The True Story
10 Recrutando uma nova aliada
Notas iniciais
Enquanto Zelena e Cruella conversavam, sem se importarem com o que estava ao redor, Snow subiu sorrateiramente até a biblioteca, sem saber que Lily estava escondida ali. Quando a pobre garota ouviu os passos de Snow um único pensamento passou pela sua cabeça: A janela.
– Tem alguém aqui? Regina eu vou achar você sua cadela! -Snow grita.
Lily saiu correndo desesperada, sem olhar para trás, só parou quando viu Cruella e Zelena atrás da biblioteca, a menina gelou, ela não podia ser capturada, mas também não usaria magia por nada, seu coração parou por um segundo.
– Venha comigo. -Sussurrou Ingrid.
– De novo não! – Lily engole seco
– Dessa vez não vou lhe fazer nada de mal, venha comigo ou será pior. -Ingrid continua com o tom de vós baixo.
– Ok! – Lily foi sem resistir.
As duas deram a volta pela biblioteca e somem em uma nuvem, sem serem vistas.
– Aquela gorda barraqueira saiu de fininho, mas, mesmo assim, berrou? É burra ou o que? – Cruella diz sem paciência.
– Vamos buscar ela antes que tente pular a janela. -Zelena fala irônica.
– Espere um momento, a janela estava aberta quando chegamos?
– Não! -Zelena fala furiosa.
As duas sobem correndo.
– Quem estava aqui? -Zelena fala enforcando Snow com magia.
– Eu...eu...não sei – Ela fala tomando o ar, já que haviam soltado sua traqueia.
– Será que foi por que você chegou berrando? O povo dessa cidade são burros assim? Ou só ela? -Cruella fala com um tom critico.
– Só ela e a família ursinhos felizes. – A WW brinca.
– Estou vendo que teremos um longo caminho
– Você não faz ideia...E qual será o próximo passo?
– Acordar uma amiga. – Cruella olha fixamente para o chão.
– E quem seria?
– Estou olhando para ela.
Enquanto isso:
– Por que você me ajudou? -Lily tinha mil perguntas.
– Porque você é uma ameça para quem é ameça para mim.
– Cruella?
– Sim, e eu não vou descansar até saber o que ela planeja.
– Bem-vinda ao clube, bem que eu queria saber o que ela planeja. -Lily falar com um tom de tristeza.
– Há muito tempo atrás, eu e ela nos encontramos por conta do chapéu, e ela havia me falado que precisava de você para se vingar do Rumpelstiltskin.
– O que eu fiz para ela? -A garota tinha lágrimas nos olhos. – E por que eu seria um problema para ela?
– Para ela não, para o Dark One sim.
– Eu não entendo...
– Assim como eu, você simplesmente nasceu diferente, nós somos especiais, não pedimos para existir, simplesmente existimos, e somos quem somos, não importa o quanto queremos, devemos nos aceitar como somos.
– Para você é fácil falar, você sabe quem você é.
– Nunca é fácil, você mais do que ninguém deveria saber disso...
– Eu já estou cansada de ouvir isso. – A pequena desaba.
– Chore, devemos deixar as lágrimas saírem, para dar lugar a um lindo sorriso.
– O que você quer? -Lily enxuga as lágrimas.
– Que você lance uma maldição.
– Eu não faço magia, e a única vez que fiz...Você sabe qual foi o resultado
– Você não tem escolha.
– Não mesmo? Pode me matar, eu não vou arruinar vidas para salvar a minha.
– E para salvar a da sua mãe?
– Cruella?
– Não, sua verdadeira mãe.
– Você não sabe onde ela está, se soubesse ela não estaria mais viva.
– Não sei onde ela está? Serve essa aqui? -Ingrid mostra Regina por um espelho (com a ajuda de Sidney), ela estava em um lugar escuro, cheio de gelo, no que parecia ser as minas, amarrada e desmaiada.
– Ela não é minha mãe, é?
– Eu não sabia, mas ai fui ligando os pontos, agora eu sei a origem da sua força, você é fruto do amor de duas almas gemias, o tipo mais raro de amor, considerando que ela o tanto que ela luta por Henry, e não luta por você, eu presumo que ela n tenha memórias, é por isso que você é uma ameaça para o Dark One.
– LOUCURA!
– Eu não sei qual o motivo da Cruella para ter se livrado das memórias de Storybooke que Regina possuía, quando o mas pratico a se fazer, seria ajudar ela a se lembrar do passado, assim ela conseguiria alguém para fazer Rumple sofrer.
– Ela não ajudaria Cruella, pelo que Henry me falou, '' minha mãe '' não iria se vingar, pelo menos não torturaria ele, ela possui amor no coração, e pela sua descrição, ela quer que o Dark One sofra.
– Você pode até ter razão, mas eu não preciso dos planos dela, se eu estiver um passa a frente, para isso eu preciso da maldição.
– Qual maldição?
– A mesma que trouxe todos para cá.
– Só que para isso Storybrooke teria que deixar de existir.
– E é isso que o espelho fará.
– E como eu vou ter certeza que tudo que você tudo que você falou não passa de um blefe?
– ACHO QUE VOCÊ NÃO VAI QUERER ARRISCAR!
Flashback on:
– Venha por aqui Regina. –Robin corre em direção a floresta e milady segue.
– Tem certeza que despistamos os guardas? -Regina fala ofegante.
– Tenho.
– Obrigado por me ajudar.–Regina fica na frente do ladrão.
– E agora o que você fará? -Robin chega perto dos lábios da Rainha.
– Não sei, me diga você.–Regina se aproxima, mas Robin se afasta.
– Por que eu? Eu sou apenas um ladrão, e você é uma rainha.
– O amor vale mais que todo o ouro do mundo -Regina beija Robin, mas são interrompidos pelo barulho dos guardas.
– Venha.–Robin pega a mão de Regina e corre para a floresta.
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