The Vampire Academy- Forbitten Romances.
11 Ser mãe não é fácil.
P.O.V. Rose.
Eu amo o meu filho, mas ele consegue me tirar do sério ás vezes. Ele adora mexer nas coisas onde não deve mexer.
Para melhorar a Lissa está grávida de seis meses e meio. Temos que ficar atendendo os desejos malucos dela, mas ela é minha melhor amiga e melhores amigas cuidam umas das outras.
Sei muito bem pelo que ela está passando neste momento, passei por isso quando estava grávida do John.
Ele é muito fofo e todos na São Vladmir adoram paparica-lo, até mesmo a mala da Mia Rinaldi.
Depois de darmos um jeito no exército de Strigois pudemos voltar pra escola, fiz questão de enterrar a minha madrinha com todas as honras que ela merece e todos os dias sem falta levo flores lindas ao túmulo dela.
Ao contrário da maioria dos vampiros que viram Strigoi pelo poder, ela só queria acabar com a dor e apesar das pessoas não falarem sobre isso o melhor jeito dos não declarados acabarem com o seu sofrimento é matar ao se alimentar e virar Strigoi. Porque eles tem uma clareza interior, são insensíveis é como desligar a humanidade.
Strigois não envelhecem, não ligam de matar seus amigos ou parentes. Minha pobre madrinha eles a internaram numa clínica psiquiátrica porque ela tinha o espírito e a agonia dela se manifestava em sua pele formando enormes cortes nos braços.

Ela ficou desequilibrada. Mas, eu sei que ela era uma boa pessoa e não fez por mal, ela só queria que a dor acabasse.
Sonya Tanner Karp era minha madrinha e ela sempre cuidou de mim, mas quando ela precisou da minha ajuda eu não estava lá.
E o homem que ela amava, foi aquele que tirou sua vida e acabou com seu sofrimento.
Espero que ela esteja em um lugar melhor do que aqui, que esteja feliz e em paz. Ela era tudo pra mim depois que meus pais morreram.
Fazíamos tudo juntas e sempre cuidávamos uma da outra. Fico muito triste por ela não estar mais aqui conosco, por não ter conhecido meu filho, nem meu namorado.
–Vocês teriam gostado dela.
–Nós a conhecemos Roza. E nós a adorávamos, ela era uma ótima professora e sempre estava disposta a nos ajudar em qualquer problema quer fosse de trabalho ou pessoal.
–Ela era muito sensitiva. Sabia quando alguém estava precisando de ajuda.
No dia em que eu soube que ela morreu eu meio que surtei. Era tanta tristeza.
–Eu a amei. Ainda amo, mas ela não conseguia mais viver.
–Roza.
–Eu não acredito que ela ta morta. Isso não pode estar acontecendo!
–Eu sinto muito.
–Quem foi? Quem a matou?
–Eu.
–Porque professor Steve?
–Ela me pediu. E tirar a vida dela foi a coisa mais difícil que eu já tive que fazer.
Fale com o autor