The Story (of Us)
4 Capítulo 4
Notas iniciais
A decisão final!
O rumo da história começa aqui ;D
Enjoy
O rumo da história começa aqui ;D
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Caminhei até Afonso, que estava encostado a parede, com um sorriso vitorioso na cara,
- O que é que acontece se eu aceitar? – Lancei eu. As palavras saíram-me ferozes e fortes. - Eu sabia que ias aceitar. – Afonso esboçou um sorriso de vitória ainda maior. (o que só me deixou ainda mais irritada)- Ainda não aceitei nada. — Relembrei-o. – E que fique bem claro que se aceitar não é de maneira nenhuma pela companhia. - Chiil out Angie. É só um concerto, até parece que te vou levar ao fim do mundo. – Gozou ele. - Não sejas assim Afonso, mentaliza-te que somos apenas amigos. E nunca haverá nada mais. É só assim que eu aceito.Ele suspirou de modo aborrecido, lá ia a “nerd” outra vez…- Ainda bem que aceitas-te. Vamos divertirmo-nos imenso. – Deu-me um beijo na bochecha e foi-se embora.Eu sabia que ele não estava ciente do “apenas amigo”. Sabia também que ele não se estava a dar a este trabalho todo do concerto, só para levar uma amiga a ver a sua banda favorita. E estava certa que não era uma amiga que ele tinha a mente. Mas enfim, este era o único passe para ir ver os 30 Seconds To Mars. Por isso não me arrependo, pelo menos por agora.[desculpem, mas passei o o tempo mais para a frente]Na véspera do concerto…Com a Diana ao telefone- Ai amiga! Tens tanta sorte! – Di gritava de entusiasmo. Quase que apostava que ela estava aos pulinhos em cima da cama. – Vais ao melhor concerto do mundo, ver a melhor banda do mundo, com o rapaz mais giro do mundo!- Hum! Hum Di! Controla-te! – Ri-me – Acho que estás engana na última parte, porque os irmãos Leto existem. – Rimo-nos as duas.- Eu sei que ele te magoou. Mas isso foi à dois anos atrás. Vê como ele mudou!- Eu não vejo diferença. Só vou com ele porque o concerto é dos 30 Seconds e não havia outra maneira de ir. Porque esta viagem não me agrada nada! – Declarei.- Pois… Mas tu vais ao concerto, e é isso que interessa! Dá um beijinho meu ao Shannon, ao Tomo e ao Jared por mim! - Okay, eu dou! – Sorri de contente. A Di sabia animar-me. – E entretém-te com o Francisco.Ia a desligar, mas ainda a consegui ouvir dizer:- Sua Parvaaa!Acabada a conversa com a Diana comecei a arrumar as coisas na minha mochila. Não ia levar nada de especial. Era um dia de viagem – concerto – hotel – e viagem de volta. Felizmente vinha sozinha para Lisboa, o Afonso vai ficar em casa dos avós, lá no Porto.Mais tarde, antes de me deitar fui até lá abaixo despedir-me da minha mãe, porque já não iria vê-la ante do concerto. Pousei as minhas coisas na porta, tinha de ir para a estação ás seis da manhã. Afonso encontrar-se-ia comigo lá.- Vemo-nos daqui a dois dias Mommy! – Abracei-a e sentei-me ao seu lado no sofá.- Não me agrada nada que vás! – Disse ela, num tom zangado.Fiquei chocada, com a gravidade das suas palavras.- É um concerto, não vai acontecer nada de mal. O que se passa contigo?- Não quero que vás. O Porto fica a 400 quilómetros daqui. E tu nuca foste numa de andanças assim, não me agrada que comeces já. Ainda nem dezoito anos tens Angelina!Era oficial, a minha mãe estava passadinha.- Mas mãe! Não é um concerto qualquer, e eu sei tomar conta de mim! Levo dinheiro suficiente se precisar de alguma coisa, e o telemóvel tem bateria suficiente para três dias! – Mostrei-lhe o ecrã. Ela nem olhou.- Não vais! Não deixo! – Gritou-me ela.- Qual é o teu problema?! É a primeira vez que peço para me afastar daqui, e são apenas dois dias! Tás com dramas agora? — Perdi a cabeça.- Desculpa Angelina. Mas é melhor ficares cá. Não quero que nada de mal te aconteça. – O tom de voz diminuíra, mas agora eu estava zangada com ela.- Não vou abandonar-te! Nunca penses isso. – Já sabia qual era o problema dela. Era a hipótese de eu nunca mais voltar. Como o meu pai fez… - Não sejas parva! Não é por causa disso! Agora vá, vai deitar-te e amanhã podes sair com as tuas amigas.Mas o quê? Devia estar a ouvir mal. Ela que nem pense que eu deixá-la vencer desta vez.- Não mãe. Eu vou! — Fui até à entrada e peguei nas minhas coisas.- Angelina Oliveira! Nãos saias! Não me desobedeças. – O tom dela era o mais zangado possível, nunca a tinha visto assim. Magoava-me por dentro a falta de confiança que ela tinha em mim.- Senão o quê? Ela parou e deitou uma lágrima. Percebi que a conversa terminara ali, e não era a meu favor. Pus a mochila ás costas e abri a porta. – Adeus mãe. Ligo-te quando chegar. – Sem dizer mais nada, saí porta fora.
Já na estação, encolhi-me a um canto. Pus o meu capucho e carreguei no play. Ironicamente, “Escape” começou a tocar.Estava bastante irritada e triste
Notas finais
O que acham que vai acontecer?
Curiosos?
Deixa review, se quiser ;D
Curiosos?
Deixa review, se quiser ;D
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