This Is Life
29 The Final - Part.1
Notas iniciais
Heey lindas, adorei demais saber que tus querem a segunda temporada, então, cês terão uma segunda temporada! EEEE.E desculpem a demora, o feriado no Rio não me serviu de droga nenhuma... Ai pra vocês a primeira parte do final, achei que ficaria melhor se eu dividisse ele. :) Boa leituras, gatas.
CAPITULO 30
- Isso é serio? – Dalila perguntou/gritou. -Sim é serio, e eu agradeceria se você falasse um pouquinho mais baixo. – Ela tapou a boca. - Desculpa – sussurrou – e o Pedro, o que ele achou? – mordi o lábio inferior desviando o olhar. – Você ainda não...? - Não tive coragem. – Falei olhando o Pedro que conversava com o Thomas. - Você tem que contar! Ele tem o direito de saber que vai ser... – lancei um olhar mortal pra ela que parou de falar. – ele é o pai? – perguntou baixinho. - Não. – sussurrei. – Sabe o Manoel? Português da padaria, então, o pai é ele. É lógico que o Pedro é o pai, Dalila! – ela riu nervosa. - Você vai falar?- Vou, só não sei quando... – ela revirou os olhos. - Todo esse ânus açucarado é por causa de que? – perguntou impaciente. - Porque eu não sei como falar! Pra ninguém! Dalila eu tenho 20 anos e estou grávida, tem noção do que é isso? Minha vida acabou.. - Hey, cala a boca! Sua vida não acabou, você ganhou um motivo pra viver, essa criança que tá ai dentro agora depende de você mais que tudo. E eu sei que você vai cuidar dela. Você e o Pedro vão cuidar dela. – refleti sobre tudo o que ela falou e comecei a chorar. – para de chorar... viu filha da mãe, agora eu também to chorando, me dá um abraço vaii...(...)Já havia passado das dez horas, hoje exclusivamente não irei trabalhar, então posso ficar curtindo a solidão natural de casa, sim Pedro esta viajando em turnê, quando não está? Não, ele ainda não sabe que vai ser pai, talvez ficara sabendo hoje, quando chegar em casa. PÉEIN! ( tentativa fail de fazer o som da campanhia u.u) - Pois não? Lé-Léo? – perguntei paralisada em frente a porta. - Jô! Meu amor! – ele me deu um super abraço? Dei passagem pra ele entrar. - O que houve? Quer dizer... quanto tempo né... - É! — Ele sorriu desanimado. Ele estava muito diferente, Léo era um menino forte, saudavel, agora ele estava palido, anemico. Fragil. — Eu sei... minha aparencia não é das melhores. Não me olha assim não. - Desculpa é que... — Não consegui terminar a frase, por mais tempo que tenha se passado Léo era importante pra mim, sempre foi, e eu o amava, não como amo Pedro, mas vê-lo assim mexeu comigo. - Eu sei... o importante é que você está bem, né coisinha. Que mulherão, o Pedro teve grande sorte... — ele falou mais baixo — te trouxe um presente. - Hm? Que isso Léo, não precisava. - É imortante e preciso, porque você é importante. — me entregou uma caixinha. Ia abrir mais ele me impediu. — Abri depois que eu sair. Tá.. — assenti. - Você tá diferente. — ele suspirou. - Fiquei internado durante 5 anos em um hospital de alienados, eu era superior lá entre os malucos, eu era maluco também, só que era mais esperto. — Piscou pra mim. - Sinto muito. — estava em choque ainda, por tudo. - Eu saí de lá, né? Então é isso que importa. Jô, preciso ir... - Ja? Mais você... - Sabe, acho errado fazer a morte esperar. — falou como se isso fosse algo natural. - Léo, o que cê tá falando? — ele pegou meu rosto entre as mãos. - Tu sabe, linda. — deixei uma lagrima escapar. — Não chora, é melhor pra todos, ia acontecer mesmo..- É porque você... você foi importante pra mim, e ainda é.- Joana, eu sempre estarei contigo, acredite. — assenti. — Posso te pedir uma coisa? — assenti novamente. — Me permita beijar-te uma ultima vez? — senti um aperto no peito, seria errado com Pedro e cruel com Léo. - Léo, desculpa, eu não posso fazer isso com o Pe. - Tudo bem. — ele foi até a porta. — não te culpo. — sorriu. — é... tchau Joana. — Quando ele abriu a porta por um impulso fui atras dele e o abracei. - I'll miss you- sussurrei, lhe dei um selinho demorado, não sei se foi por culpa ou pena, foi apenas involuntario. Ele olhou em meus olhos. - Obrigado, não esquece de abrir o presente. - Pode deixar. — ele passou oela porta e parou quando estava quase chegando ao elevardor ele se virou e disse:- Jô, toma conta desses dois pequenos. — ele apontava pra minha barriga, quando olhei novamente ele não estava mais lá, apenas a porta do elevador se fechando. O que foi isso meu Deus? Fui até a cozinha e bebi um copo d'agua, bem gelado, fui tentando acalmar os pensamentos, relaxei, meus batimentos ficaram normais, voltei pra sala e abri o presente. Um CD. Coloquei ele no DVD e logo um video começou, era dificil de se enxergar, logo reconheci o tipo de video, dos jogos do Léo, agora, por que ele iria querer que eu visse isso? Consegui reconhecer, Léo, Carlos, Fernando, Anderson, Lucas , Luiz e o Pedro! Eles estavam em uma rua escura, era noite, o Pedro pegou algo, ele teria que o que?! Matar alguem?! Por que desafiariam ele a fazer isso? Quem faria isso? Logico que uma hora eu viria aquele gatilho sendo puxado, e o sangue frio deles que deveriam estar trêbados foi longe o bastante pra poder amostrar o individuo.
NÃO! NÃO PODE SER ELE! NÃO! O PEDRO NÃO PODERIA TER FEITO ISSO! ELE TERIA AO MENOS ME CONTADO! O MEU PAI? É ISSO? PEDRO MATOU O MEU PAI?continua...
Notas finais
Então, curiosas? Not.
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