The Rose Color Snow

23 22 - Wonderful Nature


Notas iniciais
Oi pessoal, devem ter visto que eu mudei os nomes dos capitulos para inglês, que trabalhão me deu!!! Por que eu recebi só um comentário???????????? :( Agora fiquei muito triste, a historia da ruim? Me falem!!!

Capitulo vinte e dois: Maravilhosa Natureza

Dois dias depois❄️

P.O.V Elsa

Faz dois dias que Coelhão e Norte estão tentando arrumar um jeito de transformar o trenó em uma nave espacial. Também faz dois dias que eu evito Jack, nem sei direito o porquê é só que... Cada vez que nos “passamos do ponto” eu vejo as imagens daquele dia na prisão com Hans.

Não sei por que me sinto assim... Já faz três dias desde o ocorrido eu devia ter superado. Agora me encontro na floresta da frente da Fábrica, querendo um pouco de paz, estou em frente a um lago tentando controla-lo, Já que se eu tentar treinar na Fábrica, Fada e Jack vão palpitar tudo. Se pudesse ao menos escapar daqui e visitar minha irmã...

Toda vez que tento controlar é como se meu pai aparecesse e dissesse “Você não tem que tentar Elsa... O dom está dentro de você.” Mas com aqueles dois me importunando era meio difícil.

Devo estar aqui há uns 25 minutos, milagre Jack não ter aparecido... Bom não importa... Concentre-se... Como eu controlo o gelo? Apenas penso e pronto?! Levanto as mãos e penso na água, espero alguns segundos e nada. OK!

Não da para criar água, talvez eu deva continuar a tentar controla-la. Concentre-se... O dom está dentro de mim... Levanto as mãos na intenção de fazê-la subir... Nada. Tento várias vezes, porém parece que nada da certo, isso vai ser mais difícil do que pensei.

Sento-me no chão e bato as mãos na grama.

– Por quê? O que você tem contra mim! – Grito em direção ao lago.

– Você está pensando demais e sendo muito indelicada, Querida – Alguém atrás de mim fala com uma voz suave e harmoniosa, porém um tanto fina.

No começo me assustei a tal mulher parecia ser o vento, várias flores cor de rosa davam seu formato.

– Quem é você – Falo levantando e limpando meu vestido.

– Sua madrinha, bobinha – Uma luz começa a emanar de seu corpo e quando pisco de novo uma garota aparecia, de cabelos pretos encaracolados com folhas longas que parecem ser parte do mesmo. Usava um vestido feito de grama e galhos, ele ia até o chão impossibilitando de ver seus pés. Ela usava uma mascara verde bem detalhada feita do mesmo material do vestido. Não dava para ver seus olhos, mas seus lábios eram verdes quase pretos dando um ar galante. (Quem não intendeu olhe a imagem)

Ela caminhou em minha direção e eu percebi que estava descalça a não ser por cipós que se enrolavam em seus pés. Segurou meus ombros e virou-me com delicadeza em direção ao lago, caminhamos até a beirada do lago, molhando meus sapatos e ela sussurrou:

– Veja como ela é suave e delicada, o mínimo toque já a inquieta – Sua voz entrava em meus ouvidos e deixava meu corpo calmo – Você pode controla-la... Esvazie a mente... Sinta sua força.

Ela levantou meus braços lentamente, fechei os olhos e não pensei em nada apenas senti que podia fazer isso. Senti a força da água sobre meus dedos o modo como ela turvava ou ondulava... tudo.

Quando abri meus olhos meus braços estavam esticados do lado do meu corpo com a palma virada para baixo e minha madrinha já não os segurava.

Olhei em volta, uma tira de água saia do rio fazendo uma volta sobre mim na altura da minha cintura onde meus braços estavam. Os peixes nadavam sobre ela sem nem sequer perceber o que acontecia. Senti meus braços pesarem e os movi em direção ao rio e a água voltou ao seu devido lugar.

– Obrigada – Virei-me, fui em direção a minha madrinha e a abracei, ela acariciou minha cabeça com seus dedos ásperos típicos de alguém que mexe com a terra era como se eu a conhecesse há muito tempo e podia confiar qualquer coisa a ela – Você é a Mãe terra, certo?

– Não é muito difícil de adivinhar – Ela ri, sentando-se no chão e me convida para sentar, eu aceito me juntando a ela.

– Então o conto é real? – Pergunto

– Cada palavra – Ela junta as mãos e depois a abri fazendo um punhado de amoras aparecer – Coma! Estão fresquinhas.

Pego algumas e como enquanto ela cria uma folha de tamanho mediano e coloca as amoras pra seguir falando.

– Sabe... Seu pai tinha que achar um jeito de te mostrar sua história e nada melhor que num conto – Ela fala e pega uma amora.

– Então não foi coincidência o livro estar em Arendelle? – Pergunto e coloco mais uma frutinha na boca.

– Claro que não bobinha – Ela me olha como se eu tivesse cinco anos e logo desvia o assunto – Olha você aqui com quase 16 anos ainda lembro quando era um bebê e eu vivia reclamando para seu pai não te mimar de mais.

– Queria poder vê-lo – Falo pensativa

– E vai... Ops! Parece que seu Boy está vindo – Ela fala e no mesmo segundo vira as flores de novo; Fico vermelha com suas palavras... Como ela sabe...

– Como... – Ela me interrompe e eu levanto.

– Querida eu controlo o ar – Sua voz enfraquece se misturando ao vento e desaparecendo com sua ultimas palavras ainda sobressaindo – Eu sei de tudo.

– Elsa! – Escuto Jack gritar e logo ele aparecer – Ah! Você está ai, Não desapareça assim de novo.

– Jack! Eu consegui, veja! – Falo e me viro em direção ao lago mostrando meus novos truques. Ainda com um pouco de dificuldade agora que Mãe Terra não está comigo.

– Você finalmente conseguiu – Jack me abraçou de surpresa, com um BACK a água bateu no lago e eu desvencilhei-me dele – Elsa? Você está bem?

– Desculpe, me assustei – Falei e segurei as mãos.

– O que foi? – Ele falou se aproximando.

– Nada – Porque estou recuando? É só o Jack!

– Não. Você está estranha desde que viemos pra cá – Jack fala, as imagens daquele dia retumbam em minha cabeça, seguro meus braços. – Você está bem? – Jack coloca suas mãos no meu ombro, eu olho para ele e sinto meu corpo ficar pesado e não enxergo mais nada.

Quando abro os olhos novamente, estou no quarto de Jack, levanto-me e vejo o mesmo me olhando.

– Elsa? – Ele fala e me senta na cama – Você tem que descansar! Você desmaiou, nos achamos que foi por se esforçar demais e por pouca alimentação.

– Estou bem, que horas são? – Continuo sentada com a cabeça girando de tanta informação por parte de Jack.

– Já é de noite – Levanto na cama num salto.

– Noite? – Pergunto tentando estabilizar minha visão.

– Sim, Norte e Coelhão estão quase acabando o trenó, provavelmente sem ser amanha no próximo dia saímos – Ele fala e senta na cama, olhe para minhas mãos e percebo que estou com meu pijama azul claro composto por uma blusa e short, coro e olho pro Jack.

– Ei! Fada que te trocou – Ele balança os braços freneticamente.

– E-Eu vou pro meu quarto – Faço menção de sair, entretanto Jack segura meu braço me virando bruscamente, puxo meu braço fazendo com que ele solte.

– Você tem que comer alguma coisa, Fada fez uma salada de fruta – Ele vai até uma mesinha e pega um pote com colher e me entrega.

Pego o pote, me sento na cama e começo a comer dando olhares furtivos para Jack que está sentado numa poltrona me encarando.

– Elsa? – Ele fala, como se esperasse que eu falasse algo, mas então segue – Quando você vai me contar o que está acontecendo?

– O que? – Deixo a colher cair e rapidamente a pego, coloco o pote no criado-mudo – Não está acontecendo nada.

– Está sim! – Ele me repreende e caminha até mim, coloca suas mãos uma de cada lado da cama onde estou sentada, seu rosto a milímetros do meu – Você pode confiar em mim!

– É-É que... – Sinto meu rosto esquentar quando olho em seus olhos – Eu não sei...

– Como? – Jack pergunta

Me sinto estranha depois do que aconteceu – Desabafo tudo que eu sinto – Acho que estou com MEDO...

– Elsa, você sabe que eu nunca te forçaria a fazer nada que não queira – Ele fala como se adivinhasse o assunto, desvio dos olhos dele.

– E-Eu sei – murmuro

– Eu te amo, mais que tudo nesse mundo – Ele levanta minha cabeça e me da um selinho.

– Também sei disso – Falo sorrindo, ele se senta na cama e eu me viro colocando os braços no pescoço dele, Jack puxa minha cintura diminuindo a distância e nos beijamos.

Sua língua movesse em sincronismo com a minha, minhas mãos mexem em seu cabelo, umas de suas mãos acaricia minha bochecha enquanto a outra me segura fortemente na cintura como se eu fosse fugir a qualquer segundo. Mas como se não passassem de mágica as imagens de Hans voltam a me assombrar.... Hans não é o Jack, está tudo bem... Eu amo Jack... Não tenho que ter medo dele... Tento me concentrar no beijo... Poderíamos seguir assim para sempre se não fosse o ar, impedindo-me de continuar. Paramos o beijo, sinto meu coração a mil.

– Eu te amo – Sussurro, ele beija minha cabeça, e passa os dedos sobre meu pescoço, sinto uma dorzinha e percebo que ele tocou onde Hans tinha me mordido, porém antes que pudesse argumentar, Jack me puxou em direção à cabeceira da cama e se deitou comigo em seu peito. Ele levantou um pouco e puxou o lençol para nos taparmos. E logo adormeci.

Notas finais
Eu acho que não tem uma floresta em volta da fábrica, mas agora tem heueheuehueheeu No proximo capitulo temos mudanças loucas, cenários novos!!! Leitores fantasmas comentem pleaseeee