This Is Life
18 Capítulo 18
Notas iniciais
~ CAPITULO 18 ~
~ POV JOANA~
FELIZ ANIVERSARIO PRA MIM! Levantei, tomei um banho, prendi meu cabelo em um rabo de cavalo, coloquei uma roupa de ginástica, e passei apenas um rimel e gloss, desci e me deparei com um cena, digamos, provocante, Pedro apenas de bermuda, daquele jeito de sempre, com a cueca boxer aparecendo, de costas pra mim falando no telefone. Ele se virou pra mim e pareceu assustado ao me ver ali. Desligou rapidamente o celular e veio me abraçar.
- Parabéns! – Me deu tipo, um super beijo – Tá linda sem maquiagem. – Analisou todo o meu rosto.
- Obrigada, mas eu não to sem maquiagem. – Arqueei uma sobrancelha ao ver que ele fazia careta e passava a língua pelos lábios. – Que foi homi? – Ele se aproximou de mim, e passou de leve a língua pelos meus lábios. Fez uma careta maior ainda. – Cereja.
- Nunca mais use isso. Por favor. – Dei de ombros, peguei uma maça e fui saindo de casa. Ia caminha na praia. – Vai pra onde?
- Caminhar na praia. – Falei em tom de pergunta.
- Você faz exercícios? – Qualé? Eu to gorda? Ou é muito irônico eu fazendo exercícios?
- Faço. Por que não parece? – Ele me olhou de cima a baixo, sorriu parecendo gostar do que via.
- Parece... Você realmente tem um corpo bastante... hum, definido. – Revirei os olhos e me voltei pra porta. – Demora não. Quero almoçar com você hoje. E mais tarde vamos sair. – Olhei pra ele por cima do ombro.
- Pra onde. – Ele riu pelo nariz e se aproximou de mim.
- Sur...pre...sa. – Pontuou cada silaba com um selinho. Dei um tapinha no seu ombro e sai. O bom se caminhar em uma praia particular? Só existe você lá. Caminhei por duas horas, é esse tempo que eu estava acostumada a fazer. Entrei em casa e não vi Pedro, deviria estar dormindo, só sabe fazer isso. Fui pro quarto e assim que entrei no mesmo tirei a blusa, estava morta de calor, cansaço, suor, tudo junto, estava pegando a roupa que eu usaria depois do banho quando senti dois braços envolvendo meu corpo e beijando meu pescoço. Eca, eu tava suja. Sai rapidinho e vi Pedro me encarando confuso.
- Eu to suja. Suada. Um nojo. – Ele fez biquinho.
- Por favor. Você está me matando. Desliguei todos os aparelhos eletro comunicáveis da casa, estamos só nós dois aqui, os caseiros já vieram, ninguém vai atrapalhar. Por favor. – Deu pena dele. Mas eu também tenho os meus direitos.
- Você já abriu o presente das fãs? – Ele bufou.
- Vou pegar. Aproveita e toma o seu glorioso banho.
- Porco!
- CHATA! – Fui pro banheiro e tomei o banho perfeito.
Cheguei na sala e Pedro estava lá com o presente ainda fechado e com a cara emburrada. Sentei de frente pra ele com uma carinha de anjo. Ele esticou a caixa pra mim e eu a abri. Bom era um porta retrato digital com vaaaarias fotos minha e do Pe juntos, fazendo twittcam, fotos que tiramos mesmo, enfim, varias, e também tinha algumas dessas fotos separadas, e no final da caixinha 4 sapatinhos de neném, dois azul e dois rosa. Nos encaramos alguns segundos, ambos incrédulos, eu sorri, por um momento eu imaginei eu, o Pedro, e mais duas criancinhas brincando pela sala.
- Pedro Jr. E Claudia. – Arqueei uma sobrancelha.
- Tá de graça, né? – Peguei um sapatinho de cada e sorri mais ainda. – Gustavo e Rebecca. – Ele sorriu pra mim como se tivesse aprovado a idéia. Só que uma coisa me veio à cabeça. – Eu terei o tal filho, só que quando o contrato acabar, o casamento vai acabar. – Ele me olhou preocupado. Rapidamente soltei os sapatinhos e me afastei. Ele guardou tudo em silencio e sentou um pouco mais perto de mim.
- Pra que tudo isso aconteça precisamos primeiro ter um filho, né? – assenti. – E o que você acha de começarmos a praticar em? – Ele foi chegando mais perto e quando nossos lábios estavam quase se tocando eu esquivei.
- Eu to com fome. – Sorri como um anjinho. Ele me olhou serio.
- Por que você ta fugindo de mim? Poxa... – Se levantou e foi pra cozinha. Eu respirei fundo e fui atrás dele.
- Vamos sair daqui que horas? – Perguntei sem olhar para ele.
- São que horas?
- Duas e meia. – Ele respirou fundo.
- Olha pra mim por favor? Seu cabelo é bonito mas eu prefiro muito mais falar olhando pro seu rosto. – Ri fraco e olhei rápido pra ele. – Vamos sair daqui as 17:00. – Ele se levantou e parou do meu lado. – Eu sei que naquele dia você me disse não. E no mesmo dia eu disse pra mim mesmo que tentaria te conquistar, só que você não está me dando oportunidades de fazer isso.
- Quer dizer que se eu for pra cama com você, eu me apaixono por ti? – Ele riu fraco.
- Não subestime Pedro Lanza. – Ri fraco também e lhe dei um selinho.
- Eu só não acho certo isso. – Ele me olhou confuso.
- Mas é certo estarmos casados contra nossa vontade. – Abaixei novamente minha cabeça.
- Eu não te entendo, uma hora diz que quer me conquistar, outra deixa bem frisado que estamos casados de mentira. O que você realmente quer Pedro? – Ele segurou meu rosto com as mãos para que eu olhasse pra ele.
- Eu quero você. Só você. – Fiz o mesmo com ele.
- Você não percebe que já me tem? – Ele balançou a cabeça negativamente.
- Quero de corpo e alma. Corpo. E alma. – Por fim me beijou, pontuando tal momento.
Quando terminamos de comer, fomos assistir a um filme na metade do filme eu dormi. Quatro horas Pedro me acordou dizendo que tinha que me arrumar. A tarefa de escolher a roupa foi hiper difícil, pois ele não me contou aonde iríamos. Fuck! Fiz minha maquiagem “natural” e desci. Pedro meu olhou da cabeça aos pés, e cerrou os olhos.
- Não acha que ta curto demais? – Balancei a cabeça negativamente. – Já vi que vou ter que ficar de olho em você a noite inteira.
- Afu, hein... – Ele envolveu minha cintura e saímos de casa.
Fomos caminhando até a praia, a mesma do hotel que ficamos hospedados. A única diferença é que agora lá tinha um parque de diversões. Olhei pra Pedro sem acreditar, e ele me lançou um olhar sugestivo. Pulei no pescoço dele o envolvendo em um abraço.
- Adorei. – Sussurrei no seu ouvido. Puxei ele para dentro do parque.
Fomos em vaarios brinquedos diferentes, quase passei mal depois da montanha russa, e ganhei um ursinhos lindo do Pedro. Estava adorando minha noite. Pedro estava atendendo algumas fãs e eu preferi ficar um pouco mais afastada. As meninas deveriam ter uns 16,17 anos, mas tinham um fogo, que só vendo. Um ruivinha estava quase tirando a roupa na frente do Pedro, ele tentava se afastar e ela ia atrás, aquilo já tava me dando raiva, as outras garotas já tinham ido embora e ela não saia. Já estava ficando com raiva, e fui dar umas voltinhas pelo parque, a intenção era chegar na água, toquei de leve meus pés na água fria e um calafrio percorreu todo o meu corpo, não pela temperatura baixa, mas pelo beijo que Pedro deu no meu pescoço. Continuei na mesma posição, olhando a lua que brilhava no fundo do mar.
- Nervosa comigo? – Sua voz baixa no meu ouvido fez com que eu me arrepiasse.
- Maravilhada com a noite. – Ele me virou pra si.
- O que acha de observa- La lá de cima? – Ele se referia a roda gigante. Assenti e nós fomos. Realmente era muito mais bonito lá de cima. Senti os dedos de Pe se entrelaçarem nos meu e o olhei. – Como pode depois de tanto tempo eu continuar te amando? – Dei de ombros e sorri.
- Será que você realmente me ama? – Ele apenas me beijou. Um beijo calmo, apaixonado, que tinha como cenário a beleza da noite.
Quando eram meia-noite fomos embora, Pedro parou em um bar e comprou algumas bebidas alcoólicas, segundo ele era para comemorar, porque agora eu podia beber legalmente. Chegamos em casa e ficamos bebendo e conversando sobre coisas inúteis. Quando já estávamos bastante “animados” ele tentou tirar minha blusa, eu me afastei rapidamente.
- Sabe, eu acho que você ainda é virgem. – Ele falou um pouco embolado e eu gargalhei.
- Por que você acha isso? – Tomou mais um gole da vodca.
- Tu ta sempre fugindo de mim. – Cerrei os olhos.
- Faremos o seguinte. – Ele arqueou uma sobrancelha, mas eu apenas engatinhando até ele. – Você acha realmente que eu sou virgem? – ele apenas balançou a cabeça confirmando. – Ok então...
Retirei sua blusa e ele me encarou confuso, comecei a distribuir beijos pelo seu pescoço, fui descendo os beijos até o seu peito. Olhei nos seus olhos e vi que eles estavam brilhando, mordi seu lábio inferior, e ele me puxou para que ficasse sentada no seu colo, com uma pena de cada lado do seu corpo. Tentou mais uma vez tirar minha blusa, dessa vez eu deixei, também queria aquilo, mas se ele estava pensando que seria fácil ele estava muito enganado. Ele foi descendo o beijo para o meu pescoço, mesmo com ele de calça eu conseguia senti- lo, ele tentou tirar meu sutiã mas eu não deixei, implorava só com o olhar, eu estava amando aquilo. Ele me deitou no tapete e beijou meu pescoço, fazendo um caminho até minha barriga, me deixando arrepiada.
- Diga-me agora se quer parar com tudo isso. – Ele me perguntou arfando.
- Não. Por favor, não. — Ele riu contra o meu pescoço e mordeu o mesmo me fazendo gemer baixo. Minhas mão foram para o botão de sua calça abrindo-o logo em seguida, ele me ajudou a retira-la e eu mordi o lábio inferior ao vê-lo assim, tão pronto. Num movimento rápido eu virei ficando por cima dele, ele me encarou assustado e jogou a cabeça pra trás quando eu sentei em seu membro, ondulei meu corpo sobre o dele e ele gemeu alto. Me inclinei,dei um beijo no seu pescoço, depois lhe dei um selinho e me levantei. Ele rapidamente se sentou e me encarou com um misto de surpresa e desespero. – Cansei de brincar.
- Não, não, é minha vez de brincar. –Ele se levantou, subi correndo pro meu quarto, entrei no mesmo, não consegui fechar a porta, porque ele já estava bem perto de mim, pulei a cama e parei do outro lado da mesma, ele ficou me encarando por alguns segundos, ambos estávamos arfantes, e eu ainda o desejava mais que tudo. Tentei dar a volta, mas ele me puxou pela cintura, olhei em seus olhos, e fui me aproximando, dei-lhe um selinho e aproveitei o momento de distração dele e saí correndo. Quando cheguei na sala parei ao lado da porta, ele me olhou com um sorriso divertido nos lábios e se aproximou até que nossos corpos quase se tocassem. – Por que foge de mim? – Se aproximou mais.
- Porque eu acho mais divertido.
- Me ver sofrer. – Tive que me apoiar na parede, porque quase fui ao chão ao sentir sua respiração próxima ao meu pescoço. – Você vai fugir de novo? – Balancei a cabeça negativamente. – Ótimo, porque eu quero tentar algo. – Então ele me pegou no colo, enlacei sua cintura com minhas pernas, e nos beijamos, ele abriu a porta e foi me guiando pra fora. WHAT THE FUCK? Separei-me dele.
- Tá maluco?! – Ele riu e pulou na piscina. Pulamos.
- Por você.
~POV PEDRO~
Caímos na piscina e ficamos um de frente para o outro, ela me olhava com um sorriso de canto, com os seus lábios perfeitos, me aproximei dela a encostei na beira da piscina e ela ainda sorria.
-Ta com medo?
-De quê?
-É porque agora não tem como você fugir de mim. – Eu pus minhas mãos na beira da piscina “prendendo” a Joana
-E quem disse que eu quero fugir de ti? –Sorrimos.
Dei-lhe um beijo leve, calmo. Depois mordisquei de leve seus lábios, seu queixo e enfim seu pescoço dando lhe chupões, mordidas e beijos sob sua pele molhada. Passei minha língua quente por seu pescoço subindo até sua orelha e dei um leve gemido para excitá-la e sorri ao ver que ela estava arrepiada. Sorri ao ver que a tinha em meus braços, meus lábios. Sorri ao sentir seu cheiro, um leve cheirinho de loção para bebês. Bom, posso dizer que já transei com muitas mulheres e algumas cheiravam a perfume caro, barato, importado, bom, ruim, fedorento, bom e uma cheirava a charutos. Mas a Joana é a mulher, e estava entregue a mim naquele momento. E isso me fazia feliz por completo.
#POV JOANA
O Pedro estava beijando o meu pescoço depois de me dar um beijo calmo sobre os meus lábios. Fechei meus olhos para sentir todo prazer que me proporcionara, me arrepiei ao sentir sua língua em meus pescoço ele percebeu, pois, deu um sorriso contra minha pele me fazendo sorrir também. Encarou-me por um tempo e desceu suas mãos até minha cintura tirando meu short timidamente me deixando apenas com as partes intímas. Então continuou a exploração, pôs as mãos nos meus quadris e afundou e lá em baixo ele beijou meu colo, entre meus seios, passou língua em meu ventre até a borda da calcinha onde tinha um lacinho roxo. Contorci-me depois de tal provocação. Subiu para recuperar o fôlego e pude ouvi lo dar um sorriso fraco a me ver de olhos fechado. Então finalmente ele tirou meu sutiã pus minhas mãos em seu cabelo ao sentir sua língua tocar meu seio, e quanto mais desejava que ele chegasse aos mamilos, mais ele tardava. Ele pos minhas pernas em volta de seu corpo me fazendo ficar com os seios fora d’agua e ele poderia fazer aquilo no entanto sem ficar dentro d’água . Ele tomou meu seio novamente e de novo ficou tardando o encontro de sua língua quente com o bico do meu seio, duro pronto para ele que ao tocá-lo me fez gemer fraco. Ele brincou um pouco ali e me deixou sentada na beira da piscina e eu automaticamente abri minha pernas então ele passou seus lábios quentes na parte interna da minha coxa (ele estava dentro da piscina) e com os dentes ele tirou minha pequena calcinha e jogou na parte de fora da piscina. Com ternura beijou minha intimidade e novamente brincou ali fazendo movimento circulares com a língua, e pressionava quando atingia meu clitóris, soltei um grito de prazer quando sua língua entrou em mim, suas mãos agarraram meus quadris ao mesmo tempo em que ele aumentava o ritmo dentro de mim, então tão rápido como começou acabou. Ficou por cima de mim e beijou meu pescoço, depois sussurrou no meu ouvido “Joana Bellucci, você é perfeita. Não tem defeito algum” Sorri o virei ficando por cima dele, beijei seu pescoço, desci até seu peitoral e chegando finalmente na sua boxe. Então o puxei levando- o para dentro da piscinha novamente. O levei até a borda e desci,sorri ao ver o VOLUME que estava a sua boxe então beijei seu membro,ele ainda estava de cueca, me repreendi mentalmente por isso e como um passe de mágica sua boxe estava bem longe de nós. Explorei todo seu corpo passando meus lábios sobre sua pele molhada, queria conhecê-lo . Rapidamente ele me trouxe de volta a superfície e sem esperar mais me penetrou. Ele me pressionava contra a borda da piscina, confesso que realmente doía, mas isso era a ultima coisa que se passava pela minha cabeça nesse exato momento. Agora éramos um só. E era assim que eu queria. Eu e ele. Nós. Um só.
Notas finais
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