The Supernatural Queen

1 A Idéia Genial Do (Por Incrível Que Pareça) Percy


Notas iniciais
Hey, people! Fic Nova no pedaço!
Aviso: Ignorem que o Percy e a Annabeth caíram no Tártaro.
Hope ya enjoy!

Some girls won't dance to the beat of the track

She won't walk away but she won't look back

She looks good but her boyfriend says she's a mess

She's a mess, she's a mess

Now the girl is stressed

She's a mess, she's a mess, she's a mess, she's a mess — Lady Gaga, Dance In The Dark

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Pov Percy

Estávamos todos reunidos na "sala de conferência com rosquinha" do Argo II. Bem, não todos porque Leo estava no leme do navio, com destino à Grécia. Enfim, tínhamos que descobrir onde Gaia estava, de preferência antes dela acordar e destruir o mundo. Estávamos todos tentando pensar em estratégias e lugares onde ela poderia estar. Mas como pensar em um lugar onde a mais velha das deusas, a deusa da terra ainda por cima, poderia estar descansando em um sono maligno? E o detalhe maior: ela estava prestes a acordar e destruir todo o mundo. Tudo que sabíamos é que Gaia estava em algum lugar na Grécia, um lugar no subsolo.

Então eu dei um salto. É claro! Porque não me lembrei dela antes? Minha "querida" amiga, Cel. Ela era a rainha do sobrenatural. Ela poderia estar do lado dos Deuses. Gaia estava bagunçando todo o seu mundo e seu controle sobre o sobrenatural, causando muita confusão. Ela poderia nos ajudar.

Me virei para Hazel e Frank. Eles me olhavam com curiosidade, assim como todo mundo na sala.

– O que foi? – disse Annabeth. – Você está com cara de quem teve uma ideia, por mais estranho que isso soe.

– Cel – eu disse olhando para Hazel e Frank e ignorando o comentário de Annabeth.

– É claro! – Frank disse. – Ela poderia decidir o resultado da guerra. Se tivéssemos ela do nosso lado...

– Poderíamos impedir Gaia de despertar – completou Hazel. Então o rosto dela assumiu uma expressão calculista. Dava pra ver que ela estava nervosa, havia vários rubis ao redor dela na mesa. – Só que tem uma pequena falha no seu plano. – ela disse. – Só que quem vai lá? Eu nunca mais entro naquele lugar – ela disse com uma expressão de terror.

– Eu vou – eu disse.

– Dá pra alguém nos explicar o que está acontecendo? – disse Jason.

– É, do que vocês estão falando? Quem é Cel? – perguntou Annabeth.

– Uma amiga muito poderosa – respondeu Frank.

– Realmente – disse Hazel. – Muito mesmo. Ela é a rainha do sobrenatural.

Enquanto eles falavam, eu comecei a rabiscar uma rota na folha de papel que eu tinha comigo. Saí correndo até a cabine do capitão e chamei Leo.

Bati a folha com força na frente de Leo.

– Mude o curso – eu disse. – Estamos indo para Los Angeles.

Quando voltei à sala de conferência, todos me olhavam com expectativa.

– E então? – perguntou Hazel. – Onde você foi?

– Acabei de mudar nosso curso. Estamos indo para LA.

– Vamos chegar lá pelas quatro da tarde de hoje, daqui a exatos 30 minutos – disse Leo entrando na sala. – O Treinador Hedge está no comando do leme. E então? Por que mudamos nosso curso?

– É seguro aquele sátiro maluco e lunático no leme? – perguntei.

– Claro que sim – disse Piper.

– Então tá, né – respondi.

– Voltando à minha pergunta original, – disse Leo. – Por que tivemos que mudar o curso?

– Vamos ver uma amiga do Percy – disse Annabeth. O que era aquilo na voz dela? Era... ciúme?

– Quem? – perguntou Leo.

– A Rainha Cel – respondeu Hazel.

– Nós temos uma rainha? – perguntou surpreso. – Quero dizer, além de Hera?

– Sim, Hera é a rainha do Olimpo. Pelo o que eu fiquei sabendo agora, essa Cel é a rainha dos seres sobrenaturais – disse Jason. – Como eu nunca ouvi falar nela no Acampamento Júpiter? – perguntou indignado para Hazel e Frank.

– É porque ela é grega – disse Frank. – Nós a conhecemos no meio da missão para o Alasca. Ela pediu segredo.

– Pediu é eufemismo – eu disse. – Ela nos ameaçou de morte – reclamei.

– E vocês ainda querem vê-la? – perguntou Leo.

– Não temos escolha! – disse Hazel. Começaram a sair rubis maiores em volta de Hazel.

– Tudo bem, não precisa ficar irritada. – disse Leo.

– Eu vou ver como está o Treinador Hedge – disse Annabeth e saiu da sala.

– E eu vou ver como o Nico está – disse Hazel caminhando na direção de seu quarto.

Pov Annabeth

Depois da "brilhante" ideia do Percy, não se falava de outra coisa no Argo II. Enquanto eles tentavam resolver como explicar quem era a tal rainha, eu resolvi ir ver o Treinador Hedge e ficar lá no leme.

– Ei, garota – ele me cumprimentou. – Ameaças à bordo? Alguém para explodir?

– Não, treinador. Vim só perguntar quanto tempo falta para chegarmos.

– Faltam uns 20 minutos – respondeu. – Ei, você sabe quem foi que ganhou o MMA de hoje? Leo me chamou bem quando iam anunciar o vencedor.

– Não, me desculpe. – respondi e fui para a minha cabine.

Entrei no meu quarto e peguei o laptop do Dédalo. Comecei a trabalhar no projeto de um edifício.

Em pouco tempo o Treinador avisou que chegamos. Nos juntamos na proa do navio. Todos iriam, exceto o Treinador, pois ele teria que cuidar de Nico e do navio. Nico ainda estava se recuperando de ter sido sequestrado por dois gigantes, mas estava bem melhor. Ele já andava pelo navio e sua cor pálida voltara ao normal. Acho que amanhã de manhã ele pode ser mandado de volta ao Acampamento Meio-Sangue. Estávamos correndo bastante perigo em um trirreme grego que era para ter sete semideuses. Tínhamos oito tripulantes semideuses e a profecia dizia que eram claramente sete. Se ficássemos com oito pessoas por muito tempo, as Parcas iriam acabar matando algum de nós, e isso não era bom.

Então Leo assumiu o leme e deixou o barco numa colina, bem perto do centro da cidade.

– É o mais próximo que podemos chegar do endereço que você me deu – disse ele.

– Tudo bem – disse Percy. – Vamos pessoal.

Ele desceu do navio e todos nós o seguimos. Fomos andando por uma rua movimentada até chegarmos à uma mansão chique. Percy simplesmente apertou o interfone. Eu esperei que bombas nos atingissem ou o chão nos engolisse por tamanho descuido de nem olhar se tinha armadilhas. Felizmente, nada explodiu e nenhum alçapão se abriu debaixo dos nossos pés.

– Sim? – respondeu uma voz masculina cordial. – Quem é?

– Sou Percy Jackson.

– Boa tarde, Sr. Jackson. Em que posso ajudá-lo?

– Hey, hum... a Cel está? – perguntou Percy.

– A Rainha Cel se encontra numa reunião de negócios, Sr. Jackson.

– Quando ela chega?

– Provavelmente amanhã.

– Ela está na cidade?

– Sim.

– Bem, onde posso encontrá-la?

– Sugiro que a encontre às nove da noite no Fangtasia Rush.

– Tudo bem, obrigado.

– Disponha. Tenha uma boa tarde.

– Para você também.

– Bem – disse Hazel. – pelo visto, vamos ter que ir mesmo ao Fangtasia. De novo.

– É. E à noite – disse Frank.

– Péssimas notícias – supus.

– Yeah – disse Percy. – Vamos ter que voltar ao navio e ficar lá até o horário que o mordomo falou.

Começamos à caminhar de volta ao navio. Como sempre, não poderia ser nada fácil. Quando passamos perto de um beco, um homem de óculos escuros com um sobretudo preto e um chapéu bloqueou nosso caminho.

– Ora, ora, ora – disse o homem. – O que temos aqui? Jovens semideuses andando sozinhos por Los Angeles? – ele riu.

– Acho que sim, Rob – disse uma voz feminina e apareceu uma mulher vestida do mesmo modo, com cabelo cortado na metade do pescoço e lábios de um vermelho-sangue. – Petiscos apetitosos, não acha?

– Sim, Angela – disse o homem. – Muito bem, quem vai ser o primeiro?

Quando a mulher abriu a boca para responder, Percy deu um passo à frente e tirou a espada. O homem recuou.

– Ora, ora – disse a mulher. – Eu me lembro de você. O cãozinho de estimação da Cel. – ela disse. – Ora, abaixe isso. – ela comentou abaixando os óculos. – Você já se esqueceu de mim?

– Claro que não, Angela – disse ele abaixando a espada. – Eu só não te reconheci.

Então eles se abraçaram, depois Percy apertou a mão do cara em um gesto amigável enquanto a tal Angela abraçava Hazel e Frank.

Eu e os outros ficamos com uma cara de ponto de interrogação que, se fosse em outra hora, teria sido hilário.

– Alguém pode nos explicar o que está acontecendo? – perguntei.

– Angela e Rob são os... guarda-costas pessoais da rainha – disse Percy. – Então nos conhecemos quando Cel veio até nós.

– É – respondeu Rob. – Nos conhecemos na viajem.

– É bem raro a rainha ter algum interesse em semideuses, então ficamos bem surpresos quando ela disse que queria ver o rapazinho ali – Angela deu um sorriso.

– Bem, vocês sabem onde a Cel está agora? – perguntou Percy.

– Claro. Ela está numa reunião com toda a Blood Coven. – respondeu Angela.

– Bem, você poderia avisá-la que precisamos falar com ela?

– Porque não tenta encontrá-la hoje à noite no Fangtasia? Ela vai lá hoje. Ela foi desafiada – Angela riu. – Como se houvesse alguma chance de alguém vencer dela.

Eles começaram a rir. Apenas eu, Leo, Piper e Jason ficamos boiando.

– Bem, a gente vai indo – disse Percy. – A gente se vê hoje à noite no Fangtasia então.

– Tchau – disseram. Eu pisquei e eles... sumiram. Simplesmente desapareceram, como se nunca tivessem estado lá.

– Cara, eu adoro a velocidade vampira – disse Frank.

– O que? – perguntei.

– Nada não – respondeu Percy. – Vamos andando. Temos sorte de que foram Rob e Angela. Eles são fiéis à rainha. Se fossem alguns dos rebeldes a gente tava ferrado.

Recomeçamos à andar rapidamente até o navio.

Quando chegamos, o treinador Hedge estava na proa, junto com Nico. Ele parecia bem mais disposto do que à alguns dias atrás. Ele estava vestido com as roupas de sempre: camiseta preta, jeans escuros, jaqueta de aviador e botas de combate. Ele sorriu quando nos viu chegar sem nenhum arranhão.

– Vocês estão vivos – ele disse. – Eu acordei, mas vocês já haviam saido. Onde vocês foram?

– Fomos visitar a rainha – disse Percy.

– O que? – respondeu com uma cara de ponto de interrogação.

– É isso aí, maninho – disse Hazel. – Vamos ver a rainha hoje à noite.

– Hera? – perguntou.

– Não, é outra rainha. O nome dela é Cel. Ela é a rainha do sobrenatural. – disse Frank.

– Ah – disse Nico. – Nunca ouvi falar dela.

– Pelo menos não sou só eu – eu disse.

Todos riram.

– Bem, é melhor nos arrumarmos, meninas – Hazel disse. – O Fangtasia só aceita nadadores profisionais, corredores e apostadores. Temos que nos vestir adequadamente.

– Isso é verdade. – disse Percy. – Já que todos nós vamos, temos que nos vestir como se fossemos corredores famosos ou pessoas ricas, porque senão a gente não entra.

– Tudo bem – disse Piper e foi para a sua cabine.

– Uma perguntinha – eu disse. – Que tipo de corredores?

– Apostadores de raxa e pega – disse Frank.

– Cel é a atual campeã mundial, deixando todos os homens no chinelo – disse Hazel com um sorriso.

– Então tá, né – eu disse rindo. Depois fui para a minha cabine.

Entrei no chuveiro e tomei um banho. Quando acabei, enrolei uma toalha no corpo e fui até a minha mala de roupas no canto para pegar o que vestir. Assim que encostei na mala ouvi uma batida na porta.

– Ann? – chamou Percy.

– Oi? – respondi.

– Posso entrar?

– Desculpa, Percy – respondi. – Eu estou só de toalha.

– Ah, então... – ele disse. – Uns ajudantes da Cel vieram aqui e deixaram roupas para todo mundo entrar no Fangtasia. Eu vou deixar as suas aqui na porta, ok?

– Tá – respondi. Ouvi seus passos se distanciando. Assim que não ouvi mais seus passos, entreabri a porta e vi uma caixa grande e preta, com um laço vermelho e um cartão branco escrito meu nome.

Peguei a caixa e fechei novamente a porta. Abri a caixa e minha boca praticamente foi ao chão.

– AAAAHHH!! – gritei.

Dentro da caixa havia um macacão de couro preto que parecia realmente colado, um cinto de mais ou menos um palmo, em estilo espartilho; botas de cano alto pretas com um salto enorme, uma capa preta com forro de veludo vermelho e um colar com o desenho de uma boca, que parecia ser feita de rubi, com pequenas presas saindo dos lados da boca.

Ouvi batidas na minha porta. Alguém batia na porta com força.

– Annabeth? – ouvi a voz de Percy. – Você está bem?

Arrumei novamente minha toalha, peguei a roupa e abri a porta com força.

– EU NÃO VOU USAR ISSO! – gritei.

– Por que? O que você não gostou na roupa? – perguntou ele confuso.

Atirei a roupa em seus braços. Ele olhou a roupa e arregalou os olhos.

– Concordo com você – ele disse. – Você realmente não deveria usar isso. Mas recebemos ordens, Annie. Temos que usar essas roupas. Senão não tem como entrarmos no Fangtasia e falar com a Cel.

Respirei fundo. A gente precisava dessa garota para salvar o mundo. A gente não podia deixar de salvar o mundo por causa de um chilique meu.

– Tem razão – disse e peguei a roupa de novo e bati a porta.

Vesti a roupa e me olhei no espelho. Deuses, eu parecia uma vampira prostituta de algum filme de Hollywood. Deixei meu cabelo solto e fiz uma maquiagem escura, para combinar com a roupa.

Respirei fundo novamente e saí do quarto. Fui para a sala de conferência. Todos já estavam lá, menos Piper e Hazel. Os garotos estavam todos vestidos de preto, com capas iguais à minha.

– Cara, essas roupas são muito maneiras – disse Leo.

– Maneiras pra quem? – perguntei com raiva.

– É isso aí. Só se for pra você. Eu odiei essas roupas coladas. Mostraria menos se a gente estivesse pelada – disse Hazel entrando na sala. Ela usava um vestido preto apertado, sandálias de salto com fitas amarradas até o joelho e maquiagem escura. Seu cabelo estava solto, emoldurando seu rosto adolescente.

– Eu estou me sentindo pelada – disse Piper entrando na sala. Ela usava uma blusa estilo corpete com uma saia de babados curtinha, ambos pretos com listras vermelhas e brancas. Usava também uma meia-calça e uma bota preta parecida com a minha, só que a dela ia só até a panturilha. Ela também fizera uma maquiagem escura, destacando seus olhos multicoloridos.

– Sabe, eu acho que... – começou Jason.

Então ouvimos a sineta de perigo. E então silêncio.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Mereço rewiews? Recomendações? Tiros na testa? Declarações de amor? Planos para dominar o mundo? Talvez planos terroristas? Bombas nuclares?
E qual foi o perigo, hein? MUAHAHAHA!!! Só no next chapter! MUAHAHAHAHA
#Sou má
~Cel se despede. You know you love me. Xoxo