The Start Of Klaine

6 Sebastian, prazer


Notas iniciais
não gostei do cap, desculpem-me, esta meio dramático

Arrumamos tudo e já estava na hora de irmos dormir.

-Posso dormir com você? -disse Blaine com carinha de cachorrinho pidão.

-Acho que não, é, é melhor não!

-Ok –ele respondeu triste indo para a cama que já tinha arrumado para ele.

-Eii –disse depois que apaguei as luzes e estava cada um em sua cama.

-O que foi Kurt?

-Vem dormir comigo? Estava brincando Blain.

-Não quero mais! E nem vem com essa de Blain.

-Por Favor.

-Não!

Joguei-me na cama dele e o abracei bem forte, mas com delicadeza.

-Então eu durmo com você!

-Eu estava brincando, é claro que eu quero ficar perto de você. –ele segurou a minha mão e começou acaricia–la.

-Você não consegue ficar longe de mim, não é? –ele se virou para mim ficando com o rosto bem próximo do meu.

-Não consigo mesmo –disse e logo me beijou.

-Sabe por quê?

-Não.

-Porque... –levantei bruscamente da cama e o puxei comigo, segurei ele em meu colo e continuei -.. Sou o namorado mais sexy do mundo...-comecei a beijar toda a extensão do seu corpo enquanto ele bagunçava meu cabelo.

-Vamos dormir? –perguntou irônico.

-Não querido, não tão cedo –disse já retirando suas roupas.

-Kurt... Dessa vez não sou eu que estou te atacando –sorriu e voltou a me beijar.

Não vou entrar em detalhes, mas essa noite foi maravilhosa.

Acordei com Blaine em meus braços, sorri, pois ele estava maravilhoso, como sempre. Decidi acorda–lo.

-Hey, querido acorde! –disse.

-Huum, me deixa dormir mais.

-Nãoooo, acorda –disse distribuindo beijinhos pelo rosto dele.

-Não quero –fez voz manhosa.

-Vai Blain.

-Não insista – sem que ele percebesse, peguei um travesseiro que estava próximo a mim e o taquei com força contra ele.

-Ahhh Kurt Hummel, você não fez isso –disse Blaine com tom irônico. Ele pegou um travesseiro e ameaçou joga–lo em mim, mas antes que ele pudesse me atingir, sai correndo pela casa, já que minha mãe não estava.

-Desculpa, Desculpa, Desculpa Blaine!!! –disse enquanto corria.

-Pare de correr e resolva seus problemas como homem Hummel!

-Duvido que você consiga me pegar.

-Apostado! –estávamos correndo pela casa como crianças, até que me desequilibrei e cai no chão. Blaine quando me viu no chão, veio correndo em minha direção.

-Você está bem dude?

-Estou se você não me chamar mais de dude.

-Por quê? É um apelido tão fofo.

-É idiota isso sim.

-É fofo, combina com você.

-Quê?? Inventa outro Blaine Devon Anderson.

-Pode ser Kurt mesmo?

-Pode.

-Ok, agora vc é o MEU Kurt.

-Seu? Quem disse?

-Eu!

-Não sou seu!

-Não? De quem você é então?

-Do MEU B. –Sorri

-E como esse tal de B é?

-Você não pode chama-lo de B, só eu posso! Pra você ele chama Blaine!

-Ok, como esse é esse tal de Blaine?

-Muito bonito, inteligente e tem um sorriso maravilhoso, o sorriso mais lindo que eu já vi.

-Verdade?

-É –sorri e o beijei docemente. Me levantei e Blaine me pressionou contra ele.

-Hey, Kurt.

-Oi –ainda estava com um sorriso bobo no meu rosto.

-Eu te amo –ele sussurrou.

-Eu também te amo muito.

-Vamos tomar café da manhã agora?

-Vamos! –antes que ele me soltasse lhe roubei um beijo e baguncei seu cabelo.

Blaine foi para a cozinha preparar nosso café da manhã, enquanto eu arrumava o meu quarto. Desci e o encontrei cantarolando na cozinha.

-Você não se trocou Kurt?

-Estou confortável de pijama.

-Preguiçoso!!

-Você também está de pijama e com o cabelo bagunçado.

-Em 1° lugar: Foi você que bagunçou o meu cabelo, e em 2°: Eu estou preparando o nosso café da manhã, por isso que não me troquei ainda, seu ingrato.

-Estava brincando querido.

-Não te perdoo – ele disse fazendo bico.

-Awn assim eu não resito -me aproximei dele e o beijei, ele segurou em minha cintura e disse:

-Me beijar é covardia!

Apenas ri e dei um tapa em seu traseiro tentando provoca-lo.

-Vai se ferrar Kurt, isso dói, sabia?

-Para de ser molenga –me sentei na mesa e observei Blaine nos servindo e sentando também –O que tem de bom hoje para comer?

-Omeletes.

-Que delicia!

Terminamos de comer e subimos até o meu quarto para se arrumar, pois daríamos uma volta pelo parque.

-Sai logo desse banheiro Blaine! Já faz meia hora que você está ai trancado.

-Sabia que demora para eu ficar bonitão assim? –disse Blaine do outro lado da porta

-Você já é bonito, arranja outra desculpa.

-Já estou saindo.-depois que ele finalmente saiu, levei apenas 15 minutos para terminar de me arrumar.

Já estávamos indo em direção ao parque, quando avistei um menino que não me era estranho.

-Quem é aquele que está vindo em nossa direção?

-Sei lá, nem deve ser colega nosso.

Andamos mais um pouco e o tal garoto veio direto na direção de Blaine.

-Olá Blaine, meu amor –Ele disse enquanto tentava beija-lo.

-Sebastian? –Blaine perguntou confuso.

-Sim, sou eu –ele finalmente conseguiu beija-lo.

-Q-quem... é esse? –mal conseguia pronunciar palavra alguma. Minha raiva era tanta, que por alguns segundos achei que iria mata-lo.

-Sou Sebastian, prazer, namorado do Blaine.

-NAMORADO? –gritei. Blaine continuava abraçado a ele, não parecia que ele o odiava.

-Sim, qual é o seu nome?

-Não interessa, esse é o meu nome vadio.

Virei-me e sai correndo ignorando os gritos de Blaine. Me sentia um idiota, fora enganado pelo homem que eu amava, perdi minha vontade de viver, perdi o juízo,não queria saber de mais nada, não queria saber de Blaine, não queria saber de Sebastian. Ele era a única coisa que importava na minha vidinha sem graça, agora ele havia me machucado. Cheguei em casa e fui direto no banheiro, me olhei no espelho e vi aquela minha cara patética, “Idiota, Idiota, por que foi cair na dele?” pensava comigo mesmo. O que eu estava preste a fazer não era só por causa do Blaine, mas pelo o que minha vida estava se tornando, com meu pai bêbado e outras coisas que sofria diariamente na escola. Eu já tinha isso em mente um tempo atrás, esse acontecimento foi o estopim para mim.

Olhei em minha volta e vi uma navalha ao meu lado, não pensei duas vezes e fiz dois cortes em meu pulso. A dor nem se comparava a que meu coração estava me passando naquele momento. Apenas me sentei no chão do quarto e comecei a chorar novamente vendo meu sangue escorrer pelo banheiro, tudo estava ficando preto até que ouvi a voz dele se aproximando de mim.

-AI MEU DEUS KURT, O QUE VOCÊ FEZ?

-Sai..... Blaine.

-Kurt por que você fez isso?

-Não importa Blaine... –não conseguia mais falar.

-Vou te levar no médico, agora!