.
- Vocês podem, só acho que não tem a mesma habilidade que nós temos. – Digo presunçoso.
- Sei, mais enfim, vamos? – Esse “sei” dela não me convenceu, mas resolve ignorar.
- Onde você mora? – Questiono ligando o carro.
- Perto da faculdade de engenharia, para ser mais exata na rua de trás. – Responde, parece que está com pressa.
- Vai fazer engenharia? – Dei partida no carro, ela mora bem perto.
- Vou sim. – Acho que não percebeu que estamos, praticamente, do lado da casa dela.
- Acho que vamos nos ver bastante! – Falei animado, acelerando.
- Vai fazer o mesmo curso que eu, é, quem sabe a gente se veja. – Ela é mesmo estranha, encantadora.
Em menos de cinco minutos chegamos na casa dela.
- Casa bonita. – Disse só pra ser simpático, nem reparei na casa.
Ela abre a porta, acho que está me ignorando. Antes de sair olha bem dentro dos meus olhos.
- Obrigada por tudo. – Fala sencera. – Quem sabe a gente não se encontra de novo. – Diz sorrindo já fora do carro.
Ela caminha até a porta de sua casa e entra.
- É, quem sabe. – Digo para mim mesmo.
Ela é fascinante, espero a encontrar novamente. Quem é essa garota?
(Nota da autora: Dean refere-se ao seu carro como sendo seu "bebê")
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