This Outlaw Life
16 Capítulo 14 - Finding things you don’t know.
Notas iniciais
Tudo bem co cês /minerês mode
Esse cap é meio corrido, mas tem coisas bem interessantes
e importantes pro desenrolar da história
tô pensando em botar mais çequisso...
Ia me esquecendo
Anis sua linda, valeu pela quarta recomendação. Fiquei muito emo com as palavras. Já tá até acostumada com as minhas loucuras hehehe. Bjo pro cê linda
So...
vamos as citações
Stalker = Termo inglês que serve para nomear alguém que apresenta comportamento obsessivo para com alguma coisa ou pessoa. É a vigilância exacerbada que uma pessoa dispensa a outra, muitas vezes forçando contatos indesejados. Não se trata de uma prática claramente definida, logo, as atitudes de um perseguidor podem variar. Ele pode simplesmente permanecer à espreita, apenas observando a vítima. No entanto, outros casos envolvem atitudes mais diretas e amedrontadoras, como entregar objetos indesejados.
Old Lady = É como são chamadas as mulheres dos membros de motoclube. Apesar de não votarem, tem papel ativo nos eventos do clube. Se fosse traduzir o termo seria algo com "Senhora"
MC = abreveatura de motoclube
Baunilha, jasmim e gasolina. Três odores extremamente diferentes, mas quando combinados formavam a essência favorita de Rachel Berry: cheiro de Quinn Fabray. Se fosse feito um perfume, ela com certeza compraria umas mil garrafas sem nem pestanejar. Do que adiantava ganhar dez mil dólares por semana, se não podia gastar com esses pequenos luxos (ainda que hipoteticamente)?
Ainda deitada, a morena se moveu para cair no lado vazio da cama. Diferentemente do dia anterior, quando acordaram abraçadas uma na outra, dessa vez foi uma briga por espaço desde a hora em que Quinn levantou para tirar os tênis, a calça jeans, a jaqueta e o colete do clube até a hora em que Rachel finalmente adormeceu por sobre a loira, que já roncava, caída de bruços no colchão. Ela observava a loira dormindo na mesma posição, com o rosto enterrado no meio do travesseiro e com o braço balançando pra for da cama.
– Devia parar com isso. – O som abafado da voz da ex-cheerio fez a diva ficar vermelha na mesma hora por ter sido pega em seu momento de contemplação matinal. – É estranho demais. Parece uma stalker. Daqui a pouco você vai querer tirar uma mecha de cabelo pra colocar no seu templo secreto.
– Não estou fazendo nada demais. – Disse de forma tranqüila, escondendo os braços debaixo do edredom. – Gosto apenas de apreciar as boas coisas da vida.
– Você já deu desculpas melhores – Os cabelos loiros de Quinn se espalharam para todos lados quando ela moveu a cabeça para encara cantora.
– Se eu fosse uma stalker, você nem notaria a minha presença. – Rachel falou de maneira orgulhosa. – De fato, sou tão boa nisso, que Finn disse uma vez que ele olhava debaixo da cama antes de dormir, com medo de que me encontrar escondida lá.
– Eu acreditaria, se você não estivesse usando minha jaqueta nesse exato momento. — A ex-cheerio esfregou o rosto e soltou uma risada, enquanto a diva apertava mais o peça de couro (decidira ignorar a origem do material, pelo menos por hora).
– Eu gosto do seu cheiro. — A morena deu de ombros, sentindo o rosto ficar quente. — E o seu casaco de Yale está perdendo ele.
Ela assistiu Quinn se sentar, apoiando as costas na cabeceira, ajeitando os revoltos cabelos dourados.
– Que tal se eu vesti-lo hoje, e te devolver mais tarde? — Sugeriu, com os olhos semicerrados, como se propusesse uma travessura. — Depois você pode ficar com ele, afinal, agora é mais seu do que meu mesmo.
Os olhos castanhos da cantora brilharam enquanto suas feições eram tomadas por um sorriso gigante, daqueles que eram sua marca registrada, e que apareciam nos momentos de mais genuína alegria.
Se pôs de pé, correndo com rapidez para dentro do closet, sabendo com exatidão onde botara o casaco, devidamente dobrado e encabeçando a fila longa de suéteres de bichos, bem ao lado do agasalho preto, com uma grande coruja estampada, que costumava ser seu favorito. Voltou para a cama com a mesma agilidade, entregando-o para a outra, que achava incrivelmente adorável tanta disposição àquela hora da manhã.
– Pode ser um pouco infantil... — A atriz falou enquanto a loira colocava o moletom. — Mas em New York, quando sentia saudades, eu ia para a estufa do Central Park. — Ajeitou uma mecha do cabelo atrás da orelha, envergonhada por estar contando um de seus segredos. — Eles têm um jardim na entrada, que é tomado por espécies raras de jasmins. Se eu fechasse os olhos por tempo suficiente, tudo o que eu conseguia ver era o seu rosto. Até me forçava a pensar em outras coisas, mas você era a primeira, não importava se meu casamento ia bem ou não.
Ela traçava pequenos círculos no colchão, se lembrando de quantas vezes correra para seu pequeno canto de céu (era assim que chama o lugar) para fugir ou para descansar um pouco. Perdera as contas de quantas vezes adormeceu no banco que ficava de frente as mais belas flores que vira na vida. Na noite em que colocou Finn para fora de seu apartamento, chegou ao cúmulo de ficar quase treze horas ali, refletindo sobre como as coisa atingiram um ponto crítico em pouco tempo. Foi preciso Kurt ameaçar trazer Hiram e Leroy para arrancá-la do lugar.
– Então, porque você escolheu o Finnútil? — Quinn disse, sentindo-se estranhamente acanhada.
– Como? — Rachel indagou de sobressalto.
– Eu perguntei, se você sentia tanta falta, por que terminou comigo e casou com o Finn? — Repetiu, enquanto ajeitava o capuz do casaco para trás.
Esperava que o tópico surgisse mais cedo ou mais tarde, porém ainda não estava preparada para lidar com aquilo, porque as conseqüências do que viria a contar poderiam ser bastante graves.
– Quer saber, esquece isso. – A loira se virou, balançando os pés para fora da cama, se arrependendo de ter tocado no assunto. – Tem certas coisas que deviam ficar mortas e enterradas.
– Espera Quinn. — A diva saiu de seu estupor momentâneo e apertou o ombro da ex-cheerio, antes que ela pudesse pegar a calça jeans largada próxima ao criado-mudo. — Você só me pegou desprevenida, porque não esperava que fosse quer tratar desse assunto tão cedo. — A morena a empurrou levemente para que deitasse em colo. Houve um pouco de relutância no começo, mas acabou cedendo. — Você está sendo honesta comigo desde o princípio, nada mais justo do que retribuir. – Seus dedos miúdos massageavam o couro cabeludo da outra, com a intenção de acalmá-la. – Mas tem que me prometer que, por pior que seja, nada de tentar se vingar.
– Rachel, o que houve? – Indagou, ficando tensa na mesma hora.
– Me prometa primeiro. – Rebateu, de maneira imperativa.
– Rachel. – Quinn se virou, fitando a diva com a sobrancelha esquerda levantada, numa expressão típica intimidação.
– Quinn. – A morena manteve o mesmo tom de voz sério.
As duas ficaram se encarando. Seria um duelo que poderia durar um bom tempo, já que, por um lado, Quinn era extremamente cabeça-dura, ainda mais quando acreditava que estava certa, mas por outro, Rachel era determinada, e nunca desistia de nada, por mais impossível e absurdo que fosse.
– Tudo bem. – A loira deixou a curiosidade vencer. – Eu prometo.
Flashback – Senior Year.
Dia sete ou oito de fevereiro, uma semana antes do dia dos namorados.
Naquela tarde, Rachel voltava para casa mais tarde que o normal. Geralmente, ficava, no máximo, uma hora após todos irem embora, refazendo as tarefas do glee e ensaiando uma seleção de músicas para apresentar na tarefa semanal que o Sr. Schue passava (Que segundo ela eram sem a menor criatividade).
Mas a responsável por atrasá-la hoje não era a tarefa, e sim uma garota de cabelos rosados que a prensara contra a parede do banheiro, e distribuiu uma série de beijos e mordidas por toda a pele de seu pescoço, largando um rastro de manchas roxas e avermelhadas por onde a sua boca corria. Por sorte, boa parte dava para esconder com a roupa, entretanto, estava disposta a fazer uma apresentação no Power Point para explicar outras formas de marcar território menos aparente.
Apesar do sol estar quase se pondo, preferira vir caminhando, como normalmente fazia. A rebelde até tinha oferecido uma carona em sua moto nova, convite que foi negado com veemência, seguido de um sermão de como era perigoso andar num veículo destinado a esportes perigosos sem os equipamentos de segurança exigidos pelo departamento de trânsito. Além disso, ela gostava de andar, ainda mais quando tinha tantas coisas para refletir.
E o que a perturbava era o dia dos namorados. A morena sabia que Quinn e ela ainda não tinham definido bem que tipo de relacionamento era aquele, mas estava certa de que era com a garota de cabelos rosa que queria passar a data. Estava decida a aproveitar que seus pais iriam para um dia romântico em um SPA, e fazer um jantar, seguido de uma sessão de amassos no seu quarto, na qual teria a sua primeira vez com outra. Por mais clichê que soasse, a intuição de Rachel dizia que Quinn seria a única pessoa pela qual mudaria seus planos de perder a virgindade aos 25 anos, depois que já tivesse completado o EGOT e estivesse pronta para começar uma família.
Seus pensamentos pueris (que formulavam um plano maquiavélico para descobrir o prato favorito da ex-loira) foram interrompidos ao pisar na calçada em frente a sua casa. Havia uma mulher em pé, perto da porta, tentando ver se havia alguém em casa, pelo buraco da janela da sala de jantar.
– Com licença, posso ajudar? — A pequena diva perguntou, se aproximando com delicadeza para não assustar a mulher (O que não adiantou muito, já que a desconhecida deu um pulo de quase três metros quando sentiu a mão da judia tocar-lhe o ombro para chamar sua atenção)
– Pelo amor de Deus, criança. Assim você me mata de susto. – Disse a mulher.
Agora podia vê-la com clareza. Tinha a pele clara e suave, os traços do rosto eram bem leves, os olhos azuis bem vivos, a boca fina, com os cabelos loiros presos num rabo de cavalo no alto da cabeça e um ar bastante assustador. A reconheceu na hora. Era Judy Fabray. Das poucas vezes que se lembrava de encontrá-la, a senhora havia sido bastante agradável com ela e com seus pais, apesar do marido dela odiar os Berry.
– Me perdoe por isso Sra. Fabray. – Desculpou-se com cordialidade. – Se por acaso está procurando um de meus pais, devo informar que papai Leroy está de plantão no hospital e pai Hiram está numa audiência em Columbus e só volta amanhã.
– Na verdade, querida, meu assunto é com você. – Rebateu com frieza, nunca deixando que a garota saísse de seu campo de visão.
– Oh! – Exclamou a judia, mas sem deixar transparecer seu nervosismo. A mulher poderia estar sondando a vida da filha, já que, nos últimos tempos, Quinn era tudo, menos o modelo de filha perfeita que costumava ser. – Se quiser me acompanhar, posso fazer uma xícara de café...
– Não é necessário. – Judy interrompeu. – Vou ser bem rápida, ainda tenho um jantar para preparar e você deve ter alguma tarefa da escola para fazer. Vou dizer isso apenas uma vez. Fique longe da minha Quinn. Eu sei muito bem o que vocês duas andam fazendo. – Seus gélidos olhos azuis cravaram nos de Rachel para que a menina entendesse seu recado. – Você e Quinn, nunca dariam certo. O destino dela já está traçado, ela vai assumir os Titans quando o pai dela não puder mais pilotar. E você? Vai ser o que? O eterno segredinho sujo, a amante enquanto ela se casa com algum outro membro do clube.
A frieza daquele olhar fazia diva sentir um arrepio de medo, mas precisava se defender. Estava na cara que aquela mulher não conhecia um décimo da filha que tinha debaixo de seu teto.
– Sra. Fabray, eu não sei o que a senhora está querendo insinuar com isso, mas é óbvio que a senhora não acredita no potencial da sua filha.mas – Usou o tom de voz mais seguro e firme que conseguiu. – Ela está nas turmas mais avançadas e, mesmo faltando algumas aulas, tem as melhores notas. Melhores até do que as dos asiáticos. Quinn é muito mais capaz do que senhora imagina. Além do mais, somos apenas amigas, não há nenhum tipo de envolvimento amoroso entre nós.
Sem que esperasse, a ponta do indicador direito da loira afastou a gola de seu suéter (que estava se tremendo de medo, mas que nunca diria isso para ninguém. Nem sob tortura.), revelando a imensa mancha roxa encoberta pelo tecido.
– Por mais potencial que Quinn tenha, a gravidade daquele maldito motoclube vai acabar atraindo-a de volta, ela vai estar eternamente presa a ele, mesmo que vocês duas namorem abertamente, o clube sempre vai estar no meio de vocês. – Judy recomeçou, agora seu olhos tomados por algo que parecia...simpatia (por falta de palavra melhor.) –Quando eu e Russel nos casamos, eu tinha uma carreira, mas quando o Ronald morreu, tive que abandonar tudo para ser uma Old Lady. Sei que, uma garota como você, tem sonhos altos. Ouvi seus pais comentarem numa das reuniões da escola que você foi aceita em numa faculdade em New York. Em algum ponto, você vai ter que desistir do que mais sonhou para ser apenas, na melhor das hipóteses, Old Lady, isso se não acabar como amante, que espera as sobras e que depois fica sozinha, enquanto a Quinn volta pro marido.
Rachel ficou calada. O que poderia dizer? Para ser sincera, com Quinn, ela não tinha um plano propriamente dito, as coisas apenas aconteciam, sem ter um rumo pré-definido ou nada parecido. Era tudo espontâneo e casual. Ainda sim, se fosse parar para pensar, conseguia visualizar as duas juntas, em New York.
As palavras da mulher lhe atingiram como uma pedra no meio da testa, mas o pior de tudo nem foi a perspectiva que Judy apontou tão brilhantemente, foi a diva saber, que estava disposta a abandonar seu sonho pra ser ao menos o segredo sujo da garota de cabelos rosa. E isso fez seu sangue parar de correr em suas veias, seu coração parar de bater e seu cérebro parar de responder.
– Espero que reconsidere sua decisão. — Apertou a bolsa bem próxima ao corpo, como se a garota fosse roubá-la ao menor sinal de descuido, e saiu deixando uma Rachel arrasada para trás.
++++++++++
O silêncio que reinava no quarto de Rachel desde que a morena terminara de contar sobre o encontro fatídico com Judy Fabray. Aquele no qual, fora responsável por fazer com que a diva terminasse tudo da primeira vez. E pra ser sincera, a judia estava petrificada. Principalmente por que Quinn não movera um músculo há quase dois minutos.
– Quinn? Fala alguma coisa? – Passou os dedos delicadamente no rosto da loira, que permanecia deitada em seu colo, olhando para o vazio na parede.
– E o que mudou? – Questionou, fechando os olhos com força, não acreditando no que sua própria mãe fora capaz fazer. Ela jogou sujo, usando a seu favor os temores mais profundos da alma da morena. — Porque alguma coisa dentro de você mudou, pra me querer mesmo sabendo que parte da profecia da minha mãe se concretizou.
A cantora apertou os lábios com força.
– Tudo mudou. – Seu corpo foi se abaixando lentamente e logo sua boca estava a centímetros do rosto da ex-cheerio. – Nesses poucos dias aqui, do seu lado, percebi que não importa se você faz parte dos Titans, você nunca iria me fazer desistir dos meus sonhos. De todas as pessoas, quem sempre teve fé em mim, de que eu conseguiria ir para Broadway, foi você. Então, estou colocando meu coração nas suas mãos, porque sei que você vai cuidar bem dele.
Esmagou os lábios nos de Quinn com quantidades iguais de amor e paixão ardente. Sentiu os braços da loira envolverem seu pescoço e trazerem-nas mais para perto, com medo de que a morena fosse escapar por entre os dedos em fração de segundos. A diva derreteu-se com o contato e roçou a língua, passado lábios abertos, aprofundando o beijo, sem se importar com o que poderia acontecer.
Ou ter acontecido, por que Hiram fez o favor de interromper com duas batidas na porta.
– Está acordada, Estrelinha? – Perguntou, já sabendo a resposta, mas não queria pegar a filha e a namorada numa situação comprometedora.
– Sim, pai. – Gritou, com uma voz irritada. – Agora, tchau que estou muito ocupada.
– Rachel! – A porta se abriu, e o homem respirou aliviado por ver que era apenas uma brincadeira sem graça da garota. – Precisamos conversar sobre esse humor de mal gosto que você adquiriu em New York.
– Mais tarde. – Ela envolveu os braços no pescoço de Quinn, que se sentara no mesmo instante ao ouvir o ranger da maçaneta. O rosto da loira foi tomado por um rubor automático.
– Agora! – Ele decretou com firmeza. Hiram podia ser muito permissivo com a filha, mas quando determinava algo, exigia que fosse cumprido.
Rachel lançou um olhar assassino para o pai, que respondeu com sua expressão mais severa. O judeu e a diva se enfrentavam, disputando a dominância. E teria durado bastante tempo se não fosse pela ex-cheerio sair de baixo das cobertas, vestir a calça jeans e apanhar a os tênis e o colete do MC em tempo recorde.
– Tudo bem, Rae. – Se abaixou, e deu um beijo casto nos lábios da morena. – Eu tenho que ir mesmo. Tenho uma reunião daqui a... – Olhou a hora no relógio sobre a escrivaninha. – Uma hora.
Puxou-a pela gola do casaco, fazendo suas bocas se encostarem e se amassarem num beijo fervoroso, interrompido pelo pigarro de Hiram. — Me liga quando sair.
Quinn acenou com a cabeça e saiu, tomando cuidado para não encostar no sogro, que estava com uma cara de quem dormiu muito mal a noite (Provavelmente pensando no tipo de safadezas que as duas faziam debaixo do seu teto).
Ele caminhou lentamente pelo quarto, de um lado para o outro, fitando o carpete com atenção. Parecia estar buscando as palavras certas para começar um sermão bem cavernoso.
– Rachelah, Rachelah, o que eu faço com você? – Disse, mais para si mesmo do que para filha, que observava minuciosamente o andar nervoso do pai. – Quando eu penso que você aprendeu sua lição, que está bem encaminhada. Você me prova o contrário.
– Perdão?! – A cantora franziu o cenho, sem entender sobre o que era tudo aquilo.
– Quando você chegou pra mim e seu pai, anos atrás, e disse: “pai, papai, eu me separei do Finn”, eu fiquei orgulhoso, — Ele tirou os óculos e limpou as lentes na barra da camisa azul escura. – Minha filhinha estava finalmente aprendendo com os erros. Então, você nos apresentou Oliver, e daí, tive a certeza de que você estava seguindo em frente. Mas ontem à noite, vi que estava enganado, que mais uma vez, a senhorita está disposta a cometer mais e mais erros. – Ele se sentou na beirada da cama e notou a jaqueta que vestia por cima da camiseta branca. –Vê, está trocando um casamento feliz e saudável por uma aventura com uma motoqueira. Querida, não sei quando essa coisa de vocês começou, mas pense na besteira que está fazendo. Oliver é judeu, de boa família, tem um futuro promissor na Broadway, agora a Quinn... – A diva torceu os lábios sentindo nojo da maneira como seu pai falou o nome da loira. — Não me leve a mal, ela é uma boa garota, e me lembra bastante o avô dela, mas...
– Ela vai ser sempre um Titan, uma criminosa e blábláblá – A morena falou com desdém. – Francamente pai, o senhor precisa buscar novos argumentos. Além do mais, o senhor está sendo hipócrita demais, não acha?!
Hiram ficou paralisado na mesma hora.
– O papai me contou que o senhor foi um dos responsáveis em por tornar o MC um negócio legal. E que depois disso, Quinn vem aqui todas as vezes que precisa de um conselho jurídico ou de ajuda para tirar alguém da prisão. – Rachel viu-o ficar completamente reação. Talvez, porque ela nunca foi do tipo de filha que bate de frente com os pais, ou talvez porque estava tomando as rédeas da própria vida. – Então, qualquer que seja a sua desculpa para não gostar, faça o favor de engoli-las de uma vez e aceitar.
– Filha, por tudo que é mais sagrado. – Toda a calma e a tranqüilidade dele haviam voado pela janela e agora uma expressão preocupada carregava o semblante do homem, fazendo-o aparentar ser anos mais velho. — A CIA está atrás dela.
– O que?!
Hiram soltou um suspiro pesado. Ele não deveria estar contando aquilo para sua filha, já que era uma informação que descobriu através de um amigo do alto escalão, mas precisava dissuadi-la a manter o relacionamento.
– Um amigo me contou isso ontem de manhã. – Continuou, esfregando os dedos contra as têmporas. –Tem Expeditions pretas de vigilância na porta de casa e do clube, mas ele não conseguiu descobrir mais nada, porque precisa de uma senha especial para acessar essa parte da investigação.
O rosto de Rachel foi tomado pelo pânico. Claro, ela tinha plena confiança em Quinn, a loira não iria jogar fora tanto trabalho árduo para legalizar os Titans por causa de algo fora da lei, porém o mesmo não pode se dizer dos outros membros do clube.
– Pai. – Tomou as mãos de Hiram contra as suas. – O que quer que seja, ela não fez nada de errado. Só... confie em mim.
– Eu bem que queria, Rachelah, Eu bem queria.. – Ele se levantou, colocando os óculos de volta no rosto. – Mas o sobrenome dela ainda é Fabray.
Notas finais
O pobre do Hiram da com medo da filha se envolver com uma meliante hehhehehehe
Levanta a mão quem acredita q a Judy tem uma agenda própria o/
Aproveito pra avisar q como essa semana tá sussa
pra postar algumas imagens relativas a fic no tumblr
como as tatuagens da Quinn
motos dos membros do mc
teatros da broadway
posteres das peças da rachel
essas coisas
qualquer coisa é só procurar pela tag "fic:this outlaw life"
o tumblr continua o mesmo de sempre jaomcknight.tumblr.com
Proximo cap:
Um pouco de Brittana
Um pouco de ação Faberry
e Quinn descobrindo sobre a CIA
Inté segunda povo Faberry
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