Notas iniciais
Oiee pessoal, demorei mas postei! Esse é só o começo de uma fic que na minha opinião será bem promissora, espero que gostem!

Em pleno domingo, um garoto chamado Blaine Anderson acorda.

É aquele tipo de dia preguiçoso, em que a gente não tem vontade de fazer absolutamente nada. Mas não para ele!

Blaine tinha cabelos escuros, quase pretos, na maioria das vezes com gel, olhos castanhos claros e reluzentes, e um estilo próprio. Ele nunca teve vergonha de ser quem era, sempre soube. Desde seus 14 anos. Quer dizer, nunca havia conhecido o amor de sua vida, como nos filmes, mas ele sabia quem era.

Hoje, ele iria visitar sua avó, de 76 anos. Talvez ela estivesse um pouco velhinha, por isso Blaine passaria 1 semana na casa de tal, para poder aproveita-la ao máximo!

Ele levanta de sua cama, vai ao banheiro, logo em seguida para a cozinha, toma seu café da manhã e volta ao seu quarto, para se arrumar. O moreno tinha — literalmente — um closet, afinal, em sua cidade, Lima Heights, era um dos mais ricos. Era uma cidade grande.

"MÃÃÃE" Ele grita. "O QUE A VOVÓ NÃO GOSTA QUE EU VISTA MESMO?"

"AQUELAS GRAVATAS BORBOLETAS QUE ELA CONSIDERA RIDÍCULAS." Sua mãe responde, também gritando.

"Oh sim." Diz, para ele mesmo. Sua vó sempre dizia: "Blaine, você fica parecendo um cachorrinho com essas gravatas ridículas, tire-as."

Era uma pena, porque Blaine as amava! Segundo ele, era o que lhe fazia diferente de todos os outros da cidade que já havia conhecido. Mas bem, não custa nada agradar a vó, não? Infelizmente, ele não sabia o que vestir sem elas, eram seu acessório predileto, por isso tenha 35.

Sua mala de uma semana já estava pronta, e sua mãe o apressando sem parar. Então rapidamente ele pegou uma calça jeans com o estilo manchado, uma blusa roxa e seu tênis preto. Bem, pelo menos ele ficaria esportivo.

Sua mãe chega na porta de seu quarto. "Vamos filho?" Ele diz que sim com a cabeça, pegando sua mala e indo para o carro. Seu pai estava lá. Ele havia acabado de chegar do posto de gasolina, era uma viagem de 2 horas contando com as paradas.

Uma hora e meia de viagem depois...

Faltavam apenas 30 minutos para chegar na casa de sua avó, mas para a surpresa da família, o carro parou. Pela gasolina não era... O motor tinha pifado, não havia mais modos de chegar na casa de sua vó, a não ser pegando uma carona.

Milagrosamente depois de 10 minutos parados no meio da estrada dando sinal de ajuda, um carro para.

Uma mulher o dirigia, e no banco de trás havia um garoto.

Descendo do carro a mulher diz: "Hey! O que houve aqui pessoal?"

O pai de Blaine explica tudo rapidamente e diz que precisariam de carona.

"Ah, tudo bem! Podem vir comigo. Mas para onde vocês vão?" diz a mulher.

"Para a cidade vizinha que ninguém conhece, Landlesville."Dessa vez, quem responde é Blaine.

"Uau! Mas que coincidência, eu também estou indo para lá, posso ajudar vocês. Você pode ir no banco da frente!" Diz, a mulher, indicando a mãe de Blaine.

"Sim sim" Responde ela, entrando no carro.

Ela abaixa o vidro e diz: "Filho, ajude seu pai a transferir as malas para o porta-malas daqui. Já liguei para o guincho, eles chegam em uma hora, e não podemos ficar esperando todo esse tempo, então já vamos indo!" Responde ela, um tanto animada.

10 minutos depois...

Logo após colocar tudo no outro carro, o moreno se junta ao outro no banco de trás. Ele estava tirando um cochilo, então resolveu não interromper.

"Então, qual seu nome, mulher gloriosa?" Pergunta a mãe do moreno, para a outra que dirigia.

"Eu sou a Caroline! Desculpem não ter me apresentado antes. E esse no banco de trás é meu filho, Kurt Hummel. Nós estamos indo visitar o vô dele." Responde Caroline.

"Puxa, que coincidência, eu, quer dizer, nós estamos indo visitar minha avó lá também." Diz Anderson, se metendo na conversa.

Faltando 10 minutos para a chegada...

De repente e graças a Deus o menino misterioso acorda. De começo ele fica assustado com a situação. "Isso é um assalto? Mãããe, não seja cúmplice!" Diz Kurt, realmente achando que era tudo aquilo.

"Bem, isso não é um assalto, estamos apenas pegando carona com a sua mãe pois nosso carro parou no meio da estrada, mas considere como quiser." Diz o belo menino dos olhos castanhos, se virando para o outro.

"Ai, poxa, me desculpe, é que eu não costumo acordar e ter 3 pessoas a mais no meu carro."

Blaine dá risada, e volta a encarar o menino. Ele era lindo! Tinha olhos azuis, cabelos castanhos, parecia uma porcelana de tão branquinho, e tinha algumas sardas fracas no rosto.

"Oh, nem me apresentei! Kurt Hummel." Diz o menino, estendendo as mãos.

"Blaine Anderson. E essa é minha mãe, Pam, e meu pai Tom." Fala Blaine, 'apresentando' todos.

"Prazer." Responde Kurt, com um sorriso meio amarelo.

O garoto deveria estar um pouco envergonhado...

"CHEGAMOS!" Fala Pam, interrompendo o papo. Afinal, todos já estavam cansados a essa altura da viagem.

"Qual o endereço em que vocês vão? Vou passar deixar vocês lá! Afinal, deixar vocês largados aqui não faria o menor sentido, e seria rude." Caroline diz, já pegando o GPS

"Tem certeza que não seria muito abuso nós pedirmos para você nos levar lá?" Interrompe o pai de Blaine.

"Claro que não! Será um prazer." Ela entrega o GPS para Pam, que digita o endereço. Eles seguem o caminho indicado.

15 minutos depois...

"Finalmente chegamos!" Diz Blaine, se alongando, já com as malas e tudo mais para fora do carro da mulher bondosa.

"Muito obrigada por tudo, mesmo! Você foi um anjo que caiu do céu nessa viagem. Como podemos agradece-la?" Diz Pam, pelo vidro aberto, já fora do carro.

"Não quero nada! Apenas que sejamos bons amigos, ok?!" Responde Caroline, sendo sincera. Ela não tinha muitos amigos, e como eles foram muito simpáticos com ela, e vise-versa, daria uma boa amizade. Além de terem dois filhos da mesma idade, que provavelmente se dariam muito bem!

"Certo" diz Caroline, sorrindo.

Atrás, está Blaine, também já fora do carro, conversando com Kurt, pela janela.

"Bem, eu acho que ouvi toda a conversa de nossas mães..." Ele mesmo se interrompe dando uma risada. "E acho que seremos bons amigos! Me passa seu número de telefone, eu te ligo amanhã! Afinal, não tem nada de interessante para fazer aqui na casa da minha vó. Você poderia me fazer companhia..."

O moreno parecia carente. Realmente não tinha nada de interessante em uma casa de uma idosa diferente.

"Aqui está!" Ele simplesmente tirou um papel do bolso e entregou para Blaine.

"O que mais você tem de fácil e prático no seu bolso? Vai passar sua ficha de inscrição para a faculdade também?" Diz o moreno, surpreso pelo outro ter um número de telefone no seu bolso.

Kurt ri.

Já está na hora de mãe e filho seguirem viagem. As famílias se despedem e cada um segue seu caminho.

Blaine e sua família entram dentro da casa de sua vó. A porta como sempre estava aberta, e ninguém na parte de baixo da casa. Típico!

Eles deixaram suas malas lá e foram subir, ao encontro da vó do moreno. Ela está lá em cima, assistindo ao seu seriado favorito: Pretty Little Liars. A vovó adorava uma série de mistério, até porque ela era um...

"Vovó!" Blaine chega, já dando um abraço na antiga. Os demais da família também a cumprimentam.

"Esperem um pouco, eu tenho que descobrir quem é -A!" Diz ela, com aquela sua voz um pouco rouca. A mãe e o pai do menino descem, revirando os olhos. Eles sabiam da obsessão dela pela série. Mas Blaine ficou lá, e esperou por 5 minutos, até o episódio acabar!

"Pronto Blaine... Agora você pode falar meu netinho! Vou arrumar muitas aventuras para você enquanto estiver aqui na minha casa..." Talvez a vovó estivesse vendo muitas séries de mistério mesmo.

"Ham... Certo..." O moreno estava um tanto confuso sobre o que aquilo significaria, mas deu ombros. "Bem vovó, o que a senhora preparou de gostoso hoje? Já são 3 da tarde e eu ainda não almocei!"

"Bem, aqui não tem nada meu bem. Hoje eu fui almoçar fora." Diz ela, com sua voz rouca.

"Vovó? Você indo almoçar fora? Com quem? Me conte tudo!" Blaine ficou muito surpreso, não via sua vó com alguém desde que seu vô faleceu, há 9 anos.

"Ainda é segredo." Diz a idosa. Como sempre, cheia de segredos.

"Muito bem então! Eu vou almoçar fora como a senhora, mas com um amigo meu que conheci hoje." Diz Blaine, já descendo as escadas e pegando seu celular, juntamente ao número de telefone do castanho, que havia conhecido mais cedo.

"Namoradinho novo, meu bem?" Diz sua avó, indo atrás e se apoiando em Blaine e nos corrimões da escada.

Blaine ri, e logo em seguida responde: "Não vovó, é literalmente apenas um amigo."

Kurt atende, e assim se inicia uma conversa:

"Alô?" Do outro lado da linha.

"Kurt? Oi, bem eu disse que te ligaria outro dia para marcarmos um programa, mas parece que esse dia é hoje, e que vamos sair para almoçar, você topa?"

"Blaine, certo? Topo sim! Chego na sua casa em 15 minutos, me espere lá na frente."

Sem mais demoras o castanho desligou.

O moreno e sua avó terminam de descer as escadas e chegam lá em baixo, onde os pais de Blaine estão assistindo TV.

"Finalmente mãe, chega de ver séries! Venha, vamos dar uma volta." Diz Pam, pegando sua mãe pelo braço e Tom vai atrás.

15 minutos depois...

Blaine está em frente a casa de sua vó e vê Kurt se aproximar, do outro lado da rua.

"Oi, cheguei! Bom, onde vamos almoçar?" Diz o castanho.

"Me leve para conhecer a cidade, ainda sou novo aqui..."

"Certo, Blaine Anderson, vamos conhecer a cidade!" Kurt dá um sorriso, e o moreno retribui.

Os dois saem e vão caminhando pela calçada, tudo o que pode ser considerado lugares turísticos o castanho lhe mostrava com todas as informações.

4 horas depois...

"O passeio foi ótimo Kurt! Muito obrigada! Passa amanhã aqui em casa ás 13:00, combinado?"

"Combinado Anderson!" Responde Kurt, indo em bora.

Blaine o observa, até ele desaparecer de sua vista... Uma pena, era uma vista tão linda!

Notas finais
Ficou bem sem sentido, mas é apenas o primeiro capítulo, eu prometo!
Deixem seus sinceros comentários abaixo, por favor, e obrigada ♥