This Is Really Real?

31 Without condoms, no.


Notas iniciais
Oi gatinhas :D ignorem os erros e boa leitura.

– Pe, vamo? Nosso vôo ja foi anunciado duas vezes. — Koba disse.

– Bora bora! — Pedro disse olhando pra mim. Pegou minha mão e me deu beijo... DEMORADO.

– Ou, eu disse que a gente ta atrasado! — Koba gritou e partimos o beijo rindo.

Pedro pegou em minha mão, deu o MELHOR SORRISO DO MUNDO, e fomos.

[...]

- Pe... — cutuquei Pedro que dormir feito um louco ou seila. Ele estava com as pernas praticamente em cima da cadeira do avião, a cabeça encostada no meu ombro e babando. Estava literalmente ilario.

- Amor... a gente chegou. — cutuquei ele mais uma vez, e então ele acordou.

- ãn, que? — perguntou bocejando. Eu estava morrendo de vontade de rir da carinha dele toda amassada, mas segurei o riso... até Pedro Lucas falar.

- PORRA PEDRO, QUE CARA DE CU E ESSA? — todos t-o-d-o-s começaram a rir. Não e aguentei e ri litros também.

- gente.... onde a gente ta? — Omg, ele estava muito bebado de sono.

- Pe, vida... a gente chegou no Rio, lembra?

- AAAAAAAAH TA! — ele disse dessa vez se espreguiçado.

- Vamo cabeçudo, todo mundo ja saiu do avião, só falta a gente. — sorri e ele sorriu sem mostrar os dentes.

Nós ja estavamos na porta do aeroporto, quando Pedro me puxou pra um canto qualquer. Ele colou nossos corpos.

- Pe, pode ter algum fotografo.

- relaxa... — falou perto do meu ouvido. — vou tentar reservar um quarto pra nós dois. — sussurrou novamente em meu ouvido e eu arrepiei. Ele fitou meus lábios e os encostou. Meu celular começou a tocar e me afastei dele. Peguei o mesmo e vi no visor

"Victor babacóide."

Sorri lembrando de quando anotei o celular dele.

Flashback On

- eu sei quais são os primeiros números do seu celular.

- aé? e quais são?

- 9090. — comecei a rir desisperadamente.

- Babaca! — bati em seu braço.

- Não sou babaca, sou um babacóide.

- Babacóide? Jesus! Ok então senhor babacóide, me passe o numero do seu celular.

Flashback off.

Atendi sorridente enquanto Pedro me encarava.

- Alô?

- BIAAAA! — quase fiquei surda.

- Oi Vi, tudo bom? .... Nossa, faz tempo que a gente não se fala!

- Tudo sim Bia, e voce? Faz tempo mesmo.

- To ótima! — sorri.

- Eai, onde voce ta? Seila... voce sumiu. Soube do seu filho e ... bom enfim, estou aqui no Rio... — o interrompi

- TA ZUANDO COM A MINHA CARA NÉ VICTOR?

PE LANZA POV ON.

Estava quase beijando ela, quando o bendito celular toca. Ela atendeu eufórica, fiquei encarando ela falando no telefone com não sei quem, mas parecia muito empolgada.

Assim que ouvi o nome "Victor" minha expressão mudou totalmente. Fechei imediatamente a cara. Não acredito que esse muleque ainda tem coragem de ligar pra Beatriz.

- Ok, eu te ligo mais tarde. — ela falou desligando o telefone. Apenas bufei e andei até a porta do aeroporto, indo em direção a van.

- Pedro! — ouvi ela chamar mais não olhei pra tras. E sim, eu morro de ciume.

- Pedro, da pra esperar! — senti ela puxando meu braço.

- Pede pra aquele Victor esperar! — bufei entrando na van.

- isso é ciume? — ela perguntou sentando-se ao meu lado no banco do fundo.

- é sim, porque?

- porque... porque voce é lindo quando ta com ciume sabia? — ela disse rindo. Eu não estava vendo a minima graça naquilo tudo.

- Pedrinho com ciume do Vitinho... huuuum — os meninos começaram a me zoar mais nem dei bola.

Em menos de meia hora chegamos no hotel. Fiquei um pouco emburrado, mas ela tentou me beijar na van, e acabei cedendo.

- quais as chaves senhores? — perguntou a recepcionista.

- 208. — Thomas falou.

- 209. — Pedro Lucas falou.

- 210. — Koba falou.

- 211. — falei sorrindo e olhando pra Beatriz, que sorriu tambem.

Peguei na mão dela e seguimos até o elevador.

Assim que saimos indo para nosso andar, fui com ela em direção à nossa porta. Abri e mesma, e assim que ia fechar ouvi Pedro Lucas gritar — JUIZO PEDRO! - comecei a rir e fechei a porta.

Olhei pra tras e vi Beatriz olhando la fora, na janela. O céu estava lindo, cheio de estrelas, e ve-la daquele jeito, foi maravilhoso..... CARALHO PEDRO, LARGA DE GAYZISSE!

Sorri com meus pensamentos bobos e fui até ela. Peguei em sua cintura e olhei pro céu junto com ela.

Beatriz colocou suas mãos em cima das minhas e se virou de frente pra mim.

- obrigada. — sorriu.

- pelo que? — perguntei a fitando.

- por ser o homem da minha vida. — sorriu envergonhada e à puxei para um beijo calmo e romantico. Nossas linguas estavam brincando uma com a outra. Levantei ela pela cintura e à sentei na janela. Ela passou suas pernas em volta da minha cintura me puxando mais pra ela. Interrompemos o beijo por uma puta falta de ar.

- obrigada por ser a mulher da minha vida meu amor. — falei olhando em seus olhos e ela deu o melhor sorriso... aquele, que só ela sabe dar.

Peguei-a no colo novamente e à coloquei na cama, indo em cima dela. Beijei seu pescoço e senti ela se arrepiar. Senti suas mãos irem até minha nuca e me puxarem para mais um beijo.

Peguei em suas coxas e deslizei minha mão calmamente até sua cintura, apertando um pouco.

Ela colocou sua mão debaixo de minha blusa, arranhando minha barriga. Preciso dizer que fiquei literalmente duro? ... pois é!

Tirei minha blusa rapidamente e logo tirei a dela tambem. Rodamos na cama, e ela ficou por cima. Me inclinei para tirar seu shorts e assim fez. E logo depois tirou minha calça tambem.

Eu estava duro pra caralho, não estava aguentando, só de olhar pra seu corpo, fico excitado.

Ela sabia o meu ponto fraco, e rebolou em cima do meu pau. PORRA, ESSA MINA QUER ME MATAR?

Dei um chupão em seu pescoço que concerteza ficaria a marca ali. Ela me fitou e deu um sorriso sapeca.

- amor... — falou baixinho em meu ouvido.

- hm... — foi o que consegui falar. — ela colocou a mão dentro da minha boxer e pegou meu pau, e começou a me punhetar.

- para de torturar loirinha. — falei baixo em seu ouvido.

- voce foi um menino muito mal. — ela falou sussurando em meu ouvido e fazendo movimentos devagar com sua mão.

- ahm. — não contive um gemido.

BEATRIZ POV ON

Se eu estava muito excitada? Muito é pouco. Eu estava expludindo, precisava de Pedro dentro de mim o mais rápido possivel.

Mas resolvi bricar, torturar ele um pouquinho. Fiquei punhetando ele.

- voce foi um menino muito mal. — falei em seu ouvido, e ele não conteve um gemido. — calma amor, a brincadeira só ta começando. — falei agora abaixando e tirando sua boxer. Podia ver Pedro revirar os olhos de prazer, e aquilo me excitava cada vez mais.

Pedro arrancou meu sutian fora e jogou em qualquer canto do quarto, logo devorando meus seios.

- aawnh — gemi tambem e ouvi seu risinho.

Desci chegando bem perto de seu membro e olhei pra ele, que me encarava safado. — e como foi um menino mal, vai ter que pagar o castigo. — falei sorrindo. Arranhei suas cochas e peguei em seu membro. Encostei ele em meus labios e olhei pra Pedro, que estava de olhos fechados e mordendo os lábios.

Ouvi batidas na porta e logo me afastei.

- PORRA! — Pedro falou alto.

- atende Pe. — ele colocou sua bermuda, e mesmo assim, dava pra ver sua ereção de longe. — pedro, da pra ver! — sussurrei. Ele não disse nada, apenas atendeu a porta.

PE LANZA POV ON

Abri a porra da porta puto. Mano, tinha que atrapalhar justo agora.

- eai Pe. — Vi Koba e Thomas na porta.

- quié? — perguntei seco.

- Ta afim de jogar um Xbox com a gente la em baixo? Estamos sem sono. — Koba falou.

- PORRA NAO ACREDITO QUE VOCES VIERAM AQUI PRA ISSO. — disse irritado.

Thomas olhou pro meu shorts e começou a rir desisperadamente. Koba logo percebeu e começou a rir tambem.

- desculpa ai vei, a gente não sabia. — Thomas disse quase se jogando no chão, rindo.

- Ta, não quero jogar, e se voces tão sem sono o problema não é meu, tchau. — disse fechando a porta na cara dos dois e ouvi as risadas atras da mesma.

Fui até a cama e olhei pra Beatriz, que agora estava rindo da minha cara.

- não ri não, agora vem aqui. — disse rindo um pouco tambem e à puxei. Dei um beijo avassalador nela e depois ELA me deu um chupão, que deixou a marca em meu pescoço.

- ta esquecendo de alguma coisa não acha? — ela disse em meu ouvido enquanto minhas mãos estavam em seus seios. Fiz uma ''cara de interrogação'' e ela riu. — quer ter outro filho agora é? — falou timida. Puta que pariu, esqueci a porra da camisinha em São Paulo. Sabia que tinha esquecido alguma coisa!

- vish. — falei e ela me olhou séria.

- sem camisinha nao rola. — ela falou saindo de cima de mim e deitando-se.

Bufei alto... pra ela ouvir mesmo, e me deitei ao seu lado emburrado. Fiquei duro pra nada. Legal!

Notas finais
Eai, o que acharam?
QUERO OPNIÕES PARA O PROXIMO CAPITULO u_u
Beijos!
@__andresac
@_CrazyLanza .