The Spider-Man

8 Capítulo 7: Apenas negócios


Residência dos Parkers.

Peter está sentado na mesa comendo, e pouco tempo depois, sua tia entra pela porta — Bom dia, Peter querido!

— Bom dia, tia.

— Eu acabei de visitar a Anna e a sua gentil sobrinha, Mary Jane. Uma menina adorável, e ela quer muito conhecer você!

— E como é que ela é, tia May? — Peter termina de comer, leva seu prato para a pia.

— Ah! — Tia May se anima — Ela tem uma personalidade maravilhosa!

— Argh…

— Ela está lá, por que nós não vamos lá e…

— Ah… — Ele começa a sair — Eu adoraria, mas eu tenho que resolver um assunto agora, deixa pra outra hora.

— Então, estou te esperando aqui depois da escola, aí podemos dizer um oi para ela!

— Infelizmente não vai dar, tia. Eu prometi que ia ajudar o Harry depois da escola, tchau!

— Não se esqueça de levar uma blusa de frio!

— Tá.

Torre Oscorp. Sala de Norman Osborn.

— Ladrão! — Bate na mesa um senhor mais velho, careca, com um nariz maior do que o normal usando um terno — Você roubou o meu trabalho!

— Opa, vamos com calma — Responde Norman.

— Eu trouxe o meu sistema de transporte aéreo magnético para cá! Você estudou as minhas ideias e as rejeitou! — Norman solta um bocejo e volta a sua atenção para as suas unhas — E quatro meses depois você anunciou um voo tecnológico! Você roubou o meu trabalho!!

— Essa conversa é perigosa senhor Toomes, perigosa e intolerável — Norman se levanta, vai até onde o senhor está sentado, coloca uma de suas mãos em seu ombro e o olha nos olhos — Escuta aqui, o velho urubu, você está nisso a décadas. Sem nenhum sucesso em seu nome, se você nunca conseguiu nada quando era jovem, quem vai acreditar que você inventou o voo tecnológico depois de velho? — Toomes se surpreende com o que acabou de escutar, logo em seguida fica com raiva — Não me leve a mal Toomes, são apenas negócios — Norman se vira para seus seguranças — Pessoal, mostrem a saída para o senhor Toomes.

Os seguranças o levantam e o levam para a porta — Eu te odeio Norman. Eu te odeio!

Escola Midtown, sala de aula.

— Na semana que vem… Vocês irão… Virar super-heróis! — Diz a professora para a turma — Vai ser uma apresentação oral. Um trabalho para o qual cada um virá vestido a caráter. Vocês descreverão para a classe quem são e o que fazem. Poderão criar algum personagem ou usar um desses que estão pipocando por toda Avenida Madison. Se preferirem ser algum vilão, não tem problema — Peter, que tinha tomado um susto no começo da explicação, agora solta um sorriso, mas logo fica sério — O importante será me explicar porque você é assim e o que os seus poderes significam. Até um mutante será válido — Vários alunos começam a se entreolharam e a fazerem caretas — Hm… A palavra “mutante”. É só uma palavra classe. Se precisarem de ajuda, podem discutir seu projeto comigo a qualquer momento. Alguma pergunta?

Kong levanta a mão e começa a falar — Hã… A gente vai ter que, tipo, vir de uniforme?

— Não será obrigatório, mas, quem quiser pode. A criatividade é sempre bem-vinda. Tragam o que quiserem.

— Ei, psora! O Flash tá querendo saber se ele pode vir de saia.

— Qualé cara!

— Chega, vocês dois. Venha como quiser, Kong… Mas traga seu cérebro. Você não pode tirar outra nota como da última prova.

— Se ferrou -Diz Flash

— Cala a boca!

— Muito bem, abram os livros na página 507

Algumas horas depois. Saida da escola Midtown.

— Qualé?! Você tem um emprego legal! — Diz Liz.

— Tenho? — Responde Peter.

— Claro, cara! Num jornal! Eu trabalho numa lanchonete!

— Quem tem sorte é o Harry, não precisa nem trabalhar

— Ei! Eu considero aguentar o meu pai um trabalho pesado viu

Enquanto Peter, Harry e Liz andavam juntos rindo, Kong e Flash conversam atrás deles — Acho que esse trabalho de representar super-herói não tem nada a ver. Pra que vai ser aquilo? — Diz Kong

— Pode crer — Diz Liz — E ela ainda disse para a gente vir fantasiado de mutante! Isso é muito brega. A super-gatinhas vai lutar contra o super-bundão. Ridículo!

— Alguém vai vir de homem-aranha? — Pergunta Kong.

— Você parece um boila quando fala dele — Diz Flash

— Cala a boca.

— Eu vou de mutante comedor.

— Cara…

— Qualé? Mutante não como ninguém, não?

— Cara, não brinca com esse troço. Você nunca sabe.

— Ele está certo — Fala Liz- É melhor parar. Meu tio tá, tipo, desaparecido.

— Ele era um mutante?

— Flash, ninguém sabe ao certo, mas o cara sumiu.

— Ele vivia em Washington?

— Sim.

— Uau.

— Ei… — Kong começa a falar — Alguém já pensou… Como seria se acontecesse que nem os caça-fantasmas, quando todos os Fantasmas invadem a cidade?

— Que? — Pergunta Peter.

— Todos esses super-heróis e mutantes… E se for como aconteceu nos Caças-Fantasmas… Um sinal? Tipo, sinal de coisa ruim? Pode ser por isso que esses super caras estão aparecendo.

Peter solta um pequeno sorriso — Você tá mesmo usando os Caças-Fantasmas para provar a sua teoria?

— Sei lá. Será que a gente não devia fazer alguma coisa?

Peter para de sorrir e começa a ficar sério — Fazer o que?

— Não sei. Fazer alguma coisa com esses mutantes. Ficar vigiando.

— “Fazer alguma coisa.”! — Peter começa a ficar com raiva e encara Kong — “Ficar vigiando”?! Sabia que os alemães fizeram isso com os juedus?

— Bom, judeu nunca disparou raio laser com os olhos, tá ligado? Eu acho…

— AH, para com isso.

— Cara… A gente tá em perigo!

— O que?!

— Pensa bem… Você não acha estranho que tem um monte de gente com poderes no meio de nós?

Peter começa a ficar com mais raiva, mas respira fundo e sai andando — Você não vai entender. Não vale a pena discutir isso com você. Tchau, Liz. Vamos Harry.

— Tchau.

Alguns minutos depois. Local desconhecido.

Um senhor meio narigudo termina de arrumar uma espécie de traje e começa a colocá-lo — Ele vai ver. Ele vai ver!

Ao mesmo tempo. Edifício dos Osborn.

Harry e Peter saem do elevador e vão em direção a sala — Harry, você não vai acreditar, minha tia está tentando me arranjar com a filha da vizinha, Mary Jane Watson.

— Mary Jane… O que?

— Watson. A tia May disse que ela tem uma personalidade maravilhosa. Urgh…

— Urgh… — Harry se joga no sofá

— Ah… Harry — Peter se senta no sofá, fica alguns segundos pensando e volta a falar — O que você acha sobre esse trabalho de “Como ser um super-heróis?”?

— O que a professora de estudos sociais mandou hoje?

— Sim.

— Não sei muito o que dizer… Eu até acho legal ter uma aula mais descontraída assim, já que devemos estudar o que está acontecendo no nosso ambiente de várias perspectivas, mas eu não sei se exaltá-los dessa forma, nesse momento, é algo positivo.

— Como assim?

— Bem… O mundo tá meio que de cabeça para baixo com todas essa parada de pessoas com poderes. É algo meio novo, não sei dizer se isso veio para ajudar a humanidade ou para destruí-la. Pois tem toda essa destruição causada pelas lutas deles, ainda tem os mutantes nessa parada, e você sabe, várias pessoas os odeiam por diversos motivos, você mesmo escutou da Liz hoje, o tio dela tá desaparecido. Você consegue me entender?

— Consigo… — Os dois ficam em silêncio no sofá por um tempo — Ah, cara! Hoje o dia tá foda…

— O que foi?

— Aconteceu um negócio mais cedo, aí tem esse trabalho agora… — Ele solta um suspiro — Deixando isso de lado, temos que começar a fazer a lição logo, em!

— Mas… Ah… — Harry começa a escorregar pelo sofá — Em exatas e biológicas eu dou aula, agora em humanas... Prefiro nem comentar hahahaha. Não sei como você consegue ser bom em tudo.

— Não sendo preguiçoso como você hahaha — Peter levanta — Temos que estudar!

— Meninos, venham até aqui — Uma voz surge da área externa do apartamento.

Os dois se entreolham e começam a andar. Quando eles vão até o lado de fora, Norman que estava mexendo no notebook o desliga — Eu não pude deixar de ouvi-los.

Peter logo fala — Desculpa, eu só estava brincando com o Harry. Não estava falando sério.

— Não precisa dizer desculpas, eu nunca peço. Então você veio ajudar o Harry?

— Bem, ajudamos um ao outro.

— Não, não Peter. A modéstia não faz parte de homens como nós. Inteligentes, determinados, responsáveis, bem sucedidos…

— Bom… Na verdade eu ainda estou progredindo.

— Pelo menos você está fazendo progresso… — Norman se vira e olha para seu filho e ele abaixa a cabeça…

Peter se vira para Harry e faz uma cara triste — Bom! Todos temos falhas… Eu, por exemplo, tenho um monte, mas muito obrigado, eu acho… Agora…Vamos deixar de atrapalhar o senhor.

Quando Peter e Harry tentam sair, algo verde começa a cair do céu — OSBORN!

Osborn se vira — HUM! -Ele se depara com uma pessoa usando uma armadura verde e preta, com uma asa embutida e garras em seus pés que o capturam — AHH — Os dois seguem voo, Peter e Harry correm até a beirada do prédio, mas apenas podem olhar.

— O que vamos fazer? Eu… Eu…

— Chama a polícia! — Grita Parker — Anda logo, vai!

Harry sai correndo e entra em seu apartamento. Peter espera mais um pouco e começa a tirar seus sapatos, logo depois ele sobe no para-peito do prédio e pula.

Alguns quarteirões da li…

— Diga a verdade Osborn. Seu voo tecnológico faz isso? — O cara que segurava Norman, cai em queda livre e quando está perto do solo, ele começa a fazer manobras entre os carros, logo ele ganha altitude na mesma velocidade em que perdeu.

— Toomes?

— Não é mais Toomes. Eu sou o que você me chamou! Eu sou abutre!

— Urubu! Eu te chamei de Urubu!

— O que?

— Não sabe nem falar o nome certo!

Toomes fica com raiva e arremessa Norman para longe — AAAAAAHHHH! — Logo depois ele o pega — Toomes, pare! O que você está pretendendo com isso?!

— É um meio para o fim, Osborn. Você conhece bem essa coisa. Você mesmo disse… São apenas negócios — O Abutre começa a rodopiar no ar.

— AAAAAHHHHHH!

— Você vai anunciar para o mundo que Adrian Toomes é o gênio por trás do voo tecnológico. Você vai pagar tudo o que eu mereço e vai se desculpar publicamente por roubar a minha invenção! você entendeu?!

— Eu nunca peço desculpas, seu velho!

— Eu posso ser velho, mas eu não sou paciente — Toomes ganha altitude novamente e solta Osborn.

— AAAAAHHHHHH!

Mas enquanto ele grita, um homem vestindo ceroulas parece e o segura no ar — Essa brincadeira de vocês não tem a menor graça.

— Mas o que é isso? — O Abutre mergulha atrás do Homem-aranha — Esse céu é meu agora!

Peter começa a se balançar em fuga — É, ele pode estar certo. Eu acabei de alugar.

— Do que você está falando? Me coloca no chão.

— Caramba. Você é a donzela em perigo mais mandona que eu já salvei, e também a mais feia, a mais pesada e a primeira de hoje.

— Quem é você? — Pergunta Osborn e Toomes.

— Vocês não olham o jornal?... Ora, eu sou o amigão da vizinhança, o Homem-Aranha.

— Homem-Aranha? — Diz Abutre.

— Tô precisando de uma assessoria de imprensa… — O Abutre corta sua teia com as asas e os dois começam a cair.

Em frente a uma delegacia.

Dois policiais saem da porta.

— Ele não está ajudando. Quase todos os bandidos que ele prende saem livre.

— Cuidado ae!

Um grito surge do céu e os dois policiais olham para cima. Lá encontram duas pessoas caindo, mas antes de caírem, o Homem-Aranha lança sua teia e evitam a queda, e aproveita parte do impulso para jogar Norman nos policiais.

O Abutre se joga para tentar pegar Norman, mas erra e apenas realiza um rasante perto dele.

— O que aconteceu? — Diz a policial.

— Explicação lá dentro! Agora — Os três começam a correr e entram na delegacia.

Pouco tempo depois, Peter chega no topo de um edifício e começa a procurar pelo Abutre — Onde que ele foi parar? — Logo depois, seu sentido Aranha dispara, ele tenta olhar para trás, mas o abutre o atordoa com um chute.

Pouco tempo depois, o abutre começa a ir em direção ao topo de outro prédio — Muito fácil — Ele começa a abrir uma caixa d’água — Ela está quase vazia, não vai mata-lo, mas vai segurar ele por tempo o suficiente — Em seguida ele o joga e sai voando — Maldito homem-Aranha, agora vou ter que criar outro plano.

Peter acaba de acordar com o choque ao tocar a água — Argh! — Ele não entende muito o que está acontecendo, mas vê um buraco saindo luz em cima dele — “Minha teia vai me tirar… Oh-oh! Estou sem fluido! Que bela ora para a minha teia acabar…” — Ele vai até a parede da caixa e tenta escalar — “As paredes são muito úmidas para eu aderir!” — Peter não se desespera e começa a colocar seu cérebro para pensar — Hum… já sei! — Ele flexiona seus joelhos, espera um pouco e pula pelo buraco — Como é bom ter força sobre-humana!

Peter acaba perdendo o Abutre de vista e volta para casa decepcionado com sigo mesmo. Ainda vestindo o traje, ele vai para a janela do seu quarto, e seu telefone toca.

— Oi, Harry… Pu-Puxa, que bom que o seu pai está bem… Eu?... Bom, então, eu tentei seguir eles, corri alguns quarteirões, mas… Não adiantou de nada. Eu acho melhor você dar uma atenção para o seu pai agora… Certo… Até — Ele desliga, sai do seu quarto e vai até o porão.

Peter se senta em uma mesa e começa a trabalhar em alguma coisa — “Eu recebi este traje para ser uma atração na tv, mas… Agora que estou tentando combater o crime, ele precisa de umas melhorias, preciso levar comigo mais fluidos de teia. Se eu ficar sem teia no meio de uma batalha novamente… Não quero nem pensar nisso!” — Ele balança a cabeça e volta a modificar um cinto.

Vários minutos se passam e ele finalmente termina as melhorias. — “Pronto, agora é só colocar nele os cartuchos, se acabar é só trocá-los no meio do combate. Acho que depois eu posso instalar uma microcâmera na fivela…” — Ele coloca o cinto — “Agora é só esconder sob o uniforme e pronto!”

Redação do Clarim. Algum tempo depois.

— Eu compro as fotos, Parker! E você as tira, simples!

— Mas, sabe, dizem que o senhor ataca demais o Aranha. Estou desconfiado de seus motivos.

Outra pessoa entra na conversa — Parker tem razão! Os leitores dizem que o senhor tem inveja do Aranha!

Peter logo pensa — “Puxa! A secretária do J.J está do meu lado! E parando para pensar, não é que ela é bonita…” — Mas a sua linha de pensamento é cortada com um grito.

— EU SOU O CHEFE! Eu decido nossa linha editorial! O meu motivo é dinheiro! Quanto mais ataco o Aranha, mais o jornal vende! Quer os leitores concordem comigo ou não… O Aranha vende jornal… Entenderam?!

Peter começa a andar — Com certeza, cabeça chata!

Logo que ele sai da sala, uma pessoa chega por dele — Ei, Peter! — Ele se vira — O que aconteceu com o seu rosto?

— Eu me machuquei jogando volei na escola, a bola pegou bem na minha cara!

— Não acredito que uma bolada deixaria alguém com o olho roxo.

— Hum… Betty, você vai fazer alguma coisa nesse final de semana?

— Não, por que?

— Bem… Você quer ir comigo em Coney Island?

Ela pensa por um momento — Vou, mas sob uma condição — Ela levanta o dedo — Me diz o que aconteceu com você.

— Tá bom, você venceu. Você não pode contar isso para ninguém, entendeu? — Ela concorda com a cabeça. Peter olha para os lados e aproxima do rosto dela — Eu me machuquei enfrentando o tal Abutre mais cedo, Betty!

Betty vira a cabeça para o lado, respira profundamente, passa a mão em um de seus olhos e solta uma risada — É, eu pedi por isso!

— Então… A gente se encontra lá?

— Tá bom, Peter.

— Ótimo!

Algumas horas depois. Perto da Torre Oscorp.

Uma figura verde aparece voando no céu — "Acho melhor eu atacar hoje de novo, talvez não dê tempo dele melhorar a segurança. Ninguém vai imaginar que eu atacarei hoje novamente… Eu estava certo!”

No chão, Norman começa a ir em direção a sua limosine e escuta um grito vindo do céu e se vira — OSBORN! — Norman começa a correr em direção ao seu carro e entra.

— VAI! VAI!

Seu motorista começa a acelerar e um grito vem de fora — Não vai escapar de novo!

O Abutre começa a perseguir o carro, mas uma sombra que observava de longe pula na direção deles e os segue — “Eu estava pensando na mesma coisa!”

Quando o Abutre chega perto do carro, um chute é deferido em seu peito e ele sai rodopiando para o lado.

— Gostosuras ou travessuras — O Abutre logo recupera seu equilíbrio e começa a voar, Peter que estava em sua cola, volta a segui-lo — você não está comemorando o Halloween muito cedo, não? — Logo depois, ele acerta uma teia em Toomes e é arrastado por ele pelos prédios. Ele começa a andar pelas paredes, corre pelos telhados, pular por prédios e não o solta, mas o Abutre faz uma curva fechada e acaba o lançando dentro de um dos edifícios e invade a sala de uma família.

— Argh! — Peter se levanta lentamente e coloca a mão na cabeça enquanto a família assustada apenas o observa — Hoje não está sendo o meu dia — Em seguida ele vai até a janela — Desculpa por isso — Ele pula e volta a seguir o abutre — Algum dia eu tento compensar!

Algumas quadras a frente, o Abutre arranca o teto da limusine do Norman — Por acaso você pretende se desculpar — Ele estica seu braço e tenta agarrá-lo.

— Não!

Antes que o Abutre possa realizar outro ataque, o Aranha o acerta uma teia em suas costas, o puxa para o céu e agarra as suas costas — Por que você defende esse ladrão?! — O Abutre começa a se balançar e acerta uma cotovelada em Peter o lançando para trás — Osborn! — Ele volta a seguir a limousine.

Peter se gruda na parede de um prédio e volta a segui-lo — “Não sei o que ele quer, mas de uma coisa eu sei… Eu não posso deixar o Harry perder o pai do mesmo jeito que eu perdi o tio Ben.”

O Abutre se prepara para realizar um mergulho, mas antes disso, o Homem-Aranha pula em suas costas e gruda seus dois pés — Olha o surfe. UHU!

Toomes fica com raiva e começa a rodopiar, mas antes de conseguir, a limousine vira bruscamente e entra um uma garagem subterrânea.

— Não!! — Ele logo realiza uma subida em vertical para evitar bater na parede e escapa por pouco. Peter logo se desgruda e começa a se balançar em suas teias — Isso é tudo culpa sua! — O Abutre se reposiciona no ar e começa a seguir o Aranha.

Peter escuta seu sentido aranha e solta a sua teia, o Abutre passa direto. Quando ele passa, Peter lança uma teia em seus pés, começa a escalar a sua teia e agarra a sua perna — Peguei!

— Idiota! O céu é o meu elemento! Vou derrubar você!

O abutre começa a se balançar para o derrubar. Mas Peter o escala facilmente e chega em suas costas — Eu percebi algo interessante enquanto surfava. O que será que isso faz?.. — Peter enfia a sua mão numa espécie de compartimento e arranca alguns fios.

— O que você fez, seu idiota? Você condenou nós dois!

Os dois começam a cair e Peter logo agarra o Abutre com suas pernas — Ah… Você ainda não percebeu que pode confiar em mim? — Ele começa a soltar teias — IRRA!

Pouco tempo depois, Peter gruda o Abutre em um poste em frente a delegacia e toma distância. Espera até os policiais aparecerem e tira algumas fotos — “Bem, acho que com isso vou conseguir ajudar a tia May com as contas.”

N.A: Eu tive que criar um Abutre do "zero", já q ele nunca apareceu no universo Ultimate. Como até agora eu estou fazendo uma mega Frankenstein, com o Abutre não foi diferente kkkkkkkkk. Eu peguei a aparição dele no desenho de 2008 e a sua primeira aparição na hq de 63 e um pouco da sua segunda aparição e fundi as duas e deu nisso... :)

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.