The War Of The Great Kingdom
14 Ressurgir de Um Grande Mau.
Notas iniciais
Capitulo XIV
Ressurge um Grande Mau
Parte 1 — Grande.
"É chegado um tempo em que todas as coisas devem ser ditas e nada deve ser esquecido. Enquanto o ser humano sempre espera o bem, o mau lhe vem para provar a sua fidelidade, e quando o mau vir, o homem não pode se deixar levar, tem de erguer a sua espada, pois é a hora de lutar."
Nova York nunca fora tão silênciosa, tão morta e no meio daquela multidão exagerada que se concetrava a milhas dali, iam familias que preservavam as suas vidas, e vinham digiescolhidos de Nova York.
– Loucos! — Disse um homem a uma garota vestida de preto, o garoto que estava ao seu lado:
– Louco é seu filho que está aí sentado no banco traseiro do seu carro que toda vez que olha para uma criança da um assovio, faça ele entender que ele tem dezessete anos e não oito, obrigado e boa noite. — O garoto passou a seguir o resto do grupo.
Estavam em quatro, Lily a garota que ouvira a ofença estava ofegando, ligar para Thomas, o garoto que a defendera do homem mau-criado, Elizabeth, a outra garota que se encontrava ali e Anderson o líder do grupo não fora nada fácil.
Todos estavam vestidos de preto, só que Lily e Thomas usavam óculos e eram loiros, enquanto Elizabeth era morena e tinha olhos verdes e Anderson tinha os olhos azuis e o cabelo preto. Os quatro DemiDevimon os seguam.
Depois de correrem mais de quinhetos metros, encontraram o que queriam, eram os digiescolhidos japoneses, com mais Ana e Ryo, os outros dois digiescolhidos americanos e correram então ao grupo.
– Por que os digimons de vocês não estão digievoluindo? — Perguntou Lily a Ana que sacudiu os ombros.
– Nenhum digimon está digievoluindo — disse TK — todos nós acabamos de receber o recado de uma digiescolhida francesa de que se Nova York estiver com mais do que sete digimons, isso ajudará a Lucemon voltar mais rápido e eles também tiveram que se doar para fazer Agumon e Gabumon mega-digievoluicem.
– Hm... Que interessante, quer dizer que eu não posso fazer nada? — Perguntou Anderson, todos os outros digiescolhidos pensaram nessa mesma pergunta.
– É claro que não! — Disse Thomas.
– O que você quer dizer com isso Tommy? — Perguntou Elizabeth.
– Que o Andy está errado, você não percebeu Beth? Acho que ninguém aqui percebeu, mas se vocês virem, caso um deles possa perder, temos os nossos digimons para lutar. — Disse Andy.
– É verdade, mas vamos prestar atenção. — Disse Sora. — Os três lordes demônios estão...
– Maiores. — Completou Rachel.
Batalha do Mundo Humano.
O céu de New York nunca estivera tão limpo, as luzes da cidade brilhavam refletidas nas águas e tais brilhavam refletidas no céu, as estrelas estavam luminosas, e cada vez mais vislumbrante, enquanto um reporter se aproximava devagar dos pés da Estátua da Liberdade destruída, os digimons lutavam sem parar.
– Força Terra! — Enquanto juntava a energia necessária para realizar o ataque, ThunderBirdmon atacava voando por cima das cabeças dos lordes digitais.
– Thunderstorm! — Atacou ThenderBirdmon, e então uma tempesteda de trovão começou a sair de suas asas, causando uma enorme dor de cabeça a todos que estavam ali em baixo.
O barulho a chuva, tudo ajudava a piorar ainda mais para a parte dos lordes demônios, até que Daemon disse:
– Eu pego WarGreymon. Barbamon fique com MetalGarurumon e Belphemon com ThunderBirdmon e Pegasusmon, agora! — Mas ele mau havia acabado de falar e já havia levado a esfera de energia que WarGreymon demorara tanto tempo para fazer, e voou cerca de duzentos quilômetros completamente em meio a destroços do havia sido o Monic's Cyber Coffee.
– Eu vou até ele — disse WarGreymon então abriu as suas asas e começou a voar.
Daemon Vs. WarGreymon.
Monic's Cyber Coffee havia sido um cyber café muito conhecido dos Estados Unidos e Monica a dona do café, havia conseguido o montar, mesmo vivendo na miséria, era dona de mais de trezentos cafés da cidade, havia conseguido construir um império e... Era dona, pois quando é dito isso, é bm se lembrar que ela morreu naquilo que ela jurou, foi em uma madrugada fria de dezembro e jurou pela Estátua da Liberdade que ela jamais cairia, pois ele iria contruir o maior império de cyber cafés da América do Norte, e ela realmente fora, mas o destino é hilário, Monica morrera esmigalhada pela Estátua da Liberdade, ela que promovera a vários jovens a oportunidade de jogar "Digimon", ele que receberia seu digivice assim que a guerra se acabasse, passou seu último momento escutando "Bye Bye" com uma estudante que morrera ao seu lado, porém o seu celular que ficara caído em uma vala, continuava a tocar, embalado no som... Da morte.
***
Cretino!
Pensou Daemon caído nas ruínas de Monic's Cyber Coffee, a rua aparentava estar vázia, a não ser pelos cachorros que vagabundeavam por ali, Daemon começou a rir, a verdade é que o ataque de WarGreymon provocara um grande estrago em si, mas mesmo assim atacou:
– Chama do Caos! — O ataque saiu muito mais fraco do que quando havia derrubado a Estátua da Liberdade, mas mesmo assim não ligou muito, foi o suficiente para matar os cachorros que ali estavam, ganidos em um som desesperado.
– Seu maldito! — WarGreymon voou e quando chegou pousou com a sua perna em cima do corpo de Daemon, que moveu suas asas para tirar WarGreymon de cima de si, sem muito resultado — Eles não mereciam isso que você fez! — Mergulho de Guerra! — WarGreymon então voa ciente de que Daemon não está em condições de sair do local e que vai matá-lo, e então em cima do céu energiza as suas garras para destroçar o digimon, o que ele não vê é que Daemon consegue sim se levantar e pega um mandigo que tem os mesmo trapos ao qual sua roupa fora reduzida e deixa no mesmo lugar, e foge.
WarGreymon não tem noção do ocorrido, e por isso ao longe quando vê o mendigo acredita que Daemon. Só percebe a falha depois que sente o contato com a carne do humano que frágio se rasga, o pobre não tem nem condições da um grito, apenas sangue sai da sua boca enquanto ele fica intregue a morte.
WarGreymon então com a força de suas garras destroça o corpo humano e além disso começa a cavar o concreto, com o impacto cava mais de cinco metros, e Daemon aparece lá em cima.
– Como vai, velho dragão humanóide, você não merece viver sabia? Matou um humano! — Daemon então começou a gargalhar, uma aura negra emcobria o seu corpo, enquanto WarGreymon estava completamente fragilizado. — Chamas Infernais! — O que ele não percebeu antes de lançar o ataque é que as chamas ateadas de suas mãos na direção de WarGreymon não o feriu, mas o fortaleceu.
Uma aura vermelha então começou a cobrir o corpo de WarGreymon que foi erguido por uma energia invísivel até a frente de Daemon, da onde acordou completo e sem nenhum ferimento, diferente de Daemon que ainda estava completamente ferido.
– Força Terra! — Atacou WarGreymon, dessa vez não foi preciso tanto tempo, em pouco tempo o seu ataque já havia estado muito mais poderoso do que o anterior, a esfera de energia maior, e Daemon foi atraído pela esfera de energia, mas antes atacou reúnindo todas as suas forças.
Deixou que a esfera de energia o levasse de volta aos pés da Estátua de Liberdade aonde ThenderBirdmon e Pegasusmon enfretavam Belphemon com a ajuda de WereGarurumon.
Daemon olhou então para Belphemon que estava complemente caído e congelado pelo ataque que WereGarurumon havia usado, enquanto WarGreymon vinha, já sem a aura e também ferido.
Daemon que havia reúnido todas as suas energias, se ergueu, começou a balanças suas asas, WarGreymon caiu de joelhos e Tai gritou:
– Levante-se WarGreymon! — Mas WarGreymon caiu e Daemon atacou:
– Garras Retalhadoras! — Ele voou e destroçou o corpo digital de WarGreymon todo aquele brilho de minutos atrás não haviam servido para praticamente nada, WarGreymon fora destruído.
Daemon se levantou e então foi participar da outra batalha.
MetalGarurumon Vs. Barbamon.
MetalGarurumon ainda ficou olhando WarGreymon e sem perceber, sentiu fogo nas suas costas, Barbamon havia o atacado com "Fogo Infernal", sem falar o ataque, e o pior é que o calor do fogo infernal foi completamente incomodo para MetalGarurumon, embora o metal tenha protegido, mas não muita coisa.
– Arsenal de Gelo! — Ataca MetalGarurumon, e os mísseis de seu corpo saem, Barbamon tenta voar, mas eles o seguem e só param quando o atinge em cima dos escombros da Estátua da Liberdade.
Ao entrar em contato com a pele de Barbamon o congela ali em cima e MetalGarurumon voa até onde o corpo de Barbamon está parado com as asas estendidas e ataca.
– Focinho do Lobo Metálico! — Mas o que não pode prever é que o calor do lorde demônio acabasse derretendo a estátua de gelo que Barbamon havia se tornado, e de um modo foi até melhor, pois o laser logo que o atingiu deixou Barbamon mais enfraquecido. — Bom...
– Epa, da um tempo para mim atacar também — Diz Barbamon o destraindo, e então pega o seu mastro — MetalGarurumon, por que não podemos ser amigos? SkullGreymon só colocara um virús em seu corpo, ah não é preciso, BlackWereGarurumon chegará junto de Lucemon. — MetalGarurumon olha não entendendo Barbamon, decide retomar o seu ataque.
– Bomba de...
– Mão Gananciosa! — Ataca Barbamon primeiro, tentando atravessar o seu mastro no corpo de MetalGarurumon, mas apenas consegue fazer um enorme estrago no corpo metálico do digimon, que cai resbalando nos destroços e afunda por fim no meio de um buraco. Agora ficará melhor para mim atacá-lo, pensa Barbamon — Fogo Infernal! — E então tacando fogo de sua mão vê que o ataque não faz muito efeito, pois o fogo ilumara até o fim sem atingir o corpo de uma mulher com o seu filho. — Droga! Onde aquele lobinho está?
– Aqui! Bafo Fatal! — Atacou MetalGarurumon o ataque atingiu Barbamon que ficou por um tempo parado, sentiu um frio mortal atravessar seu corpo fazendo-o compatilhar um lado de seus dados entre si e a morte, mas logo voltou.
– Pandemônio Perdido!!! — Atacou Barbamon, o ataque retirado da Área Negra do Digimundo causou uma incrível explosão não só envolta do lugar da onde eles estavam, mas também dele.
Uma nuvem negra então encobriu o local e quando se esvaiu com os ataques ventosos de ThunderBirdmon, MetalGarurumon estava caído de um lado e Barbamon do outro, mas MetalGarurumon se ergueu, e viu que Barbamon dependia de só mais um ataque, assim como ele, a luta seria de quem atacasse primeiro e então MetalGarurumon atacou:
– Bafo de Gelo — e apesar de não exclamado, nem de o ataque haver saído com muita força, foi o suficiente para congelar o corpo de Barbamon, que ficou completamente congelado, o gelo se derreteu, mas ele se explodiu em dados. MetalGarurumon então caiu e ficou descansando.
Pegasusmon & ThunderBirdmon Vs Belphemon.
Seu modo, era o fúria, sua vontade, destruição, o que o movia, as trevas, o que o pertubava, a luz da Esperança que aquele monstro digital, aquela besta sagrada que era Pegasusmon iluminava.
Agora o céu estava escuro e NY — Cloothes tinha o seu letreiro bem iluminado, Belphemon entendera a estratégia de Daemon, deixara-se ser lançado para um lugar onde nenhum digiescolhido pudesse ver, e Barbamon havia feito a mesma coisa se lançando para cima dos escombros da Estátua da Liberdade. Belphemon então levantara voou e se escondera em uma rua perto do Central Park, estava tudo escuro. M&C Studio estava apagado, assim como todas as lojas, apenas NY — Cloothes estava acesa.
– Pegasusmon, alguém já disse para você, APAGUE A LUZ QUE VOCÊ ME PERTURBA! — Belphemon não estava afim de ficar brincando e logo atacou: — Lampranthus! — As ondas infernais que corriam em sua correntes eram brilhantes, ele movia com habilidade de um lado para o outro, até acertar uma corrente em Pegasusmon e a outra em ThunerBirdmon.
– Thunderstorm! — Atacou ThunderBirdmon, a tempestade foi forte e ao encontrar Belphemon o deixou meio zonzo.
– Chama Prateada! — Dois raios verdes sairam da testa de Pegasusmon atingindo Belphemon, que gritou, os ataques de Pegasusmon o machucavam muito mais que os outros.
A verdade é que aquele lorde demônio em um passado remoto, fora destruído pelo antigo Pegasusmon, quando estava em seu auge, e Belphemon era ainda muito novo, agora depois de passar por tudo de novo ele ainda se lembrava de tudo, só agradecia a Leviamon que havia sido destruído por Whamon que havia destruído o antigo Pegasusmon.
– Chuva de Espinhos! — Atacou Pegasusmon a chuva de agulhas que foi até Belphemon que foi atingido mais uma vez gritando de dor, até que por fim se irritou:
– Presente das Trevas! — Atacou em Pegasusmon que voou para perto dos digiescolhidos e então ThunderBirdmon começou a lutar com Belphemon mano-a-mano, encostando a ponta das asas ora aqui ora lá.
– Spark Wing! — Atacou ThunderBirdmon, usando as suas asas, Belphemon caiu então de uma carga de energia e ThunderBirdmon voou para perto de Pegasusmon que se encontrava alguns metros à frente dos digiescolhidos.
– LAMPRANTHUS! — Quando Belphemon reapareceu maior e com as correntes em chamas negras, ThunderBirdmon que socorria Pegasusmon não viu o que iria acontecer, nem Pegasusmon Rachel então gritou:
– Olhe para trás ThunderBirdmon! — Mas não adiantou, a corrente atingiu ThunderBirdmon e Pegasusmon mais uma vez os deixando completamente feridos, e já ia se preparando para atacar novamente...
– Pre...
– Arsenal de Gelo! — Os foguetes que sairam do seu corpo atingiram Belphemon por trás o congelando. Era MetalGarurumon que havia vencido Barbamon e depois de descansado estava ali.
– Bomba de Gelo! — Atacou MetalGarurumon explodindo a estátua e deixando Belphemon completamente ferido, Daemon reapereceu e derrotou WarGreymon, que então foi para perto deles.
– Agora vamos aproveitar para ver se conseguimos digievoluir, vão DemiDevimons! — Disse Andy. Tommy, Lily e Beth estenderam os seus digi-vices, e os três DemiDevimons então passaram a se tornar dados, que foram absorvidos por DemiDevimon de Anderson.
– DemiDevimon mega-digivolve para MaloMyotismon! — Mas o digimon não precisou atacar, Pegasusmon, ThunderBirdmon e MetalGarurumon atacaram em direção de Daemon.
– Chuva de Espinhos!
– Thunderstorm!
– Bafo Fatal! — E então os três se reuniram fazendo Daemon gritar até seu explodir em dados.
Depois viraram-se em direção de Belphemon que atacou:
– Presente das Trevas! — Agora seu ataque estava fraco, a sua energia já estava quase dissipada, mas Pegasusmon que estava mais ferido caiu completamente sem noção.
– BAFO FATAL! — Atacou MetalGarurumon e então seus dados se reuniram aos WarGreymon que ainda estava voando e Byomon, Agumon, Gomamon, Tsunomon e Gabumon surgiram completamente cansados.
– THUNDERSTORM! — Junto do ataque ThunderBirdmon foi voando junto e quando os dois atingiram Belphemon, ThunderBirdmon aspirou todos os dados de Belphemon e quando caiu, caiu ao lado de Patamon.
Fim da Batalha do Mundo Humano.
Em algum lugar...
– Droga, agora que eu achei que fosse o fim daqueles drogas, vou ter que ter uma séria conversa com Pegasusmon sobre isso, nem que eu faça ele voltar a viver, os humanos devem morrerm. OS HUMANOS DEVEM MORRER!
Mundo Humano
– Bem digiescolhidos, parece que vocês não precisaram de mim, e vocês — disse MaloMyotismon olhando para os digescolhidos americanos — Querem uma carona? — Perguntou.
– Sim! — Disseram os digiescolhidos! E subindo nas costas dos outros, Lily foi a única que ficou, interrompeu a comemoração dos digiescolhidos japoneses que se balançavam de um lado para o outro abraçados, olhou para TK e disse:
– Gostei de você, meu e-mail é lily-digi-demidevimon@hotmail.com, até outro dia. — Todos ficaram surpresos com a atitude da garota, Tai olhou para TK que sorriu para ela, e se lembrou que não poderia ter raiva, afinal TK havia perdido a memória.
– Ah se Kari sabe disso! — Diz Rachel também enciumada.
– Foi um prazer conhecer vocês! — Disse Andy de cima de MaloMyotismon, só Tommy não acenava, parecia gostar de Lily e ter ficado com raiva, mas Beth acenava sem parar olhando Tai, que acenou também.
Um portal de repente apareceu.
– Entramos? — Perguntou Tobb.
– Acho que, sim o que vocês me dizem? — Perguntou Matt.
Todos assentiram e então entraram, saíndo no castelo de Wizardmon, no Digimundo que estava praticamente reconstruído e sem nenhum estrago.
Parte 2 — Mau
Kari era a única que os esperava com lágrimas nos olhos, TK nem ao menos havia rejeitado o pedido da moça, e embora não houvesse anotado o e-mail dela, também não havia dito que não e se lhe houvesse espaço na memória, até por que o e-mail dela não era tão dificil.
Ken e Yolei esperavam lado a lado, de mão dadas, no momento em que acistiam a luta, suas mãos encostaram na pipoca e desde e então não as tiravam, mas queriam ter um momento para conversar, só eles.
Izzy e Mimi estavam sorridentes, olhavam para os digiescolhidos esfarrapados, cheios de cansaço e disse:
– Logo-logo o jantar que Mimi fez será servido, não precisa ninguém se preocupar, também arranjamos comodos para poder descansar...
– Por que vocês não estavam lá? — Perguntou TK.
– Porque Wizardmon disse que lá seriamos inúteis e que só correriamos riscos de perder as nossas, vidas, mas assistimos...
– Assistiram?! — Perguntou Matt.
– Enquanto nós davamos a vida...
– CALEM-SE! — Disse Wizardmon. — Foi uma ordem minha, todos nós enfrentamos batalhas, vocês não foram os únicos e muitos poderiam ter caídos, agora venham comer.
Os digiescolhidos que haviam ficados estavam completamente envergonhados, foram colocados na posição de preguiçosos, mas reconheciam o ponto de vista de Wizardmon e logo depois da janta eles voltaram a se falar normal
Todos comentaram então sobre as batalhas, não deixando escapar nenhum detalhe e por fim Wizardmon disse:
– Agora é apenas o crepúsculo no Mundo Digital e eu Grande Rei do Grande Reino peço minhas sinceram desculpas, mas espero que vocês tenham entendido meu ponto de vista, não podemos fazer mais nada, exceto esperar a batalha do Digimundo antes da Guerra do Grande Reino, enfim, eu me sinto honrado por vocês serem digiescolhidos e por terem salvado o Mundo Humano, LadyDevimon não podera voltar através dele, mas Will ajudará nisso e BlackTailmon também, agora descansem, recolham-se, Mimi e Izzy vocês ficam com o primeiro quarto, Matt e Sora com o segundo, Ken e Yolei com o terceiro quarto, Rachel e TK com o quarto, Joe e Tobb vocês com o quinto e Tai e Kari com o último, minha intensão foi colocar os casais em seus respectivos quartos, mas como Kari e TK se separam, achei melhor a guardá-la com seu irmão.
– Eu poderia ficar com Rachel! — Disse Kari rapidamente, Rachel que estava com um radiante sorriso fechou a cara, apesar de gostar de Kari, agora com TK sem memória... — Nós somos meninas e...
– Digiescolhida da Luz não torne-se ciumenta, eu sei o que faço — Disse Wizardmon. — Boa noite.
Então cada casal foi para o seu respectivo quarto, Matt e Sora dormiram abraçados como um verdadeiro casal, Ken e Yolei apesar de quase se deixarem tomar pelo amor se respeitaram e dormiram de mão dadas. Izzy e Mimi também dormiram abraçados, mas cheios de vergonha e Tai e Kari conversaram até altas horas, como Rachel e TK falando do Digimundo, até que as 20:00 horas, do Digimundo todos já estavam dormindo.
Sonho de TK.
TK chegou perto de Rachel, e depois fechou os olhos, sentiu uma brisa tocar o seu corpo, e então quando se viu estava em um salão todo branco, Puzzle se aproximou dele na forma de Magnamon.
– TK, vamos rever mais um pouco de sua vida?
– Sim, mas o que será dessa vez? — Perguntou TK.
– Bem, agora você está vendo essa máquina acima da sua cabeça? — Perguntou Puzzle.
– Sim, o que é? — Perguntou TK.
– É uma máquinha, que o ajudará a se lembrar muito mais rápido, foi um presente de Khronos, uma grande amigo meu, enfim, eu vou lhe mostrar uma grande batalha que você teve, e esse aparelho vai fazer você se lembrar de todas, o que nós iriamos precisar fazer em quinze seções, nós vamos fazer hoje em cinco horas e depois, você terá uma grande parte de eu sono para descansar voltar a sonhar normal...
E então o capacete desceu na cabeça de TK, encaixando-se perfeitamente, TK abriu os olhos e as cenas que foram aparecendo logo o fez lembrar de tudo que havia acontecido.
Foram cinco horas pra TK, mas tudo se encaixavam em seu devido lugar, fechou os olhos e os forçou, quando acordou, a sua última parte foi se lembrar de que amava muito Kari até antes de seu acidente e estava abraçado a Rachel que sonhava também.
Fim do Sonho da Recuperação da Memória de TK.
Ele fechou os olhos novamente, eram seis horas da manhã, mas ainda se sentia muito cansado, mais uma dormiu, agora sua memória estava completa, e amava Hikari Kamiya.
***
Kari se levantou e abriu a porta, na mesma hora todas as portas se abriram e todos saíram, menos Matt e Sora que deviam estar vestindo a roupa, depois eles também saíram, era mais ou menos nove horas da manhã, TK abriu a boca se espriguiçando e Wizardmon disse passando pelo corredor:
– Venham a sala, temos um recado de SkullGreymon e então todos vestem as suas roupas e vão a sala, onde encontram Will vestido de preto, em seu braço havia um DemiDevimon que era agora o seu parceiro digimon.
– Will? O que aconteceu com o seu rosto? — Perguntou Rachel, e todos olharam.
A boca dele estava repuxada para cima, o nariz tinha uma incrivel cicatriaz e nada o fazia lembrar do belo jovem que fora outrora, o pior era o tapa olho que usava no olho direito e a cicatriz que havia logo acima dele.
– Rachel, minha ex-prima. Devo me explicar profunamente minha memória, para que todos vocês entendam a minha visita a esse castelo. Quando Whamon foi meramente destruído levando consigo Leviamon, TK e Rachel como me explicou SKullGreymon — nessa hora todos levaram um susto, Kari então começou a chorar sem parar — Não chore Kari, a culpa não é sua. É dessa maldita gata que eu destruirei com as minhas próprias mãos.
– Você quer ver eu te destruir? — Perguntou Tailmon afiando suas garras novamente.
– Pare Tailmon, deixe ele falar o que tem que ser dito! — Disse Wizardmon.
– Depois que Whamon foi destruído, TK e Rachel foram parar em outro mundo devido o grande poder de Leviamon ter sido corrompido, eu e Kari tivemos a nossa última conversa enquanto eu ainda era Will e Tailmon me agrediu.
Flashback On — Will P.d.v.
Não vou me colocar no lugar de vítima é claro, apenas quero ser sincero, o que eu fiz a Kari foi querer admitir o meu amor e chance foi renegada, passei então a vagar pela praia, quando encontrei BlackTailmon.
– BlackTailmon, você ainda é a digimon que foi me escolhida? — Perguntei.
– Sim, sou Will, mas o que é isso em seu rosto? — Ela me perguntou.
– Feridas que cicatrizarão, assim como as minhas mágoas, agora me escute, vamos subir o monte e nos encontrar com SkullGreymon.
– Por que Will? — Perguntou BlackTailmon.
– Quando eu vim a primeira vez no Digimundo, quando perdi a minha vó e desesperadamente tentei me suicidar na banheira de casa, foi no Digimundo que eu vim parar e o primeiro digimon que me deu um olá foi um Devimon, seu digiescolhido era Young Kenned, um digiescolhido que pensava somente no bem do Digimundo, mas Devimon pensou em si mesmo e o destruiu, destruiu o seu parceiro para poder viver e conquistar famas e glórias e... Olhe, ele foi MaloMyotismon que quase dominou o mundo inteiro. Se ele estava no time de SkullGreymon é para lá que eu vou.
Apesar da subida ser ingríme, eu subi, as árvores me protegiam do sol escaldante e por fim eu fui ao Templo, e lá eu pedi, implorei para ir para perto de SkullGreymon.
Ele quis me matar a princípio, mas depois eu o olhei e implorei dizendo:
– Tudo o que eu quero é uma chance aqui, uma chance com você para tentarmos vencer os outros, saiba mestre, que eu farei tudo que você pedir, — e ele sorriu e então me disse:
– Lucemon dispertará daqui a doze horas, mas você parece muito com o irmão mais novo dos primeiros digiescolhidos, ele que armazenou e configurou todos os dados doi Digimundo, e ele também inventou...
Ele me explicou muitas coisas e por fim me pediu para dar um recado:
Flashback Off — Normal P.d.v.
– Vocês terão trinta dias para viverem normalmente, sem destruição nem nada, mas depois enfrentarão a Batalha do Digimundo com todas as forças, se o Digimundo for tomado, vocês ficarão aqui até a Grande Guerra. Caso o contrário, a Grande Guerra começará. — Disse Will para todos, — enfim é chegada a minha hora de partir, DemiDevimon é meu mais novo digimon, pois BlackTailmon se entregou para se tornar a bela LadyDevimon ancestral. Rachel fale a Anne que eu amo e Kari, eu também amo você — então desapareceu em meio aos olhos de todos que se lamentavam por perdê-lo.
Parte Três. — Ressurgir.
O Grande Reino estava escuro, não como MetalGreymon havia mostrado para os digiescolhidos com os campos floridos e as árvores altas e o dia lindo, não. O Grande Reino estava triste, assustador, o céu era cheio de relâmpagos e as árvores não tinham folhas, eram secas e infelizes.
– Venha Lucemon, venham já faz tanto tempo que meu amo está adormecido, desperte Lucemon, para nós guerriarmos lado a lado na futura guerra... — SkullGreymon chamou durante sete horas por Lucemon até que a sua catatumba gemeu, seus dados foram saindo devagar, e ele continuava constituindo-se quando Will chegou e teve a conversa com SkullGreymon duas horas depois faltava a cabeça de Lucemon se recompor.
Will então voltou ao castelo de Wizardmon e Lucemon abriu os seus olhos azuis e angelicais, sua roupa benevolente, seu espirito de criança e disse para SkullGreymon.
– Ajoelhe-se.
SkullGreymon obedeceu Lucemon que o olhou:
– Faz quanto tempo? — perguntou Lucemon com a face extremamente curiosa.
– Mil anos, milorde. — Respondeu SkullGreymon que ergueu o seu corpo.
– Quem retirou você de Jigokudou? — Perguntou Lucemon.
– MaloMyotismon, os digiescolhidos...
– Que digiescolhidos, Seto, Mandara e Ryuk-kun? — Perguntou Lucemon.
– Não, novos, Lucemon você precisa ser esclarescido de muitas coisas, sente-se meu mestre. — Disse SkullGreymon.
– Com certeza, mas algo me diz que há pivetes há procura do Elo Perdido que eu mesmo escondi — disse Lucemon.
– Há sim, mas sente-se, temos de conversar — disse SkullGreymon.
– Vai demorar? — Perguntou Lucemon.
– Não muito — mentiu SkullGreymon se ele falasse que era muito Lucemon cairia fora e não daria bola, mas contando detalhe por detalhe, quem sabe ele caísse na sua?
Digimundo — Cidade do Princípio.
Uma garota vestida de preto com os calos brancos, completamente descoloridos atravessava a Cidade do Princípio até que avistou o digiovo que queria disse olhando para Dobermon.
– Acho que o encontramos, o que você me diz? — Perguntou a garota.
– É Pegasusmon com certeza mestra, você tem certeza de que isso é necessario? — Perguntou Dobermon.
– Sim Dober-kun, isso é extremamente necessário, Ryuk-kun me deixou essa tarefa e só podem existir esses dois Mundos, mas é Pegasusmon que conhece mais a estória. — Ela se abaixou e pegou o digiovo, e então pegou um aparelho parecido com um digivice onde haviam sete botões. — Espero que Gennai compreenda a minha atitude — e então ela apertou no botão do meio.
O digiovo se abriu e dele começaram a sair os dados, e então Pegasusmon resurgiu diante dela.
– Ora, Pegasusmon, como se sente em dizer olá para mim novamente? — Perguntou a garota.
– Não, não pode ser você, Kiara-san?
To Be Continued
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