The big 8
52 Uma descoberta bem útil
Notas iniciais
Todos na sala ficaram muito, mais muito decepcionados. Como assim o Sand morreu? Essa era a pergunta que todos ali presentes esperavam ouvir a resposta.
– O Rei dos pesadelos jogou algum feitiço e fez com que o Sandman...morresse — Fala Marco com uma enorme dor no coração.
– Isso não pode ser verdade — Fala Rapunzel entre soluços.
– Era isso que temia — Fala Paulo olhando pro chão. — Cade os outros guardiões?
– Estão no Palácio das fadas, foi onde o Breu atacou. — Fala Marco.
– Ok, vamos lá entender oque houve — Fala Paulo e todos vão em direção ao Palácio.
Quando chegaram lá viram os guardiões chorando, de cabeças abaixadas e olhos inchados. Mas oque chamou mais atenção foi o pequeno guardião, ali parado, sem movimento algum, nem de sua respiração. Seu rosto estava triste. Mas uma coisa ele tinha de bom em sua expressão dolorosa...ele tinha sonhos e esperança de que um dia ele se libertar-se.
– Porque? — Fala Elsa abraçando a irmã que chorava. — Porque ele fez isso? Oque o Breu tinha contra o Sand?
– Inveja..talvez. — Fala Merida abraçada com Soluço e Rapunzel.
– Não. — Fala North sentado — Ele queria atingir o único ou única que queria destruir. O grupo.
– É...eu sei. — Fala Jack — Mas isso não vai ficar assim — Fala ele nervoso. — Vamos vingar o Sand, destruindo o Breu de uma vez por todas.
– É isso aí — Fala Kristoff determinado.
– Era isso que eu queria ouvir — Fala Clarion aparecendo de trás de North.
– Cara como você consegue fazer isso? — Fala Soluço impressionado e aflito por não saber o truque da senhora.
– Eu tenho que contar uma coisa à vocês. — Todos se sentaram e prestaram atenção na idosa. — Lembra daquele dia em que eu contei sobre o grupo que derrotaria os senhor das trevas? Então...isso não foi uma história e sim uma visão, porém ela não foi cumprida.
– Perai — Fala Flyn — A gente já derrotou o Treves, então já foi comprida sim.
– Meu jovem, ela não foi...o Breu como vocês chamam, está fortalecendo seus poderes. Cada vez que ele sente um ódio ou querer acáciar sua vingança, ele fica mais forte e as trevas vão engolindo ele até virar puro pesadelo. Se ele continuar assim...aquele Breu que vocês conheceram, não vai existir.
– Então, o Breu pode se salvar? — Fala Anna enxugando as lágrimas.
– Sim, mas é só ele quiser.
– Então, a gente pode tira-lo desse pesadelo? Ele pode voltar ao normal? — Pergunta Soluço.
– Sim...Bom continuando vocês vão ter que derrota-lo para ele voltar ao normal.
– Ah isso vai ser fácil, já derrotamos ele uma vez, podemos derrotá -lo de novo. — Fala Kristoff.
– Você não ouviu? Ele está se tornando mais forte...e ainda vocês devem derrota-lo com a arma certa.
– Que arma? — Pergunta Elsa.
– Uma espada, pra ser exato. Vocês devem pegar ela e derrotar o Rei dos pesadelos.
– Ué, então cade ela? — Pergunta Merida.
– Bom essa é a parte complicada. Há muito tempo nos antigos reinos. Havia um rei, e bem ele foi o único que conseguiu tirar a espada da pedra.
– Paro, paro...- Fala Elsa — Essa não é a história do Rei Arthur?
– Sim, você conhece?
– Um pouco..Então essa espada é a Excalibu?
– Sim, ela tem magia o suficiente para derrotar o Breu e salvar o Sandman.
– Então o Sand pode voltar pra nós? — Pergunta Bunny com a a cara coberta de esperança.
– Sim — Todos ali presentes abriram um sorriso e enxugaram as lágrimas. — Tá continuando. Ele foi o único que conseguiu tirar a espada da pedra. E com isso ele se tornou o rei. Mas os outros reis queriam aquela espada, para se consolidarem e fazer o próprio rei se curvar perante eles. Arthur sabia que sua arma e ele corriam um sério perigo, Então ele a destruiu em duas partes, que é o cabo e a lâmina. Ele trancou a lâmina de volta a pedra que fica em uma caverna ou covil cheio de monstros, mas nenhum se compara a terrível gorgona. — Clarion respirou para continuar, porque a história era longa — o Cabo ninguém sabe dizer, mas alguns falam ou dão palpites de que o cabo está no fundo do mar mais azul do planeta.
– Já vi que o cabo já tá no papo — Fala Flyn.
– Você se engana, o cabo é guardado por um outro monstro. E ele faz perguntas ou charadas e se você não acertar ou mentir, ele te mata.
– Como? — Pergunta Rapunzel tremendo de medo.
– Ninguém sabe, porque ninguém sobreviveu pra contar a história. — O grupo engoliu em ceco, só pensando na aventura que vão enfrentar. Mas tinham para por paz na terra e no mundo mágico.
– Vamos fazer isso, pelo Sand — Fala Tooth já calma.
– Bom...os guardiões exeto Jack, vão ficar.
– Porque? — Fala North.
– Porque, a visão, deve se cumprir com o grupo The Big 8, não com o Papai Noel, Fada do dente e o coelho da Páscoa...sinto muito mas..é a verdade.
– Aff — Bunny bufou, Tooth ficou triste e North ficou um tanto confuso com a situação.
– Ta legal, se é pra gente ir , nós vamos, né? — Fala Soluço.
– É — Fala Merida com um sorriso — E aí vamos ser heróis outra vez?
– Vamos — Fala Jack — Pelo Sand.
– Pelo Sand — Fala o grupo e junta as mãos, que surgi um brilho e transforma eles em suas vértices de heróis. ( as originais dos filmes ) .
Eles se preparam. Soluço estava arrumando Banguela que comia uma tigela enorme com peixes. O rapaz estava tão distraído que nem notou Merida ao seu lado.
– Oi — Fala ela e ele toma um surto tão grande que tropeça na calda de Banguela, bate na tigela e cai de bunda no chão.
– Ai — Ele gemeu de dor enquanto Banguela e Merida abafam o riso — Vocês acharam engraçado né? — Fala ele tirando um peixe de sua cara com um sorriso de lado. — Vê se acham isso — Ele joga o peixe em Merida, mas no meio do caminho Banguela pega com sua enorme boca e come. — Banguela. Era pra ter acertado.
– Falou certo.."era" hahaha — Merida começa a rir e Soluço levanta.
– E né? — Soluço pega Merida e derruba ela, mas ela o puxa e os dois caem, rindo.
– Você está com medo? — Pergunta Merida olhando o céu.
– Não...muito, quer dizer..eu estou..assustado com oque tá acontecendo, mas com essa aventura chegando...não estou tão preucupado.
– É..nem eu, mas confesso que às vezes eu me pergunto, e se alguém de nós...sabe...morrer?
– Vira essa boca pra lá, ninguém vai morrer. — Fala ele levantando e ajuda sua namorada — Fique tranquila, nada vai de afetar ou te ferir ok? — Ele o fita com os olhos e beija sua testa. — Nada. — Ela rir e o abraça, mas Banguela entra no meio — E nem com você amigão. — Soluço acaricia a cabeça de Banguela e Merida abraça o enorme dragão que por uma causa inexplicável, balançava a calda de um lado pro outro, e ainda deixou cair sua língua pra fora. Deixado ele mais fofo.
Jack estava no telhado olhando a lua, que já estava em amostra, o albino fez uma mini forma de gelo, com a figura do Sand, o novo guardião olhou a figura e voltou a olhar para lua cheia, como sempre.
– Você não vai mais me fazer sofre — Fala ele pensando em Breu, e na raiva que estava crescendo dentro dele. Mas seus pensamentos foram interrompidos por Elsa.
– Tá fazendo oque aí? — Fala ela escalando. Ela quase cai, mas Jack a segura firme e trás pra perto de si.
– Estou pensando.
– Em que?
– Em tudo que está acontecendo. Formando algum plano, sei lá. Observando a lua.
– Hum — Elsa se aconchega em Jack e ele acaricia os cabelos da loira que fecha os olhos e só sente o carinho de seu namorado.
– Sabe. Às vez penso, como me tornei um guardião? Sei lá eu não fiz nada, eu só nasci...porque ele me escolheu?
– Ele quem?
– O homem da lua, North me falou dele, ele que me escolheu para ser guardião, como todos os outros. Mas eu só queria saber o porque.
– Você deve ser especial — Fala Elsa e Jack a encara. — Acho que você deve ter feito alguma coisa que o tornou especial.
– Ou só devo está cumprindo minha obrigação. — Fala ele e Elsa o encara com a sobrancelha arqueada. — Oque?
– Para Jack. Você parece que não está gostando de ser guardião. — Elsa parecia está ficando com raiva.
– É porque é trabalho de mais, eu gosto dos meus poderes, mas...eu não quero viver assim na minha eternidade. Sabe com responsabilidades ou tensão em cima de mim.
– Jack — Elsa suspirou — Você vai ter responsabilidades mesmo assim, você tem que aceitar que está crescendo e ficando mais maduro.
– Tem razão, desculpe, acho que meus neurônios estão quebrados. — Fala ele com um sorriso no rosto.
– Eu desculpo — Fala Elsa dando um beijo na bochecha de Jack — Amanhã vamos virar heróis. — Fala ela suspirando e encarando a lua.
– PARA O AUTO E AVANTE — Jack agarra Elsa e levanta vôo, ela começa a gritar, mas depois ela começa é a rir, de seu namorado fazendo gracinha ou tirando sarro de sua cara.
Amanheceu e o grupo estava já pronto para partir. Eles partiram rumo ao mar mais azul do planeta, só rezando para nada acontecer.
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