The Sun Is Going Down..
5 You say I'm crazy.. I got you crazy!
Notas iniciais
Depois de quarenta minutos andando, já que o Mu não quis nos ajudar, chegamos à casa noturna. A longe já se podia escutar a música alta e gritos da multidão.
O bom de já chegar tecnicamente calibrado numa balada dessas, é que você faz amizade com os organizadores facilmente e você entra de graça e depois de um tempo, é tudo por conta da casa.
Entramos e eu carreguei o Camus para o bar, que olhava para todas as direções da pista de dança, com uma feição de poucos amigos. Pedimos algumas bebidas e o chamei para dançar comigo, mas ele me pareceu enfezado com a idéia.
- Pode ir! Vá se divertir, ficarei por aqui. – Gritou para mim e sorriu. Ah! Como esse sorriso teve efeito imediato sobre o meu eu já alcoolizado. Se ele quisera me enlouquecer, apenas com esse sorriso, ele conseguiu.
Esse lugar em que eu o trouxe é como um privê, há prostitutas e garotos de programa por todos os cantos, algumas pessoas de idade já avançada que deixam evidente que elas agenciam algumas garotas e garotos do local. E os organizadores são completamente cientes disso, que até montaram algumas alas com sofás e um pole dance em cada um. Sem pudor algum, homens levam seus companheiros para lá, e fazem um showzinho. E eu não faria diferente.
-Camus, venha. –Falei e o puxei contrariado, atravessando a pista de dança e chegando a uma ala que estava livre, e pedira ao um vigia que estava perto para bloquear a ala onde eu dançara para ninguém mais entrar, e claro, com um pouco de charme, eu conseguira.
Camus tudo olhava sem entender nada, mas até esse momento pelo menos ele dançava timidamente, até que eu o joguei no sofá e sentei em seu colo com as pernas cada uma de um lado de seu corpo. O beijei sem agüentar mais, aquele beijo que te excita apenas de ver, o verdadeiro beijo erótico, enquanto me esfregava em seu corpo causando choques na pele de ambos.
Subitamente levantei e fui para o pole dance e comecei a dançar ali. Ah, eu faria cada músculo daquele corpo ficar louco, cada nervo, tudo... Eu iria enlouquecê-lo o tanto que ele me enlouquece apenas de lançar olhares despudorados para mim.
Sinceramente, eu não fazia a mínima de como se fazer algo sensual nesse cano. Mas bom, é melhor deixar levar e fazer o que o álcool me permitisse executar. Então comecei a dançar lentamente e a fazer alguns movimentos que com o tempo de casas noturnas que disponho aprendi. E aparentemente meu amado estava gostando e muito, ele mordiscava o lábio e massageava seu membro por cima da calça.
Acho que eu estava ficando mais louco o vendo fazer isso do que qualquer outra coisa, e então por um impulso me joguei por cima dele e tomei seus lábios com fúria e tesão mais uma vez, só que dessa vez eram as minhas mãos que massageavam seu delicioso membro. Cada toque dele provando de minha pele, me arrepiando e deixando-me ainda mais com vontade de sentir aquele corpo mais perto do meu.
Foi quando tudo mudou e ele disse que agora era a vez dele. Levantou-se e começara a dançar sensualmente, ondulando aquele quadril perfeito e jogando os cabelos. Então ele começou a melhor parte, a parte em que ele tira a roupa e joga pra mim com uma cara de safado que eu nunca vira nesse homem.
Ele continuara dançando, apenas com sua cueca Box branca. Mas espera.
Como ele sabia que bom... Eu amo homens com cuecas brancas? Mas já que é hora de revelações, vou falar sobre todas as minhas fantasias sexuais com homens de cuecas brancas.
É tipo... Uma mulher com um sutiã bege... Para o homem, isso seria uma cueca azul, aquele azul dos pijamas, larga na bunda e com um furo perto daquele maldito elástico que deixa você cheio de marcas.
Um homem com cueca branca é como um Deus, mostrando sua sensualidade e autenticidade, é delicioso demais.
E eu estava precisando realmente sentir aquele corpo se movimentando junto ao meu, nossos suores se misturando... Era disso que eu precisava. E como se ele lesse meus pensamentos, veio em minha direção com uma expressão feroz e repleta de luxúria e perdição.
Oh! Essa noite com certeza que perderia toda a noção de tudo e todos. E é nesses momentos de puro tesão que você tem as idéias mais excêntricas e sádicas da sua vida; agora eu desejava que o Camus tivesse um chicote só pra bater no escravo dele.
E cara... Eu de ser o escravo dele? Não...
Mais álcool, por favor!
Apesar de que se eu ficar embriagado, não me lembrarei dessa expressão facial quente do Camus. Oh Athena! Eu consegui quebrar o gelo? E sem um isqueiro ou uma lancha chamas? Realmente... Isso é uma proeza!
E então é hora de ter o meu prêmio! Um francês delicioso sentando no meu colo e arrancando minha camisa enquanto rebola sobre o meu quadril. Que sensação maravilhosa é essa?
É aquela história que todo sexólogo te solta na primeira consulta. Você não tem que chegar ao ápice por chegar... Tem que existir uma razão e um prazer e excitação maior. E isso lhe faz falta no sexo. Pois você não completa seu corpo, não satisfaz seu corpo nem sua mente.
Tomara meus lábios com volúpia, paixão e luxúria. Aquele beijo... Um beijo que eu nunca provara tão delicioso, que nunca fora tão doce e tão mentolado como agora. E como NENHUM fora. Tão doce e enigmático, tão delicioso. Ah! Eu me perderia nesse beijo por mais algumas longas horas.
Era disso que eu sempre precisara! De tamanho erotismo e paixão. O real significado de uma entrega de uma paixão. Isso sim era o que todos chamam de fazer amor!
Não é só amor, é tudo!
Nossas bocas sincronizadas ao ritmo da música, minhas mãos passeando livremente por dentro de sua cueca, apertando a pela firme de suas nádegas, e o sentindo gemer hora contra meus lábios, hora contra minha orelha.
Como aqueles lábios me causavam arrepios... Desde as costas até todos os pontos imagináveis de meu corpo, que eu próprio não os conhecia!
Seus doces lábios descendo pelo meu pescoço e seqüestrando vários gemidos roucos meus, pelo o que eles estavam conseguindo causar.
Então ele se ajoelhara entre minhas pernas e começara lentamente a retirar minha calça e a jogando longe logo em seguida. Começou a tortura que eu sempre quisera passar. Começara lentamente a mordiscar o interior da minha coxa e preguiçosamente passando a língua pela minha pele, me causando as mais deliciosas sensações de delírio.
Ah essa boca em minha pele... Nunca imaginara vê-lo numa situação como essa, ainda mais ao meu lado.
Para ser sincero, eu estava me sentindo num filme pornô, pois notara os olhares das pessoas envolta de onde eu estava tendo a minha louca experiência sexual com um Frances delicioso cheirando a suor Frances e perfume importado. Eram olhares realmente atentos, deveríamos estar dando um show para eles, afinal, eu gemia gritado seu nome, e ele apenas me provocava e me tomava em seus olhos.
Ele estava realmente se saindo muito bem em me deixar perdido em um provável Nirvana. E cansado de brincar com minhas pernas passou seus lábios para beijar meu membro por cima da cueca, enquanto olhava fixamente em meus olhos com uma cara de pura perversão.
- Você quer mesmo? Deseja que eu faça isso? – Ele me dissera, como se soubesse a resposta e a esperasse para continuar a ser provocante e excitante. Obviamente meu olhar me entregara e falara pela minha voz. – Então... Implore.
Era humilhação? Provocação? O que mais ele desejava? Se bem que... Eu realmente precisava de um alívio... E por que não? – Por favor, Camus... O faça... Eu necessito disso... Por favor... – E fechara meus olhos, e como resposta ele tirou meu membro da cueca e começou a masturbá-lo com vigor enquanto mordia os lábios e me encarava para depois abocanhar todo o volume e começar a mais deliciosa sessão de sensações e explosões emocionais, e isso era a melhor coisa que ele poderia ter feito isso.
Como ele fazia essas coisas? Como ele conseguira fazer círculos mágicos de saliva por todo o meu falo? Ahhh!
Grito seu nome despudoradamente enquanto puxo levemente seus cabelos, sempre mantendo aquele delicioso contato visual... Nunca sentira algo assim antes... Nunca ficara tão excitado, tão deliciado com algo...
Ele parara e começara a distribuir beijos pela ereção e interrompera tudo.
Então para a minha surpresa ele pegara suas roupas e as vestira em tempo recorde e saíra de onde estávamos. Não pensara duas vezes e corri para vestir as minhas e sai feroz contra ele.
Nem me lembrara que a calça estava aberta, e tinha como fechá-la? A resposta era óbvia e negativa!
Como ele fazia algo desse nível? Ah... Ele teria o que merecia!
O encontrei andando rente às paredes e acelerara o passo e o empurrara contra parede de costas sussurrando em seu ouvido:
- Você não deveria ter feito isso, agora você não me foge. – E então o arrastei para um canto um pouco menos movimentado da casa, apesar de ter muita gente ainda e arranquei suas calças, com o Frances em meus braços com uma expressão confusa e desavisada.
O beijei violentamente, levantando uma de suas pernas e a colocando ao lado de meu corpo, enquanto aproveitava para apalpar aquela textura maravilhosa mais uma vez. Ele correspondia o beijo como nunca, talvez tudo que ele quisesse era que eu fizesse isso.
Tirara minha ereção de dentro da cueca e o deslizei um pouco pela parede, sendo possível uma penetração. Seria judiar demais fazê-lo sem preparação alguma? O que ele fizera comigo não fora justo, mas seria uma violação dos meus princípios o machucar.
Passei meus lábios para seu pescoço dando uma atenção especial ao local enquanto introduzia um dedo em seu interior, o sentindo contrair e segurar um gemido de dor. Eu não demoraria, portanto introduzi o segundo e aos poucos ele relaxara e eu retirara os dois dedos e posicionara o falo em sua pequena entrada. A preparação fora pouca, mas não causaria tanta dor, se eu fizesse de tudo para que ele sentisse prazer.
Então finalmente consegui preenchê-lo e me sentira no paraíso, pois aquela era uma sensação desconhecida para mim. Tanto prazer, tanta entrega...
Começara a me mover dentro dele enquanto ele escorara a cabeça na parede chamando meu nome e mordendo os lábios, enquanto eu era ágil e capturava sua ereção em minhas mãos e começava a movimentá-la no mesmo ritmo das estocadas, cada vez mais maravilhado de quanto ele era incrivelmente gostoso e... Apertado!
Ondas imensas de prazer me consumiam e forçavam-me a aumentar a velocidade e a força, enquanto continuava com a masturbação do meu parceiro e o observava encantando. Encantando pela sua libertação do gelo e toda a sensualidade que ele exalava gemendo meu nome daquela forma.
Estávamos chegando ao ápice. E chegaríamos juntos! Isso seria ótimo... Não! Seria perfeito! Pois mesmo tendo sucesso em todas minhas relações sexuais, nunca conseguira gozar junto ao meu parceiro. Mas a sintonia dessa vez era forte demais.
Finalmente todo aquele prazer acumulado, aquele excitação que por anos ocultei se explodiu e eu o preenchera enquanto ele acabara por sujar minha mão. Sai de dentro de seu corpo e o encostei na parede com a respiração descontrolada. Fechara minha calça e o ajudara com as dele e mais uma vez sussurrei em seu ouvido o quanto eu o amava.
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