This Is Really Real?

44 You want to marry him?


Notas iniciais
Oie! Galerinha... pra quem não entendeu uma coisinha:
---- A BANDA NA FANFIC ACABOU SIM! O PEDRO E O THOMAS ESTAO FAZENDO UM PROGRAMA DE TV, E OS OUTROS DOIS VIAJARAM ----
é isso, espero que gostem desse capitulo *-* eu particularmente gostei!
Ps: leiam as notas finais.

Leiam as notas iniciais.

BEATRIZ POV ON

Caraca. Porque eu não me toquei que meu filho estava estudando na mesma escola que a Duda? Agora vou ter que ficar encarando o Pedro. Pra meu dia melhorar, meu filho ainda chama ele pra ir jogar futebol. Porra!

Eu ainda amo demais o Pedro, mas tenho certeza que ele não sente mais absolutamnete nada por mim. Ele já até namorou e terminou denovo. Não deve sentir mais porra nenhuma.

E pra variar, ainda tem o filho dele, que ele duvida que é dele... meu Deus, eu cometi tantos pecados assim?

Fui até o campo que tinha na escola, pra ve-los jogando futebol. Os dois estavam na maior alegria jogando. Ver eles assim, pai e filho, é tão bom né? Pena que o pai duvida sobre esse assunto.

Queria tanto que tudo fosse mais fácil. Eu e Pedro, morando juntos, junto com o Ro, como uma família normal e sadia. É pedir demais? É pedir demais ter uma vida como qualquer outra? É pedir demais querer seus dois anjos por perto?

Depois de praticamente uma hora jogando, os dois foram até a mesa que estavamos sentados (eu, Mi e Leni, conversando), pegando cada um uma carrafinha de água e bebendo.

– MAMÃE, MÃMÃE, EU FIZ UM GOLASSO! NÃO FOI TIO PE? — Rodrigo dizia tudo muito rápido e pulando eufórico.

– Velho, foi mesmo. O muleque passo a bola pro Rodrigo, ele fez uma jogada de mestre e foi bem no meio do gol! Esse aí vai ser fera no futebol. — Foi mega engraçado. Pedro parecia que estava mais feliz que o própio Rodrigo.

A dudinha tinha acabado de dormir, mas com a gritaria dos dois, acabou acordando.

– Rodrigo, você está todo suado! Vamos pra casa que hoje você ainda tem que ir com a tia Rosangela.

– Hoje é dia de ir plá tia Rose? EBAAAAAAAAA! — Ro saiu gritando e pulando no meu colo. Sorri e me despedi de todos.

– quer que eu leve vocês? — Pedro perguntou logo que fui me despedir deles.

– não, eu estou com o carro da minha mãe.

– ah, entendi. E ela, onde esta?

– Foi para a casa da minha avó. Vai ficar la por uma semana. Enquanto isso tenho que ficar em casa cuidando do Ro. — sorri e ele sorriu de volta.

– Ahn... Bia, sera que eu posso ir com voce, porque... — ele parecia enrolado nas palavras — acho que a gente tem que conversar.

– Claro, claro. — merda, claro que não pode né Pedro! Ai que ódio. Eu aqui, querendo me livrar dele, e ele querendo vir comigo. Vou dar um tiro na cara dele.

Pedro foi no seu carro e eu no meu ~da minha mãe~.

O caminho foi rápido, pois a casa não era muito longe da escola.

Chegamos em casa e o Ro foi correndo pro seu quarto.

– Ei mocinho, daqui a pouco vou te pegar pra tomar banho! — disse enquanto ele ainda estava correndo pela escada. Ele sorriu e subiu. Pedro ficou me fitando, e confesso que morri de vergonha.

– quer alguma coisa? água, café?

– não Bia, obrigada. Só quero conversar com voce. — ele disse agora um pouco mais sério. Nos sentamos no sofá e ele começou.

– primeiramente queria te pedir desculpas por tudo que te fiz e... — o interrompi.

– Pedro, passado ok? Não quero lembrar dessas coisas, e nem do que houve.

– nao quer lembrar do que tivemos?

– nao Pe, não é isso. É que... — caralho viu, como ele me deixa sem palavras! — eu não quero lembrar do que aconteceu. Do que fez nos separar.

– Porque foi pros braços do Victor? Porque foi embora, sem mais nem menos, não avisou ninguem, não se despediu... porque foi pra Italia e me deixou aqui? — ele dizia tudo muito sério. Eu queria poder dizer tudo, que sentia falta dele, de seus labios, de seu cheiro. Mas não podia ser tão fraca ao ponto de me render à ele.

– Porque voce me machucou muito, e eu não queria cometer o erro duas vezes. — disse baixo e ele abaixou a cabeça arrependido.

– Bia, por favor, me desculpa. Não quero ficar nesse clima com voce... Poxa, a gente podia seila, voltar à ser amigos. Só não queria ter essa inimizade contigo.

– Pe eu... — fui interrompida.

– Aquele dia, que a Giovanna foi na minha casa, dizer que o filho que você tava esperando era meu, eu não acreditei porque... depois de tudo que aconteceu, depois de você ter ficado com Victor, é dificil acreditar. É dificil acreditar que a mulher que voce ama ta com outro, e com um filho seu. Por favor, enteda o meu lado! — pausa — mas hoje, quando vi o Rodrigo, cara... eu tive a certeza de que ele é meu filho. Eu só quero que você me perdoe, e me deixe ser o pai que ele nunca teve. — caraca, essas palavras estavam vindo da boca dele ou ele foi abduzido por algum tipo de alienigena?

– Pedro... eu não sei. É muita coisa na minha cabeça. Eu preciso pensar. Claro que o Rodrigo é seu filho, não teria filho com outro à não ser voce. Eu fiquei com o Victor porque eu estava desisperada, voce tinha brigado comigo, e se eu dissesse que estaria esperando um filho seu, voce provavelmente pensaria que eu estou te dando o "golpe da barriga" só pra ficar com voce. Eu não queria correr esse risco. — pausa — mas agora eu tenho que pensar. Tem noção do que aconteceu? O Rodrigo nasceu na Italia, tive que ensinar à ele andar, comer, e falar o portugues, sem a ajuda de ninguem, apenas da minha mãe. Ele cresceu, e até hoje ele pergunta "o papai nunca vai voltar da viagem?" ... A tal viagem que eu disse pra ele que o suposto pai, estava, pra criança não ficar traumatizada sabendo que não tinha um pai presente ali no momento. A tal Rosangela, é a pscicologa dele. — suspirei, e deixei lagrimas cairem — o Rodrigo nasceu com leucemia. Foi um ano dentro de um hospital na Italia, o curando. E sabe o que foi pior de tudo? O pai dele não estava presente. Não estava dando o apoio que ele precisava. Não estou te culpando de nada Pedro, só queria que você tivesse acreditado na Giovanna...

– porque voce não foi la e me contou?

– como eu disse, eu estava com medo de voce achar que eu estava te dando o golpe da barriga. Era tudo novo pra mim. Eu tinha cartorze anos. — ficamos algum tempo em silencio.

– desculpa.. — ele murmurou tão baixo, que quase não consegui escultar — por favor, me deixa ser o pai que ele nunca teve?

– mamãe, porque voce ta chorando? — ouvi aquela vozinha fininha vindo da escada.

– nada filho — sequei minhas lagrimas — é que caiu um sisco no olho da mamae, só isso.

– TIO PE, VEM VÊ MEU QUARTO NOVU. — ele praticamente puxou Pedro escada à cima. Fui atras deles.

– OLHA SÓ, ELE É TODO AZUL, BEM MAIS LEGAL QUE O DA ITALHIA, PORQUE LA ERA TUDO BLANCO, E EU GOSTU MAIS DE AZUL.

– Nossa, que quarto legal em Rodrigo! — Pedro sorriu e ficou brincando com o Ro. Fui até meu quarto, aproveitando o tempo que eles estavam la, e me joguei na cama, deixando inumeras lagrimas cairem.

PORQUE MEU DEUS? PORQUE ISSO TA ACONTECENDO COMIGO?

Fiquei ali chorando por uns 10 minutos, até que ouço a porta do meu quarto ser aberta lentamente. Não tirei a cabeça do travesseiro pra ver quem era.

– mamãe... — ouvi a voz de Rodrigo bem proxima à mim. Levantei meu olhar e o vi parado na minha frente, com as perninhas cruzadas na cama — o titio Pedro perguntou se voce quer casar com ele...? — olhei pra porta e o vi ali, esperando pela minha resposta.

Leiam as notas finais.

Notas finais
Quero T-O-D-A-S me respondendo as 4 perguntinhas que irei fazer::::
1- Como será a reação de Rodrigo ao saber que o pai dele é o Pedro?
2- Victor vai voltar?
3- O que o anonimo irá fazer? (ele não aparece nesse cap... porém no proximo, ele aparece até demais!)
4- Qual será a resposta de Bia?
RESPONDAM EIN! QUERO SABER SE UMA DE VOCES ACERTAM!
---- o proximo cap. ja esta pronto, e todas essas perguntas caem nele ----
Beijos!
@_CrazyLanza
@deixaeumimarvc