The Shadows

10 Capitulo - 09 Você só precisa se torna outra pessoa !


Notas iniciais
Quero agradecer o carinho de todos que acompanha essa fic, me sinto muito feliz! Esse capitulo de hoje é mais especial, pois está dedicado a duas pessoas que são de extrema importância para mim !!!! Muito obrigado pelas as belíssimas recomendações Paulinha e Karly as palavras expressadas por cada uma das duas mexeu comigo de certa forma!!! amo vocês e cada uma sabe disso !!!! então esse capitulo é dedicado as duas espero que gostem !! foi feito de coração !!! boa leitura ...

Can't keep my hands to myself

No matter how hard I'm trying to

I want you all to myself

You're metaphorical gin and juice

So come on, give me a taste

Of what it's like to be next to you

Won't let one drop go to waste

You're metaphorical gin and juice

Cause all of the doubts and the outbursts

Keep making love to each other

And I'm trying, trying, I'm trying, trying

All of the doubts and the outbursts

Keep making love to each other

And I'm trying, trying, I'm trying, but I

Can't keep my hands to myself

My hands to myself

Selena Gomez -- Hands to Myself

Oliver Queen Pov.

Desperto sentindo meu ombro dolorido e ardente por conta do machucado, traguei o ar gélido antes de abrir os olhos, fito o céu escuro com estrelas brilhantes tirando o vazio da noite fria. Olho para o lado e vejo Marric dormindo próximo ao que sobrou de uma fogueira e o Arqueiro negro da mesma forma dormindo passivamente. Sinto um peso ao meu lado direito me aquecendo, viro-me e encontro Felicity aninhada a mim com a expressão tranquila de um anjo. Puxo ela mais para mim que resmunga sem acordar, sorrio torto deixando um beijo casto em seus cabelos inalando seu cheiro de rosas.

— Acordou. – ronrona abrindo os olhos e me fitando sonolenta. – Como está se sentindo? – questiona preocupada se inclinando para verificar meu machucado.

— Estou bem. – afirmo massageando suas costas – Não foi nada.

— Como não foi nada? Poderia ter sido em seu coração a flecha! – bufa irritada. – Não tem o direito de me assustar assim.

— Felicity. – reviro os olhos ficando de lado e olhando dentro dos seus olhos absorvendo todo seu mini surto. – Admirável vê-la preocupada comigo.

— Claro que sim. – resmunga batendo no meu peito com força, faço uma careta ao sentir o impacto próximo ao ferimento. – Desculpe. Desculpe. – pediu nervosa. Seguro suas mãos e aperto ela contra mim beijando a ponta do seu nariz.

— Loirinha. – sorrio torto alisando seu rosto com carinho sentindo a maciez da pele nas pontas dos meus dedos.

— Por um longo momento acreditei ter perdido você. – diz com sorriso triste me dando um beijo casto nos lábios sem tirar os olhos de mim. – Acredite, eu gosto de você do jeito que você é, meu príncipe sombrio.

— Não sou o típico mocinho, Felicity – ergo uma sobrancelha. Ela se mantém com o sorriso nos lábios segurando meu rosto com as mãos.

— O mocinho é o Ray – sussurra dando de ombros o que me faz fechar a cara, abro a boca para lhe responder, mas ela interrompe selando meus lábios com o indicador. – Mas no fim das contas eu me apaixonei pelo o vilão.

— Eu sou seu vilão?

— Está mais para anti-herói. – gargalha. – Malvado sedutor.

— Seduzi você alguma vez Srta. Smoak? – questiono fitando seus lábios rosados entre abertos como um convite envolvente para mim. Antes que possa responder, beijo seus lábios sentindo o gosto doce de sua língua tocar a minha, me fazendo soltar um gemido rouco do fundo da garganta, intensifico o beijo acariciando seu corpo trêmulo.

— Não estamos sozinhos. – ofega nervosa encerrando o beijo e olhando sobre meus ombros.

— Posso expulsa-los. – pisco com desdém.

— Foi um dia muito exaustivo para todos, inclusive para você. – sussurra voltando a se aninhar em mim para dormi – Descanse temos todo o tempo do mundo. – diz.

— Durma. – ordeno calmamente sentindo o aroma de rosas exalar por ela o que me deixa pacífico e totalmente envolvido cada vez mais por essa mulher. – Loirinha. – ela sorrir e assente.

Depois de longos minutos ela dorme, fico por um tempo fitando o céu sobre nós até adormecer novamente.

(....)

Abro os olhos com a claridade do amanhecer se fazendo presente entre nós. Respiro fundo olhando para meu ferimento que não dói tanto como antes.

— Oliver. – Felicity balbucia dormindo o que me estremece.

Como ela sabe meu nome verdadeiro se nunca disse para ela? Nem mesmo Ra's quis saber e quando soube não deu importância. Franzo o a cenho desconfiado e extremamente inquieto, ela não pronuncia mais a palavra e dorme ao meu lado profundamente. Com muito esforço consigo me desvincular dela e me erguer do chão sem muito esforço, tal nome me torturando por dentro.

— Al Sah Him. – boceja Marric em reverência sem jeito.

— Cuide de Felicity. – ordeno sério.

— Sim. – assente sonolento.

— Arqueiro levante-se. – rosno chutando seus tornozelos. Ele resmunga e abre os olhos. – Venha comigo agora. –revira olhos impaciente e me segue.

Seguimos em uma trilha que sai próximo ao rio, mesmo em silêncio vejo que ele está desconfiado com desconforto parcial. Inclino-me para a água e tiro a parte de cima do meu uniforme rasgado afastando a faixa do meu ombro, lavando o corte profundo. Aperto os lábios para conter o gemido de dor que saem da minha boca.

— Temos que formular um plano emergencial...

— Como Felicity sabe meu verdadeiro nome? – interrompo encontrando seu olhar que me fita surpreso.

— Não sei do que está falando. – responde secamente.

— Não tente me enganar, eu a ouvi chamar meu nome enquanto dormia. De todos nessa ilha, só quem sabe meu verdadeiro nome é você e Al Sah her, ou seja, a Sara, mas tudo me leva a crer que você disse algo para ela. – acuso impaciente. Levanto-me e fico de frente para ele olhando dentro dos seus olhos.

— Ela precisava saber. – diz com aceno o que me deixa furioso.

— Você não tinha esse direito. – urro segurando em seu colarinho e o puxando abruptamente.

— Não. Não tinha, porque quem deveria ter dito era você mesmo, mas pelo o que conheço de você, não iria dizer tão cedo ou talvez nunca. – rosna se soltando.

— Isso era meu segredo. – esbravejo com sangue fervendo nas veias. – Como ousa me desafiar Arqueiro?

— Meu nome é Thomas Merlyn. Não era só seu, eu fiz parte de toda a história, era a minha família também. – diz com a voz embargada de dor. – Podemos seguir em frente Oliver. – sugere inabalável – Podemos recomeçar.

— Não. Não podemos. – cuspo as palavras – Não temos como recomeçar, isso aqui é tudo que temos agora, lá fora perdemos tudo não nos sobrou nada além de dor. – fecho as mãos em punhos – Tudo se foi assim como o antigo Oliver.

— Eu sempre estive ao seu lado, todos esses anos. – grita entredentes – Você não é meu senhor e muito menos meu mestre. Somos como irmãos e você sabe disso.

— Basta. – soco seu rosto o que o faz cambalear para trás com a mão no queixo voltando a revidar socando minha face com peso considerável, sinto o impacto no canto da boca com uma dor profunda, mas não intensa. Sem mais palavras começamos uma luta corporal; entre socos e chutes, tirando um do outro qualquer que seja resquício de piedade, a fúria nos consome e volta a me cegar como antes.

— Meu Deus. Parem. Parem. – Felicity grita nervosa tentando nos separar. – Tommy, largue-o – pediu. O empurro para longe com mais raiva ainda.

— Você não deveria ter feito isso. – urro para ele em ameaça. – Vai me pagar por isso.

— Não tenho medo de você, continue o que começamos. – chama com aceno exaltado.

— Oliver Queen está morto. – rosno deixando-os para trás.

— Oliver. Oliver. – chama Felicity em desespero.

— Meu nome não é mais Oliver. – sussurro entredentes –Nunca mais me chame assim. – grito por fim afastando as plantas que estão em meu caminho sem paciência. Meus olhos ardem pelas lagrimas que querem descer, mas não deixo que isso aconteça me contendo por dentro. O passado é o último que quero lembrar agora. Aquela dor que deixei lá trás deve ficar morta e enterrada, não vou e nem quero sentir.

Felicity Smoak Pov.

— Sinto muito. – murmuro triste ajudando Tommy a se erguer do chão. – A culpa foi minha.

— A culpa não é sua. – sorri se recompondo limpando suas vestes. – Agora ande, procure por ele, antes que ele cometa mais besteiras. – acena sério.

— Espero que ele não enfie sua adaga em mim. – suspiro nervosa tomando coragem para procura-lo.

— Não vai. – pisca girando a adaga em mãos. – Está desarmado.

— Mais um motivo para ele matar você. – arregalo os olhos incrédula.

— Acredite se desejasse tanto isso já teria feito, cão que late demais não morde. – sorri com sarcasmo.

— Acho que a expressão é outro....

— Felicity ele deve ter chegado ao sul da índia nesse curto período e você ainda está aqui. – interrompe revirando os olhos – Ande logo.

— Não estamos na índia. – franzo o a cenho e ele me repreende sério. – Certo. Certo – gaguejo nervosa me adiantando pelo o mesmo percurso que ele se foi.

Começo a andar por onde ele saiu seguindo alguns respingos de sangue pelo o caminho. Mais à frente o vejo xingar coisas e observar seu ferimento, mordo o lábio e respiro fundo com uma miséria coragem me aproximo. De inicial ele não me olha parece frustrado e furioso.

— Não se aproxime. – ordena sério.

— Eu sei que tudo que você passou te fez assim. – suspiro – As perdas te deixaram assim: frio.

— Isso é o de menos. – rosna impaciente ainda fitando seu ombro. – Não preciso de auto piedade para viver com meu lado negro.

— Eu não estou aqui para lhe julgar. – sorrio torto dando um passo em sua direção – só preciso que você....

— Não Felicity. – interrompe olhando nos meus olhos com a expressão fria. – Eu sou um monstro e tenho consciência disso, não me orgulho de nada que fiz até o agora, tudo foi feito por vingança para saciar a fome de punição que existe dentro de mim, a única maneira para conseguir me vingar era abraçar o lado negro, por conceito meu e nada mais, ele me tirou tudo até meus sentimentos. Esqueça esse nome, eu não vou voltar a ser quem eu era antes. Um fraco.

— Por quê? – urro irritada. – Acha que é o único que tem algum passado aqui? Eu perdi meus pais, tudo que eu tinha no mundo, e vim parar nessa maldita liga, tudo foi tirado de mim assim como foi de você, mas não deixei isso me tornar um monstro, me fez forte assim como você. No seu lugar, eu teria feito o mesmo sem nenhum remorso porque eles eram tudo que você tinha, mas hoje a vida te deu uma nova chance. Não se tratava de fraqueza, Oliver Queen rico e amador achava que a vida era perfeita para sempre assim com a antiga Felicity também achava, de alguma forma o destino nos encontrou e uniu nossas dores.

— A vida me tirou tudo, inclusive o direito de sentir algo novamente. – sussurra amargamente seus olhos ficam nublados a dor está lá posso vê-la o ferindo de dentro para fora.

— Quando eu te conheci, eu sabia que você deveria ter alguma história trágica e sombria por que estava em seus olhos. – confesso me aproximando. – Você não tem medo de voltar a sentir algo porque se apaixonou por mim mesmo com o coração ferido, eu estou aqui para garantir que sua dor irá desaparecer é só me deixar entrar e confortar seu coração. – afirmo próxima o bastante para sentir sua pele irradiar um calor aquecedor.

— Ela era só uma adolescente. – diz triste fechando os olhos. – Não tinha culpa.

— Eu sei disso. – sussurro puxando seu rosto para baixo, para mim – A culpa foi só de uma pessoa e ele teve o que mereceu. Agora os deixe ir, tire essa áurea negra de você, eles desejariam que você fosse feliz. – sorrio acariciando sua pele. – Você só precisa ser outra pessoa.

— Não quero mais voltar a ser aquele Oliver fraco que viu tudo se desmoronar diante dos seus olhos como poeira ao vento. – respira fundo mantendo sua autoconfiança.

— Não precisa. – sorrio. Ele abre os olhos e me fita frustrado – Afinal eu me apaixonei por Al Sah Him mestre das sombras, mas hoje eu quero me entregar a um novo alguém, aquele que busco dentro de você.

— Felicity. – sibila meu nome em tom cortante mais como sempre viciante demais para mim. – O que quer de mim? – fita meus lábios com desejo.

— Você. – sussurro encontrando seus lábios. Ele não protesta e envolve minha cintura com o braço firmemente o que faz gemer baixo. – Eu quero todos os pedaços de você.

Caímos na grama macia, fico por cima dele erguendo meus braços para tirar o vestido ou pelo menos o que sobrou dele lhe dando uma visão ampla de todo o meu corpo, arfo olhando para o céu com uma fina frieza tocando minha pele nua, volto a fita-lo com uma ansiedade fazendo os tremores do meu corpo serem correspondidos por ele com carícias lascivas deixando cada ponto de mim arrepiada, inclino-me em busca dos seus lábios que encontram os meus com um beijo ardente, sua mão áspera toca minha pele deixando o caminho mais intenso e perigoso, me afasto com o ar preciso para nós dois, desço meus beijos por seu pescoço deixando uma mordiscada em sua pele, ele geme em meu ouvido pressionando sua ereção em mim, solto um gemido rouco voltando a descer os beijos por seu corpo encontro sobre suas cicatrizes cada uma delas.

— Felicity. – tenta ser firme, mas falha voltando a fechar os olhos respirando com dificuldade. Sorrio voltando a beijar cada uma de suas cicatrizes. – Está abusando de um pobre homem ferido. – arfa com sarcasmo.

— Você é forte o bastante, mas podemos ir se é o que deseja. – dou de ombros tentando pegar meu vestido de volta, mas com um impulso ele inverte as posições cobrindo meu corpo ao seu.

— Jamais. – diz malicioso com sorriso sedutor.

Puxo-o para mim, a ansiedade de tê-lo dentro de mim, me faz arder por dentro. Ele volta a me beija com caricias por todo o meu corpo, tocando minha pele com habilidade inquietante, solta meus lábios e começa a trilhar seu caminho em meu corpo, paira sobre meu seio o que me estremece, tento conter as batidas do meu coração que bate em descontrole, sem cerimônias ele morde de leve, solto gemido alto e longo absorvendo a sensação que espalha por meu corpo, sinto seu sorriso vitorioso em meu seio rígido. Desgraçado sempre sonhou com esse dia.

— Diga. – ordena com a voz rouca – Diga-me o que quer. –Mordo o lábio inferior com o ardor que deixou. Eu que sei o que ele tanto deseja que eu diga ou mais provável; que eu implore.

— Por favor, me torne sua. – suplico com a voz trêmula. Por quanto tempo mais ele irá me tortura? – Pare de me tortura, você sabe o quanto eu desejo você. – arfo olhando o céu azul.

Suas investidas se tornam intensa para minha pequena sanidade que parece desaparecer a cada segundo sobre seus domínios, não vou suportar por mais tempo, onde ele toca é como brasa deixando suas marcas em minha pele. Afasta-se um pouco e retira suas últimas peças me dando uma visão do seu corpo inebriante, com uma lentidão absurda ele se inclina encontrando meu olhar, parece um gato selvagem! Irônico não? Já que estamos no meio do mato, nunca pensei que poderia ser aqui e agora, mas desejo ele assim e vice e versa. Será uma ocasião memorável pelo menos para mim.

— Sabe que depois disso, você será só minha para sempre. – sussurra com a voz grave pressionando seu corpo contra o meu, para que não haja mais nenhuma fuga, minha talvez!

— Faça. – ordeno fechando os olhos e abraçando-o com firmeza – Faça. – sussurro em seu ouvido mordendo o lóbulo da sua orelha como nossa deixa. Com cuidado ele afasta minhas pernas, calmamente me preenchendo por completo sem deixar um centímetro dos nossos corpos afastados um do outro, tento conter o gemido mais solto mesmo assim. Ergo os quadris para cima absorvendo o preenchimento, ele rosna coisas sem nexo tentando se conter por um momento. Beijo seu queixo que raspa minha face com a barba. Seguro seu rosto entre as mãos buscando seus lábios para mim novamente, gemo com seus movimentos lentos e circulares, tento me manter consciente, mas a vista fica turva pelo o prazer que ele começa a me proporcionar em estocadas firmes e torturantes, meus gemidos ecoam pelo o vale das sombras se misturando aos seus. Fecho os olhos com força e deixo me permitir ser possuída por ele cada vez mais sobre a grama fria sobre os raios de sol que toca nossas peles, parece não existir mais nada além de nós dois, é tão real como o que sinto por ele.

— Olhe para mim Felicity. – ofega segurando minha cintura com aperto firme puxando para baixo indo ao nosso limite. – Sou. Todo. Seu. Assim como você é minha. – sibila com suor escorrendo pela face mordendo o lábio para abafar seus gemidos. Olho dentro dos seus olhos e suplico para que ele não pare cravando as unhas em sua carne fazendo-o soltar um gemido alto e longo chegando ao clímax ruidoso. Me ergue sobre ele sem nos separar colocando os braços envolta do seu pescoço me segurando firme a ele continuando minhas investidas em seu membro que pulsa dentro de mim, beijo ele como se o mundo estivesse preste a acabar. Já não sei mais o que é certo ou errado, só sinto que é para sempre.

— Oliver. – gemo sem fôlego chegando ao meu clímax. Meu corpo amolece em meio a sensação de êxtase entre nós dois. Pisco voltando a encontrar seu olhar, por um momento ele me assusta, seu olhar é intenso e intimidante deixando meu corpo estremecido. Falei Oliver, eu quis me entregar ao Oliver, Al Sah Him é apenas uma casca que encobre seu verdadeiro eu. Tento formular uma frase coerente em meio aos milhões de sentimentos e sensações que está dentro de mim, só não quero perde-lo. – Eu sei que você não quer ser chamado mais de Oliver por uma parte eu entendo, mais simplesmente... – interrompe minha fala com o dedo indicador pressionado sobre meus lábios sem tirar os olhos de mim. Engulo em seco um pouco aflita.

— O Oliver que você procura ainda existe, mas não posso ser ele ainda, onde estamos sou o mestre da liga e isso deve permanecer assim, pelo menos por enquanto. – suspira afastando os fios de cabelos soltos sobre meu rosto. – Oliver é todo seu só tenha certeza disso.

— Obrigado por confiar em mim. – sussurro encostando nossas testas com a esperança preenchendo nossos corações. Ele sorri e acaricia meu rosto deixando-o um beijo em minha testa.

— Precisamos ir. – diz. Assinto e me levanto seguido por ele nos vestindo rapidamente.

— Marric vai me matar. – sorrio observando seu ferimento sangrando um pouco pelo nosso último esforço.

— Ele nunca ousaria chegar perto da minha rainha. – diz jogando-me em seu ombro bom. Vejo tudo de cabeça para baixo o que me faz gargalha com sua ousadia – Belas curvas. – sorri malicioso acariciando meu bumbum. Reviro os olhos e abraço suas costas enquanto ele me leva de volta. Eu o amo tanto que me assusta, até onde poderei ir para ficar ao seu lado? Eu o quero para mim disso não tenho dúvida.

Notas finais
Deixem seus comentários !!! beijos e até a próxima !!!