The Teenage Life
7 Festa parte II
Continuei o resto da festa com o resto do pessoal na parte privada, reservada para nós. Giovanna ainda continuava com o Max mas agora estavam jogando sinuca na área de entretenimento e, o Liam estava na pista de dança com a Summer mas não estavam dançando.
Na área reservada eu, a Alisson e o Damon usavamos um pouco de maconha e a Caroline bebia uma dose de vodka. Subindo as escadas e entrando na nossa parte reservada, uma velha amiga, Lana Tamir. Ela era umas das nossas amigas fora do G8, que por sinal temos muitos amigos, contatos e influências em toda Manhattan.
Lana era a filha mais nova dos Tamir, pai político e mãe dona da empresa Tamir jóias. A família dela é uma das mais poderosas que tem aqui em Manhattan. Lana é um estilo de princesa desses contos da Disney, se bem que eu sempre comparava ela com aquela.... Bela Adormecida. Branca, loira, olhos cativantes castanhos claros, altura mediana. Usava um short azul marinho com uma blusa branca que realsou seus peitos. Usava jóias da empresa da mãe: brincos de ouro e como sempre o colar de ouro com diamantes da família.
O importante de todos nós usarmos o brasão das nossas famílias era sempre lembrar a todos, lembrando... A TODOS ! quem somos nós e, não deviamos dar esforço para que os mesmos lembrassem. Somos excluisos e temos o poder, era isso que tinhamos que mostrar.
— Hector... Hector... Hector..; você me achou !. — Começou Lana no seu ar todo elegante.
— Acho que você me achou princesa. — Conclui. Chama-la de princesa era um direito somente meu devido a comparação com a princesa Bela Adormecida e quando a gente tava junto era assim que eu a chamava, e nunca parei de chamar. Segundo ela, eu sempre a acharia.
- Como foi de viagem ? achou o que procurava ?
- Digamos que ainda estou procurando Lana. E como ta as coisas com você ?
- Ah sabe como é né, compras, viagens, e mais compras e garotos e política e jóias.
Lana era a típica menina mimada do UES, mas era inteligente, e muito. Se interessava muito pela profissão dos pais e era boa em política para uma menina e para a nossa idade. Mas pensando bem todos nós estavamos interessados em negócios, política, economia e poder. Isso era passado de pai para filho então não nos surpreendia.
- E vocês como estão ?. — Princesa perguntou para a Alisson, pro Damon e pra Caroline.
- Bem. — Todos responderam num coro.
- Bom, vim aqui para apresentar vocês meus primos, não são irmãos, chegaram a dois dias e vão morar aqui em NY. Vieram de LA.
E daí eu vi dois vultos terem formas, um garoto aparentemente mesma idade que eu. Um pouco baixo, cabelos pretos, a pele moreno claro estilo porto riquenho. Se bem que eu pensei mesmo que ele seria um porto riquenho. Olhos castanhos, forte, vestia uma camisa golo da lacoste, e uma calsa preta. Mas o que me chamou mesmo a atenção foi a garota, ruiva de cabelos fogo vivo, volumosos e ondulados. Branca, olhos azuis, simplesmente bela. Usava um vestido rodado rosa bebe e um colarzinho simples de ouro.
- Oi. — Disse a Alisson e a Caroline.
- Eae. — Disse o Damon para o cara e foi se aproximando da garota.
- Ei linda, como você se chama ?.-
Não, não D. Não vou deixar você usurfruir da minha prima nem ter algum tipo de contato físico com ela. — Interferiu Lana pondo a mãe no peito do Damon ficando em frente sua prima como um escudo.
- Ok, ok. Sem pegação.
- Essa é a Valentina e esse é o Tristan,- Tristan esses são o Hector, a Alisson, a Carloine e o Damon.
- Muito prazer. — Disse os dois simultaneamente.
- Lana onde é o banheiro ?. — Perguntou o Tristan.
- Descendo a escada, sua esquerda no final do corredor.
- Lana eu preciso de fazer uma ligação. Te encontro depois. — Valentina disse no ouvido da prima
.- Ok.
Passaram-se uns 10 minutos e o Tristan já havia voltado e todos nós estavamos conversando porém, eu não queria mais ficar, não conseguia. Comecei a tremer e tudo aquilo, toda aquela gente só me fez querer ir embora e foi o que eu fiz.
- Bom galera, ta tudo muito bom mas eu tenho que ir.
— Se ta tudo muito bom, porque ta indo embora ?. — Perguntou a Caroline.
— Preciso de ir.- Foi a única coisa que disse.
Quase na porta da boate, sentada numa cadeira de costa para mim a garota dos cabelos ruivos volumosos falava no telefone.
— Amy não quero ficar, aqui só tem pessoas ricas, idiotas e superficiais assim como ai. Pensei que podia ser diferente mas que se dane, vou pedir eles para eu poder voltar. Eu sei é um recomeço mas não me importa quero voltar. As coisas estavam muito boas ai. Tudo bem boa noite.
Após ela ter desligado o telefone....
— Então é essa sua primeira impreção da gente ?. — Comecei, ela deu um pulo da cadeira e se virou com os olhos arregalados.
— Não... bom é.... é isso que vocês são e se eu estiver errada que atirem a primeira pedra.
— Não estou falando que é mentira, porque é verdade, mas você não nos conhece direito. Vai ver que somos bem legais.
— Creio que não, LA é cheia de pessoas como vocês...
- Somos diferentes.
— Eu duvido muito.
- Uau, estou impressionado...; bom mas tirando o pessoal o que esta achando de NY ?
- Bom sabe o que as pessoas dizem, é onde tudo pode acontecer. Veremos.
— Gostei de você Ruiva.
— Tenho nome, é Valentina.
- Tem marra pelo que eu posso ver.
— Olha eu preciso de ir embora, eu QUERO ir embora, se me der lisença.
— Ei ei Ruiva, relaxa eu te dou uma carona.
- Não pego cara com desconhecidos.
- Ah qual é ! Não sou desconhecido. Sou amigo da sua prima, logo sou seu amigo, e pelo que eu posso dizer você irá embora com ela e lamento informar mas ela não irá tão cedo... O motorista não vai querer levar somente você sendo que a patroa esta ainda na festa e Ruiva, taxí as 04:00 da manhã, sozinha, não é tão seguro.
Vi um sorriso irônico aparecer e foi o sorriso marcante para mim.
— Você é esperto. Sempre faz isso com todas as garotas ?
— Não, somente com as especias. Vamos eu te dou uma carona.
— Tudo bem.
Saímos da boate e pedi o motorista da boate para pegar meu carro, enquanto nisso ficamos esperando.
- Você não vai se arrepender de ter vindo para cá, minha palavra.
Então ficamos nos olhando olho a olho, engraçado ela não ter falado nada. Por fim o carro chegou, abri a porta para ela e logo em seguida entrei no carro. Assim que entrei o telefone toca. Uma nova mensagem da(o) A, com uma foto minha e da Ruiva em frente a boate.
" Flagra !, Nosso Badboy saindo da boate com uma uma garota. Em tempos passados isso não seria novidade, mas a novidade de agora é, ELA é totalmente uma desconhecida, uma garota solitária. Hector como você não mudou nada, sempre esperando a primeira oportunidade. Cuidado garota solitária, você está entrando num mar de tubarões e eu te garanto que esse garoto é dos piores. Mas como todos dizem, em Nova York tudo pode acontecer "
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