The Secret Behind Your Eyes
23 Um passado, uma luta e um mal entendido. #Parte 2
Notas iniciais
Enfim, eu sei que demorei, mas acontece que duas semanas atrás minha mãe me sequestrou para a porr# de uma casa de praia sem telefone, celular e internet. Admito que ate que a primeira semana foi legal... Mas eu já tava tentando me afogar na segunda. ¬¬'
Mas isso tem um lado bom. Acho que vou postar mais uma fic Yullen! Vou esperar ela ter pelo menos uns cinco capítulos prontos e vou começar a postar. Se alguem quiser mais informações sobre ela, é so perguntar por review.
Mas pelo menos em compensação a demora, estou postando o maior cap que eu já escrevi ate agora (acho). E lembram do draminha que eu disse que ia rolar?
Aguardem até o final desse capítulo para saber... muahahahaha
Vai rolar muiitas revelações e mais umas questões a serem respondidas, o começo ta meio tenso, mas espero que gostem!
KISSU!
Recapitulando os últimos acontecimentos:
---- POV do Kanda ------------
A cada palavra daquele monstro minha fúria crescia em proporções descontroladas. Era esse lugar, com certeza. Senti minha expressão se moldar em um sorriso macabro a medida que o ódio transbordava para fora do meu corpo.
– Sabe... Esse lugar foi uma das principais sedes do tribunal da inquisição – Comecei, desembainhando a mugen e passando os dedos pela lâmina fria – Era nessas celas que os prisioneiros eram “interrogados”... E isso me lembra algo que quero lhe perguntar.
– Diga...
– Que tipo de tortura você prefere para sua morte?
---------- Flashback Pov do Tiedoll on — 10 anos atrás ---------
Eu seguia o inspetor LeVerrier por uma longa escadaria ao lado de Mari-kun, meu mais novo filho, que desde que soube que vínhamos buscar seu amigo não parava de roer as unhas. Mas eu ainda não tinha conseguido compreender sua preocupação, a ordem não faria mal a uma criança indefesa, não é?
- Então.... Meu filhinhoo mais novo é kawaii??? – Perguntei pra descontrair um pouco.
- De certa maneira... – Marie-kun respondeu com um olhar distante e um sorriso bobo, mas ainda roendo a unha. Lembra de arranjar um esmalte pra ele depois.
- A primeira vista até que dá pra enganar, ai ele abre a boca e você descobre que é um demônio. – Resmungou o inspetor e eu ri alto.
- Ora... Então eu tenho um caso difícil em mãos... – Comentei me divertindo com a idéia. Sempre quis um filhinho rebelde pra mimar... hehehe
- Você vai entender o quanto quando chegarmos.
E infelizmente, eu meio que entendi junto com a preocupação do Ma-kun quando ouvi os gritos, barulhos metálicos e outros que eu preferia pensar que não eram o que pareciam, por trás daquela porta.
- Le-chan – Chamei o inspetor que me olhou com uma cara... Hum, estranha. – Por que estamos na prisão da inquisição?
Perguntei tapando os ouvidos do Mari-kun para que ele não ficasse traumatizando enquanto nos encaminhávamos até uma cela com uma porta de metal reforçada e vigiada por Crows.
Crows, ou Corvos, eram basicamente, a tropa de elite da ordem negra. Eu diria que até para um general, se meter com eles era suicídio.
- Eu falei que esse ai é um caso difícil – O inspetor respondeu abrindo a cela. – Mas como estamos em tempos difíceis e ele é um exorcista com um alto potencial destrutivo, nos contamos com você para recuperá-lo o mais rapidamente possível.
Um momento, o meu novo pupilo não era um garotinho de apenas oito anos??!!
- Le-chan, o que uma criança faz em um lugar como esse? Ate onde eu sei, há uma lei que impede o interrogatório de crianças pela inquisição.
- Primeiro, por favor, pare com esse apelido ridículo General. E depois, Yu Kanda não está aqui para interrogatório, e sim para cumprir pena.
- C-Como assim? – Perguntei chocado.
Que tipo de crime uma criança poderia cometer? E ainda mais para que acarretasse em uma pena dessas?
- A pena original para seu crime era cinco anos de tortura uma vez ao dia, mas devido a sua posição de exorcista, sua pena foi amenizada para um ano com tortura três vezes ao dia.
TRÊS VEZES AO DIA? E ELES CHAMAM ISSO DE “AMENIZAR”?
- Vocês são loucos. – Falei fitando o homem a minha frente com verdadeiro asco.
- A propósito general – Ele continuou como se nada tivesse sido dito antes – É melhor que você não se aproxime muito. Semana passada ele mandou quatro torturadores para a UTI, se não fosse um exorcista eu diria que é um demônio.
Há, bem feito.
- Que seja, Levy-chan.
Ele olhou pra mim irado, mas com a raiva contida.
- Ora, eu já não disse pra parar com esses...
- Você falou do Le-chan, não disse nada sobre Levy-chan... Lele-chan... Vivy-chan...
Será que ele percebeu que eu tô zoando ele por causa do botox? Até por que, embora todo mundo disfarce, até um dia desses a cara do inspetor era “normal”, e no dia seguinte ele tava mais repuxado que a cara de um akuma quando esta saindo do corpo humano.
E sim, faço questão de irritar o maldito.
- Ei, Ma-kun.
- Sim?
- Poderia esperar aqui fora enquanto eu trago o Yu-kun?
Perguntei calmamente, mas na verdade eu tinha medo da reação do Marie dependendo do estado do seu amigo.
- Tudo bem.
- Obrigado.
Pedi para que tirasse os fones e tentasse ouvir o mínimo possível e entrei na cela.
- Bom dia Yu! – LeVerrier gritou entrando e trancando a porta.
- VAI SE FODER MISERÁVEL FILHO DA PUTA! AINDA VOU FAZER OS INSETOS INFERNAIS DEVORAREM SUAS ENTRANHAS DESGRAÇADO!
Uma voz infantil bem irada soou do fundo da sala. Admito que me assustei... Por Deus, que tipo de pessoa deixa uma criança aprender esse tipo de xingamento??
Me virei de imediato em busca do estressadinho e no canto da parede, coberto de sangue, cortes e hematomas, preso por correntes excessivamente grossas pelos pulsos, tornozelos e pelo pescoço; estava um pequeno garoto de feições delicadas e cabelos longos e escuros.
Senti meus olhos se encherem de lágrimas, mas me contive. Afinal, para acalmar uma criança, você precisa se acalmar primeiro.
- Olha, ele acabou sair de uma sessão então...
- Cala a boca inspetor.
Comecei a me aproximar lentamente do garotinho deitado no chão, para que ele tivesse tempo de perceber minha presença e não se assustasse.
- Não conheço esse andar... Quem é você?
Ele falou tentando se levantar e acabou tossindo sangue.
- Ei, calma, não vou te machucar.
- Por quê? – Ele perguntou tentando se levantar de novo.
- Como assim “por que”?
- Se não veio pra me machucar, por que está aqui?
Acho melhor nem imaginar pelo que essa criança passou para pensar assim.
- Sou o General Froi Tiedoll, seu futuro mestre. Mas prefiro que me veja como pai, pode me chamar assim se quiser.
- Tch. Dispenso. E meu nome... Presumo que já saiba.
- Yu Kanda, não é?
Ele apenas confirmou com a cabeça.
- Ei, o que houve com seus olhos? – Perguntei percebendo que filetes de sangue escorriam pelos seus olhos que estavam fechados.
- Nada que você queira saber. – Ele respondeu evasivo.
- Deve ter sido ferro quente, mas não se preocupe, já deve estar curando. – Comentou o inspetor se intrometendo.
COMO ASSIM NÃO ME PREOCUPAR?
- Inspetor, poderia nos deixar a sós? – Falei com um tom de voz sinistro.
Tradução: Suma daqui ou eu não respondo por mim.
Assim que o verme saiu da sala, eu voltei minha atenção de volta ao pequeno.
- Sinto muito.
- Não sinta, o puto ta certo dessa vez.
Ele abriu os olhos, e para minha total surpresa, tinham apenas minúsculas cicatrizes próximas a suas íris ônix.
- Já te disseram que você tem belos olhos? – Comentei aproximando minha mão e tocando seu rosto, fazendo-o se encolher brevemente.
À medida que fui conquistando um pouco da sua confiança, comecei a apóiar minha mão em seu rosto, afagando seu cabelo tentando lhe transmitir um pouco de calma enquanto ele me encarava confuso.
— Vou soltar as correntes, ok?
Puxei seu tornozelo delicadamente e comecei a abrir as correntes, usando minha inocência mesmo, e percebendo que os machucados causados pelas algemas se fechavam numa velocidade anormal.
- Isso é...
- Tá, já sei. Sou um monstro. – Ele comentou frio e indiferente. Me assustando com a normalidade com que ele dizia esse tipo de coisa.
- Quem foi que te disse isso?
- Tch, é o óbvio.
Terminei de soltar o resto das correntes e levantei seu rosto com a mão.
- Nunca se esqueça disso Yu, você é o que escolhe ser. Não importa o que os outros digam ou façam, siga sempre seu próprio caminho.
--------------------Flashback – POV do Tiedoll off -----------------
— Que gentil, então eu possssso essscolher o que vai fazerr comigo? – Sussurrou maliciosamente com aquela voz de cobra.
Putamerda... Além de cretina (ou cretino, sei lá o sexo dessa coisa), a lagartixa era pervertida. Que ótimo.
- Kaichu Ichigen! – Lancei um bando de insetos infernais – Dispersar! – Ordenei e eles se espalharam por todo o lugar quebrando um pouco da escuridão densa que dominava o local.
- Acha messsmo que pode me pegarrrr com esssssass largatinhasss?
- Obvio, imbecil.
O que poucos sabem, é que os insetos infernais são como uma extensão da mugen. Os espalhando pela cela, é como se fossem meus olhos e ouvidos, atuando no escuro e silencioso ambiente. Agora a criatura não era mais invisível a mim.
- hmm, é? Poissss venha quente então, que eu esssstou ferrrrrvendo... – Completou com uma passada de língua nojenta.
O que eu fiz pra merecer, heim? Tá, é melhor nem responder a essa pergunta.
Sem pensar duas vezes, avancei para cima daquele filho da mãe, atacando de frente, mas em um segundo, ele sumiu do canto de parede onde estava e reapareceu bem em cima de mim. Mal tive tempo de registrar sua descida e senti um arranhão fundo queimando nas minhas costas.
Mas que porra rápida é essa?
Antes que ele achasse que tinha virado festa, me concentrei descentemente na luta, defendendo todos os seus golpes que vinham de todas as direções imagináveis. E com apenas uma lâmina, não me aparecia nenhuma brecha para atacar.
- Nigentou! – Invoquei a segunda ilusão de repente, o pegando de surpresa e acertando-o na barriga, mas ele acabou desviando, me impedindo de parti-lo ao meio, fazendo apenas um belo corte.
- Nossssssa Yu, que truque maisssss sssssujo.
- NÃO ME CHAME PELO PRIMEIRO NOME DESGRAÇA!
O ataquei de novo, mas acertando somente a capa dessa vez. Grrrrr eu mato esse maldito....
- Ui, quanto esssstressse...
- VAI PRO INFERNO!
Ataquei bem no alvo, forçando-o a me bloquear usando as garras que agora mais pareciam espadas.
Sorri sadicamente. Esse com certeza era um inimigo que valia a pena matar...
- Inferrrno, eu? – Começou com uma risadinha irônica – Quem messssmo que essstava preso nessa cela a uns anos atrássss?
M-m-mas como esse filho da puta descobriu? Ou melhor, quem deu essa informação?
Era bom começarem a preparar um funeral, por que cabeças iam rolar depois daqui.
- Também sssssei que você o matou.
Ele falou esperando que eu me abalasse. E sinceramente? Eu nunca me arrependi de nada do que fiz, apenas daquilo que não foi feito. E se fiz o que fiz, foi por uma razão. Portanto simplesmente comecei a rir diante da sua tentativa frustrada.
- Então imagina o que sou capaz de fazer a você.
Manobrei a mugen de maneira que eu consegui fazer um belo corte em deu peito, mas em compensação acabei levando outro no rosto.
Tch, que se dane.
E de qualquer maneira, agora não era hora de me preocupar com detalhes pequenos. Era necessário descobrir logo onde ele conseguiu todas essas informações, e com quem. Mas como eu disse, tinha que ser rápido, afinal, ele iria morrer logo mesmo...
- MALDITO! – A coisa berrou enquanto olhava assustado a enorme quantidade de sangue que fluía do corte que eu havia feito. – Agora ssssim me fezzzzz ficar sério. — Rosnou me mandando um olhar ameaçador.
Oh sério? Que medinha. Estou até tremendo por causa de uma lagartixa e... What the fuck?????
O troço puxou a capa e a jogou em um canto qualquer, revelando um corpo horrendo que era uma mistura asquerosa de humano com lagarto, com pernas que lembravam as de um dinossauro, braços escamosos com formato semelhante a de um homem, mas estranhamente deformados por espinhos, suas costas eram cobertas por protuberâncias que iam até o seu “rosto” e se estendiam pelas suas asas de morcego; e tudo isso coberto por uma pele viscosa nojenta.
E haja estômago pra não vomitar com a visão.
- Mas o que diabos é você?
Perguntei com uma cara de asco que não deu,e nem eu tentei, disfarçar. Admito que nunca tinha visto uma porra tããooo feia assim.
O ser não identificado sorriu passando a língua preta e bifurcada pelos lábios da mesma cor.
- O primeiro a sssser criado da nova geração de akumassss, ou também conhecido como nível cinco.
Nível... Cinco? Isso foi uma piada, não é?
- Tá me zoando?
Como se respondesse a minha pergunta, ele começou a atacar freneticamente de todas as direções possíveis e impossíveis, me pressionando de um jeito que se eu piscasse, seria atingido.
E o pior era que eu não poderia passar da segunda ilusão se não quisesse que o teto caísse na minha cabeça.
- Quer ouvirrr uma coisa interessssante? – Perguntou com uma cara sorridente estúpida.
- Nada que venha de você me interessa. – Cortei.
- Nem mesmo sobre aquele albino que estava com você? – Sugeriu com uma voz presunçosa.
— O que tem ele?
- Lembra daquela cidade que você dessstruiu por causa daquela coisssinha?
Coisinha????
Esse otário tem fortes tendências suicidas.
- OLHE COMO FALA MISERÁVEL!
Rosnei com a voz carregada de raiva. Mas com certeza nem se equiparava ao ódio que eu comecei a alimentar dentro de mim a partir daquele dia.
----------------- Flashback on --------------------------------------
Depois de expulsar o pervertido do quarto, que além de ficar secando o moyashi, ficava me enchendo o saco com umas perguntas... Idiotas. Comecei a despi-lo cuidadosamente, já que seu estado era no mínimo preocupante.
Carreguei-o até o banheiro, onde eu tinha preparado um banho quente, e o mergulhei vagarosamente na banheira, para que não tivesse um choque térmico. Peguei um pouco de shampoo e comecei a trabalhar em tirar todo o sangue do seu cabelo e a limpar o corte que havia ali, observando suas madeixas claras assumirem um tom de prateado mais escuro quando molhadas.
Peguei um sabonete e comecei a limpar sua pele clara e lisa como porcelana, que agora estava maculada por manchas escuras, cortes e arranhões, desistindo da idéia de usar uma esponja por medo de machucá-lo ainda mais.
O tirei da água, enrolando-o numa toalha grande e felpuda, para que não ficasse com frio e também para que continuasse inconsciente por mais um tempo. Sim, por que eu não tinha idéia de com que cara eu iria encarar o moyashi naquela situação.
Deixei-o na cama, mas antes que eu pudesse ir buscar uma roupa senti seus braços apertando meu pescoço e me puxando contra si.
- hmmmm.... Kanda...
Me virei lentamente e constatei que ainda estava dormindo. Tch, o que eu estava pensando? Ele nunca falaria meu nome daquela maneira se estivesse acordado.
- Shhh... Está tudo bem agora. – Tranqüilizei-o soltando lentamente seus braços e tomando o máximo de cuidado com o corte em seu braço direito.
Era imperdoável que aqueles desgraçados tivessem a audácia de tocar uma criatura tão pura, e ainda por cima feri-lo como se descontassem toda a frustração da sua espécie. Akumas são verdadeiramente desprezíveis.
E a partir daquele momento, eu jurei que mataria qualquer um que ousasse tocá-lo daquela forma.
------------------ Flashback off -------------------------
- O QUE TEM ELE???- perguntei irado.
- Mesmo não parecendo, és tão inocente Yu. Acha mesmo que aqueles idiotas o pegaram sozinhosss? Ssem nenhuma orrdem?
Perai, ele por acaso esta querendo dizer que...
- Apossto que viu todosss aquelesss cortes e arranhões pelo seu corpo... Se lembra bem delesss? Foi tudo sssobre minhas ordensss, fui eu que fiz.
Eu sentia minha consciência cada vez mais distante à medida que o ódio tomava conta do meu ser. E energia da mugen circulando pelo meu corpo só atiçava meu desejo de sangue. Parecia que minha consciência gritava para que eu lha desse uma morte lenta e dolorosa.
Invoquei a terceira ilusão forçando-a ao máximo fazendo as paredes tremerem perigosamente e o teto começar a ruir. Que se foda. Dane-se se a porcaria dessa torre cair. Nada daquilo era importante agora.
- Vou eliminar sua existência... ABERRAÇÃO IMUNDAAAA!
Não seria mais uma luta, como havia sido até agora.
Dessa vez, seria para matar. Um assassinato simples e direto.
Afinal, esse tipo de demônio desprezível merece morrer da pior forma possível.
--------------------- POV do Lavi -----------------------------
Acordei zonzo, me sentindo como se tivesse tendo ressaca de absinto. Porra, meu corpo todo tava doendo. Comecei a perceber o ambiente a minha volta e notei que estava nos braços de alguém. Aliás, e que braços...
- hhmmmm... M-mas o que...
- Meu coelhinho voltou! – Comemorou uma voz sexy acima da minha cabeça e foi ai que eu percebi que quem me carregava era Cross. Droga, por que é que eu fui acordar? Tava tããooo gostoso...
- Lavi! Graças a Deus! Eu já estava pensando que não acordaria mais. – Ouvi a voz aliviada do Allen do meu lado. – viu mestre? Agora que ele acordou me dá ele aqui.
Opa! Ouvi direito ou o Allen-chan está me disputando com o Cross??
Abri os olhos e quase capotei de volta com o que vi. Estávamos encurralados em uma encruzilhada por um exército de novos akumas. Puta que pariu, isso só me lembrou da ultima missão...
Não... De novo não... Sempre dá merda quando esses desgraçados aparecem... Cadê os akumas antigos pelo amor de Deus???
- Ok, mas esteja avisado que se acontecer algo a ele, eu faço muito pior a você. – Falou Marian com uma voz sinistra.
UI, me senti foda agora.
Allen apenas mostrou a língua para o general e começou a me colocar nas costas.
- Ei, perai. Cross, tem certeza que você vai ficar bem enfrentando esses caras ai sozinho? Sabe, eles são...
Ele se aproximou de mim e me roubou um daqueles beijos de tirar o fôlego, mas infelizmente se separou antes da coisa ficar interessante.
- Relaxaaa coelho, esses ai não dão nem pra um aquecimento.
Cara, quero ser o Cross quando crescer.
Ele bem que ia me beijar de novo, mas foi impedido por um albino que estava vermelho que nem um morango.
- HEY! Eu não tenho tempo para ficar exatamente no meio do casal de pervertidos ai. E Cross, para de enrolar e anda logo! – Ih, nem tinha reparado que estava nas costas dele quando Marian me beijou olha...
Ele se virou na direção do único corredor seguro e começou a correr. Ou melhor, tentar, já que um minuto depois o coitado já estava suando que nem uma bica e com um metro de língua pra fora.
- Hmmm... Allen... Seja mais delicado... Tá doendo... – Gemi meio de brincadeira e meio que reclamandono seu ouvido.
- Continue... arf...arf... Com isso... arf... E eu te largo no chão...arf...Baka. – Não vou nem dizer com o que esse diálogo ficou parecendo, por que eu sei que se ele me largar no chão, eu não levanto mais.
- Não é minha culpa se seu namorado além de ter quase me castrado, me jogou contra um armário enorme. Por culpa daquele moreno de TPM eterna eu acho que eu vou ter que engessar até meu p...
- ACHEI AS ESCADAS!!!
Ele começou a subir loucamente uma seqüência interminável de degraus como se sua vida dependesse disso. E de fato, o Allen estava mesmo estranho como se tivesse apreensivo com algo...
- Nee... Allen-chan, tem algo acontecendo que eu não sei?
- A ordem... arf... Foi invadida... arf...arf... E o Kanda... arf... Preso na cela com... arf!arf! arf! Droga! Não tenho tempo para explicar agora!
Ele falou rapidamente chegando ao fim da escadaria e abrindo a porta com um soco.
E o pior que essa porta me era de alguma maneira familiar... Fechei os olhos me concentrando... Desde quando um bookman não lembra das coisas?!
Inconscientemente eu esperava encontrar uma sala com várias portas, que eram na verdade celas. Era somente uma lembrança vaga. Mas a primeira coisa que nos atingiu foi uma luz intensa que vinha de algum ponto específico do lugar.
- PORRA ALLEN! OS ALIENS VIERAM TE BUSCAR! – Gritei protegendo os olhos da claridade e recebi uma cotovelada em resposta.
- Mas o que é i... KANDA?!
Olhei pra frente e percebi que toda aquela iluminação vinha da mugen. O lugar que supostamente deveria haver divisões era apenas um grande salão cheio de entulho, onde só havia uma única porta de metal reforçado que estava de pé. E que também me era familiar. Mas julgando pela onda de energia que circulava pelo local, a sala quase completamente destruída e aquela eletricidade que te fazia sentir como se fosse morrer caso se aproximasse, aquilo só podia ser...
- A quarta ilusão...
Sussurrei embabascado enquanto o Yu saltava que nem um gato, flutuando no ar por um momento e indo em direção a um troço que parecia uma cruza do Alien do filme Alien versus Predador, com um dragão.
Resumindo, feio de assustar até o tinhoso.
- VOCÊ?! – O Allen exclamou antes que eu perguntasse o que era aquilo.
- De onde você conhece essa coisa???
- E-e-eu... KANDA! NÃO!
Foi tudo numa questão de segundos. O Yu vinha com força total para cima do troço, que não parecia nem um pouco preocupado diante da morte iminente. Ele simplesmente levantou um braço em direção ao Yu com um sorriso macabro.
- Dessssativarr Inocência.
No momento em que o filho da mãe fechou o focinho, a luz sumiu, e a mugen voltou ao normal, fazendo o Yu, que vinha com a força de um meteoro, cair com a força de uma pedrinha e ser arremessado contra a parede (umas das únicas que ainda sustentavam o lugar) que desabou em cima dele.
- YUUU-CHAN!!!! – Sai desesperado das costas do Allen tentando ativar minha inocência, mas...
- WHATTHEHELL????????? – Gritou o albino po-sse-sso, quase enforcando a própria mão. Pois é, parece que as nossas inocências resolveram entrar em greve.
Agora fudeu Lavi, e fudeu com todas as letras.
- Oh, parece que gossstaram da minha habilidade essspecial.
Aquela coisa nojenta comentou cinicamente indo em direção ao Yu, mas não parecia ter intenção alguma de matá-lo.
Um instante, isso só poder ser... Eita porra, será que aquele troço está interessado no Yu???
- KANDA! AGUENTA FIRME!
Olho para onde a coisa branca deveria estar e só encontro a poeira. Eu não to acreditando que... Me virei para a direção do troço e vejo aquele maluco correndo para cima do inimigo completamente desarmado.
- VOU TE TRITURAR MALDITOO!! – Allen berrou completamente incorporado no seu lado negro e, aproveitando que a lagartixa estava desprevenida, lhe acertou O. Soco. Mais fodástico. Que eu já vi.
Tenho medo da mão esquerda do Al-chan, acho que se ele tentasse seguir carreira como lutador seria indiciado por assassinato na primeira luta.
- Ssssseu nojentinho insssolente... – Rosnou aquela coisa escamosa se recuperando da porrada que levou e se preparando para contra atacar.
Antes que ele fizesse algo, eu peguei uma corrente que estava no chão e a lancei na direção do Allen, fazendo-a se enroscar em suas pernas o derrubando no chão bem a tempo de evitar ter a cabeça decepada.
- Allen! Corre! – Gritei vendo que o monstro estava prestes a atacar de novo e ele não saia do lugar.
Corri na sua direção e no meio do caminho percebi que seu olho tinha ativado e ele parecia em choque demais para reagir. Tive a oportunidade de ver o mundo através da perspectiva de seu olho esquerdo uma vez, na missão onde conhecemos o Kuro-chan, e não o culpava por estar nesse estado agora. O que ele via, era o verdadeiro inferno, e se aquele troço era assim por fora, nem quero imaginar como sua alma deve ser.
Não havia mais tempo para desviar. Somente me joguei a sua frente, o protegendo, esperando um golpe que... Não veio.
Abri meus olhos, que eu nem tinha percebido que tinha fechado, e focalizei a imagem de um Yu Kanda bem ferrado salvando minha vida pela milésima vez.
Era uma cena no mínimo nostálgica. Afinal, foi assim que nossa amizade começou. Mesmo tendo terminado da maneira que terminou. Pelo menos da parte dele.
- Tch. Os dois, fora daqui.
Sem que dissesse mais nada, sai arrastando o Allen para o canto de sala. Covardia? Não. Apenas conhecia o Yu o suficiente para saber pelo olhar que ele me dirigiu só sairia um sobrevivente daquela luta, e com certeza seria ele.
- Allen! Ei! Alleeen! – Gritei chacoalhando o corpo do pequeno fazendo-o sair daquele estado de “estou dormindo mas estou acordado”.
- A a-alma dele é... Parecia estar... – Ele tentou falar com a voz trêmula mas não conseguiu.
Tirei minha bandana e vendei seus olhos, para que ele começasse a se acalmar. Por sorte, Allen era o tipo de garoto que, não importando a porrada que levava, sempre se recuperava rápido o bastante para lutar.
- L-lavi, o Kanda tá bem, né? – Perguntou com uma vozinha preocupada, ainda se recompondo do susto.
TÃO KAWAIIIIIIIIIIII!
Olhei brevemente para a luta vendo o akuma levar um corte no olho. Não falei que a porra ia ficar séria?
- O Yu tá baixando o pau. – Respondi com um sorriso sacana.
- Eu vou... – Ele começou se levantando.
- Vai porcaria nenhuma . – O puxei de volta – Allen, só há três exorcistas que possuem a inocência em forma de arma, e por isso podem tentar lutar com ela desativada, que são o filho da puta do Sokaro, o gostoso do Cross, e fodônico do Yu, sendo ele o único que realmente tem chances de sair vivo por poder se curar de ferimentos absurdamente graves facilmente. Então, use o pouco juízo que você tem e fique quieto e se considere um uke de sorte.
- Que? Uke? Mas eu n... ESQUECE.
Oh my fucking fucking fucking god...
- Não me diga que vocês dois ainda não tr...
- CALA. A . BOCA! – Ele berrou vermelho que nem pimenta. – e-e-e-e.... como você consegue pensar nisso numa hora dessa??! – Ele continuou revoltado enquanto arrancava uma barra de ferro da parede. – E me dê cobertura.
- Cobertura do q... ÃNNN???
Antes que eu respondesse, ele correu de novo em direção a luta sangrenta(minha nossa, essa criatura não larga o osso!), tentando golpear inutilmente o akuma na cabeça, deixando a barra de ferro em pedaços, propositalmente. Entendi minha deixa, e usei a corrente para prender o braço da criatura. Mas o que nos não prevíamos era que ele iria usar a mão livre para tentar esganar o Allen. Sim,tentar, por que antes que o akuma conseguisse tocar um dedo no albino o Yu cortou o braço dele fora.
Cara... Possuo medo. Sério, às vezes o Yu me apavora.
O monstro assistia abismado seu membro decepado ir ao chão ao mesmo tempo em que o sangue jorrava em uma quantidade assustadora. O akuma mal teve tempo de gritar e teve o peito atravessado, soltando um urro sinistro.
Mas não tanto quanto a expressão do espadachim.
Ele continuou perfurando a criatura como se fosse esporte, apunhalando-o de maneira cada vez mais cruel a cada grito de agonia. Tudo bem que o Yu tava dando uma merecida surra aquele desgraçado, mas admito que até eu já estava sentindo pena.
- Acho que estou vendo um legítimo Kandemônio agora... – Murmurei meio assombrado. E olha que como bookman eu já vi muita coisa que ninguém nem imagina.
Isso sim é que é problemas de temperamento.
- KANDA PARA! – Allen gritou desesperado de repente, e foi ai que eu vi que seu olho esquerdo estava sangrando.
Eita porra... Lascou-se.
- YU! ISSO NÃO É O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA ANIMAL! SE CONTROLA! – Gritei também, mas aquela praga parecia que tinha ficado surda.
- Onegai... Eu não quero ver... Eu não quero ver... Eu não... AAAAAHHHHHHHHHHHHHH!!! – Ele gritou realmente desesperado agora, com as mãos na cabeça como se esta estivesse prestes a explodir.
- ALLEN!! – Segurei-o antes que ele caísse no chão.
Como se tivesse acordado de um transe, o Yu largou a luta (ou melhor, o massacre), jogando a mugen para um canto qualquer (coisa que nunca vi em anos) e correu até nós, acolhendo o albino em seus braços como se fosse a coisa mais preciosa que possuía. E eu não duvidava que talvez fosse mesmo.
- Me perdoa... – Ele murmurou enterrando o rosto no cabelo claro do pequeno.
PERAAAIII!!! O Yu sabe pedir desculpa??? Sinceramente, eu já cheguei a acreditar que ele não conseguisse pronunciar a palavra. Cadê uma câmera ou o Timcamppy quando se precisa?!
Allen levantou o rosto parecendo tão surpreso quanto eu e deu apenas um sorriso doce.
- Tudo bem. Só... Não perca a cabeça de novo, ok?
- Vou tentar. – Ele respondeu com um sorriso de canto fazendo carinho no pescoço do menor.
- Er... Me desculpa por ter feito você deixar o akuma fugir. – Allen pediu com uma carinha tão fofa que nem se quisesse o Yu se irritava agora.
- Duvido que ele tenha sobrevivido. – Comentei. Bem, pelo que eu vi, não tinha nem sobrado muito dele pra contar a história.
- Já não tenho tanta certeza. – O Yu comentou pensativo fazendo eu o Allen olharmos com cara de “como é que é a bagaça?” – Pelo que me disse, era um nível cinco da nova geração de akumas. Não morreria assim tão facilmente, ainda mais levando em conta o trabalho que o nível quatro da antiga geração deu.
- O conde é desprezível por ter criado essa nova espécie de akuma. – Começou o Allen com um raro tom duro em sua voz. – O que eu vi naquela hora... Suas almas não podem ser salvas pela inocência.
Todos nós o olhamos pasmos no momento. Até por que se a esperança em pessoa (leia-se Allen) estava dizendo uma coisa como essa, era por que a coisa tava preta.
- Talvez seja cedo demais pra dizer isso, nee Allen-chan? – Perguntei meio sem graça tentando melhorar a atmosfera do ambiente.
- É talvez... – Ele murmurou se encolhendo mais no peito do Yu, que o esquadrinhava com o olhar de cinco em cinco minutos. parecendo uma mamãe leoa verificando se o filhote estava bem.
– E... Usagi.
- Fala Yu.
Provoquei esperando um “NÃO ME CHEM PELO PRIMEIRO NOME BAKA!” que por incrível que pareça não veio.
- Fez bem em tentar colocar juízo na cabeça desse moyashi.
- Hey! – O moyashi em questão tentou protestar mas foi prontamente ignorado.
- Sabe que pode contar comigo. – Mesmo depois do que aconteceu no passado, complementei mentalmente. Era covarde demais para dizer em voz alta.
Olhei mas atentamente para o Yu, me sentindo um pouco preocupado. Sinceramente acho que ele deveria se preocupar mais consigo mesmo, afinal, mesmo não sabendo mentir, o Yu engana como ninguém. E eu sabia que ele deveria estar se fazendo de forte pra não preocupar ninguém, mas devia estar prestes a capotar.
Olhei para o Allen me perguntando se ele não havia notado e vi que ele olhava do mesmo jeito pra mim, prendendo mais seus braços em volta do Yu como se dissesse “eu seguro por aqui e você me ajuda a arrastá-lo até a ala hospitalar”. Me esgueirei disfarçadamente para trás do moreno, mas se tem uma coisa que eu aprendi da pior forma foi que o Yu, mesmo parecendo as vezes, não é nem um pouco idiota.
Quando eu estava prestes a prendê-lo numa chave de braço, a praga desvia escorregando pelos braços do moyashi que nem peixe, e correndo em direção a porta.
- Kanda deixa de ser criança e volta aqui!!! – Allen gritou revoltado e o Yu apenas deu uma piscadinha e continuou correndo. Cínico. – Grrr eu vou te matar!!!! – O albino se levantou puto da vida correndo atrás dele.
-Hm? Serio? Então entra na fila.
Na exata hora em que o moreno abriu a porta, uma moita castanha soltou em cima dele chorando enquanto o prendia em um abraço esmagador.
- YU-KUN!!! KYAAHHHHH EU TE DEIXEI SOZINHO NÃO FOI? ME PERDOA FILHOTE!!!!
Cara, nada, repito nada, era mais hilário que a cara do Yu nessa hora. Acho que eu não paro de rir nesse século.
- ARGHHH! ME LARGA!!
- MEU BEBÊ!!
- ME ERRA!!
- Por mil demônios, que não conhece esses dois imagina outra coisa...
Comentou maliciosamente Cross (meu seme gostoso) diante da cena do Yu sendo agarrado pelo Tiedoll. Pois é... Tenso.
Ele ajeitou o chapéu e piscou pra mim me chamando com o indicador sorrindo safado.
Hehehehehehe... Acho que finalmente essa noite vai começar a prestar...
------------------ POV do Kanda ------------------------
Nunca pensei que teria tanto trabalho para fugir de uma enfermaria. Acontece que a demônia da enfermeira chefe havia expulsado o moyashi que estava comigo e trancado aquele purgatório me deixando amarrado na cama e com uma porra de uma agulha enfiada no braço (pra que diabos alguém como eu precisa tomar soro, me diz?), ou seja, tive que sair pela janela.
Eu vinha caminhando sorrateiramente pelos corredores em direção ao meu quarto, até que no meio do caminho encontrei uma porta entreaberta. Era a do usagi. Mas o que me fez ficar não foi isso, obviamente, acontece que o moyashi estava lá.
- Lavi, eu não sei o que dizer... Mas acho que se está te perturbando deveria conversar sobre isso.
- Não sei se posso conversar sobre esse assunto, até por que eu nem deveria estar o sentindo o que estou agora...
- Como assim? – Perguntou preocupado.
- Acho que eu o amo Allen — Ele sussurrou olhando diretamente nos olhos dos moyashi – E quero que seja só meu.
MALDITA PUTA QUE PARIU AQUELE MALDITO PUTO! Mas que porra é essa?
Como assim esse usagi fodido tá querendo o meu moyashi????
Ta afim de morrer, não é? Só pode.
Nesse caso, eu não faço questão de realizar o desejo do desgraçado.
Que se foda tudo, eu vou fazer esse miserável em pedaços e vai ser agora!
- Ãn... Isso é... Tenso. – O albino respondeu realmente surpreso abraçando os joelhos na cadeira em que eu estava.
Mas o que eu estou fazendo?? Eu disse que eu confiava no moyashi, e de fato eu confio. Mas se eu entrar lá eu só vou provar exatamente o contrário e iria acabar machucando-o. Mais uma vez. E isso era tudo que eu não queria agora.
Me encostei na parede fazendo o máximo para me controlar e não invadir aquele cômodo de uma vez por todas para degolar aquele ruivo idiota. Respirei fundo umas cem vezes (que não foram suficientes) esquecendo momentaneamente a conversa e prestando atenção na cena. Pelo menos o idiota caolho estava a uma distância descente do meu pequeno, ou seja, do outro lado do quarto.
Aaaaarghhhh que situação desgraçadaaa!!
Eu não posso agir sem acabar machucando o moyashi, mas ao mesmo tempo eu sabia o quão safado, mentiroso, persuasivo, mentiroso, manipulador, mentiroso e filho da puta aquele usagi poderia ser. E eu não permitiria que ele aprontasse alguma pra cima do meu garoto.
Essa era uma questão que precisava ser pensada minuciosamente e a sangue frio, e se eu realmente quisesse eliminar essa ameaça coelhística, precisaria de apoio técnico pra isso.
Dei uma ultima espiada na conversa e passei mais uns dois corredores entrando na quarta porta. A pessoa que ocupava o quarto me olhou confusa e assustada. Somente fechei a porta e a tranquei me encostando na própria.
- Tenho uma proposta pra você, e eu sei que não vai recusar...
Notas finais
Eu sei que esse cap terminou enrrolando masi do que explicando mas... Serei boazinha por que eu amo minhas leitoras e os reviews lindo que sempre recebo e vou fazer uma síntese de tudo que já apuramos até agora:
- O Lavi e o Kanda era super amigos, mas devido a uma burrada (ainda desconhecida) que o usagi aprontou, Kanda perdeu a confiaça que tinha nele.
Obs: Mistério que será revelado nos próximos caps.
- O Kanda fez uma coisa MUITO tensa mo passado. Tensa o suficiente para que fosse preso e condenado a uma pena horrível Mas não parece se arrepender nenhum pouco disso.
- O Lavi sabe sabe incoscientemente de algumas coisas (as memórias da sala onde o Yu estava por exemplo), e isso tem relação com o que fez ele e o samurai se separarem.
obs: Sim, o usagi sabe o que o Yu fez no verão passado. Mas COMO ele sabe?
- O olho do Allen nunca ativa imediatamente diante do nível cinco, fato que tambem será explicad no decorrer da história.
- O moyashi está escondedo algo que viu na alma do akuma (olha o spoiler).
- O Kanda teve motivos mais do que suficientes para matar alguem no passado, e isso tem relação com o seu suposto crime e com "aquela pessoa".
Well, espero ter descomplicado um bocadinho mais a vida vocês com esse esquema. Quaquer dúvida, manda por review.
Espero que tenham gostado desse cap. Dessa vez eu realmente espremi meu cérebro pra colocar a emoção certa em cada cena.
Estou indo postar o extra agora e estou esperando reviews, viram?
Ou uma recomendação que eu vou continuar implorando até não ter mais dedo pra digitar (ou depois disso ainda).
Ate mais!
KISSU
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