The Rose Color Snow
1 1 - How all started
Notas iniciais

Capitulo um: Como Tudo começou
P.O.V Autora
Era só mais um dia comum, o sol adentrava a janelo do quarto da pequena princesinha que no momento estava deitada na cama mexendo os pezinhos para cima e para baixo e com as mãos fazia flocos caírem sobre seu belo rosto. Seu cabelo loiro quase branco caia em várias formas sobre o lençol da cama.
Trancada no quarto sem nada para fazer anseia pela chegada de seu único amigo, a primeira vez que o encontrou foi em uma tarde de inverno a jovem garotinha estava parada na janela do quarto fazendo a neve deslizar da janela e cair lentamente, umas de suas mãos se encontrava “segurando seu rosto”. Quando ele finalmente apareceu, olhava para ela com os olhos brilhando de diversão, mas ele só perguntou:
– Como você vez isso? – Ele perguntou, e a garota levantou do banco e recuou segurando as mãos.
– Quem é você? – Ela falou com os olhos arregalados – Sai daqui!
– Faça de novo aquilo! – Ele falou se aproximando com um cajado, no primeiro momento era apenas um cajado de madeira se não fosse todo detalhado de neve cristalizada.
– Não posso – a garota murmurou – Você não pode vir aqui.
– Por quê? – ele falou agora bem perto dela.
– Eu vou machuca-lo – Ela abaixou a cabeça e segurou mais firmemente os braços, o garoto olhava para ela num misto de curiosidade e preocupação.
– Não vai, veja só – Ele levantou o cajado e bateu no chão fazendo o mesmo se transformar em gelo, a garota arregalou os olhos e escorregou no gelo a fazendo cair – Somos iguais, não vai me machucar.
– Alguém igual a mim- Ela murmurou e o menino balançou a cabeça para cima e para baixo numa forma de dizer “Sim”.
– Meu nome é Jack Frost – Ele se apresentou
– O meu é Elsa d’Arendelle – Se levantando do chão.
Assim Jack mostrou como usar os poderes e controla-los, com o tempo ele descobriu a história da garota: Elsa fora trancada no quarto para proteção, caso voltasse a acontecer quando ela acidentalmente machucou sua irmã enquanto elas brincavam. A única pessoa que sabiam de seus poderes eram os próprios pais e agora Jack Frost.
Toda tarde Jack aparecia na janela do seu quarto e ficavam brincando, conversando e algumas vezes lia para ela dormir. O garoto a observava dormir com medo que algo acontecesse, ele não queria que tivesse pesadelos.
Contudo o destino guardava aventuras mais pela frente, mesmo que eles fiquem separados por alguns anos, sempre voltarão a se encontrar.
P.O.V Jack
– Jack! Você demorou – Elsa veio correndo em minha direção e eu a peguei no colo.
– Desculpa, tenho que mandar o inverno para todo o planeta mocinha – Eu falei apertando sua bochecha e ela fez uma careta.
– Mesmo assim, você é meu, meu – Ela falou fazendo biquinho.
– Esta bem e o que você quer fazer comigo então minha dona – Eu falei brincando enquanto a colocava no chão.
– Me conta algo engraçado – Elsa falou se sentando na cama.
Passamos a tarde toda conversando sobre as brincadeiras que eu fazia com as crianças e eu a ensinei a fazer objetos com a neve, à noite a coloquei na cama e arrumei as cobertas:
– Boa noite pequena – Eu sussurrei e beijei sua testa
– Boaaaa noiteee – ela falou sonolenta.
Voei junto ao vento, por entre as nuvens vendo as luzinhas ao longe se apagaram aos poucos, me perguntando como é a vontade de dormir, não que eu não pudesse dormir, mas eu não preciso. Depois que conheci a Elsa a 2 anos atrás eu decidi que tentaria ter uma vida parecida com a de um mortal, sempre que chego na fabrica a noite, me deito em minha cama e tendo adormecer nem que seja 5 minutos, porém logo me vejo repassando toda a tarde que passei com ela em minha cabeça.
P.O.V Autora
Em meio a um deserto sem vida apenas rochas, montanhas e Precipícios um buraco se abria no chão em meio às pedras. Uma fumaça preta começava a sair formando uma espécie de cone de onde surgiu um homem com roupas pretas.
– Estou De volta– Ele gritou levantando os braços – E nada me deterá
P.O.V Pitch
–Finalmente estou de volta, achou que me manteria preso pro quanto tempo no seu mundo caro Irmão – falou andando pelos vastos corredores e observando as gaiolas de ferros presas no teto por grossas correntes.
– Agora vou por em prática meu plano de tornar o mundo, um verdadeiro terror e para isso só preciso de uma pessoa – riu – Ou melhor, uma criança... Nascida do seu poder – ele gritou apontando para um buraco na caverna onde se via uma lua brilhante.
– Quantos anos ela deve ter agora... Uns sete, oito... Eu irei encontrá-la – Ele pôs as mãos no queixo pensando – Me lembro de ela ter cabelos brancos ou loiros e é claro os olhos iguais aos seus: azuis safiras.
– Eu mostrarei a ela a verdade, eu a educarei com seu poder e o meu, ninguém irá nos deter. Nem mesmo você querido irmão – Falei encarando o céu em direção onde se encontrava uma pequena lua.
Fale com o autor