The new Kira, the new world.

1 Capítulo 1 : '' The New Death Note ''


25 Anos após o incrivel caso ‘’Kira’’, onde envolveu muitas mortes de assassinos,bandidos,serial killers, e até mesmo pessoas inocentes, Tokyo Inteira ficou abalada com essa situação.

Afinal, isso era uma coisa comum, pois, quem não iria ficar abalado, ao saber que um simples caderno preto, poderia fazer um efeito tão real assim, ‘’Matar alguém só pelo nome’’.

É,o caso Kira, foi o maior caso que Tokyo já enfrentou, vários detetives morreram, principalmente, o maior detetive já visto, o Detetive L.

Se você não conhece o Detetive L, acho que nunca viu um verdadeiro Detetive! L, era o melhor detetive de todos os tempos, ninguém jamais soube seu verdadeiro nome, pois antes de morrer, nunca revelou seu verdadeiro nome, e acho que não tinha como saber, afinal, L era um Orfão, não tinha registro, não tinha Nome...

Mas acho que realmente era um caso de maior medo, afinal, qualquer erro que você cometesse,o assassino ‘’Kira’’, ou sua verdadeira indentidade, Light Yagami, poderia simplesmente escrever seu nome, você Morre.

É, mas acho que já chega de Papo, afinal, tô atrasado pra aula!

*O Sinal do recreio toca*

- Ahh, finalmente está droga de aula acabou! Quero correr logo pra casa, preciso manter meu recorde no Densetsu no rigu, sabe né? Tem alguns caras tentando roubar meu recorde, mas não vou deixar! – disse meu amigo ingênuo e imaturo, Hiatsu, Um jovem saudável, mas pra lá de preguiçoso! Cabelos laranjas, olhos marrons...um jovem normal.

Mas, diferente do Hiatsu, eu, Kuroganne Hadou, um jovem de 16 anos, 1 ano mais velho que Hiatsu, um bonitão e esperto, o mais ‘’Boa pinta’’ da turma, não ficava desperdiçando minha vida em um jogo patético para nerds gordões.

Eu, era uma pessoa pacifica, muito esperta, uma pessoa normal, de bom com a vida, mas, isso tudo estava prestes a mudar...

Logo depois da aula acabar, fui a caminho de minha casa, que ficava um pouquinho longe, mas pra minha saúde, era bom, afinal era uma grande caminhada.

Quando cheguei em casa, cheguei e bati a porta com tudo, e dentro de mim, imaginei uma série de palavrões passando em frente aos meus olhos.

Eu estava muito ‘’P’’ da vida, pois, era graças a esses raios de cabelos azuis, que todos os dias, eu sofria uma série de risos, olhares expressando ‘’Seu verme’’.

Todos aqueles elogios, eram temporários, eu escondia minha raiva, pra não afetar minha carreira de aluno mais esperto, pois se eu deixasse toda minha raiva sair, eu metia a porrada naqueles caras...

Fui correndo ao meu quarto, foi quando minha mãe me perguntou :

- Kuroganne, como foi a aula ?

Então, muito estressado, gritei :

- Mãe, eu já disse...Odeio este sobrenome Kuroganne!É pra me chamar de Hadou!

- Ué, mas que grosseria, pra que gritar assim com sua mãe ?!

- ...

Corri até meu quarto, e bati a porta com a maior força, até gritei alguns palavrões bem baixinhos, só pra liberar um pouquinho da minha raiva.

*Bateram na porta*

Era meu pai, Kuroganne Hadaritsu, 47 anos, policial :

- Filho, oque sua mãe fez pra merecer aquela gritaria que você fez com ela ?

- Gritaria?Você só ta me zoando né?!...Sai do meu quarto, por favor!

- Escute bem Kuroganne! Tenha modos ao falar comigo!

- Eu já disse que eu odeio esta...esta...

- Está oque ?

- Esta PORCARIA de sobrenome! Porque logo eu, fui receber esta merda? Porque logo eu, em Zilhões de pessoas, tive que nascer com cabelo azul? Eu odeio isso! Quero que todos se ferrem!

- Kuroganne, dessa lá em baixo, e pessa desculpas para sua mãe, depois volte aqui, e não saia de seu quarto por 1 semana inteira!

Emburrado pra caramba, desci, com uma vontade de levantar a mão e mostrar o dedo do meio pra todos, expressando ‘’Vão se ferrar’’. Foi ai que eu resolvi, sair de casa, e ver a garota que eu mais amava, Mizuki Atsudamoshi.

Foi ai em que meu pai me interrompeu e gritou :

- Kuroganne, você não vai a lugar ALGUM!

- E Como você vai me empedir – fiz aquele olhar de onça, desafiando meu pai.

- Venha aqui agora.

Sai correndo, chorando, mas correndo, eu queria me desculpar, mas não podia, afinal, eu não iria pedir desculpas depois de tudo oque eu fiz né?

Olhei pra trás, e lá estava minha mãe, correndo de camisola naquela chuva que tinha acabado de começar, ela corria e gritava ‘’Hadou, volte aqui, por favor!’’, Eu olhava, e pouco me lixava, continuava correndo, até que eu fui atravessar a rua, e em um beco, um homem armado com uma faca, pegou minha mãe e a ameaçou, depois cortou levemente uma parte de seu braço, criando apenas um corte, então minha mãe, tentou reagir, mas, o bandido, pegou a faca e...enfiou bem na minha mãe, ela, jorrando sangue, caiu no meio da rua, o bandido avia fincado a faca bem em seu braço, minha mãe ia sobreviver,o cara saiu correndo, foi quando, um caminhão vinha bem em direção a minha mãe, ela, muito fraca não podia se movimentar, então foi ai que...Ela morreu atropelada.

Eu, me sentindo extremamente culpado por isso, gritei, e soquei o ar, com muita, muita raiva, com vontade de estraçalhar o bandido, desejei que ele queimasse no inferno, gritei vários palavrões, pedi ajuda, mas ninguém vinha, afinal, quem ia sair naquela chuva, pois estava chovendo muito.

Meu coração se encheu de ódio, senti como se minha alma fosse dominada pelo ódio eterno, eu queria uma vingança, queria que o bandido morrese bem em minha frente, eu estava tomado pelo ódio de vingança, senti meu coração pulsar fortemente, varias vezes, repetidamente, cada vez aumentando a pulsação, naquela hora, eu já estava tomado pelo ódio, pois era tudo minha culpa.

Foi quando vi, com meus próprios olhos, uma luz iluminando minha cabeça, um luz trazendo um caderno, foi quando o caderno caiu sobre minhas mãos, que arregalei os olhos, e comecei a pensar, como isso é possível, esse, esse caderno é..

O Lendario Death Note?

Eu não acreditei, esfreguei os olhos, me belisquei, e não, aquilo não era sonho nem miragem, era o verdadeiro death note, a arma utilizada por Kira, para matar pessoas.

Eu achava que isso não existia, como, porque esse caderno está comigo?Foi ai que eu ouvi, uma vóz demoníaca, dizendo :

- Não foi o caderno quem lhe escolheu, foi tu, que escolhestes o caderno.

Eu não entendi raios algum, eu não estava entendendo nada, só sabia que tinha uma arma mortal sobre minhas mãos.

Foi quando eu abri o caderno...

Senti como se fosse um demônio me abrasando e dizendo ‘’Concerte este mundo, libere sua raiva, mate, mate, e mate ainda mais’’.

Senti como se fosse um novo Deus, eu poderia, fazer minha vingança.

Mas parei, gritei, chorei, e percebi, que o caderno queria me consumir, mas não havia como evitar, o caderno era magnifico...

Comecei a rir loucamente, gritei muito, ri e ri varias vezes, foi quando ouvi o barulho das sirenes da ambulância, alguém havia ligado para o hospital...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.