The big four

1 Indo para Corona.


Notas iniciais
Ficou pequeno, mas...
Comentem, por favor pra mim saber se esta bom ou ruim, se devo continuar ou não.Sabe né...;)
Boa Leitura!

Onde eu moro? Eu não sei muito bem qual país, estado, mais o pequeno nome da pequena cidade é Berk. Uma cidadezinha fria que neva praticamente o ano inteiro. Não era muito confortável quando eu era somente um bebe, mas agora tenho quatorze anos e como sempre vivi aqui não sei se me acostumaria com o calor.

-Quando nos vamos pai?

-Hoje mesmo.

-Ah ta. –respondi- Espera! O que?! Hoje!- me levantei do sofá, onde lia um livro, e corri até meu quarto.

-Pai- gritei- Como nós vamos ficar só pouco tempo, eu só levo o essencial. Não é?

Não ouvi nenhuma resposta, então voltei para a sala e meu pai estava sentado no sofá. Sentei na poltrona, curioso do porque do silencio.

-Filho, você sabe que minha empresa esta crescendo e que não podemos mais ficar em uma cidade pequena. — minha expressão curiosa acabou mudando pra uma seria, meu pai é dono de uma empresa importante e a central de comando era aqui em Berk. Pelo menos até agora, eu já sabia que ela teria que mudar para uma cidade maior, ou melhor, uma capital. — Então... Vamos nos mudar pra Corona.

-Não pai, talvez só você precise morar lá- eu falei com uma ideia na cabeça- Eu sou capaz de ficar sozinho aqui, eu é... Posso trabalhar pra conseguir dinheiro e...

-Filho não, agora não da mais já vendi o prédio e você já tem matricula em uma escola de lá e paguei muito caro pra você entrar nela. –ele disse, o prédio em que morávamos só tinha três andares, o primeiro inteiro era só de um amigo de meu pai, que também trabalhava na empresa, o Bocão. O segundo inteiro era meu e de meu pai e o terceiro era a central de comando.

-Pai, de novo, mais uma vez que você nunca pede minha opinião pra alguma coisa, ainda mais pra isso. — reclamei- Eu não posso sair daqui eu já passei por muitas coisas boas e ruins, amigos, festas, ganhos e perdas...

Eu não acredito que me relembrei da perda, meu pai ficou com uma expressão triste. Ele sabia do que eu estava insinuando.

-Desculpa... Pai. –falei baixinho- Eu não...

-Não tudo bem, você também pode passar por tudo isso lá em corona.

Tentei mudar a opinião dele, varias e varias vezes enquanto entravamos no navio que nos levaria a Corona, mas desisti depois de um tempo. Aquele navio levava um monte de turista, parecia mais um cruzeiro.

Eu estava do lado de fora, debruçado na grade do navio, olhando o mar, eu queria vomitar, não aguentava mais ficar fora de terra firme. Estava um silencio então uma pessoa se apoiou na grade do navio ao meu lado.

-Também gosto de olhar o mar- era uma menina- Só não gosto de estar em um navio.

Dei um sorriso de lado, mais não olhei pra menina por pura vergonha.

-Por quê?- falei e ela soltou um risinho.

-É que eu acho que vai vim um iceberg e acontecer á mesma coisa que aconteceu no Titanic.

Comecei a rir e ela riu junto.

-Então porque esta aqui?- perguntei.

-Meus pais, me obrigaram.

-Ah- eu disse- Sei como é... –levantei minha cabeça do lado oposto do da menina- Meu pai me obrigou também. — e voltei a olhar para o mar.

-Bom, acho que vou indo, tchau. –ela disse.

-Tchau.

Minha vontade de voltar tudo do almoço tinha começado novamente. Então pensei um pouco, olhei pra traz mais a menina não estava mais ali.

-Por que você fez isso soluço, por que não olhou para a menina. — falei isso alto, colocando minha mão e em minha cabeça.

Havia ido a sala de jogos do navio e ate que não era ruim, joguei GTA 5, até chegarmos a Corona.

Notas finais
Comentem!:)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.