The Wrong
4 ASSUNTO: Last Friday Night
Notas iniciais
Espero que gostem. Reviews hein! Estou tendo trabalho triplicado para postar aqui, na fic Trampled e mais em blog, tumblr, e outras coisas fora da internet, afinal, eu tenho uma vida KKK. Ah, e com as aulas vai ficar bem mais complicado então preciso de reviews ;D
Boa leitura.
O que aconteceu? Eu saí do vestiário e você não estava mais em lugar nenhum! Ficou brava? Responde, por favor, tô preocupado. Beijo.
Edward.
As lágrimas vieram cada vez mais fortes.
Eu não estou muito bem. Desculpe, não vou poder sair hoje.
Então? Quer jeito melhor de ficar bem do que sair com alguns amigos?
Amigos?
É, vão mais pessoas com a gente. E eu sou seu amigo... não sou?
É... claro. Mas por favor, não insista. Eu não estou legal.
Tudo bem. Até segunda-feira.
Eu até estranhei ele aceitar tão rápido, mas não achei que ele faria o que fez...
Eu descansei até mais tarde no sofá e fui tomar um banho. Tinha esquecido a muda de roupa no quarto e estava indo buscá-la quando ouvi a campainha.
Achei que era minha mãe porque já eram sete horas e fui atender de toalha mesmo..., mas estava errada.
Ele usava uma bermuda cáqui, uma camiseta verde estampada com um surfista e um tênis Lacoste. O cabelo molhadinho estava para trás, seu perfume Hugo Boss exalava por todo o canto e ele não parava de olhar para as minhas pernas descobertas. Dei um grito e bati a porta, trancando-a.
– Abre a porta, Vic!
– Você disse que não viria!
– Eu menti. Já devia saber que não pode confiar em mim.
– Vá embora!
– Não vou.
– Você me viu... assim!
– Já vi coisa pior, fique tranquila. Ou devo dizer, coisa melhor.
Abri a porta e joguei uma almofada na cara dele. Ele estava com uma expressão tão engraçada que não tive como não rir. Mandei-o entrar e sentar no sofá.
– Já volto, vou me arrumar.
– Eba!
– Mas não fique tão animadinho, sair com você não significa passar a noite inteira ao seu lado.
– Ah... – gemeu, entristecido.
– Que roupa devo usar?
– Essa mesma, ou se preferir, nenhuma. – Completou, com um sorriso sarcástico.
Joguei outra almofada nele e cobri minha parte de trás com uma para poder subir as escadas sem comentários indignos de Edward.
Coloquei uma roupa (roupahttp://2.bp.blogspot.com/-BB-DtxT0-B0/TaiaBpcuxQI/AAAAAAAAAB8/BSbGSRUEAKA/s1600/taylor-swift-hm-premiere.jpg) e uma tiara preta no cabelo.
– Está tão linda. – Respondeu, quando desci.
– Lembre-se. Só amigos.
Ele se levantou, me abraçou e sentiu meu perfume.
– Que amiga linda e cheirosa eu tenho.
Retribuí o abraço e automaticamente dei-lhe um beijo em sua fronte.
– Desculpe, eu... não quis...
– Não se preocupe, eu gostei. E não conto para ninguém.
Saímos e eu levei minha chave, afinal meus pais tinham as deles. Fomos até a esquina de mãos dadas e antes de chegarmos para cumprimentar os outros, eu a soltei.
Dentre eles, tinham os gêmeos Dewbert, jogadores de futebol (zagueiros, se eu não me engano), Antorelo, o riquinho pegador e até o professor de química. Cumprimentei todos com um beijo na bochecha e quando cheguei no professor, me assustei.
– Senhor Heliot?
– Por favor, Victoria, me chame de Drew – pediu e retribuiu o beijo na bochecha, porém Edward me puxou para trás receoso e eu tive a impressão de que aquilo era ciúme.
Em um dos carros tinham as irmãs Caitlin e Carrie Fearley, duas populares apenas por serem filhas do diretor da escola e uma das meninas da torcida cujo nome eu não sabia. Nem a menina loira estúpida, muito menos a NERD esquisita estavam lá.
Lembrei do corte por um instante (que ainda doía), mas logo afastei os pensamentos da cabeça. Com Edward eu podia me sentir segura, por mais que fosse só como amigo.
Pouco tempo depois das apresentações, estávamos nos carros – o professor, Antorelo, eu e Edward em um carro e o resto no outro. Edward dirigia, com o professor ao seu lado e eu e David Antorelo estávamos atrás.
Depois de um pouco de tempo no caminho, o professor tirou do porta-luvas três latas de cerveja.
– Uma para mim, uma para Victoria e uma para David; Ed não pode, está dirigindo.
– A Victoria não bebe. – Informou Edward de cenho franzido.
– Eu aceito uma – falei para o professor, só para provocar o Edward.
– Boa, garota! – O prof. jogou as latas para mim e David.
– Vamos fazer um brinde? – Sugeriu o riquinho. Entrelaçamos os braços e bebemos um golão de cerveja. – Sabia que é proibido dar bebida para menores, professor?
– Ora, David, é por isso que ninguém precisa saber – respondeu o educador todo cheio de si. – E além do mais, aonde nós vamos tem um monte dessas.
– Ah, é! Aonde vamos, mesmo? – Perguntei.
– A uma boate – respondeu o David, me analisando. – Estou doido para te ver dançando.
– Que papo é esse, Antorelo?! – Indignou-se Edward.
– Eu também tô louca para dançar – respondi, ignorando Edward, de propósito.
– VICTORIA!! – Gritou comigo.
– O que é?!
– Virou vagabunda?
– Não, mas estou solteiríssima.
Por um impulso, beijei Antorelo e Edward deu uma freada forte.
– O que foi, Edward?! – Perguntou o professor.
– O farol fechou – falou baixinho. O ciúme implantava em seu olhar como um prato de vingança para mim, e o sabor era doce.
Notas finais
Beijocas >.
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