Notas iniciais
Hey Cupcakes *-* Pois é olha eu aqui de novo, eu acabei me empolgando ontem e escrevi um capitulo de 15 mil palavras então estou dividido em vários, provavelmente vou postar um por dia hahahaha Bem vindo novos leitores, a cada leitor novo eu me empolgo mais para escrever, então quando comentam e favoritam só falto ter um ataque do coração :3 Preparados para um cap hot hot com a Melissa e o Castiel? Um segredo da Mel revelado minha gente :3

–Um dia você é o vilão e no outro Super herói? Mais que cara incrível você é!- Eu disse olhando para ele, e ele sorriu de lado.

__________________________________________________________

–As garotas sempre dizem isso- ele disse, eu ri e ele ficou sério- Bom, agora vamos ao que importa.

Eu tombei a cabeça para o lado um pouco confusa.

–E o que seria?

–O que raios estava acontecendo aqui? Minha mãe sempre disse que eu arranjo confusão mais você? Tão pequenininha e fofinha, arranjando briga todo dia!

–Nada demais e eu não sou pequenininha e fofinha- disse emburrada.

–É sim!- ele apertou minhas bochechas.

–Para com isso Castiel- resmunguei, me soltando do seu aperto e ele sorriu- O que foi?

–Eu gosto quando você fala o meu nome- ele disse e eu fiquei sem graça.

Senti minhas pernas doerem e eu sentei para disfarçar, mas o Ruivo me seguiu sentando na minha frente.

–O que foi?- eu questionei mais uma vez- A desculpa eu me esqueci de agradecer, Obrigada.

–De nada encrenqueira.

–Você é um ótimo ator, acho que foi tão bom que eu acho que estragou o seu lance com a loira gostosinha.

–Ainda bem, já te disse que prefiro morenas e além do mais eu não brinquei quando disse que ela era a pior vadia e a mais chata que eu já tinha visto.

–Ela nem sempre foi assim- eu suspirei.

–Tanto faz, mas eu tenho certeza que você ganharia um Oscar de melhor atriz, todos aqueles sorrisos e expressões, juro que pensei que você ia chorar antes de eu chegar.

–Eu não choro.

–Não chora? Já ouvi essa frase de muitos garotos, até eu mesmo já disse mas você? Tem cara de chorona sim- ele deitou na grama ainda me olhando.

–Você está errado- quando eu disse isso ele olhou para mim, senti uma vontade enorme de desviar o olhar, aqueles olhos tempestades pareciam me despir.

–Eu estou errado? Sabe o que eu vejo quando olho para você? Não superficialmente, dentro de você? Eu vejo uma fujona, medrosa e mentirosa, que se esconde, agora o que eu não entendo é o porquê que você faz isso.

Eu sabia aqueles olhos não eram normais, desde a primeira vez eu sabia que se eu encarasse demais ele iria saber tudo.

–Não sei do que você esta falando, você é doido- disse me levantando.

–Já vai fugir?- ao dizer isso eu parei e olhei para ele.

–Eu to não entendo o que você quer.

–Na verdade nem eu, acho que me incomoda pessoas que fingem ser uma mas são outras- ele se sentou ainda me olhando.

–Você não sabe de nada- rebati.

–Então porque você não me conta?- ele alcançou meu braço e me puxou me fazendo cair encima dele.

–Porque eu não quero, não sou obrigada a te falar nada- continuei firme.

–Mas que menina ingrata.

–Você pode me soltar, por favor- eu disse tentando ainda parecer firme, mas era impossível, aqueles olhos me impediam de alguma forma.

–Só quando você me disser o que eu quero saber, não sou de escutar conversas ou brigas, tanto faz, mas eu acabei escutando muita coisa.

Eu o olhei e vi que ele não iria me soltar.

–O que você quer saber?

–Hm vamos ver- ele deitou novamente na grama me puxando para o seu lado sempre me segurando pela cintura- Ouvi algo sobre ser um fardo para os pais, doente, mimada e inútil.

Bufei irritada, ele queria que eu fizesse o que contasse tudo? O que eu iria fazer? Posso contar a minha vida para um estranho?

–Eu já fui muito doente quando era pequena, eu era fraca e ficava doente muito fácil então eu todo mundo sempre estava preocupado comigo, inclusive um menino que a Ambre gostava o que deixou ela muito ressentida- Eu disse, não contei a toda verdade verdadeira mais o suficiente.

Ele me olhou e eu tentei parecer mais verdadeira possível.

–Ok por enquanto isso vale pequena- ele sorriu e eu sorri junto- esse sim é um sorriso de verdade.

Ele bateu a ponta de dedo no meu nariz me fazendo sentir uma criança.

–Ei, esta falando que os meus outros sorrisos não são?- questionei emburrada.

–Sim, os únicos sorrisos que eu vi você dando de verdade foi ontem a noite comigo e agora, na frente das outras pessoas você finge sorrisos- ele disse me deixando incomodada.

Isso estava ficando muito perigoso, como ele sabia dessas coisas? Ele estava me fazendo falar coisas que não devem ser ditas, isso não é bom.

–Iludido, você está imaginando tudo isso- eu disse- você mal me conhece, não faz nem dois dias e já esta ai dizendo que sabe quais são meus sorrisos.

–Você tem razão, eu mal te conheço, e geralmente não me interesso muito pelos problemas pessoais das garotas que eu saio e menos ainda das que eu não saio, mas sei do que eu estou falando- ele disse sério.

–Isso tudo é uma palhaçada- eu digo me virando para cima e fitando o céu- Eu não sei o que você quer comigo, de verdade.

–Nem eu sei, só sei que seu corpo é como um imã para mim- o senti se virando para fitar o céu também- sempre que eu olho os seus olhos eu vejo essas coisas, não é um dom meu, de olhar as pessoas e saber as coisas é uma coisa que acontece com você, e também eu tenho isso de ser sincero com você, falar o que eu penso, e de querer saber mais de você é estranho eu nunca passei por algo assim antes- respondeu frustrado.

Eu olhei para ele, ele estava de olhos fechados o que me deu chance de admirar ele por mais tempo, seu nariz perfeito, seus lábios pareciam desenhados, seus cabelos ruivos até os ombros espalhados na grama, lindo.

Esse garoto era diferente, me fazia me sentir diferente, agir diferente, e também me faz ter uma sensação de eu tinha achado algo, mas o que é eu não sei.

–Eu tenho mais uma pergunta- ele disse abrindo os olhos e virando para mim.

Nós estávamos frente a frente, narizes apenas alguns milímetros um do outro, eu podia sentir seu hálito mentolado, podia sentir seu braço segurar firmemente minha cintura, eu podia sentir seus olhos concentrados nos meus.

Ele não era o único que conseguia ver através dos olhos ali, eu podia ver ele se escondendo atrás de um garanhão conquistador, bruto, grosso, que finge não se importar, mas dentro dos seus olhos eu via toda a preocupação, afeto, carinho, um bom coração, tudo reprimido dentro de si, eu sorri ao pensar que talvez fosse uma das poucas a estar recebendo tais sentimentos dele.

Eu perdi a noção de quanto tempo ficamos ali, só um olhando para o outro, eu podia sentir uma corrente elétrica passando de um corpo para o outro, eu sentia o tal imã que ele havia dito puxando os nossos corpos querendo nos colar, senti um formigamento no meu ventre, mordi meus lábios involuntariamente.

–Não morda- ele segurou meu queixo, sua voz saiu muito mais arrastada e sensual, me fazendo respirar um pouco mais rápido.

Eu tinha medo daquele som escapar outra vez pelos meus lábios, era muito vergonhoso.

Senti seu dedo passar pelos meus lábios bem devagar, involuntariamente minha língua encostou na ponta do dedo dele.

Seus olhos se arregalaram um pouco e ele colou nossos corpos acabando com o pouco de espaço que havia entre eles.

Nossos corpos se encaixaram perfeitamente, eu sentia sua ereção cutucando o meu sexo, meus seios estavam espremidos em seus músculos, seus dedos encontraram os furos da parte de trás da minha camisa me fazendo sentir pequenas ondas de choque.

Eu tinha uma guerra no meu interior meu corpo todo agia de acordo com o que o Castiel fazia querendo mais, só que o meu cérebro entrava um curto, pois sensações que ele nunca havia visto antes apareciam a cada toque.

Ele começou a acariciar meu rosto e levar sua mão para a parte de trás do meu cabelo, enroscando seus dedos, encostou as nossas testas, e seu nariz encostou-se ao meu.

–Você é diferente- nós dissemos juntos em um sussurro.

Olhamos um para o outro.

–Eu não sei o que está acontecendo- ele sussurrava- Nunca me senti assim- ele passava o seu nariz pelo meu rosto- Nunca me deixaram assim com apenas isso- ele pressionou nossas intimidades de fazendo me soltar um gemido baixo- Nunca senti tanta vontade de ouvi um som desses- ele puxou a parte de trás do meu cabelo e outro gemido escapou pelos meus lábios- Nunca senti vontade de pegar alguém e guardar para mim, como estou sentindo nesse momento, o que você fez?

–Eu não fiz nada- disse baixo, minha voz saiu diferente do normal.

Mordi meu lábio para me assegurar que aquele som constrangedor não saia da minha boca de novo.

–Eu já disse para não morder- sua mão soltou meus cabelos e foi novamente para o meu lábio.

Não consegui reprimir a vontade de passar a língua de novo, só que dessa vez um pouco mais de contato, era incrível sua reação quando eu fazia isso.

Assim que o fiz, seu membro pulsou perto do meu sexo.

–Não me provoque desse jeito- ele disse em um tom mais sofrido- Não sou bom com um tal de auto controle.

–O que você queria me perguntar?- Perguntei, eu sabia que se ele perguntasse qualquer coisa neste momento eu não iria mentir, eu não queria mentir.

–Aquela loira disse que você não podia mais dançar, por quê?

–Porque o médico me proibiu- eu fui sincera.

–O que você dançava?

–Ballet- quando eu disse isso ele sorriu abertamente, o que me fez me derreter, parecia tão certo ele sorrir assim.

Levantei minha mão e levei ao seu rosto, ele fechou os olhos sentindo o meu toque.

–Melissa- ele disse meu nome como se fosse uma canção- Um dia eu vou ter ver dançar?

–Eu não danço mais- respondi ficando um pouco triste.

–Por quê?- ele perguntou ainda de olhos fechados.

–Eu já te disse, o médico proibiu- ele abriu os olhos e me analisou- E quando eu insisto em dançar acontecem coisas como ontem, eu fico fraca e desmaio.

–Isso é tão errado, ontem eu estava pensando que você perecia aquelas bailarinas das caixas de musica- disse ele sonhador- Agora parece tão certo em imaginar você como uma, eu quero te ver dançar um dia.

–Quase impossível, iguais as apresentações que eu fazia antigamente não posso fazer, hoje em dia só se pode ver em vídeos.

–Eu quero ver- ele sorriu e que fez minha tristeza diminuir- você promete que vai me mostrar?

–Prometo.

Eu comecei a rir, parecíamos dois namorados, fazendo promessas e caricias, esse pensamento que me incomodou.

–Você deveria sempre sorrir assim, fica linda- eu desviei meu olhar envergonhada, uau ele me achava linda- E fica mais linda ainda corada.

–Eu não estou corada- disse emburrada.

–Fica tão fofa com esse bico.

–Eu não estou fazendo bico.

–Fica maravilhosa irritada.

–E você acha que escapa? Fica lindo todo preocupado, fica fofo sendo todo carinhoso e fica maravilhoso com aquele sorriso arrasa quarteirões no seu rosto.

–Tem certeza que você está falando de mim?- Ele levantou uma sobrancelha, com um sorriso torto nos lábios- Pois é estamos aqui trocando elogios como se fossem xingamentos.

Então nós começamos a rir.

Ouvi um som conhecido e comecei a me mexer procurando meu celular.

–O que foi?- ele questionou.

–Meu celular, eu não acho.

Ele levou a mão até a minha bunda tateou procurando o celular.

–Não está aqui.

–Seu idiota- disse emburrada.

Ele passou a mão pela minha cintura e mexeu na parte da frente, colocou a mão um pouco por dentro do meu short e puxou o celular, só que nesse movimento todo, ele pode não ter percebido mais chegou muito perto daquele lugar, o que me fez ficar tensa.

–Ei vai querer que eu atendo mesmo? Vai que é seu irmão, acho que ele não vai curtir- ele disse sarcástico.

–Me da isso aqui seu tarado- eu peguei o celular da mão dele e ele fez uma cara de injuriado.

–Alô- na hora que eu atendi o Castiel parece ter encontrado o caminho para o meu pescoço.

–Alô? Melissa já são 01h30min da tarde, o Armin disse que você saiu 11 e pouco!- A voz da Megan chegava aos meus ouvidos.

Mas eu não estava preocupada com isso e sim com o Ruivo que fazia um tour pelo meu pescoço.

–E-eu aca-be-bei cochilando de.. baixo d-da árvore, j-já estou in-do – Disse com muita dificuldade, minha respiração já estava falha.

–Melissa do céu você está bem? Se tá passando mal? Onde você está? Os meninos já estão indo!

Eu empurrei o Castiel e me sentei.

–Não!- gritei- Eu estou bem e já estou indo para casa, ninguém precisa vir!

–Tá, mais vem rápido suas visitas estão morrendo de fome.

–Ok já estou indo- e desliguei o telefone e olhei irritada para Castiel que ria ainda deitado na grama- Seu idiota, quase que mandam um exercito atrás de mim!

–Não duvido, só que você parecia tão deliciosa- disse ele apoiando a cabeça com a mão e com a outra passando os dedos pelos lábios.

–Pervertido!- eu disse rubra.

Ele me olhou maliciosamente e sorriu.

Eu não sei como um ser daquele tamanho pode ser rápido, mas eu já estava debaixo dele, com os meus braços presos encima da cabeça e suas pernas prendiam as minhas.

–O-o que você esta fazendo?

–Sendo pervertido- ele sorriu e se aproximou do meu pescoço, parece ser o lugar preferido dele.

–P-para idiota- eu tentava me soltar, mas ele me segurava firmemente.

Eles começou a distribuir beijos pelo meu pescoço, dando leves mordidas, enquanto eu suspirava.

–Castiel eu preciso ir para casa para- era o que meu cérebro dizia mas meu corpo queria mais.

Ele parou e me olhou, nos fundos dos meus olhos.

–Eu gosto de você assim, com todas as cartas limpas na mesa, não fique me escondendo nada- ele dizia sério.

–Eu digo o mesmo- eu disse e ele deu aquele sorriso arrasa quarteirões, que me fez sentir um arrepio lá em baixo.

–Hoje à noite, lá na casinha do cachorro- ele disse.

–Para que?

–Se lembra? Você me prometeu mostrar o seu vídeo dançando- ele disse e eu fiz uma careta.

–Tudo bem, hoje a noite de te mostro, agora me deixa ir.

–Só depois de você sorrir- ele disse.

–Não consigo, eu estou brava, por sair te prometendo coisas- eu disse emburrada.

–A é?- Ele soltou as minhas mãos e foi direto para a minha barriga.

Comecei a meu contorcer de cócegas, ria como uma hiena, isso era tão injusto, mas ele parecia se divertir ao fazer isso.

–Pa-pa-ra Cast pa-ra- eu tentava dizer entre os risos.

Ele parou e me olhou satisfeito.

–Assim está bom- um sorriso se formou em seus lábios enquanto um bico se formava nos meus.

Ele segurou os dois lados da minha cabeça e foi se abaixando lentamente, alternando o olhar entre meus olhos e minha boca deixando clara sua intenção.

Então finalmente nossos lábios se tocaram, ele me segurava e me tocava tão cuidadosamente que parecia ter medo de me quebrar.

Levantei minhas mãos livres e enrosquei meus dedos em seus cabelos macios o puxando para mim, aprofundando o beijo, ele pediu passagem e eu cedi, nossas línguas se encontraram e começaram uma batalha desesperada por liderança, depois de um tempo começaram a se entender e entrar em uma sincronia perfeita, sua mão apertou a minha cintura, eu o sentia lutar consigo mesmo tentando se controlar, então o maldito ar se fez necessário, ele se afastou dando selinhos e por fim uma mordida dolorida no meu lábio inferior.

Nós nos olhamos ofegantes, um sorriso bobo dançava em seus lábios, quantos sorrisos ele poderia ter? Eu queria ver todos.

–Isso é impossível- ele disse e balançou a cabeça- Vamos logo antes que eu faça alguma besteira.

Eu ainda estava atordoada com aquele beijo, eu me pergunto se ele sente essa corrente elétrica que passar por nós cada vez que nos tocamos.

Ele se levantou e estendeu a mão para mim, eu não gostava de ser ajudada, curtia minha auto independência, mas como poderia se recusar algo dele? Aceite sua mão e olhei em volta procurando meu cachorro.

Surpreendi-me ao ver ele e o cachorro do Castiel sentados um do lado do outro a um metro de onde estávamos.

Eu olhava incrédula, meu cachorro tinha um péssimo abito de acabar com o clima sempre, mas dessa vez ele ficou apenas sentado observando.

–Vem Binho- o chamei e ele veio, passou pelas minhas pernas e sentou ao meu lado, peguei a coleira no chão e prendi em seu pescoço.

–Que inveja- Castiel disso e eu olhei para ele desconfiada, seu cachorro já estava preso na coleira, levantei um pouco os olhos, olhei seus cabelos e ri.

–O que foi?- ele perguntou e eu apontei para o seu cabelo- Isso é culpa sua!- Ele tentava arrumar os cabelos revoltos- Mas se eu fosse você não riria tanto, já deu uma olhada no seu pescoço?

Peguei meu celular e ativei a câmera da frente, quase dei um grito ao ver meu pescoço todo marcado, estava um pouco vermelho com algumas marcas mais fortes.

–EU NÃO ACREDITO!- Gritei irritada.

–Juro que não foi minha intenção- ele segurava o riso.

–Mas é claro que não — eu disse sarcástica, enquanto pensava em um jeito de ninguém ver até eu chegar ao meu quarto.

–A culpa não é minha que você é tão branca que fica marcada fácil- ele se defendeu.

–Mais que merda, o que eu vou fazer?- passava a mão em meus cabelos presos, é isso meus cabelos, em um movimento tirei o elástico que os prendia, eles caíram como uma cascata.

Olhei para o Castiel e ele olhava meus cabelos, esticou a mão e pegou uma mexa e cheirou.

–O que você está fazendo?- questionei um pouco sem graça.

–Seu cabelo é muito lindo- Pela primeira vez eu não achei chato ter o cabelo tão liso.

–Cobriu?- Eu perguntei, me referindo ao meu pescoço e ele assentiu- Ótimo vamos.

Nós caminhamos em silencio até em casa.

–Merda- ele disse e eu olhei para onde ele olhava.

–Merda- Eu disse também, na frente de casa estava todo mundo Megan, Nico, Annie, Rosa, Alexy, Armin, Nathaniel e por fim e inesperavelmente Ambre.

Notas finais
Eai curtiram? Vocês acham que está indo rápido demais esses dois? Acham que eu devo dar um freio no fogo deles? Um segredo da Mel revelado ushaushuahsuah' Comentem meu amores *-* xoxo, bruta ;*