Notas iniciais
Demorei pra postar né?
Desculpe meninas, estava tão ocupada mas enfim espero que gostem desse capitulo eu particulamente adorei, apesar de não concordar muito com Caitlin... enfim leiam e falem suas proprias opnioes. (=

– Finalmente te ach... Ah não acredito! — Para a minha sorte era Sthepanie que estava ali a gritar pelo o meu nome, apesar de ela também não ter gostado muito do que viu... Bom, pelo menos ela não era Austin, mesmo desacreditada ela continuou
– Se eu fosse você levantava dai logo. Mas, aliás, o que você está fazendo aqui menina sem juízo? — essa frase vinha acompanha de um sorriso disfarçado, pois ela me olhou como uma cara de pervertida.
– Eu só estava... — Tyler me interrompeu e continuou a frase por mim

– A culpa é minha, eu que a convidei pra me ajudar a pegar lenha. — Logo após o termino de sua frase, palmas se formavam no fundo, era Austin...
– Hora, hora que cena mais linda! Impressionante, eu to emocionado, com todo esse amor.
– Austin, não é o que você está pensando calma e me deixa explicar. — eu já tentava acalma-lo
– Caitlin, minha conversa é com ele, depois eu e você nos entendemos.
– Austin o Tyler não tem nada a ver com essa situação fui eu que me ofereci para vir junto com ele. — o interrompi sabendo que seria inútil da minha parte
– Olha aqui cara, esfria a cabeça ai porque não ta acontecendo nada, só estava chovendo e nos viemos para cá, nada além.
– Isso é o que você diz, imbecil, é tão inútil que não consegue arrumar a própria garota. — Austin dizia já indo para cima de Tyler como se fosse esbofetear a cara dele em uma pancada só.
– Vamos com calma ai o magrinho, que eu não me lembro de ter te ofendido não, então segura essa sua língua.
– Quem vai vir segurar? Você? — Austin disse pra provocar, vi que ele já estará partindo pra cima de Tyler então tentei me jogar na frente gritando.
– Austin para! — ele me empurrou, e em uma só pancada bati meu braço em uma das paredes da caverna. Gritei com uma voz de quem chora.
– Você me machucou! — Tyler foi o primeiro a me levantar do chão o que deixara meu namorado mais irritado ainda.
– Olha o que você fez idiota, machucou sua própria namorada! — defendeu-me Tyler e então Ster veio para me tirar do chão e decidi que naquele momento não iria interferir mais em nada.
– Vamos embora daqui. — disse Sthephanie para mim olhando fixamente nos olhos de Austin
–Da licença que vou cuidar da minha namorada. — foram suas palavras para Tyler que ficara plantado naquele lugar sem ter o que pensar.

Já chegado na cabana, Austin veio para conversar comigo, bom antes disso as meninas ficaram cuidando de mim um pouco, até enfaixaram meu braço.
– Deixe-me ver seu braço? — eu o estendi para ele tirando o curativo.
– Só ficou um pouco roxo, daqui a pouco melhora. — fiquei quieta com a cabeça baixa, ele me olhara e dissera
– Me desculpa?
– Tudo bem, já está melhor.
– Caitlin, o que você estava fazendo com aquele cara no meio daquele matagal?
– Eu já te expliquei isso, me recuso a dizer tudo novamente.
– Você gosta dele é? — Fiquei há pensar um pouco e acabei em deixar um enorme silencio naquele momento, mas acabei por expor quaisquer palavras que me viam na cabeça naquela hora
– Eu estou com você né?
– É isso ai. — ele me abraçou, acho que ele soubera da verdade em que eu estava dividida, mas não quisera acreditar, por um momento passei a achar que seu sentimento por mim era apenas sentimento de posse, não de amor, mas mesmo assim decidi esquecer o que tinha ocorrido.
– Vai me dar o melhor presente de aniversario amanhã em? — ele disse em meio a risos e eu já soubera o que ele queria dizer com o ''melhor presente de aniversario'‘, dei uma risada tímida e então respondi
– Não estou pronta Austin...
– Tudo bem, eu vou te preparar, você vai ver que pode confiar em mim. — e então permaneci no silencio que sufocava mais que tudo
– Bom vou para minha cabana, acho que suas amigas querem entrar. — quando olhamos para fora estavam quase todas ouvindo nossa conversa ao redor da cabana e então rimos.

A noite chegara e as meninas estavam preparando o jantar eu ficara sozinha com a doce e calma lua a qual eu admirava tanto, tão longe e ao mesmo tempo tão bela e reluzente, e junto a ela estávamos em uma só trindade, eu a lua e meus pensamentos, minha vontade aquela noite era ficar só por ali. Às vezes pensava por que meu coração tende a ser tão enganoso tão burro? Tão imaturo? O que ocorrera no dia de hoje me fizera pensar se era realmente necessário ficar com Austin o qual nem parecia que me amara verdadeiramente o quanto eu o amara, tão duvidoso esse coração, que uma hora deseja amargamente o calor do abraço de Tyler e hora anseia pelos beijos doces de Austin, me encontro perdida, totalmente desconsolada sem ter para onde pedir socorro, por quê?

Enquanto eu pensava em tantas coisas, tantas duvidas que batessem na porta, fiz a desgraça de dar atenção a um barulho que estava no meio das folhagens, cheguei um pouco perto pela curiosidade, mas mesmo assim fui silenciosa ate o local, quando consegui ver o tumultuador, vi Amanda desabotoando os botões da blusa de Tyler, e se insinuando totalmente para ele, tentando convence-lo fazer algo que não era de seu interesse percebi isso, pois porque ele se negava a passar a mão em seu corpo como ela obrigara, depois de mais alguns barulhos, apenas consegui ouvir.
– Quando você vai esquecer essa menina? Se liga ela não tá nem ai pra você, e tenho mais eu nem gosto de você, só me pediram para verificar se você ainda curte da fruta. — ela sairá indignada com a situação e apenas o vi resmungando sozinho.
– é cada uma que me aparece viu. — e voltou para onde se encontrava o resto do pessoal. Eu pensei em ir falar com ele, mas achei melhor evitar, pelo o ocorrido de hoje e continuei ali.
– Acho bom você vir dormir em. — Gritou Bea de uma distância favorável
O que eu havia esquecido era que no dia seguinte iríamos partir daquele lugar finalmente, havíamos adiantado a volta, pois quando os professores acordaram do efeito passaram a desconfiar que havíamos dopados eles, então nos castigou nos mandando mais cedo do acampamento.
Fiz o que Beatrice havia me sugerido, fui dormir... Ou pelo menos tentar dormir, pois quando deitava minha cabeça no travesseiro meus pensamentos não me deixaram um só segundo em paz comigo mesma, a todo o momento vinha uma duvida me atormentar.
Por que eu ainda estou com Austin? Mas eu amo mesmo Tyler?Se sim, porque não fico com ele? Mas e Austin? Sentiria minha falta?Todos dizem o quanto Tyler sofre por mim, ate agora ele tem respeitado meu relacionamento com Austin, será que ele desistiu de mim? Por incrível que pareça, eu não queria que Tyler desistisse de mim. As vezes eu só queria me entender, ou melhor entender meu coração, que me engana diariamente.
Amanhecia e eu não havia dormido, minha noite foi de tormentas e prantos, não conseguia mais me entender nem ao menos porque eu chorara tanto.
O dia havia chegado, e mesmo não dormindo, quando notei que minhas amigas estavam a despertar, fingia que estava desacordada, e ali simulei que também despertava.
– Bom dia flores! — Beatrice dizia radiante.
– Acho bom vocês levantarem logo, pois todos já tomaram café e só esperam vocês.
– disse a rabugenta professora de biologia, então nos apressamos em nos aprontar e desmontar a cabana corremos para pegar as ultimas merendas, chegamos na hora da contagem de alunos, todos já com suas bolsas, malas etc. estavam prontos então subimos para os ônibus eu estava calada, ainda pensativa, não conseguira esbanjar um sorriso se quer, o único que eu tinha era um estrema mente falso, mas tinha que usar este, pois era o aniversario de Austin e ai o vinha feliz da vida sentar ao meu lado do banco.
– Nossa e essa cara? — ri inquieta, e dei um beijo na bochecha dele
– Não mereço nem um beijo direito no dia do meu aniversário? — e sem que eu conte se ele agarrou em meu pescoço e me beijou, foi um beijo sem vida e amargo confesso, mas não conseguia fazer melhor que isso.
– O que você tem? — ele voltou a questionar.
– Tenho nada amor, por que acha?
– Se você diz...
– Ele apenas se virou, deitou em meu ombro e cochilou, só a viajem inteira romântico não? Não.
Eu não tinha certeza daquilo, mas eu não podia ficar um dia a mais namorando com ele, pois parecia que eu estava me enganando e apenas isso.
Chegando na escola, nos mandaram um para cada classe, nos deram papel e caneta e mandaram entregar um relatório sobre a natureza, com 2000 palavras, acho que foi um modo dos professores nos castigarem, pelo fato dos meninos tentarem dar sossega leão a eles. Por incrível não fomos separados por séries, mais sim aleatoriamente, acabou que eu e Austin não ficamos na mesma sala, mas eu e Tyler sim e algumas de minhas amigas.
Enquanto fazíamos o relatório em classe quietamente, ouvir alguém bater na janela, todos os alunos que ali estavam se viraram para ver o que tumultuava, e era Austin, ele apenas dizia.
– Cait? — e segurava o primeiro pedaço de bolo da mão, todas as meninas que ali estavam diziam em sintonia ''ooooun'' eu sai correndo para atendê-lo o professor meio lerdinho não ligou muito.
– O que você ta fazendo aqui?
– Trouxeram um bolo pra mim, e eu trouxe o primeiro pedaço pra você.
– Meu Deus, não sei o que dizer. — apenas sorri, peguei o bolo, dei um selinho nele e o professor nos interrompeu.
– Opa chega né.
– Desculpe professor. — assim voltei ao meu devido lugar
Quando nos liberaram para a saída, ele insistia que eu ficasse o tempo todo grudada com ele, mas eu não queria me sentia agoniada, por mais que ele me tratasse com todo carinho do mundo e então passei a evita-lo.
E quando minha mãe chegou com o carro para me buscar ele apenas me disse para encontrar com ele em sua casa hoje.
Bom, pensei eu que seria algo totalmente casual eu e ele, apenas, e também seria uma oportunidade de eu me decidir se terminara com ele ou não. Coloquei um short curto, uma de minhas camisetas largas, um sapato não muito alto, fiz uma maquiagem simples, me penteei e fui. (veja aqui a roupa de Caitlin)
Chegando a seu quintal, uma bagunça que só, apenas jovens bebendo muito dançando, e era gente que não acabava mais, parecia uma festa rave ao ar livre ou pelo menos festa do ensino médio, uma verdadeira balada, custou um tempo para achar Austin, mas finalmente o vi, de longe, mas o vi, estava dentro da biblioteca com um amigo, ouvi a conversa.
– Cara, sua namorada sabe da surpresinha que a Cloe fez hoje pra você?
– Não, e nem vai saber, do jeito que ela é.
– Olha lá em, daqui a pouco vai ter um monte de mulheres brigando por você fala ai- ele ria, e então quis interromper a conversinha interessante dos dois
– run run. — Austin derrubou seu copo de uísque no chão e até quebrou.
– Oi meu amor! Que bom que você chegou. — o amigo dele saiu de mancinho, Austin havia notado que minha cara não era das melhores, estava com o olhar desconfiado.
Fiquei quieta e deixei-o começar o assunto.
– Por que demorou em? — ele iniciou
– Austin não se faz de sínico que surpresinha aquela vagabunda da Cloe fez pra você?
– Aiai, você ouviu foi? — ele disse passando a mão pelo seu cabelo parecendo estar preocupado.
– Ouvi, pode começar a se explicar.

Notas finais
Gostaram? espero que sim, prometo nao demorar para postar, não esqueçam de comentar o que acharam do capitulo e tal