Notas iniciais
Desculpem a demora é que meu pc ta com defeito, ai ta ruim pra escrever mas ta ai bjss!

Nico se levantou e encarou o homem a nossa frente, não consegui me levantar para ver se de fato era Zeus, ou o que estava acontecendo ali.

- Nos dê licença filho de Hades. – o homem disse.

Nico pareceu hesitar, mas deixou o quarto. O homem se aproximou e sentou-se ao meu lado. Zeus, ele realmente estava ali.

- Olá Sarah. – ele disse. – Sinto muito que isso tenha acontecido a você querida. Os deuses não podem interferir na vida de seus filhos, mas não posso deixá-la morrer, você ainda tem muito o que viver, e coisas importantes a fazer. Enfim...

Meu pai tocou minha testa carinhosamente, meu corpo instantaneamente parou de tremer, o frio e a forte dor que percorriam meu corpo pararam, a sensação de alivio era tão grande que cheguei a pensar, que havia morrido.

Respirei fundo, e me sentei ao lado de Zeus.

- Como...? – perguntei incrédula, todo o suor que escorrera pelo meu corpo sumira. – Eu morri?

Zeus abriu um sorriso leve.

- Não, você vai ficar bem. – ele disse. – Soube que foi seu aniversário, bem eu trouxe algo.

Ele fez um gesto e na palma de sua mão apareceram, um colar com um pingente de um raio prata, e uma presilha de cabelo prata delicada, apesar de simples a presilha era entalhada com minúsculas letras gregas.

Ele estendeu os dois para mim, eu os peguei.

- Obrigado? Desculpe...

- Tudo bem, escute. – ele disse pegando o colar e passando em torno do meu pescoço e fechando-o. – Só poderá usar o pingente uma vez, use-o com sabedoria Sarah, e a presilha, bem... você vai descobrir.

Ele se levantou.

- Espere, o que quer dizer com: só posso usar uma vez? – perguntei, Zeus apenas deu com a mão e desapareceu, do lado de fora da mansão um trovão retumbou no céu.

Levantei-me, no espelho o pingente de raio prata reluzia forte em meu pescoço. Olhei a presilha com mais atenção, o que uma presilha poderia ter de especial? Uma voz ecoou na minha cabeça. Abra a presilha.

Quase caí pra trás com o susto que tomei, ao abrir a presilha, ela magicamente se alongou e rapidamente se transformou em uma enorme espada de bronze celestial, no punho delicadamente talhado, tinha algo escrito em grego, pude distinguir, estava escrito Sarah Stacy, e pequenos raios se entalhavam do cabo da espada até seu meio, era perfeita.

- Uau! – uma voz disse atrás de mim.

Quando me virei, era Thalia, e todos os outros.

- Você está viva! – Percy comemorou me abraçando.

- E curada! – completou Annabeth.

- E ganhou presentes, porque eu também não ganhei uma espada mágica? – Thalia disse.

Eu a abracei.

- Porque você já tem uma! – falei rindo.

Apolo nos ofereceu um jantar de comemoração, aproveitei e contei a todos minha conversa com Zeus, sem a parte de que eu estava constrangida e feliz, claro.

- Amanhã vamos para Portland, ok cupcakes? – Eddie falou.

- Certo. – Jake concordou.

- Espere, não podemos ir de carro. – falei.

- Porque não? – Percy perguntou.

- Porque os gigantes capotaram nosso carro, e farão de novo. – falei.

- E como vamos chegar lá então? – Annabeth perguntou.

- Eu sei como vão chegar lá. – Apolo disse dando um meio sorriso. – Venham jovens.

Jovens? Sério? Enfim, nós o seguimos até o lado de fora da mansão. Ancorado no píer de Malibu havia um navio gigante branco com detalhes dourados.

- Vamos nisso para Portland? – Thalia perguntou.

- Não chame meu navio de isso menina, e sim, ele é perfeito, tem nove cabines individuais, é moderno, rápido, tudo de bom. – Apolo disse sorrindo, o deus estava de pé a nossa frente, mas mesmo a noite emanava um calor incrível dele, dava para sentir mesmo distante.

- Por mim está ótimo, quero distancia de qualquer coisa que capote. – falei.

Por fim todos concordaram, concordamos também que seria melhor partimos pela noite, assim chegaríamos pela tarde em Portland e teríamos mais um dia para descobrir onde estavam os gigantes e o que faríamos.

Pegamos nossas coisas e fomos em direção ao píer.

- Pessoal tem um problema, alguém sabe navegar? – Nico perguntou.

- Ora, eu sei é claro! – Eddie disse indo a frente, com as costas arqueadas e a barriga pendendo para frente, sua camisa colorida, e farelos de donuts espalhados pelo rosto o homem não parecia um capitão.

- Eu dou as coordenadas. – Percy disse enquanto subíamos no navio, Apolo nos assistia da varanda da mansão.

- Por quê? Você por acaso é o capitão garoto? — Eddie bufou.

- Eddie, eu sou filho de Poseidon, acredite o mar é o meu lugar, eu sei as coordenadas exatas. – Percy disse.

- É faz sentido, mas eu sou o capitão! Capitão Eddie!

Percy revirou os olhos e desceu para a parte de baixo do navio. Nós o seguimos.

De fato o navio era luxuoso, o painel de controle perto do leme era de alta tecnologia, na parte de baixo havia um refeitório completo, e várias cabines ao seu redor, cada cabine tinha um numero na porta, eu fiquei com a cabine numero seis.

Acomodei-me na cama, mas ficar deitada em uma cama era o que eu menos queria agora, passara tempo demais assim já, saí da cabine e subi as escadas para o convés.

Eddie cantarolava feliz junto ao leme, enquanto Annabeth e Percy estavam sentados de mãos dadas rindo, me encostei sobre a amurada do navio e observei á costa de Malibu ficando pra trás, era incrível pensar que eu estive a beira da morte, e agora eu estava bem de novo como se nada tivesse acontecido. E o que Zeus quis dizer com, você só poderá usar o pingente uma vez? Tirei a presilha de meus cabelos e abri ao contrario fazendo-a se transformar em uma bela espada de bronze celestial.

Encarei o reflexo de meu rosto na lâmina, de repente outra face surgiu ao lado do reflexo da minha. Os olhos curiosos de Nico percorreram o reflexo na espada.

- Posso ajudar? – perguntei encarando-o.

- Não obrigado. – ele disse se encostando sobre a amurada ao meu lado.

Eu sorri e apertei o punho da espada, ela se encolheu e novamente era uma presilha inofensiva, coloquei-a no cabelo.

- Presente legal. – ele disse olhando a água atentamente como se esperasse que um monstro pulasse dela.

- Verdade. Nico me desculpe por toda essa coisa de morte...

- Você não tem culpa. Esqueça, está tudo bem. – ele disse.

Lembrei-me de quando Nico apoiara minha cabeça em suas pernas e passara a toalha sobre minha testa, seus olhos vermelhos, e depois ele dizendo que me amava. Eu nunca dissera o quanto gostava dele, talvez agora fosse uma boa hora.

Aproxime-me mais dele, ele me olhou, mas eu virei seu rosto e sussurrei em seu ouvido.

- Também amo você, garoto morte.

Ele sorriu e me beijou.

Notas finais
Reviews??? Bjs