The True Story
12 O despertar
Notas iniciais
Enquanto Snow e Regina estavam em combate, Emma estava com Belle tentando achar uma maneira de reverter o feitiço da Snow Queen.
– Onde estão os outros? -Belle pergunta curiosa.
– Elsa, Henry e Robin foram até a loja do Gold ver se encontram algo para ajudar a achar minha mãe e achar a Regina.
– E o Hook?
– Boa pergunta. -Emma choraminga.
– Eu estou tentando descobrir por que raios a maldição não me afetou. -Belle resmunga.
– Gold deve ter lançado algum tipo de proteção... -Emma folha um livro.
– E como ele sabia como me proteger?
– Agora que você falou, está ai uma boa pergunta.
– Ele anda muito estranho ultimamente.
– O Hook também. -Emma começa a refletir sobre a atitude do namorado.
– Eu até diria que foi efeito da maldição, mas ele está estranho faz algum tempo.
– Devemos ficar atentas.
Enquanto isso na floresta:
– Por que a Emma não lança um feitiço localizador nelas? -Elsa diz cansada.
– Ela já tentou, mas tem algum tipo de bloqueio na Snow. -Robin senta em uma pedra.
– E na Regina?
– A casa dela foi trancada e não temos nada dela.
– Pensei que ela fosse sua namorada...
– E ela é! Só que não tivemos a chance de ser um casal normal.
– Bom... Deveríamos contar para a Emma que estamos aqui. -Elsa desconversa.
– Por quê?
– Se acontecer algo ela vai pensar que estamos na loja.
– E se avisarmos que estamos na floresta... Ela vai querer ir de atrás de nós.
– Não deveríamos ter deixado o Henry lá. Vamos voltar?
– Elsa, por que não nos separamos? Assim não demoraremos tanto.
– Boa ideia, eu vou para os limites e você vai para a biblioteca. -Elsa dá um passa para frente.
– Combinado. -Robin se afasta.
– Vamos lá muralha colabore. -Elsa lança um jato na parede de gelo, mas de nada adianta. -O que é isso? -Elsa fala para si mesma enquanto se ajoelha no chão, ela identifica o colar da irmã e o leva até sua mão.
– Vamos atrás do ladrão enquanto a danoninho ice está distraída. -Zelena sussurra para a amiga.
– Não, ela poderia nos ver.
– Então eu fico aqui e você vai pegar o cabelo dele, anda logo.
– Não me de ordens. -Cruella resmunga em direção a floresta.
– Muito bem ladrão, apareça e facilite meu trabalho. -A perua grita e mesmo assim não obtém resposta. -Podemos fazer do jeito fácil, ou você pode resistir e me certificarei que sua experiência seja bem dolorosa.
– Estou aqui, o que você quer? -Robin coloca as mãos para cima.
– Um fio do seu cabelo.
– Para que?
– Não é da sua conta, agora anda logo.
– Não, eu escolho o jeito difícil.
– Só para fazer eu perder o meu precioso tempo.
– Eu nunca vou parar de lutar, até o fim dos meus dias eu vou lutar, eu vou garantir com que sua vida seja ainda mais complicada.
– Para que tudo isto?
– Mas se você prometer trazer a memória da Regina de volta, eu lhe ajudarei.
– Você não está em condições de propor nada, queridinho. -Ela ri como se fosse uma piada.
– Não estou? Eu protegi meu filho, você nunca vai encontrá-lo, mas a Elsa vai me achar facilmente, creio que você não pensou em todos os detalhes...
– Eu adoraria fazer um acordo com você, mas não estou com ela. -Robin aponta para a cabeça da mulher e ela o enforca.
–Minha flecha nunca erra o alvo, acredite já passei por esta situação antes.
– Ela provavelmente deve estar atrás da Snow, que está na casa da Zelena.
– Obrigado.
– Agora me de seu cabelo. -Cruella coloca o ladrão no chão.
– Está bem. -Robin arranca um fio do cabelo e o coloca no frasco da mulher.
– Até logo. -Ela vai na direção de Zelena e desaparece por entre as árvores.
– Consegui, mas aquele infeliz me enganou, eu tive que dar a localização da leitoa.
– Pelo menos agora temos a poção.
– Vamos sair daqui, antes que Elsa nos veja.
– Robin. -Elsa entra na floresta.
– Aconteceu alguma coisa? -O ladrão se assusta.
– Sim, encontrei o colar da minha irmã, agora poderemos tentar fazer um feitiço. -Elsa parecia estar nas nuvens.
– Temos um problema...
– Qual?
– Vamos ter que fazer uma parada antes de entregar o colar para Emma.
– Onde?
– Achei a localização da mãe da Emma, e possivelmente da Regina.
– Como?
– Com a ajuda da amiga da irmã da Regina.
– Ok... -Elsa tinha suas dúvidas, mas não sabia quase nada sobre a Regina, então resolveu ficar calada.
Os dois partem em direção da casa de Zelena.
Enquanto isso na biblioteca:
– Lily? Você está aí? -Henry não obtém resposta, mas escuta ruídos em baixo da biblioteca, então ele desce para ver.
– Que poção linda, eu nunca vi nada parecido. -Zelena diz chocada.
– Eu lhe apresento a poção do amor verdadeiro.
– Vamos começar. -As duas ficam de mãos dadas, formando um pequeno círculo em meio a um monte de cinzas.
Henry assiste tudo, escondido sem que elas percebam.
– Nem a morte foi capaz de lhe deter
– Junte-se a nós e você terá poder
– Na nossa nova história não existirá a palavra perder
– No nosso livro só existirá a palavra vitória
– Dias de lutas dias de glória.
As duas colocaram cuidadosamente a poção nas cinzas, que começou a criar forma.
– Juntas seremos as rainhas da escuridão, levante-se velha amiga. -Cruella observa as cinzas ganhando um brilho inigualável.
– Ola Malévola, é um prazer finalmente poder conhecê-la.
– O prazer é todo meu. -Malévola abre um sorriso maligno.
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