Notas iniciais
SOOOOOOOOOOOOOOOOORRY PELA DEMORA, É QUE, ANDO MEIO CABISBAIXA E SEM ANIMO MAS AGR TA AQUI UM CAPITULO NOVO. Espero que gostem!

Anteriormente...

_ Pensei que iria dizer algo quando me visse novamente – falou calmamente como se tudo estivesse perfeito, como se tudo ainda fosse como antes.

...

_ O que faz acordado? – Cassie pergunta o olhando esfregando um dos olhos.

_ Perdi o sono – fala sem se virar e o que Ariel havia dito passou pela sua cabeça – Posso falar com você?

_ Se não for pra jogar na minha cara seu ódio... pode sim – se sentou encostando-se na parede e cruzando os braços.

...

_ Falando assim nem parece você – ela ficou surpresa – E seja o que for que tenha acontecido com você, sinto muito também, deve ter sido difícil... me diz uma coisa – ele a olhou dando a entender para ela continuar – Você é gay?

_ O que?

...

No dia seguinte Cassie acordou atordoada e com uma terrível dor na cabeça, olhou para os lados e os dois não estavam mais lá. Se sentou imediatamente na cama e já estava pensando na besteira que havia feito em ter aceitado ajuda daqueles dois, quando a porta do quarto se abre fazendo com que ela levante o rosto.

_ Já acordada? – Sam perguntou sorrindo, enquanto Dean apenas observava.

_ Ufa, pensei que tinha me deixado aqui – bateu com a mão no colchão aliviada – Já estava me arrependendo de ter vindo com vocês...

_ Precipitada quase nada, não é? – Dean colocou as sacola em cima da mesa – Vem comer – chamou ela, que sorriu ao ver que ele estava tratando ela bem.

_ Tem uma cratera no meu estomago – se levantou com a mão na barriga e indo remexer as sacolas – Isso aqui e muita coisa só para gente – fez uma careta.

_ Dean come por todos nós – Sam brincou – Hoje vamos te levar embora. Dean rapidamente sorriu e voltou com sua cara fechada, ele não sabia por que queria que Cassie ficasse, claro que não demonstrou isso há eles.

_ É... acho que sim – disse ela mordendo o pedaço de pão e se sentando na cadeira – Mas sabe – respirou fundo – Acho que agora eu posso sei lá, ficar um pouco na estrada com vocês. Basta apenas eu avisar minha mãe, seria um problema? – ela sorriu docemente e os dois se entreolharam aceitando.

_ Mas antes que encare um carro com dois homens que não conhece muito bem, saiba que tem regras... a primeira é nunca sentar no capo do Impala, nem mesmo dirigir-lo. Não sei como deixo o Sam fazer isso – Dean fala dando de ombros e ela gargalhou.

_ Tudo bem, não me importo de ficar no banco de trás... Ah e Sam, por favor nunca mais ronque no meu ouvido – avisou e ele ruborizou.

_ Eu não ronco!

_ Não é? – Dean encarou-o com a sobrancelha arqueada – Parece que tem um motor dentro de você. Mas bem não vamos ficar aqui falando de roncos e de carros, certo? Aqui mais uma mulher morta, grávida e de cinco meses... o que acha que poderia ser?

_ Te fiz essa pergunta ontem – Sam disse, Cassie olhava sem enteder.

_ São policiais? – ela os questionou.

_ Não. Mas somos quase isso – Dean se prontificou – Caçamos.

_ Caçam? Caçam o que? – ela pareceu interessada – Caçam gente?

_ Explica pra ela Sam!

_ Caçamos tudo que é sobrenatural, desde demônios até anjos desviados. Metamorfos, leviatãs, vampiros e espíritos... – ela abriu a boca espantada.

_ Serio ou é mais uma pegadinha?

_ Não, não é serio e somos pai de santo – o mais velho ironizou sacando a arma – Viu? Pelo menos sabe como se faz isso?

_ Claro. Meu pai era atirador, sei bem como se faz isso – ela pegou a arma da mão de Dean e desengatilhou-a – Viu? – devolveu pra ele – Mas como conseguem caçar esses bichos?

_ Sal, água benta, por fogo nos ossos ou qualquer objeto que restou dos defuntos. Somos quase o James Bonde!

_ Claro, James Bonde paranormal...

_ E ai Cassie, aceita nos ajudar nisso? – Sam os interrompeu encarando-a firmemente e ela assentiu, fazendo ele sorrir.

**

Estavam a caminho da casa da ultima vitima, ambos vestidos a caráter. Cassie não tinha distintivo do FBI mas conseguiu um da policia federal.

_ Por que me arrumaram uma roupa apertada? – dizia puxando o pano entre as pernas.

_ Mulheres gostam de coisas assim... – Dean diz.

_ Eu gosto de respirar! – falou ainda incomodada com aquele vestimendo que pegava nos lugares errados – Isso está me dando coceira...

_ Dean eu disse pra pegar um numero maior – Sam falou rindo da situação de Cassie.

_ Ela se acostuma – deu de ombros batendo na porta, um homem os atendeu – Olá somos do FBI Agent Phil e Natan – indicou a Sam que mostrava o distintivo.

_ Olá rapazes, sou Sara da policia federal – mostrou o emblema dourado – Acompanhei eles até aqui pra saber supostamente do acidente de sua esposa, ahn... – olhou em um papel – Liza Katinss, correto?

_ Sim – engoliu seco – Por favor entrem – deu passagem para os três entrarem na casa – Liza e eu nos amávamos, ela estava esperando um filho meu – se sentou indicando o sofá para os três, Cassie e Dean se atrapalharam em se sentar – Bem, era um menino – assoou o nariz em um lenço.

_ Sr. Katinss, me diga, sua mulher tinha inimigos? – Sam perguntou.

_ Não, Liza era um doce. O bairro todo adorava ela, seu sonho era ser mãe. Mas ai, quando cheguei em casa naquela noite há vi sangrando pelo nariz, ouvido e boca, e sua barriga... rasga – chorou.

_ Isso é lamentável – disse Dean suspirando – Sentiu cheiro de alguma coisa? Ou ouviu algum barulho estranho?

_ Não nada disso – negou com a cabeça.

Após mais perguntas, eles se despediram do homem e estavam pensando que aquilo fosse algum espírito maligno.

_ Espíritos fazem sangrar? – Cassie perguntou desabotoando os primeiros botões do camisete, sem se dar conta de que Dean a olhava pelo retrovisor.

_ Bom, depende, como ele disse a barriga dela estava rasgada, o espírito provavelmente a possuiu e a dilacerou de dentro pra fora – Sam explicou. Ela balançou a cabeça assentindo, mas no fundo não entendendo nada de nada.

**

Dean ainda estava pensando em Ariel, foi bom revê-la e saber que ela esta no céu. Mesmo sabendo que lá anda um caos. Não havia falado nada pra Sam sobre isso e nem falaria.

_ Que tal pararmos nesse bar? – Cassie sugeriu – Ah qual é, vamos dar uma trégua e virar a casaca – ergueu os braços.

_ Não está cansada? – Perguntou Dean.

_ Nenhum pouco, preciso me divertir, sabe... ultimamente ando muito presa em coisas que eu não deveria lembrar. Bem, vamos? – eles assentiram e saíram do carro, Cassie não esperou eles e saiu correndo em direção ao estabelecimento.

_ Ela vai beber? – Sam perguntou.

_ Certeza – Dean deu um riso torto adentrando também ali, havia pessoas de todos os tipos, a maioria bêbados. Ela já estava no balcão pedindo um drink – Ei Cassie, vai com calma garotinha – apontou pra ela.

_ Por favor larga a velhice precoce e tenta relaxar – falou saindo do lugar e puxando Sam pela mão e pra se sentar ao seu lado. Dean fez o mesmo. Depois de alguns minutos todos começaram a beber, mas Cassie era a que mais estava alterada.

_ Vou no banheiro – avisou Dean vendo que nenhum ali estava dando bola – Que seja.

_ Sam, olha pra mim – puxou o rosto dele pra sua direção – Já teve namorada? – sua voz estava embargada.

_ Já sim, mas ela morreu e nunca mais amei ninguém – falou um pouco mais sóbrio – E você?

_ Ah, tive, Jimmy. Mas ele fica me enchendo o saco até hoje, pedindo pra voltar e blá – revirou os olhos bebendo outra tequila – Vamos dançar – aproveitou a musica lenta que tocava e puxou novamente Sam pro meio do local e enlaçou seus braços no pescoço dele – Acho que bebi um pouco – riu.

_ Só um pouco? – Sam tirou onda.

_ Bobinho – passou o indicador nos lábios dele – Você é cheiroso – sorriu – Gosto de gente cheirosa!

_ Você está bêbada!

_ Larga disso, está parecendo seu irmão – bateu no ombro dele rindo – Adoro essa musica – fechou os olhos e com sua mão pegou a de Sam e colocou-a em sua cintura – É assim que se dança – falou olhando para boca dele, o mesmo estava acontecendo com ele que não resistiu e a ergueu um pouco e a beijou. De um beijo leve a algo mais intenso.

Dean saia do banheiro retirando o papel higiênico que ficou em sua calça, ao chegar no salão novamente viu algo que não se sabe, mas o incomodou. Cassie e Sam se beijando, ele engoliu seco e respirou fundo... lembrando da vez em que a bêbada era Ariel e o alvo ele.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.