The Sweet Blood - You Are Sacred
3 Sangue derramado.
Notas iniciais
E desculpem por não avisar que é essa fic é pequena e é quase uma one, diria que é uma "mini-fic" e já esta acabando.
E quem aparece nesse capitulo é William Martin Hunt (Will Hunt) <3
Boa leitura :)
eu vou me sentir em depressão hoje a noite
muito mais deprimido
assistir as estrelas indo embora hoje a noite
nesse corrompido lugar
Girls Not Grey – AFI.
Era noite de lua cheia, uma fria e obscura noite de lua cheia uma noite mais que perfeita para Amy, uma noite que há tempos não a excitara, ela olhava para lua encantada era uma pena que dentro de seu ser de alguma forma ela se sentia impura, desde que conheceu o garoto... Bill Kaulitz, Amy jamais fora a mesma.
Sua mente viaja nas orbitas castanhas claras do rapaz, em seu rosto delicado e seus lábios finos e em sua pele... Principalmente em sua pele, ela imagina como seria estar ao lado dele. Imaginação interrompida por um inconveniente.
- Está tão pensativa hoje Amy. – Dizia Will Hunt com um certo cinismo no tom de voz. – Pensando em alguém? – Ele parecia ler os pensamentos da morena.
A mesma não se abatave e retrucou.
- Não é da sua conta.
- Tentando ser durona? – O rapaz se aproximava mais a cada instante, Amy até pensou em se afastar mas isso apenas demonstraria fraqueza. – De uns tempos pra cá você tem andado cada vez mais estranha. – Disse colidindo com o corpo da garota.
- Impressão sua. – Respondeu calmamente.
Will ainda não convencido puxou-a pelo maxilar.
- Não está escondendo alguma coisa? – Perguntava enquanto passava a mão pelo rosto macio de Amy.
-Não, e mesmo que estivesse você seria o ultimo a saber. – Respondeu firmimente tirando a mão do garoto de seu rosto.
Por fim William deu uma risadinha ele tinha certeza que ela estava escondendo algo mas isso não fazia a menor diferença.
- Não importa, hoje é um dia muito especial não é mesmo? – Disse olhando a lua. – Há tempos eu não caço. – Disse com um enorme sorriso no rosto, um sorriso assustador de fato.
Amy não demorou muito pra achar a sua vitima, era uma garota loira de olhos azuis. Muito bonita aparentemente, era uma pena sacrifica — lá, mas não havia alternativa ela era a escolhida.
O capuz vermelho escondia sua face enquanto perseguia a nova “escolhida”. Entraram em uma rua conhecida para Amy, a mesma rua onde ela conheceu Bill, uma rua que trazia uma adorável lembrança. Mas chega de lembranças agora havia apenas ela e a loira amedrontada.
A mulher já estava ficando assustada, pois acabava de perceber que estava sendo seguida.
- O que você que? – Perguntou olhando pra trás, mas para sua surpresa não havia ninguém.
- Sua alma. – Respondeu Amy atrás da mulher que se virou ainda mais assustada.
Péssima hora para entrar em uma rua desconhecida – pensava a mulher, de fato temos que concorda, ainda mais em um dia que vampiros saem para caçar.
Amy não tardou um segundo em atacar a mulher. A vida da sua adorável escolhida estava se esvaindo em questão de segundos... E de um jeito bem saboroso, o sangue inundava o chão e os gritos ecoavam pela rua deserta. Um ultimo grito foi ouvido, e o silêncio por um breve momento estava presente.
Por um breve momento... passos apressados já eram escutados. Amy demorou um pouco pra identificar da onde vinham os passos. Logo à frente.
Correu sem nenhuma dificuldade e já conseguia ver a silhueta de seu espião, acelerou um pouco os passos e o empurrou contra a parede.
Gemidos de dor soltaram da boca do espião.
- E como sempre tem alguém pra atrapalhar. – Disse Amy indo em direção aquela pessoa, seu rosto estava encoberto pela escuridão da noite e a garota não conseguia ver o rosto do “intruso”. – Desculpe não é nada pessoal. – Dizia tirando o capuz e indo de encontro ao rapaz.
O rapaz já estava assustado, não com o fato de estar de frente a frente com uma assassina e sim com o fato de quem ser a assassina.
- Amy? – Perguntou o garoto e imediatamente Amy o reconheceu, porque logo ele?
Ela o puxou mais pra luz pra poder ver direito o seu rosto, e suas suspeitas estavam certas. Sim era Bill Kaulitz.
Era ele quem a olhava assustado quase chorando, era ele que a olhava suja e fedendo a sangue, era ele quem acabará de vê — lá matando uma garota inocente.
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