This Is Life
35 Balada?
Notas iniciais
CAPITULO DEDICADO A Miss Nothing QUE ME DEIXOU SUPER FELIZ COM UMA COISINHA QUE ELA ME FALOU, E A MINHA QUERIDA DaniellyBarizon PORQUE EU AMEI O REVIEW DELA, E POR UM OUTRO MOTIVO, QUE DEPOIS CÊS IRÃO DESCOBRIR. U.U
CAPITULO 3
POV JOANA
– Você sentiu minha falta? Que dizer, durante esse tempo, você se lembrou de mim? – Pedro sorriu. Aliás naquela noite isso era o que ele mais fazia, não sei se por vontade ou por saber que essa era uma das coisas que eu mais amava nele. É. Amo. As crianças já estavam dormindo, Pedro dormiria na minha casa, estava tarde.
– Isso seria uma pergunta retórica? – dei de ombros. – É claro que eu senti sua falta, eu só pensava em você, em nós. Em tudo aquilo que nós dois não tínhamos feito, e deveríamos fazer. – Abaixei a cabeça. – E você, sentiu minha falta?
– Todos os dias, todas as horas, minutos, segundos... eu só pensava em você, e vamos ser sinceros, eu tinha dois clones seu ao meu lado. Toda vez que eu os olhava eu só pensava em como seria bom se você tivesse ao meu lado. – Confessei.
– E por que você nunca voltou? Nunca me procurou? E pior, fugiu de mim? – ele perguntou segurando meus rosto com a as mãos.
– Não era tão simples, eu tinha dois filhos, dois filhos seus, que você sequer imaginava a existência deles, não era somente chegar até você e falar: Olá Pedro, esses são seus filhos. E mesmo que fosse somente para fazer isso, eu não teria coragem, encarar você depois de ter ido embora daquele jeito, falado aquelas coisas, eu admito, eu acho que nunca iria ter coragem de procurar você! – Ele fechou os olhos e saiu de perto de mim.
– Nem por nós? – perguntou depois de um tempo em silencio. – Nem pelo amor que construímos durante esse tempo? Ainda assim você não me procuraria? – Fechei meus olhos para que as lagrimas não escapassem, mas foi inevitável. – Não chora, por favor! Olha para mim, ainda podemos ser uma família! Ainda podemos ser como éramos. É só você me dizer que sim. – Olhei no fundo de seus olhos.
– Pedro, eu...
~~~~ POV THOMAS ~~~
Cheguei em casa depois de um longo dia. Um longo dia de muita palhaçada com os garotos. Exceto pelo Pedro, que foi dormir na casa da Jô. Hm.. Esse é o meu garoto!
Fui até a cozinha e me deparei com uma cena bem excitante: Danielly, apenas de lingerie, apoiada na pia, lavando algo lá.
–Boa Noite, rainha da beleza! – Falei enquanto abria a geladeira.
– Thomas?! – ela falou assustada. – Meu Deus! Desculpa, desculpa, eu vou colocar uma roupa.
– Não precisa! Tá maravilhosa assim. – ela arqueou uma sobrancelha.
– Você não mudou nada... – Ri fraco e ergui as mãos em sinal de rendição.
– Balada? – Propus.
– Vou me arrumar. – Assenti. Ela passou por mim, meu Deus! Que corpo!
Fui rápido me arrumar, tomei um banho bem gelado, minha “amiga” acordou meu “amigo”. Estava terminando de arrumar o topete quando ela bateu na porta dizendo que estava pronta. Parei para me olhar uma ultima vez. Eu sou bonito, mas hoje, uau...!
Cheguei na sala e minha boca se abriu em um pequeno ‘0’. Ela estava maravilhosa!
– Vamos? – Perguntou levemente corada.
– Hãan...? Há, vamos , claro!
Peguei as chaves do carro e nós saímos. A ida foi bem tranquila, ficamos conversando sobre a banda e a como era a vida dela na França. Ela é modelo.
Chegamos lá e como o segurança me conhecia, nos levou até o camarote. Claro, aquele eu que somente os famosos ou os filhinhos de papai ficavam.
– Nossa, grande produção super astro! – Ela falou rindo.
– Um pouco do melhor, para a melhor. – Ela sorriu.
– Melhor assim. – Falou se aproximando de mim, parou na minha frente, envolveu meu pescoço com os braços e rebolou sensualmente no ritmo da musica. Ela tá querendo meu enlouquecer! Puxei firmemente seu corpo contra o meu, ela sorriu maliciosamente e roçou seu salto em minha perna. Mordi o labio inferior.
– Quer beber algo? – Perguntei. Ela assentiu, fui até o bar e enquanto o barman preparava nossas bebidas e eu fiquei olhando-a. Ela é maravilhosa! Sempre foi. A maravilhosa que eu já comi, que eu fui o primeiro a comer. Mas quando ela tinha 15 anos nem se comparava a isso. Não mesmo.
– Senhor Alexander, seus drinks.
– Apenas Thomas, obrigado. – Fui andando até ela. – Gostosa. – sussurrei em seu ouvido.
– O disco tá quebrado, loiro? – ela perguntou rindo enquanto pegava seu copo.
– Com você só tem uma parte do meu corpo que não entra em pane. Quer ver? – Ela riu alto, e virou de costas pra mim, esfregou seu corpo no meu ao ritmo da musica. – Você sabe como eu sou e continua querendo me provocar...
– Que foi? Eu só estou dançando, acho que você deveria fazer isso também. – respirei fundo.
– Acho que você também me quer. – ela se virou ficando de frente para mim e me deu um selinho.
– Eu sempre te quis.
Levei ela para uma parte mais escura do camarote, ela sorriu torto.
–O que vamos fazer aqui? – ela arqueou uma sobrancelha.
– Somente aquilo que você quiser. – falei rente ao seu ouvido e pude sentir ela se arrepiar.
– Aquilo que eu quero fazer aqui, é considerado crime ser for feito em publico, então aconselho você a somente me beijar, e beber muito, até que nós dois fiquemos bêbado e loucos, mas tão loucos que só iremos conseguir dormir depois de uma longa noite de sexo selvagem. Então, topa? – Como resposta, beijei-a, não, não foi um beijo romântico, foi um beijo cheio de segundas intenções, sua mão apertava fortemente minha nuca, enquanto a outra puxava minha camisa, minhas mãos vagavam pelo seu corpo. Ela se afastou levemente. – acho que estávamos prestes a cometer um crime.
– Você ainda não viu nada, loirinha...
~~~~~CONTINUA~~~~~~
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