The Rose Color Snow

21 20 - Miracles come from the hope


Notas iniciais
Oi genteeeee!!! Aqui está um novo capitulo... CAPITULO 20, Já estamos no 20 U.U Estou pensando em colocar os titulos em inglÊs que nem nas imagens e no capitulo coloco ele em português que acham? Só vou ter que arrumar os outros heueheueheu Hoje eu arrumei o capitulo 9... acho que é esse... Por que algumas pessoas me pediram para saber o que o Jack estava fazendo, mas não precisam voltar para ler se não quiserem não ira modificar a história.

Capitulo vinte: Milagres vêm da esperança

P.O.V Jack

– HANS LARGA ELA ANTES QUE EU CONGELE CADA OSSO DO SEU CORPO– Gritei, enquanto Hans tinha acabado de pega-la no colo, ele apenas sorriu maldosamente e dos seus pés saíram Nightmare, os cavalos do Pitch. “Como isso é possível?... Pitch”.

Os cavalos estavam à frente nos separando, escutava a risada dele enquanto os Nightmare atacavam rapidamente, eu não tinha opção a não ser me defender tentando chegar do outro lado.

– Adeus Jack! Até o nosso próximo encontro – Eu conseguia ouvir sua voz, entretanto sem enxerga-lo, um dos cavalos levantou as patas e me chutou nas costas, caí de cara no chão quando me recompus o lugar estava vazio. Ainda se via uns círculos de névoa preta onde os cavalos estiveram.

– NÃO – Gritei e bati as mãos no chão, dessa vez não Pitch, não irei deixar, voei até o castelo e abri o armário da Elsa bem no fundo dele havia uma bola de cristal, sabia que uma hora seria útil. Joguei no chão e gritei:

– POLO NORTE – Entrei num tipo de buraco brilhoso que se abriu, quando dei por mim, estava dentro da sala principal onde os Yets trabalhavam. Norte gritava com alguns, contudo logo se virou e sorriu.

– Jack, Já voltou? – Ele falou alegre – E a pequenina?

– Pitch a pegou – Falei sério – Cadê os outros?

– Vou chama-los – Demoraram uns cinco minutos quando Norte voltou com o pessoal, fiquei apenas andando de um lado para o outro, onde ele poderia tê-la levado dessa vez?

– Pitch deve ter levado ela para alguma cidade pequena – Fada falou meio amargurada

– Ou para uma cidade grande, para nos confundirmos – Coelhão falou mexendo no seu bumerangue – Sabe psicologia reversa.

– Vou ficar vigiando o mapa – Norte falou – Acho melhor descansarmos!

– Descansar! – Falei em um tom de voz mais alto – Mas... Elsa está lá fora com ele.

– Jack, você ainda tem que nos contar o que aconteceu, lembra – Norte falou calmamente, aquilo me dava nos nervos como ele consegue ficar calmo em uma situação dessas – Amanha bolamos uma estratégia e vamos para a ação.

Respirei fundo e soltei o ar fortemente, comecei a contar a história desde o inicio até a parte da historia dos três irmãos, Norte achou melhor discutirmos isso depois com Elsa. Quando terminei deitei-me no quarto e fiquei fitando o teto até a amanhecer.

Quando acordei fiquei pensando em que cidades eles poderiam estar... Cidades... E se não estivessem em cidades... “Sabe psicologia reversa” Coelhão tinha dito. E se fosse isso, mas um pouco diferente. Eu sei onde eles estão... Levantei correndo e fui até a sala do globo onde todos estavam ouvindo Fada falar:

– Que tal Los Angeles? – Mas logo a interrompi...

– Não... – Falei e dei alguns passos – Vamos para o covil dele.

– Jack, eles nãos vão estar lá – Fada falou – É meio obvio.

– Por isso... Pitch primeiro a levou para uma cidade pequena, então ele espera que procuremos em cidades – Dei uma pausa – Já que o primeiro lugar que descartaríamos seria o covil deles.

– Então entrem no trenó, temos horas de viagem à frente para o deserto – Norte gritou. Tomara que eu esteja certo...

P.O.V Elsa

Acordei com a cabeça latejando, sem sentir os dedos da mão, levantei: Eu estava num tipo de sala toda feita de rochas escuras, com o formato de um retângulo, tinha a cama que eu estava deitada ou pelo menos era para ser uma cama. Era feita de um material de rocha liso e prendido com duas correntes grosas na parede a minha frente se encontrava a porta. Senti uns pesos nas mãos e olhei para baixo estavam cobertas por um tipo de algemas pretas presas por duas correntes que se prendiam no chão perto da cama. Meu vestido estava um pouco sujo de lama na ponta, fiquei sentada até a porta se abrir e Pitch aparecer com um sorriso irônico no rosto.

– Olá sobrinha – Ele falou, segurando um prato com uma sopa gosmenta – Trousse algo para você comer.

– Não quero isso – Falei e virei o rosto fitando as rochas.

– E o que você quer – Ele mudou o tom de suave pra ríspido.

– Sair daqui e nunca mais olhar em seu rosto – Aumentei a voz e levantei a cabeça, olhei para minhas mãos e tentei congela-los.

– Não vai conseguir – Pitch falou e colocou o prato no chão – Eu que as providenciei... Não se preocupe, logo você só obedecerá ao seu Tio.

– Nem morta – Cuspi as palavras com raiva.

– Pode falar o que quiser – Ele sorriu – Mas logo você será consumida pelas minhas sombras.

– Isso nunca vai funcionar – Falei com a voz trêmula, observando suas mãos fumegarem algo negro.

– Isso é o que vamos ver, se meu novo truque funciona – Pitch falou e riu caminhando até a porta.

– Se quisesse me transformar já teria feito – Rebati.

– Prometi a Hans que o deixaria brincar com você antes – Meu corpo tremeu com o súbito pensamento da palavra brincar, Pitch saiu.

Queria poder saber que horas são? Ouvi a porta ranger e se fechar, olhei para frente e sentei-me reta com os músculos tensos... Era Hans.

Seu rosto tinha um sorriso diabólico no rosto, ele vinha em minha direção e a única coisa que pensei foi: Jack...

– Olá Elsa – Ele falou parando bem perto de mim, tentei ir para trás, mas senti a parede em minhas costas. Apenas fiquei em silêncio, Hans levantou a mão e passou pelas minhas bochechas – Sempre te achei tão linda...

Senti uma de suas mãos passarem pela abertura do vestido segurando minha coxa, tentei levantar os braços, porém agora percebo o quanto pesado era essas algemas. Seu rosto foi em direção ao meu pescoço.

– Você tem um cheiro tão bom – Ele sussurrou aquilo fez meu corpo estremecer de nojo.

Ele levantou mais a mão que estava na minha perna e lambeu meu pescoço passando pela minha bochecha e parou até o canto dos meus lábios e me olhou com sorriso assustador. Retirou a mão da minha perna e colocou atrás da minha cabeça a puxando para si e selou nossos lábios, tentei levantar, mas sem sorte, ele forçou sua língua para dentro da minha boca, tentei recuar, porém a mão atrás da minha cabeça não deixava. Senti como se algo... Viscoso passasse por toda a extensão da minha boca.

As lágrimas desciam sobre meus olhos, quando ele parou suas mãos desceram parando em meu ombro, com um puxão ele fez um rasgo reto até o meu umbigo deixando parte do meu sutiã tomara-que-caia azul exposto. Ele colocou umas de suas mãos sobre meus seios por dentro do vestido e a outra foi para minhas pernas, com uma mão ele aumentou a fissura que tinha na lateral do vestido, agora se via minimamente a minha calcinha da mesma cor.

Virei o rosto quando ele começou a massagear meu seio, seu rosto em meu pescoço, seus dentes roçavam minha pela. Gritei assustada com a dor, olhei para o lado vendo o sangue escorrer pelo meu ombro. Solucei deixando as lágrimas escorrerem pelo meu rosto.

– Jack... – murmurei, Hans virou seu rosto fitando meus olhos, por um segundo ouvi algo vindo da outra sala ao lado, porém sua risada soou mais alto.

– Ele não vai vir, tire essa esperança da sua mente – Ele falou e bruscamente, não sei como, arrancou a manga dando pra escutar a costura se desfazendo.

Eu sabia que a manga era de tecido fino e transparente, mas... Agora dava para ver todo o lado de cima do meu corpo exposto, para um completo louco, ouvi mais uma batida lá fora e olhei para a porta.

– Não se preocupe é só Pitch fazendo alguma coisa – Ele falou e voltou as suas ações, senti sua mão se aproximando da minha intimidade, eu não podia deixar... Não era pra ser assim... Tenho que fazer algo...

– Por quê? – Falei em meio às lágrimas, Hans parou sua mão e me olhou – Por que se juntou a ele?

– Minha vida toda, fui tratado como um despacho, ninguém acreditou quando falei que você era um monstro quase enlouqueci com isso – Ele suspirou e eu ouvi outro barulho lá fora, mais alto – Mas alguns meses atrás Pitch falou comigo e meu deu uma vida nova... Cansei de falar.

Eu podia ver sua ereção nas calças, ele abriu minhas pernas... “Você não precisa fazer isso Hans” comecei a falar mesmo que com a voz tremula, mas ele seguiu, colocou sua mão passando em mim com apenas a calcinha o separando “Você não é assim... Por favor, Hans”. Falei forçando as pernas a se fecharem sem sorte.

Segurou a borda da minha calcinha e fez menção de retira-la... Jack, por favor... JACK...

– P-Por favor – Solucei em tom mais alto, tentando me encolher com lágrimas escorrendo rapidamente pelo meu rosto, sentindo sua outra mão pressionando minha coxa – Não...

Ele puxou uma fresta e atrás de nós a porta se abriu com uma força enorme, fazendo a mesma se chocar na parede e cair no chão. Do outro lado dela... Ele estava lá... Jack olhou para Hans e depois para mim, seu rosto se contorceu em uma mistura de raiva e ódio, começou a andar em direção a Hans que agora estava de pé de costas para mim e tremendo.

– Ah Jack... – Sua frase foi cortada, Jack segurou seu pescoço e o jogou contra a parede fazendo a mesma rachar. Hans se levantou cambaleando, sangue escorrendo do seu rosto, Jack parou a sua frente desferindo um soco nele.

– Você nunca mais... – Outro soco – Vai tocar nela.

Apenas fiquei ali sentada encarando, se ele não parasse... Hans ia morrer... Levantei-me com dificuldade do peso das algemas e com os joelhos ainda tremendo, quase cai, caminhei até onde as correntes chegavam.

– J-Jack – Falei com voz de choro – N-Não se rebaixe ao nível dele... J-Jack...

Jack parou de bater num Hans já desacordado e se virou para mim, sua expressão suavizou. Ele me abraçou, senti meus joelhos cederem deixando com que me segurasse, comecei a chorar desesperadamente me tocando do que tinha acabado de acontecer. Ouvi o barulho de algo caindo e notei que minhas mãos estavam livre... Então só podia ser quebrada por fora não por dentro... Olhei para baixo onde as algemas estavam agora congeladas.

– Calma – Jack falava e afagava meus cabelos – Já passou.

– Se você não tivesse chegado... – Falei em meio aos soluços, senti suas mãos passarem por trás dos meus joelhos me pegando no colo – Ele ia... Ele ia...

– Eu sei – Jack falou enquanto saiamos dali, eu continuei abraçada com o rosto em seu pescoço com o corpo tremendo – Ele nunca mais vai te tocar.

Jack tentou me colocar sentada no banco do trenó, mas não me desgrudei dele, então ele se sentou comigo em seu colo, ouvi Norte gritar algo para as renas e depois levantamos voo. No meio do caminho, olhei para minhas roupas e corei.

– Jack... – Murmurei

– Ah? – Ele virou o rosto e corou com a visão.

– Você tem algo para eu me tapar – Falei baixo, virei para o lado e vi a Fada nos olhando.

– Aqui – Ela falou sorrindo e me entregando um tipo de manta vermelha, já colocando sobre mim.

– Obrigada – Falei e sorri, encostei minha cabeça no peito de Jack e adormeci.

Notas finais
Cadê meus leitores???????? Estou recebendo tão pouco comentáriooooo!!! O que aconteceu? Está ruim? Muitos erros??? Eu tinha tanta gente que comentava e foram sumindo aos poucos, o que aconteceu???????????? Obrigada: Little Drama Queen, asuna e Myail por não me deixarem na mão, mesmo que Myail não tenha comentado o ultimo capitulo eheueheueheu Agora que estou postando no socialspirit tenho revisado os primeiros capitulos novamente, porque naquela conta está ainda no capitulo 9.