The last house

8 Young Lovers - parte 1


Notas iniciais
Hohe é dia de ONCE!! que felicidade!! Oi meninas voltei!!! eu sei que andei sumida, mas é porque minha irmã vai se casar e eu estou ajudando-a nos preparativos!! uhull! emfim, esse capitulo vai contar um pouco sobre o passado dos dois, ainda não revela muita coisa, pois ficou muito grande , então dividi em partes, mas mesmo assim ainda esta o maior de toda a fic ate agora, vou postar esse primeiro e logo depois os outros, que revelará mais coisas. bom espero que gostem!! beijos no coração.

"Porque tudo de mim ama tudo em você, ama suas curvas e todos os seus limites, todas as suas perfeitas imperfeições. Dê tudo de você para mim que eu te darei meu tudo. Você é o meu fim e meu começo, mesmo quando perco estou ganhando, porque te dou tudo de mim e você me dá tudo de você "

All of me — John Legend

Steverson anos atrás

Enfim! Chegou o grande o dia, eu vou voltar para Steverson!, já se passaram seis semanas e eu não aguento mais ficar aqui, estou com muita saudade do papai, da minha casa, e principalmente do Robin, mas fica entre nós ok? Se aquele metido descobrir isso, ele vai ficar pior do que já é, mas eu não vejo a hora de ver a cara dele quando eu contar tudo que aconteceu no acampamento aqui na França. Aii eu mal posso acreditar que meu aniversário de 14 anos está chegando!, o papai tem que me deixar fazer uma festa lá em casa!, com todo o pessoal da escola, bem se eles quiserem ir não é, tirando o Killian a Emma e o Robin, eu não tenho mais nenhum amigo lá, todo mundo me acha esquisita por ter sido educada em casa, e só começado ir à escola com 10 anos, as vezes até eu me sinto desse jeito, Robin diz que é inveja deles, porque Gold o nosso professor vive dizendo que eu sou a melhor aluna, talvez ele tenha mesmo razão. As meninas no acampamento não acreditaram quando eu disse que já tinha beijado, tudo bem! Foi um beijo no meu melhor amigo, mas é um beijo né. Eu e o Robin temos que fazer isso de novo um dia, pelo o menos até a gente se casar., ahhh Ow NÃO! E se nesse tempo que eu fiquei fora Robin começou a namorar alguma garota! Isso não! Não! Já não basta aquela oferecida da Ruby, ficar dando em cima do meu amigo, eu não vou aceitar isso de jeito nenhum!, quando o Graham me chamou para tomar um sorvete, o Robin ficou louco! 3 dias sem conversar comigo! Não é nada justo. Se isso acontecer eu nunca mais olho na cara dele.

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– Que isso menino! Porque fica andando de um lado para o outro? – Diane pergunta.

– É Hoje mãe! Regina chega hoje!- O garoto diz com o coração quase saindo pelo peito.

– AHH até que enfim! Você vai me dá paz agora! eu nunca vi desse jeito, vocês dois são um grude! Desde pequenos, não conseguem ficar um dia se quer longe um do outro, quero ver daqui uns anos, quando ela começar a namorar um rapaz, e você achar uma garota, como vai ser ?

– Não mãe, isso não! Eu não suportaria ver Regina com um outro garoto! Eu vou me casar com ela!

– Casar? Robin você mal saiu das fraldas menino, já está pensando em casar! — Diane ri.

– Eu já tenho quase 15 anos mãe!

– ENTÃO! Uma criança! trate de pensar em estudar primeiro. — o menino nem escutou e já foi andando em direção a casa de Regina.

– Bom dia Sydney, Regina já chegou? – Ele chega cumprimentando o homem.

– Ainda não Robin, O senhor Henry foi para Boston busca-la no aeroporto, mas entre, se você quiser aguarda-la aqui dentro.

– Posso tocar piano enquanto ela não chega?

– Claro!, esse piano é praticamente seu, já que só você toca nele- o homem ri.

Algumas horas depois um carro para na porta da mansão, e Sidney chega para cumprimentar a menina e ajudar com as malas, mas ela estava interessada somente no som que vinha da sala de estar, Robin passou o verão todo escrevendo uma canção para ela, mas ele tinha um pouco de vergonha de lhe mostrar, o garoto ficou entretido com o piano e a música, que nem escutou que o carro havia chagado na porta. Regina seguiu o som, parando na porta da sala, sem fazer barulho para ele não perceber que ela espiava por ele, uma lagrima lhe correu pelo rosto, como ela tinha saudades dele, e aquela música era a mais bela que ela já havia ouvido.

– Finalmente eu posso ouvir suas músicas — ela diz- e ele congela os dedos percebendo que ela já havia chegado.

– Regina!!! – ele corre em direção a menina quase a derrubando no chão.

– Eu também senti sua falta Robin! – eles se abraçam e se entre olham, com o olhar mais amoroso e genuíno que se possa existir, enquanto eram observados por Sidney e Henry

– Eu nunca vi esse garoto tão triste quando Regina foi para a França senhor.

– Regina falou dele a viagem toda de Boston até aqui, é realmente uma bonita amizade não?

– Amizade? Com todo respeito Senhor, mas o nome disso é Amor, verdadeiro amor, e não vai demorar muito para que esses dois jovens descubram isso.

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3 anos depois.

Era o mais rigoroso inverno dos últimos 10 anos, as pessoas não estavam nem sequer deixando suas casas, uma tempestade de neve havia sido anunciada, alerta vermelha para Steverson, havia dado no jornal, Regina estava apavorada, com medo, Henry estava preso no trabalho, Sidney estava na Carolina do Norte visitando a família em suas merecidas férias. Na casa haviam os outros serviçais que se recolheram na casa de hospedes, mas Regina não estava sozinha, a lareira estava aquecendo –a, assim como os braços agora mais fortes de um garoto, sim Robin estava com ela, Sidney tinha razão, era apenas uma questão de tempo para ambos perceberem o amor que sentiam um pelo outro.

– Regina você esta tremendo tanto, vem vamos deitar perto da lareira, e se cobrir com a manta, fique calma, seu pai está seguro no escritório dele, ele sabe que estou com você aqui, nada de mal vai nos acontecer.- Ela se aninhou a ele, que jogou a folha de lã cobrindo-os. Ela olhou para cima encontrando os olhos azuis do garoto.

– Obrigada Robin. — Ela descobre uma de suas mãos e põe na face dele, beijando-o, e sendo correspondida de imediato.

– Eu te amo Regina. — Ele então se abaixa na altura dela colando seu corpo com o da morena ainda mais, o beijo antes doce cheio de amor, agora foi se tornando mais quente, Regina empurrou para trás o casaco que vestia, a deixando com uma blusa algodão de alças finas, Robin por sua vez, levantou os braços e puxou fora o cardigã que estava usando, voltando a beija-la

– Você tem certeza? – ele pergunta quebrando o beijo.

– Eu te amo Robin, O que eu mais quero é que você seja o meu primeiro homem, assim como eu também serei a sua primeira mulher. Faça amor comigo Robin.

E assim aconteceu, dois jovens se abrindo para o mais puro e verdadeiro amor, descobrindo as partes boas da vida, levando o relacionamento até então ingênuo a um outro patamar, amadurecendo juntos. Ele mordeu o lábio superior enquanto terminava de se despir, despindo-a também, poderia estar frio, mas agora a única coisa que sentiam era o calor dos corpos um do outro, ele entrelaçaram as mãos, e se ajoelharam completamente nus frente a lareira, nada mais os preocupava, eles só queriam apreciar o que viam, Robin colou a sua testa na dela, que se deitava lentamente, ele se debruçou por cima dela, com o membro ereto em resposta por ver o belo corpo que ela possuía, podemos dizer que foi muito mais do que esperava um adolescente em pleno desenvolvimento, ele prendeu os braços dela no chão com os dedos ainda entrelaçados, beijando –a delicadamente cada parte do seu rosto, pescoço, chegando aos seios, sentindo aquela pele macia, ele a olhou nos olhos pedindo permissão para continuar, e ela apenas acena que sim com a cabeça, Ele então vai aproximando o seu membro da entrada dela, que já estava molhada em excitação, penetrando-a e ouvindo um gemido alto, por estar rompendo a virgindade da garota.

– Desculpe, eu te machuquei?

– Não, está tudo bem, continue.

Ele é delicado em seus movimentos a partir de agora, enquanto ela fechava os olhos apenas desfrutando da sensação de ser preenchida pela primeira vez por aquele garoto que ela tanto amava, ele a olhava no rosto se sentindo o homem mais feliz do mundo, tudo poderia acabar ali mesmo, ele estava com ela , e nada mais importava, ele a amava com toda a sua alma, era como se ele tivesse finalmente entendido o porque aquela casa sempre o chamou, seu verdadeiro amor estava ali, aquela com que ele estava destinado a estar para o resto da sua vida, ele não poderia pedir mais nada, entre estocadas mais profundas Regina se agarrava com força nas costas do garoto, quase que arrancando-lhe sangue com suas unhas, ela não conseguia decifrar o que estava sentido, pois era algo nunca ocorrido antes com ambos, eles não sabiam muito bem onde chegar, era erótico e intenso ao mesmo tempo, a lareira os aquecendo, a possibilidade de qualquer um chegar ali e presenciar , tudo isso era o que dava uma maior potência a cena, quando por fim os dois chegam ao ápice, consumando o que acabara de acontecer. Eles se deitaram um do lado do outro, e apenas se entreolhavam. Robin acariciando o rosto e os cabelos dela.

– Foi maravilhoso Robin.

– Você não poderia me fazer mais feliz Regina, eu te amo.

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As semanas se passaram, e chegou o dia de finalmente se inscrever na Universidade, os planos já estavam estabelecidos, Robin sempre sonhou em fazer música, apesar da insistência de seu pai, em seguir a carreira administrativa, mas com o apoio de Regina, ele tomou coragem enfrentando-o e se inscrevendo na universidade de Boston, Já Regina sempre soube o que queria, ela cresceu com a cena da sua mãe morta no meio do hall da sua casa, e não sabia muito o que pensar a respeito, quando mais velha, tudo o que queria era garantir que pessoas como aquelas que fizera tamanha crueldade com sua mãe, permanecesse na cadeia, Ela pretendia se tornar uma grande advogada criminal, Robin era um pouco avesso a isso, sabendo a falta de segurança que essa profissão poderia causar a sua amada, mas Regina não tinha medo, ela era insistente, então mesmo assim Robin prometeu apoia-la em qualquer decisão.

– Pronto! Agora é só esperar- Regina diz feliz quando coloca a sua carta no correio.

–Isso se a senhorita sobreviver Regina Mills- ele fala enquanto ela corre para dentro dos jardins, sorrindo sendo seguida por ele, Quando ele consegue alcança-la começa afoga-la com tantos beijos. Eles se entreolharam, e perceberam que estavam ali no meio das arvores do jardim da última casa sozinhos, ele a apoia no tronco de uma arvore, enquanto a beijava sem parar, rapidamente ela se movimenta ficando as pernas enroladas na cintura dele, e os braços em seu pescoço, Robin por sua vez tinha já suas mãos explorando por debaixo das roupas da garota, quando ambos escutam um barulho no meio das plantas, e se deparam com uma menina espantada com o que via.

– Mary!!! – Regina imediatamente se recompõe, assim como Robin, que fica vermelho em vergonha limpando o canto do lábio. A prima de Regina era pouco mais nova que ela, e estava passando o fim de semana com a família em Steverson.

–e.. e.. O tio Henry pediu pra chamar vocês, o jantar esta servido .. e..Me desculpem- A menina diz envergonhada por ter pegado eles quase que no pulo do gato.

– Não tem do que se desculpar Mary, nós estávamos apenas conversando, não é Robin?- Regina olha pra ele, que ria sem parar, e apenas acena em resposta. Então Regina da lhe um tapinha nas costas.

Estavam todos sentados na mesa, Henry, Leopold, Eva, Mary, Regina e Robin, quando Sidney autoriza as serventes trazerem a comida, colocando a, em frente de cada um na mesa. Robin que estava de frente pra Regina não pode deixar de notar a cara que ela fez ao olhar a comida, rapidamente toda a família à mesa percebeu, pois a garota saiu correndo em direção ao banheiro, deixando um certo constrangimento no ar.

– Eu vou ver o que aconteceu- Eva a segue, e começa a bater na porta do banheiro chamando por ela, que parecei estar esvaziando tudo o que tinha no estomago, enquanto isso, para continuar a agradável noite, Henry pedia para Robin contar- a todos sobre os planos para a universidade.

– Regina?? Está tudo bem?- Eva diz

– Eu já estou indo- Regina responde e abre a porta do banheiro.

– O que aconteceu? Você está bem?

– Sim tia, é só alguma coisa que eu comi essa semana, hoje de manhã também fiquei assim, vamos. – ela se limpa e as duas voltam para a mesa.

– Regina querida está tudo bem?

– Sim papai, não é nada, você sabe eu tenho estomago fraco pra algumas coisas, e definitivamente pato assado não é meu prato preferido, teria como me trazer alguma outra coisa Sidney? – ela disfarça.

Três dias já tinha se passado e Regina cada vez mais doente nas manhãs, Henry já estava preocupado, convencido que Regina estava com algum tipo de intoxicação alimentar, mas talvez seria algo mais grave.

– Minha filha eu tomei a liberdade de agendar lhe uma consulta com DR Whale, essa tarde, pois estou preocupada com você.

– Tudo bem papai, eu vou, mas não deve ser nada, com certeza foi algo que eu comi, e não me fez bem.

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Regina estava no consultório de frente para o doutor, ele a examinou primeiro, a enfermeira colheu-lhe o sangue para uma análise, e depois ele a pediu para se sentar.

Bom, aparentemente está tudo bem, enquanto a enfermeira não chega com os resultados dos exames, eu vou lhe fazer alguma perguntas, seja bem sincera ao me responder ok? – ela acena que sim com a cabeça.

– As indisposições que tem sentido acontecem em maior frequência no período da manhã?

– Sim

– Tem tido resfriados ou dores de cabeça forte, tonturas ?

– não por agora.

– Tem notado aumento de peso nos últimos dias?

– Não muito

– Regina, você tem 16 anos certo?

– Sim

– Já teve relações sexuais?

Ela pausa, com vergonha de dizer

– Sim

– Pode me dizer a quanto tempo?

– Há algumas semanas atrás foi a minha primeira vez doutor.

– Vem sido frequente?

– Sim

– Você está usando algum tipo de contraceptivo e preservativos

– Sim nós usamos sempre. E quando não usamos eu tomei uma pílula.

– você sabe, que mesmo assim ainda a possibilidade de uma gravidez certo? Quero dizer, o preservativo usado, pode ter se rompido, assim também como a pílula, não é 100% eficaz.

– Doutor, o resultado dos exames,- a enfermeira o entrega, e ele abre lendo tudo o que estava escrito, a deixando curiosa.

– Regina, temo lhe dizer que minhas suspeitas acabam de ser confirmadas, você está esperando um bebê.

– REGINA? VOCE ESTA BEM? – Regina fica atônita e não responde nada, deixando-o preocupado, Meu Deus meu pai vai me matar! — pensou ela — meu futuro, o futuro de Robin, a faculdade!!! Como vamos fazer isso com um bebe pequeno! crianças não devem criar crianças. Eu não acredito! não isso não pode estar acontecendo!

– Doutor por favor, você poderia guardar isso somente para nós por enquanto? Eu mesma quero contar pro meu pai, pra Robin, do meu jeito.

– Claro, eu a respeito, só peço que diga o quanto antes, pois você está com cerca de cinco semanas, e precisamos começar um pré natal, para que você tenha uma gravidez saudável, pois você é muito jovem.

Regina saiu dali, e entrou no carro que Sidney a esperava, tudo estava confuso na sua mente, ela estudava as melhores possibilidades para contar a todos que estava tendo um filho com Robin, e por falar nele, lá estava na porta da mansão, esperando Regina chegar, para lhe contar a novidade do ano, bom assim ele pensava.

– Robin?? O que está acontecendo?? Porque você está assim?- o garoto segurava duas cartas nas mãos, uma dele já aberta e outra pra Regina ainda por abrir, eles entraram e Henry já os esperava na sala de estar.

– EU consegui Regina eu passei!! Eles me aceitaram!! – ele a abraça e ela se esquece do que o médico acabara de lhe dizer, ficando imensamente feliz por ele.

– Vamos abra a sua minha filha. – Henry diz depois de ter parabenizado o genro

“ Regina Mills, você foi aceita na faculdade de direito da universidade de Boston “ – ela congela em felicidade, quando olha para baixo alcançando seu estomago, e se lembra que ali dentro crescia um serzinho, que talvez a impedira de seguir esse sonho, então ela começa a chorar.

– Regina porque você está assim! Você também foi aceita.

– Não e nada papai é só emoção mesmo.

– Vem aqui minha princesa, minha futura advogada, você não poderia me deixar mais orgulhoso minha filha, sua mãe estaria orgulhosa também!

Henry a abraça, e segue em direção ao escritório. Quando Regina vai para o seu quarto, e é seguida por Robin, que ainda não tinha entendido a reação estranha de Regina, os dois se sentam na cama.

– o Que aconteceu meu amor, porque você está assim?- Robin a pergunta, limpando suas lagrimas, ela engole seco e diz com a voz ainda embargada.

– Robin nós precisamos conversar.

– Me diz o que é.

– Eu não posso ir para a faculdade

– o QUE COMO ASSIM?? Não pode Regina, você só pode estar brincando né.- Ela pega a mão dele o interrompendo e a coloca sobre sua barriga.

– Eu estou gravida Robin

Robin ficou paralisado, as poucas palavras que Regina acabou de dizer ecoavam na sua cabeça.

– Robin, por favor diga alguma coisa – ela volta a chorar mais forte

Robin mais uma vez não disse nenhuma palavra, apenas a abraçou o mais forte que ele conseguia.

– eu não posso dizer nada além do que eu estou sentindo agora, Regina eu estou feliz.

– Você esta?

– Claro, eu te amo mais do que tudo no mundo, como eu poderia não estar feliz em saber que estou tendo um filho com você.

– Robin nós somos duas crianças! Estamos indo para a faculdade começando nossas vidas, nós temos que nos casar primeiro, construir uma instabilidade, depois pensar em filhos.

– Mas aconteceu! nós não podemos simplesmente ignorar que isso está acontecendo, uma criança sempre é uma benção, e você não está sozinha, nós vamos passar por isso junto, e podemos sim ir pra faculdade ainda, vamos fazer assim: vamos esperar alguns meses, e pedir um prazo pra Universidade, depois que o bebê nascer, nós nos casamos, e vamos morar nós três como uma família perto da faculdade, nós podemos revezar os turnos para cuidar do bebê, e eu posso trabalhar fazendo alguns shows pra pagar as contas.

– É impressionante como você pensa em tudo com tanta clareza, e por isso que eu te amo cada vez mais Robin, eu não conseguiria viver minha vida sem você, ESPERA! Você disse nos casarmos? Está me pedindo em casamento Robin Locksley ?- ele se ajoelha na frente dela

– Bom eu acho que eu já te fiz esse pedido antes, e você disse que não queria se casar com um garoto metido como eu, então Regina Mills eu vou estar fazendo esse pedido novamente, e quantas vezes mais precisar, pois você é tudo o que eu quero pra mim. Aceita se casar comigo?

– eu nunca me casaria com ninguém que não fosse você , Sim! Sim!, eu também digo isso quantas vezes precisar. Eu te amo Robin!

Robin se levanta, beijando –a e depois toca na barriga dela

– Sempre Minha, Sempre seu, sempre nosso. Eu te amo Regina Mills.

Notas finais
e então?? bom a outra parte vai vir logo a seguir, pessoal eu fiz algumas mudanças de planos, e o segredo não vai ser contado em flashes, e nem vou ser eu que vou contar hahaha tcham tcham !!! ,resolvi mesclar mais pra não ficar cansativo capítulos seguidos só de passado, acho que vão gostar!! fiquem ligadass!! e comentemm!! por favor!! beijos beijos