The Story (of Us)

15 Capítulo 15


Notas iniciais
Olá leitores!
Desculpem pela demora, a sério!

Hoje estou um bocadinho chateada... Os 30 Seconds To Mars estavam nomeados para 3 VMA's e nada! Gente, estava na cara que eles tinham de ganhar! Eles são os melhores!

- Para onde é que me levas?

- Quando chegarmos ao destino logo vez.

- Não vou se não me disseres!

- Jared! – Shannon gritou, já irritado/farto de me ouvir queixar – Esta última semana tens andado mais calado do que alguma vez estiveste na vida. Como teu irmão e amigo não posso continuar a ver-te assim. Por isso, podes confiar em mim e vir? Sem perguntas?

Olho para ele com incerteza. Sim, com confio nele. Só não confio nas suas brincadeiras. O balde de água desta semana fez-me “refrescar” as ideias.

- Está bem Shan.

- Então vamos. Já estamos atrasados. A tua noção de uma hora estava bastante longa.

- Hey, não reclames! Não viria para um sítio qualquer sem estar devidamente preparado. Nunca se sabe.

- Como queiras. Vamos lá, o comboio não espera por nós.

- Comboio? – Pergunto surpreendido.

- Sim. É o nosso meio de transporte hoje. Vamos tirar uma folga dos aviões.

Shannon agarra-me pelo braço e leva-me (ou melhor, arrasta-me) até à estação.

- Esperem por mim!

Viro-me para trás e vejo Jenna a correr até nós. Os sapatos de salto alto e o curto vestido preto que tanto estava a tentar manter no sitio, dificultavam-lhe a corrida e faziam-na parecer uma idiotazinha. Que giro!

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— Pensavam que se viam livres de mim?

-Mau! Mau Shannon, afinal o que tens planeado afinal? E porque é que ela sabe e eu não?

Shannon suspira – Não faças perguntas. Vamos mas é embora.

Seguimos e mantive a boca calada. Pûs o meu humor no modo de “birra”. Porque eu só não estou a perceber nada como não sei no que me estou a meter. Obviamente o meu irmão e a nossa enfermeira pessoal tinham alguma na manga e deixarem-me à toa não me está a agradar nada. NADA MESMO!
No comboio

Esta viagem está a demorar demasiado tempo. Afinal para onde raio é que vamos, para a China?

Estamos numa carruagem à parte provavelmente para nos mantermos afastados de fãs ou flashes. Shannon está tão entretido em Jenna (ou decote dela). Muitos risinhos rondam ali. Cá para mim existem ali segundas intenções…

A única coisa que tinha para fazer, bem, sem ser pensar nela, era dormir. Assim fiz.
Em Lisboa
Angelina On

Diana está em minha casa novamente.

- Ainda estás de pijama? – Pergunta ela num tom de reclamação.

- Aham. Não vou sair de casa. – Respondo sem novidade nenhuma.

- Ai isso é que vais… Está-se mesmo a ver.

Diana afasta os lençóis de cima de mim e abre totalmente os estores. A luz encandeia agora os meus olhos. Sou obrigada a levantar-me do meu descanso tardio quando Di “arranca-me “ os phones dos ouvidos e fecha-me a tampa do computador. Ela aparece divertida a fazer-me isto.

- Agora vai tomar banho e preparar-te.

- Mas Di, promeste não fazer planos!

- Tinha figas atrás das costas. Agora vai! E nem quero ouvir mas nem meio mas.

Wow. Só podia. Di é assim mesmo.

Contrariada vou tomar o meu banho e visto um vestido confortavelmente.

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Tento dar a volta a Diana, sugerindo que ficássemos em casa a ver um filme a entretermo-nos com pipocas mas ela está irredutível!

- Pareces uma dona de casa a entrar na menopausa. Não tens nada que te tape mais o corpo? – Di está a ficar mazinha e a irritar-me muito.

- EU NÃO QUERO SAIR!

- Too bad porque vais. É o teu aniversário.

Diana vai até à sua mala e tira de lá um embrulho prateado. – Felizmente já te conheço de gingeira e vim preparada. – Ela entrega-me o embrulho. – Esta é a minha prenda. Parabéns Angelina.

Abro a caixa. Lá dentro está um belíssimo vestido branco. – É lindo Diana.

- E vais usá-lo. Despacha-te.

Sem tempo para me dar explicações, Diana sai do quarto. Algum tempo depois desço as escadas e deparo-me com elas as duas (a Di e a minha mãe) à minha espera na sala de jantar. Ficam as duas a olhar para mim, algo que me incomoda seriamente.

- Estás linda filha. – Diz a mãe emocionada.

Ó não. As lágrimas outra vez é que não

- Estou pronta, felizes? – Atiro secamente. – Vamos embora ou não? – Como podem constatar, estou muito mal humorada.

- Vamos! Vamos! – Di apressa-se a arranjar.

A minha mãe vem ter comigo – Vê se te divertes. Lembra-te do que conversamos esta manhã. E ah! Hoje não vou ficar à tua espera, demora o tempo que quiseres. Encara isto como a minha segunda prenda de aniversário.

- Boa, hoje que não vou demorar muito tempo é que me dizes isso!

- Lembra-te da nossa conversa apenas.

- Tá bem. Tá bem. – Ela dá-me um pequeno beijo na testa e despedimo-nos.

- Divirtam-se! – Grita ela ainda quando estamos a sair de casa.
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Notas finais
É pequeno, eu sei. Mil e uma desculpas!