Notas iniciais
Eai lindjas *o* leiam as notas finais... PORFA!

– tem certeza? O que era esse papel?

– nada Pe... nada. — sorri tentando disfarçar e me levantei.

– hm, então ta. — ele disse me agarrando e depositando um beijo quente no meu pescoço. — to com saudades.

– preciso tomar banho. — disse rindo e indo até o banheiro.

– não tem problema, eu tomo outro. — ele disse vindo atras de mim.

- ok, mais sem nada! — disse rindo e fechando a porta do banheiro.

- nunca faço nada. — levantou as mãos e começamos a rir.

- bobo. — me virei e tirei minha blusa. Senti suas mãos em meus cabelos, colocando os mesmo pro lado e dando um beijo no meu pescoço. Logo suas mãos foram para minha cintura, me puxando pra tras, fazendo que com que meu corpo colasse no dele. Perebi que ele só estava de boxer, quando me encostei nele.

- pequena... — ele foi subindo sua mão por minha barriga, e senti um arrepio, por conta de suas mãos estarem geladas.

- eu... — me virei ficando de frente pra ele. Colamos nossas testas e ficamos assim alguns segundos.

- eu te amo — ele disse colando nossos lábios. Dei um selinho longo nele, mas quando ele pediu passagem para a lingua, neguei e tirei meu shorts. Ouvi ele bufar e ligar o chuveiro, entrando no mesmo. Fiquei de lingerie, sentei em um banquinho que tinha no banheiro e fiquei olhando pra ele.

- que foi?

- nada... to aqui reparando... Pe, voce tem uma bundinha tão gostosa. — disse muito normalmente... OPS, ACHO QUE PENSEI ALTO. Ele começou a rir com os meus olhos arregalados, pensando no que disse, e acabei rindo tambem.

- voce tambem amor, tem uma bunda muito convidativa... — ele disse rindo e me puxando pra entrar no chuveiro com ele.

- PEDRO, ISSO AQUI TA FRIO! — gritei tremendo e saindo debaixo da água.

- eu te esquento. — me puxou novamente.

- PEDRO GABRIEL LANZA REIS, ISSO TA UM GELO, NAO VOU CONSEGUIR TOMAR BANHO! — ele só sabia rir da minha cara. Fui tentar desligar o chuveiro, mais ele ficou na frente. Não percebi que o sabonete havia caido no chão, pisei no mesmo, levando o maior capote.

Eu comecei a rir de mim mesma la no chão. A cena foi muito ilaria. Pedro tambem, ria que nem um louco. Ele sentou comigo no chão do banheiro e sussurou no meu ouvido — amor, que tal uma rapidinha? — sorriu malicioso e fez uma cara MUITO engraçada. Comecei a rir e neguei com a cabeça.

- PORQUE? — não respondi, apenas me levantei, peguei minha toalha e sai do banheiro enrolada na mesma. Que tal brincar um pouco?

- BEATRIZ, ONDE VAI? — Pedro perguntou saindo do banho e se enrolando em uma toalha.

- eu? Vou me trocar. — sorri e abaixei até minha mala. Impinei minha bunda, pra ele ver mesmo. O olhei e ele sorriu malicioso. Veio até mim e colocou as mãos na minha cintura. Coloquei minha mão pra tras, e logo apertei seu mebro por cima da toalha. Ele deu um suspiro, e pude perceber que ja estava ficando duro.

- voce ainda nao me respondeu sobre a rapidinha... — ele sussurrou no meu ouvido. Não disse nada apenas apertei mais seu membro... mas agora, era pra machucar mesmo.

- AH VADIA! — ele gritou se distanciando de mim. A unica coisa que eu fazia era rir da cara dele. — SUA LOUCA! — ele riu um pouco tambem, mais logo veio pra cima de mim novamente.

- Pe, não.

- porque nao amor?

- porque nao to afim.

- voce me excita e sai?

- nao fiz nada ué. — disse colocando minhas mãos para o alto. Ele fez uma cara de tédio, e sentou-se na cama, encostado na cabeceira da mesma, e ficou mechendo no celular.

- agora quem nao quer mais sou eu. — ele disse emburrado. AWN, JA DISSE QUE ELE FICA LINDO EMBURRADO? Pois é, fica! Resolvi provoca-lo um pouquinho mais...

Peguei meu creme na bolsa e coloquei uma perna em cima da cama. Comecei a passar em minhas coxas. Percebi ele olhar pra mim e morder os labios. Seu membro estava marcando na toalha, o que me fez rir.

- Pe... pode passar aqui pra mim? — perguntei impinando a bunda... credo, to parecendo uma vida. Mais, ah foda-se, eu quero meu homem, quero provocar o meu homem, e foda-se quem pensa que sou vadia.

- to ocupado Beatriz. — ele disse emburrado, tentando não olhar pro meu corpo.

- ah, não ta nao. — dei a volta na cama, fui até ele, peguei em sua mão e coloquei um pouco de creme. Coloquei sua mão próximo a minha bunda ( é proximo gente, um pouco mais em cima ), e comecei a esfregar sua mão em mim, as vezes descendo até minha bunda — vai Pe, voce sabe passar creme em uma mulher. — disse sorrindo maliciosa pra ele. Ele tirou sua mão de la e voltou ao celular.

- eu ja disse que to ocupado.

- aé? ta fazendo o que? — perguntei engatinhando na cama, passando por suas pernas e as deixando no meio das minhas (voces entenderam né? rs...)

- to resolvendo uns assuntos no twitter. — falou tentando nao olhar pra mim, que agora estava passando a mão em sua coxa. Olhei para o celular... como ele é besta! Nem mentir sabe.

- resolvendo uns assuntos no twitter com o celular desligado? — perguntei sínica. Sem deixar ele responder, sentei em cima de seu membro com força, e senti ele quase explodir dentro da toalha. Peguei seu celular de suas mãos, coloquei o mesmo na escrivaninha que havia ao lado da cama, e coloquei minha mão em seu torax, arranhando o mesmo.

- eu ja disse que nao quero mais. — ele falou olhando pra mim. Rebolei em cima de seu membro.

- tem certeza? — ele mordeu o labio e trocou de posição comigo, logo ficando por cima.

- provocou, agora aguenta... — ele começou beijando meu pesçoco. Eu estava MEGA molhada.. mais calma, a brincadeira tava só começando.

- voce disse que nao queria mais Pedro. — disse e dei um chute com tudo em seu membro. Ele soltou um suspiro rouco e caiu ao meu lado na cama.

- VADIA, PORQUE FEZ ISSO CARALHO? — ele tava se contorcendo de dor.

- oras amor, voce que disse que nao queria. — me levantei e fui andando normalmente até a janela.

-AAAAAH SUA PUTA, ISSO NAO VAI FICAR ASSIM. — ele disse puxando o meu braço e me jogando na cama. Logo ele ia pra cima de mim, mas me levantei, ficando em pé na cama.

- BEATRIZ, DESCE!

- como?

- BEATRIZ, DESCE AGORA!

- nao ouvi a palavrinha magica.... amor — ele subiu em cima da cama e eu pulei da mesma, subindo em cima da escrivaninha.

- VOCE TEM ALGUM PROBLEMA MENINA? — Ele estava muito irritado, e muito muito muito muito excitado.

- eu nao, voce que tem com essas suas bipolaridades. Uma hora nao quer, depois de 2 minutos quer.... decida-se bebe. — ele pulou da cama e agarrou as minhas pernas. Fiquei deitada em seu ombro.

- PEDRO, ME POE NO CHÃO AGORA! — gritei e ele nao deu ouvidos.

- PEDRO LANZA, ME PÕE NO CHÃO! — gitei novamente.

- então ta. — ele disse e logo me jogou no chão com brutalidade. Subiu em cima de mim e tentou me agarrar, mais rolei pelo chão, fazendo ele beijar o chão.

- beijando o chão Pe? — sorri e fui até a janela.

- MENINA, EU TE PEGO! — ele disse se levantando vermelho. Percebi que ele estava vindo até mim, e peguei um travesseiro, jogando em sua cara.

- BEATRIZ, CARALHO! — ele gritou pegando o travesseiro e jogando de novo, deixando cair varias penas que tinham dentro do travesseiro. Pessei até ele e apertei sua bunda. Ele olhou pra tras e tentou me agarrar, mas eu sai da frente dele, e ele caiu de cara em cima da escrivaninha, quebrando algumas coisas que haviam ali em cima.

- ISSO PEDRO, QUEBRA TUDO MESMO! — disse rindo.

- ENGRAÇADINHA! — ele correu atras de mim e eu me tranquei no banheiro. Ficou um silencio tremendo no quarto. Sai de tras da porta e fui me ver no espelho. Eu tava com o cabelo todo bagunçado, e vermelha. Aquilo estava me deixando cada vez mais molhada.

Ouvi um barulho enorme, olhei pro lado e ... ELE TINHA ARROMBADO A PORTA?

- TA LOUCO? — comecei a rir.

- VEM AQUI AGORA! — ele mais uma vez tentou me agarrar, mais fugi e fui em direção à cama.

- BEATRIZ, QUANDO EU TE PEGAR, JURO QUE TE MATO! — disse saindo do banheiro e vindo até mim. Ok, ja chega, eu nao to mais aguentando, preciso dele.

Ele veio e eu continuei parada. Ele pensou que eu ia fugir de novo, mais nao. Pedro começou a subir em cima de mim, e eu apenas deixei ele fazer o que queria.

- cansou? — perguntou sorrindo.

- cansei. — sorri e peguei em sua nuca, iniciando um beijo calmo.

- Pe, ja arrumou suas coisas, jaja a gente ta indo. — ouvi alguem falar. Paramos o beijo e olhamos pra tras... estavam OS TRES LA. Pedro Lucas, Koba e Thomas.

- Mals ae cara, voce falou que a porta ia ta aberta entao.. a gente entrou e... — pausa — mals atrapalhar é que.. — interrompi Koba.

- relaxa Kobinha, nao atrapalhou nada. — sorri e sai de cima de Pedro.

- atrapalharam sim! — Pedro disse. O fuzilei com os olhos, peguei minha roupa e entrei no banheiro.

- é... Bia, voce nao quer se trocar no meu quarto? Assim... porque ai ta sem porta. — Thomas disse rindo e estendendo as chaves de seus quarto.

- valeu. — sorri e sai do mesmo.

PE LANZA POV ON

Caralho, eu tava quase fudendo com a minha gostosinha, e essas pestes chegam pra atrapalhar! PORRA, SE EU TIVESSE UMA ARMA, IA SER BEM MAIS FACIL!

- Caralho Pedro... voce pode até transar, mais não precisa destruir o quarto. — Pedro Lucas comentou rindo, fazendo todos nós rirmos.

- porra, voces tinham que aparecer justo agora?

- mals ae vei, mas jaja tamo indo. — Thomas falou — ja arrumou suas coisas?

- ja sim.

- coitada da arrumadeira. — Koba falou pegando uma pena do travesseiro e assoprando.

- como voces conseguiram destruir o quarto?- Thomas perguntou.

- Vei... essa mina me deixa louco. A gente tava meio que 'brincando'. Ela fugia de mim, e eu tentava agarrar ela. Ai, foi acontecendo essa bagunça. — disse colocando um travesseiro entre as pernas. Os moleques concerteza perceberam e começaram a rir.

- Caralho Pedrinho, ta duro? — ok, tenho uns amigos muito sem-noção.

- to vei! E por causa de voces nao vou poder foder com a gostosa da minha namorada. — falei pegando minhas roupas. — vao ficar ai vendo eu me trocar? — perguntei e logo eles sairam do quarto.

[...]

BEATRIZ POV ON

Chegamos em São Paulo novamente. Deus, que saudade da minha casa.

Estavamos indo para um restaurante jantar, antes de irmos pra casa. Fiquei relendo a mensagem no celular que havia recebido assim que fui me trocar no quarto de Thomas.

" não precisava destruir um quarto pra foder com o Pedro. -- anonymous. "

Caralho, que merda será essa? Chegamos no restaurante e fizemos nossos pedidos. Pedro estava no maior "love" comigo. Sempre pegando na minha mão, me dando beijinhos, me abraçando... essas coisas.

A garçonete deu uns daqueles biscoitinhos, que tem bilhetes dentro sabe? Cada um pegou um e comeu.

Peguei o mesmo e abri, peguei o billhete e li.

" Olha quem esta bem atras de voce... sua amiguinha. -- anonymous. "

- e voce amor? — ouvi Pedro falar mais nao dei muita bola. Continuei olhando para o bilhete.

- beatriz.

- o-oi?

- que tava escrito no seu papel? — Lucas perguntou.

- na-nada. Nada demais. Bobeira. — sorri amarelo e amassei o pepel e o coloquei no bolso. Olhei pra tras e vi ela la, sorrindo com as amiguinhas. Giovanna.

- Amor, ja venho, vou no banheiro ok? — dei um selinho em Pedro e sai em direção à mesa da coisinha.

- Giovanna. — falei encarando o ser.

- olha, a pivete. O que faz aqui?

- sera que a gente pode conversar? — perguntei e fui até o banheiro. Ela me seguiu e logo entrou no mesmo.

– que palhaçada é essa Giovanna? — peguei o bilhete e lhe mostrei. Ela leu e fez uma cara estranha, de pensativa.

– o que? voce acha mesmo que foi eu? — peguntou. Como pode ser tao sinica?

– lógico que é voce!

– Olha aqui sua pirralha, eu te odeio sim, mas não sou eu quem esta enviando essas coisas pra voce... alias, eu tambem recebi algumas mensagens desse tipo, com o tal "anonimo". — disse fazendo aspas com as mãos.

– voce recebeu?

– recebi... — o que estava acontecendo? A gente tava em algum programa? Podem aparecer cameras, ja descobri! — não sei como, mas esses bilhetes que eu ando recebendo, tem alguns segredos meus... até mesmo pensamentos meus. — ela me olhou séria e preocupada — acontece isso com voce?

- exatamente isso. — falei encarando.

- quem é então?

- nao sei... — disse passando a mão nos cabelos. — mais a gente tem que descobrir, isso ja esta me dando medo.

- é. — ela concordou e se virou para o espelho. — contou pro Pedro?

- nao!

- é, eu tambem nao contei pra ninguem. Tem uns segredos nesses bilhetes que não podem ser "revelados" — falou fazendo as aspas com as mãos.

- é. — concordei. — Giovanna, a gente tem que parar com essas briguinhas. Tudo bem que eu não gosto de voce, e voce nao gosta de mim, mas eu to muito afim de saber o que se passa com a gente e esse anonimo, e pra isso, a gente tem que ta junta, e descobrir isso juntas. — ela respirou fundo e me encarou.

- infelizmente tenho que concordar com voce. — pausa — posso te encontrar amanha? Ai conversamos melhor.

- claro. Vai na minha casa amanha. — falei lhe entregando um papel com o endereço.

- ok. — ela disse colocando o mesmo dentro da bolsa e indo em direção a porta.

Meu celular apitou, e ouvi o dela apitar tambem. Nos encaramos e pegamos o mesmo.

" O jogo esta só começando... vadias -- anonymous ". - lemos em voz alta e logo nos encarando com medo.


Notas finais
Bom, só posto o próximo com pelo menos 15 reviews. ME DIGAM O QUE ESTÃO ACHANDO, QUEM VOCES ACHAM QUE É, E O QUE VAI ACONTECER NO PROXIMO CAP......???????????????????????????
Beijinhos!
@__andresac
@_CrazyLanza