This Outlaw Life
13 Capítulo 12 – Do It for Yourself
Notas iniciais
peço um milhão de desculpas pelo atraso
o negócio é q o tio aqui tava inseguro bagarai
com relação o çequisso
Dae pra não fazer caca arranjei uma beta para assuntos de orange pra dar uma lida antes pra ver se num tinha feito besteira e transformado num filme pornô
Só a que a beta é a ilustríssima senhorita minha irmã enrolada
e que veio me devolver com as correções hj de manhã
mas enfim...
quanto a glee
num sei se fico feliz
que os últimos eps foram até bem escritos
ou se fico triste pq eles não fazem isso sempre
Citações:
E.E. Cummings = Poeta, pintor, ensaísta e dramaturgo americano. É tido como um dos maiores nomes da poesia no Século XX
Em todos esses anos, Hiram Berry já vira muita coisa. O tempo como advogado renomado e famoso por enfrentar juízes e promotores poderosos lhe preparara muito bem para enfrentar situações adversas. Mas não tão adversas como a que estava presenciando naquele exato momento. Sua filha, seu bebê, prestes a ser tomada, em cima de uma mesa, em pleno McKinley High.
Tudo bem, ele poderia estar exagerando, eram amassos inocentes, mas que estavam quase progredindo para uma sessão de sexo. Também não era como se nunca tivesse visto, pra quem pegou Saco-de-Batatas Hudson em cima da filha semi-nua (e visivelmente entediada), a cena era o de menos. Mesmo assim, não se tornava mais fácil ter que ouvir sua mini-Barbra gemendo tão alto.
Graças aos céus que Quinn parou assim que ele moveu a porta.
– Rachel Barbra Berry! – Exclamou, vendo a postura da diva ficar rígida, enquanto a loira se enrolava com o apagador e a caneta presos na borda do quadro. – Eu sabia, eu sabia que você estava se escondendo com a Quinn. E Leroy fica “Hiram, não seja bobo. As duas estão sem se falar a um bom tempo.” Mas ele fica acobertando suas loucuras. Enquanto isso, o pobre do Oliver, querendo ser romântico, escolhendo o melhor lugar pra lhe pedir em casamento, e você aqui, se agarrando com a Quinn...
As duas se entreolharam, com a mesma expressão incrédula no rosto. Agora a loira tinha certeza que os devaneios incessantes de Rachel vinham de seu lado judeu. Aquele homem, aparentemente calmo e efusivo demais alguma vezes, ficava cuspindo sentenças atrás de sentenças, igual à morena fizera de manhã cedo, quando encontrara os pais. Ele entrou na sala e caminhou, andando de forma nervosa, com passadas tensas
– Papai, respire. – Ela moveu as mãos para frente e para trás, gesticulando ao advogado, esperando que ele se acalmasse para ouvir o que tinha dizer. – Respire. Quinn e eu não estávamos fazendo nada. – “Ainda”, completou a morena dentro de sua mente, notando o quanto a ex-cheerio ficava mais bonita com o rosto tomado pelo vermelho de vergonha.
– Vocês estavam se comendo, pelo amor de deus. – A voz o homem saiu um pouco esganiçada. – Olha esse chupão no seu pescoço. – Apontou para o vergão rubro a mostra. – Você está usando um vestido dela... Que é lindo, por sinal, e que ficou muito bem em você... Estava em cima da mesa, gemendo e suspirando como se sua vida dependesse disso...
Os olhos castanhos encontraram os esverdeados, ela pode ver a mesma inquietação que se revirava no peito. Claro que a morena sentia-se culpada por ter empurrado com a barriga a situação, porque poderia muito bem ter resolvido tudo com o diretor, para só depois correr atrás da loira. Porém, algo dizia a diva que, se fizesse isso, talvez suas chances fossem reduzidas a zero.
– Poderia ter sido Leroy ou o Oliver a pegarem vocês aqui. Isso iria quebrar o coração daquele rapaz. — Hiram levantou os óculos de armações grossas, e apertou a ponte do nariz.
– Espera. Ele está aqui? – Desceu da mesa em um salto e ajeitou as marcas de amassado no vestido.
– Está. – Respondeu o homem. – Ele quer fazer um pedido épico e que seja memorável.
Quinn revirou os olhos. Esse cara devia ser um projeto de Jesse St. James, com essa história de “épico” e “memorável”. Pior de tudo, é que o simancol passava longe ali, se a garota fugiu uma vez, era lógico que iria fugir de novo, a menos que fosse tão burro quanto Finn ou que Rachel o dispensasse logo.
“É isso” Pensou Rachel de forma decidida. Era a hora de finalmente parar de fugir do problema e enfrentá-lo de uma vez por todas.
A morena saiu pisando com firmeza ao sair da sala do mesmo jeito que fazia quando o Sr. Schue dava um solo que era deveria ser seu a algum outro colega. Era falta de educação, mas se a coragem que reunira se esvaísse, ela tinha certeza que continuaria adiando a decisão e iria acabar magoando Quinn.
– Ela nem perguntou aonde eles estão. – Hiram levou a mão a boca, confuso pela saída intempestiva da filha.
– Acredite em mim, Rachel sabe como encontrá-los. – Disse Quinn, com uma sobrancelha arqueada e os braços cruzados, e desejando que a conversa tivesse um final feliz (pelo menos para ela e a sua cantora.)
Se Oliver quisesse fazer um pedido de casamento “épico”, nas palavras de Hiram, havia apenas um lugar, o auditório de McKinley High. Fora naquele palco em que ela teve a certeza, pela primeira vez em sua vida, de que sua paixão era cantar e atuar.
Era verdade que sonhava com a Broadway e tudo o que New York tinha para oferecer desde os três anos de idade, entretanto, a diva se pegava pensando se existiam outras possibilidades além daquela traçada por seus pais. Esses momentos de dúvida desapareceram quando fez sua audição para o Glee, ainda no freshmen year, e que piso naquele tablado de maneira vacilante, mas com muita convicção.
Entrou pelas coxias, já que se fosse pela porta principal chamaria muita atenção, pois ela rangia quando alguém a movia. Atravessando os camarins, ainda com algumas fantasias do clube Glee e do clube de teatro espalhadas, ouviu as duas vozes que identificou como sendo de seu pai Leroy e de Oliver, conversando a melhor posição para as luzes ou para se colocar uma banda (Sério, ele realmente queria colocar uma banda tocando uma das músicas de “Ring of Fire”.). Limpou as mãos na saia do vestido, buscando tranqüilizar seus nervos e trazer frieza que tinha quando interpretava. E quando foi sair de trás das cortinas e se anunciar ouviu seu pai questionar com um tom grave e sério que a fez parar e escutar cautela.
– O que você vai fazer se ela disser “não”? – O homem negro cruzou os braços, parecendo ainda mais intimidador.
– E porque ela diria “não” Sr. B?! Eu sou perfeito pra Rachie e ela é perfeita pra mim. — O diretor falou com uma voz sonhadora. Ela sentiu vontade de dar um soco bem no meio do nariz dele por ter chamado-a de Rachie, mas a voz de Leroy a impediu de novo.
– Já falei, é Sr. Berry pra você. – Apontou o dedo para o rapaz. – Rachel tem todo o direito de negar. Me desculpe, mas não vejo a minha baixinha apaixonada por você e duvido que ela vá querer se casar a menos que esteja amando.
“Boa papai”, comemorou, vendo uma expressão convencida tomar conta do rosto do diretor.
– Sr. Berry, como já lhe contei, é impossível ela negar. Eu sou o melhor que ela poderá encontrar. Eu sei do que estou falando. – A ultima parte, carregada de segundas intenções, fez o estômago da morena revirar. Não imaginava que o namorado fosse alguém tão nojento, capaz de insinuar sobre a vida sexual dos dois para um de seus pais.
– Se por acaso você usar esse tom de novo, vou fazer questão de usar uma das armas da minha coleção em você numa brincadeira de tiro ao alvo. – Leroy era bastante intimidador, e fazê-lo ficar com raiva não era uma boa idéia. – Vou repetir a pergunta, e esperou ouvir uma boa resposta dessa vez. Se ela disser “não”?
O diretor parou por um segundo e meneou a cabeça.
– Então um de nós dois vai ter que abandonar a peça, porque seria muito difícil continuarmos a trabalhar juntos depois de uma rejeição. – Ele deu um sorriso triste, devia ser a primeira vez que refletia sobre a possibilidade.
Depois de alguns segundos de silêncio Leroy o empurrou de leve até a escada mais próxima.
– A Rachel vai fazer o que for melhor para os dois, rapaz. — Os olhos do homem cruzaram no lugar em que a filha se escondia. A diva se encolheu, tendo certeza de que o recado era para ela. – Mesmo que isso machuque.
O ranger característico da porta marcou a saída dos homens. Rachel travava uma luta interna. Um lado seu sentia-se culpada por aquilo porque ela tinha essa mania de fazer os outros se apaixonarem e partir o coração deles. Até dava para escrever uma lista (que de uma forma egoísta fazia bem ao ego). Mas tinha outro lado que dizia “Dane-se o papel” se Oliver não podia ser profissional o suficiente para separar a vida pessoal da profissional, emprego para ela era o que não faltava, ainda mais depois da indicação ao Tony.
– Como foi conversa? — Quinn indagou ao vê-la sentada ao piano, bem perto das cortinas do palco. A morena dedilhava algumas notas aleatórias, e mantinha a cabeça baixa. Era o suficiente para dizer que algo tinha dado muito errado.
– Tenho certeza que ele vai me cortar da peca. — Respondeu, assistindo a loira andar graciosamente ate o banco do piano, e se sentar ao seu lado. Os dedos pálidos acariciavam sua coxa, querendo tranqüilizá-la enquanto de movia, deixando um rastro de fogo por onde deslizava e aumentando a temperatura da morena. – Peguei ele e meu pai falando sobre o pedido de casamento. Oliver deixou bem claro que um de nós dois vai ter que sair.
– Azar o dele, Rach. — O polegar direito de Quinn a fez virar o rosto para fitar os olhos cheios de água da diva. Ela desejou por um momento ter poderes de apagar toda aquela dor do peito da cantora. Por mais que quisesse também não podia julgar a atitude Oliver, pessoas com o coração partido não pensam muito claramente, porém perder uma atriz como Rachel era o mesmo que assinar o atestado de óbito como diretor. – Você é boa, vai arranjar outro trabalho logo.
– Eu não sei se quero. – A morena virou a cabeça para fugir do olhar fuzilante da loira, que fazia suas pernas ficar bambas com a intensidade que irradiava deles. – Temos pouco tempo até que vá gravar o filme, e se entrar em outra peça, serão dias puxados de ensaios, ter que decorar todo o roteiro, e quando for estrear, vou ficar o que... uma ou duas semanas com a peça e depois me afastar por quase um mês e ter que fazer isso tudo de novo. Então pra mim é muito mais cômodo ficar aqui.
A ex-cheerio permaneceu calada. A proposta era tentadora, ter sua morena ali, todos os dias da semana, com bastante tempo para aproveitarem juntas (e ela tinha muitas idéias de como gastar as próximas semanas), seria como voltar à época em que viviam se pegando as escondidas, porém com a mudança de que agora ninguém iria se meter entre as duas. Por melhor que parecesse o quadro, seria egoísmo afastá-la de seus sonhos, Rachel amava os palcos, e ficar em Lima era o mesmo que ser tragado por um buraco negro, ainda que só fosse ficar por no máximo um mês. Nas palavras de Santana Lopez, “Quanto mais você em Lima, menos você consegue sair”.
– Rachel, pense no que você está falando. – Quinn saiu de sua abstração, e sentiu a mão pequena da diva envolver a sua. – Eu não vou deixar você abandonar a Broadway pela porta dos fundos. Entendo que você vai ter que sair por conta do filme, mas precisa ficar até o fim se quiser ter uma chance de ganhar o Tony. O tal do Oliver pode muito bem sair da direção...
– Ele não vai fazer isso. – A morena apertou com força a mão da loira. – Já te falei, o pai dele é o maior investidor, se ele vai embora, o dinheiro do pai dele vai junto. Estou pensando na equipe de produção também, por mais que tenha uma motivação incrivelmente egoísta de ficar mais perto de uma certa mulher de beleza imensurável e que está louca de amor por mim.
– Você é muito convencida, hein. — Quinn abaixou a cabeça e coçou a testa, soltando uma risada.
– Convencida não, eu sou confiante. – Riu, apoiando a cabeça no ombro de Quinn, era um instinto seu.
– Tudo bem Srta. Confiança, mas espero que essa sua decisão realmente seja mais egoísta do que altruísta. – Comentou a loira, recebendo uma testa enrugada como resposta e que decretava uma explicação. – Rae, seu lugar não é gravando filmes na Nova Zelândia ou fazendo álbuns que vendem mais do que a Adele e os Beatles juntos. Seu lugar é na Broadway, as outras coisas vem eventualmente, como resultado do seu trabalho. Por isso eu quero que você esteja se afastando nessas poucas semanas por você e não porque acha que vai me agradar.
– Eu sei. – A morena roçou o polegar pelos lábios rosados de Quinn. – E isso não é um adeus, está mais como um “até breve”. Minha prioridade agora é arrumar a minha própria bagunça.
A ex-cheerio a encarou de forma curiosa. Fitava o rosto leve e sorridente da morena como se fosse um eclipse ou um evento raro que demoraria milhões de anos para acontecer de novo, e que precisava guardar em sua memória a todo custo.
– Como foi que você ficou tão sábia em um final de semana? — Arqueou a sobrancelha ao ver as bochechas coradas da cantora, e deixou um sorriso escapar dos lábios.
Rachel não sabia o que se passou em sua mente naquele momento, mas algo dentro dela a puxou na direção da sua loira. Tomando a cabeça de Quinn em suas mãos, ela suavemente puxou-a para si até que seus lábios colidiram.
O beijo era lento e terno como se fosse um pedido velado para que uma tivesse fé na outra. Após alguns segundos, certa de que a ex-cheerio estava pronto para ir um pouco mais, lentamente, a loira avançou a língua para a frente até que ele entrou boca e deslizou em cima da língua da judia.
Quando a loira apertou suas nádegas com força, trazendo-a para sentar sobre suas pernas, seu corpo ficou tenso e arqueado, seu peso fora todo para cima dela, e a diva derreteu com um gemido ofegante. Ela ficou ansiosa, sabia o que planejava, porém não iria impedir. Queria aquilo na mesma intensidade e por mais que algo lhe dissesse que era o lugar errado, que alguém poderia pega-las no ato (o que era fácil de acontecer, basta analisar o histórico daquele dia), parar estava fora de cogitação, ainda mais quando o barulho do zíper do seu vestido sendo aberto ecoou pelo auditório.
Rachel pegou o lábio inferior de Quinn entre os dentes e estendeu-o, quebrando o beijo. Seus olhos chocolates estavam escuros, dava pra ver a enorme quantidade de desejo contido neles, incentivando a ir muito mais além do que simples amassos. A loira aproveitou para descer os lábios pelo queixo, escorrendo pelo pescoço, e saboreando o gosto adocicado da pele do colo.
As mãos pequenas vaguearam pelo peito da ex-cheerio, livrando-a da jaqueta e ajudando-a a tirar a camiseta junto com o sutiã. Sua boca encheu de água ao ver o dorso seminu de Quinn, apesar de terem se passado mais de sete anos desde a última vez, seus seios ainda eram tenros e de tamanho médios, o abdômen definido dos tempos de líder de torcida ainda estava lá, a única diferença era a tatuagem no lado esquerdo, na região das costelas com uma frase escrita logo em baixo de um desenho que parecia ser um navio pirata.
– O que está escrito? – A cantora perguntou com a voz rouca ao arrastar as unhas pela parte marcada de tinta, e tirar um gemido gutural da garganta da outra.
– Eu te conto se você fizer por merecer. – Provocou, sussurrando bem próximo ao ouvido da diva, abaixando a parte de cima da roupa e soltando o sutiã preto, para deixar os seios carnudos e redondos expostos ao seu bel prazer.
Os dedos de Rachel caíram na calça de Quinn para ter acesso ao centro quente da loira. Se atrapalhou com o botão, encontrando dificuldade para desfazê-lo. A boca audaciosa em seus seios e os apertões em suas nádegas causava um curto-circuito com dilúvio de prazer que lhe inundava. Tinha certeza de que era hora de inverter o jogo, de mostrar o quanto também estava com saudade desses “encontros”.
A ex-cheerio sentiu mergulhou a mão entrar em seu jeans e provocá-la, causando um arrepio por todo seu corpo. Sua virilha estava quente e a calcinha de renda molhada, como um convite para matar os demônios presos em sua alma desde que a atriz fora embora. Ela a toca com a palma, esfregando levemente em todo o local. E então, lentamente, o dedo indicador entra em ação penetrando-a. Sua intimidade já está escorregadia, quente e convidativa.
Sem nem pensar, a judia afastou o tecido e penetro o indicador dentro dela, deslizando devagar. Um grunhido saiu, quase como um sussurro, que foi entendido como incentivo para continuar. O dedo médio entrou e ergueu a cabeça, vendo-a morder o lábio inferior, e os olhos revirarem nas órbitas. Girou os dedos, as mãos alvas bambearam, roçou-os perto do clitóris e ela rebolou, movendo lentamente os quadris.
O movimento compassado para cima e para baixo vai fazendo-a ficar ainda mais inchada e excitada. Quinn suga o ar por entre os dentes sentindo-a fazer lentos e suaves círculos. Ela contorcia e gemia alto enquanto Rachel ia mais fundo em sua intimidade inundada. Prazer rasgava através de ondas, fazendo-a grunhir e rosnar, seus músculos flexionarem e fazendo-a tremer. O polegar da judia roçou em seu clitóris exposto, em movimento circulares.
Seu sexo cerrado foi inundando, enquanto estremecia com ricos impulsos de prazer. Sentiu-a tremer e em questão de segundos, sua intimidade mastigava seus dedos inquietos com força. Podia ouvi-la respirando com dificuldade tentando recuperar o fôlego das ondas elétricas do seu orgasmo, com a cabeça pousada sobre seu colo. A morena não sabe bem o porquê, mas escutar alguém tão linda suspirar, gemer e gritar enquanto a toca tão habilmente faz seu centro de prazer ficar mais úmido. Seu gemido alto e as unhas cravadas como garras em seus ombros implorando, puxando-a para cima dela, levando-a para um orgasmo poderoso é música para seus ouvidos.
De repente, Rachel sente seu corpo sendo jogado contra a parte vazia do banco. Ela levanta a cabeça, fitando o brilho predador nos olhos de Quinn. Naquela hora, ela tem certeza de que está perdida, mas não no mal sentido da expressão.
– Agora me deixe fazer a minha mágica. – Disse antes de atacar-lhe os seios com vontade. Seus mamilos tinham a aureola castanho escuro, e ficaram rígidos quando os polegares os apertaram de maneira suave. Ela ondulava, moendo-se contra a loira quando a língua da ex-cheerio provou o sabor de sua pele e mordiscou testando a carne resiliente. A morena morde os lábios, suspirando de prazer ao sentir o massagear, desfrutando a sensação que há muito tempo ninguém conseguia provocar na diva. Luxúria.
Sua boca vai tecendo um caminho pecaminoso, beijando-a entre os seios, como se o contato de sua pele bronzeada fosse o suficiente para curá-la de todas as dores de sua alma. A judia arqueia o corpo, deixando um grito fraco escapar, mas a loira permanece calmo, apesar de seus lábios contra a barriga quente dizerem o contrário. A cantora corre as mãos sobre seus ombros e braços, estimulando-a a continuar. Sua boca se move acompanhando o movimento de descida do vestido, lambendo e chupando, o pedaço de carne que é revelado. Quinn escuta um gemido e sente a mão agarrando-lhe os cabelos, e empurrando-a mais para baixo enquanto a calcinha preta escorria pelas pernas delgadas. Quando finalmente chegou ao ponto onde Rachel queria mais, ela parou por um segundo e olhou para a morena que aguardava ansiosamente que a loira tinha reservado para ela.
– Merda Quinn, para de me provocar. – Gemeu a cantora quando o calor da respiração da loira entrou em contato com seu centro inchado
– Falando palavrão, Rae. — Passou a língua com destreza na fenda e apanhando a intimidade da atriz, tirando algo que parecia mais com um gruindo do que outra coisa. – Que coisa mais feia.
Apertou os mamilos da cantora e levou o clitóris em sua boca, sentindo um empurrão de quadris para a frente. Levou o seu tempo brincando, chupando, mordendo, batendo-lo.
Se tinha uma coisa que sabia fazer era como deixá-la excitada. Sempre Gostara de se divertir descobrindo as inúmeras maneiras de levá-la ao céu, e agora não iria ser diferente. Circundava a área ao redor do clitóris exposto, tentando-a. Provava o gosto requintado que só poderia, simplesmente, ser descrito como a essência do sexo. Um sabor único que nunca encontraria igual. Seus suspiros, gemidos, e gritos suaves eram um estímulo a mais para continuar
Seus dedos finos e fortes começaram a explorá-la. O estímulo extra causava lamúrias e gemidos dela. O sexo dela torcia e apertava seus dígitos enquanto os quadris circulavam acompanhando ritmo de suas atenções concentradas. Sua língua, lábios, dedos e levemente, até seus dentes enviavam faíscas deliciosas de energia em seu núcleo, fazendo a morena tremer por dentro
A morena rosnou forte, parecia que não recebia um tratamento desses há muito tempo. Gostava de ver que ainda possuía o mesmo efeito na judia, pelo jeito, ela devia ser a única a saber como deixar Rachel Berry completamente sem palavras.
Tudo é coberto e tomado pela a adrenalina, o prazer e a luxúria provocada pelo movimento de seus próprios corpos. Ela geme no final, e explodindo o nome da loira em seus lábios, tendo um clímax tão intenso que, por um momento, tudo o que se lembra é o nome dela.
– “Ser você mesmo, num mundo que dá o melhor para te tornar outra pessoa...” – Quinn disse, juntando suas roupas espalhadas pelo chão enquanto a Rachel ainda se recuperava do orgasmo que acabara de ganhar – “Significa lutar a batalha mais dura que qualquer ser humano pode travar, sem nunca parar de brigar”.
– O que é isso? – A cantora se deu conta de que estava nua sobre o banco do piano e abaixou para pegar o vestido e a calcinha caídos pelo palco.
– É o que está escrito na tatuagem. – A loira se aproximou e ergueu o braço e mostrou a frase no lado esquerdo do dorso coberto apenas pelo sutiã. – Tirei de livro do E.E. Cummings.
Os dedos da cantora seguiam a linha preta tracejada, acompanhando o formato das costelas com curiosidade. “Deve ter doído” refletiu, vendo que a ex-cheerio sentira cócegas ao tocar a tatuagem.
– E por que do navio pirata? – Rachel perguntou, antes de se colocar o sutiã e o vestido.
– Só fiz porque o desenho era legal. – Mentiu, terminando de botar a camiseta e apanhando a jaqueta para evitar os olhos da morena. Na verdade, fora uma das que fizera para esquecer o que a diva fez com ela.
– Eu gostei. – A judia virou de costas, como se pedisse para que a loira subisse o zíper.
– Que bom, porque tenho mais tatuagens do que essas. – Quinn balançou a cabeça enquanto terminava de fechar o vestido da outra.
– Estava falando do que fizemos aqui. – Revirou os olhos e abriu um de seus sorrisos característicos. – Foi um ótimo lugar para uma primeira vez. Sempre tive essa tara de transar nesse auditório.
– Tecnicamente não foi a nossa primeira vez. – Rebateu a loira, recolocando a jaqueta. – Mas eu vou aceitar como tal, porque esse era o único lugar dessa escola em que ainda não tínhamos feito nada.
Ela sentiu a cantora a abraçar ainda com o rosto iluminado por seu riso. Isso era com o que podia se acostumar com muita facilidade.
– Eu te amo, sabia. – Sua voz saiu abafada pelo couro do casaco de Quinn.
– Sabia. – Depositou um beijo terno na testa de Rachel. – Porque eu sou irresistível.
– E também muito convencida. – A morena deu um soco leve no ombro da outra.
– Eu sou confiante igual a você. – Seus braços envolveram os ombros miúdos da judia, guiando-a para as coxias. – Agora vamos, que você tem que dar um pé na bunda e ser demitida.
A cantora apenas sorriu. Era a primeira vez em muito tempo que se sentia tão feliz.
Notas finais
AAAAAAAAAAAALELUIA
Finalmente saiu e ninguém atrapalhou
o/
Por favor
Me digam o que vocês acharam desse orange
pq ainda tô meio inseguro
Próximo cap: Jantar na casa dos Berry, o pé nas nádegas do Oliver e o futuro da Rach na broadway
e até segunda vem
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