Notas iniciais
Aqui está o primeiro capítulo o/
Prevejo muito sangue nessa fanfic.
Adoro (:3)
Boa leitura.

Yui Ota sempre foi uma garota talentosa. Aos sete anos foi feito um teste de QI na menina, e o resultado foi surpreendente. 170 pontos. Um novo recorde.

Gênia, talentosa, bonita, vinda de uma família nobre e poderosa. Tinha tudo que qualquer um em sã consiência poderia querer.

Mas... Quando foi que Yui Ota começou a dar errado?

Ninguém sabia, a não ser ela.

Yui abriu os olhos e Samanta estava em sua cela. A cela de Yui era composta por quatro paredes estofadas brancas, uma cama, e só, como em um sanatório. Yui sabia que era vigiada a cada passo, sabia também que aqueles inúteis não viam Samanta.

Menos mal.

- Você é idiota, sabia? — disse Samanta. Os cabelos loiros escorridos continuavam brilhantes e sedosos mesmo depois de morta. Ela voou de um lado do quarto para o outro, o vestido branco de cetim flutuando.

Samanta revirou os olhos quando percebeu que Yui não a responderia.

- Por que não me responde, nee-chan? — perguntou Samanta, piscando os enormes olhos azuis. — Sua irmã cortou sua língua?

Samanta riu baixinho. Yui grunhio. Aquilo não era real.

Respire.

Samanta chegou mais perto de Yui, ficaram cara-a-cara. As duas irmãs poderiam se beijar se ficassem mais próximas.

- Sabia, nee-chan, que eu tenho planos pra você? Sabia? — perguntou Samanta, sussurrando. — Você vai me acompanhar logo... Por que mesmo me matou? — Samanta se afastou. — Por que, Yui?

A cabeça de Yui estava quase explodindo.

Ela sentia necessidade...

Respire. Respire. Respire. Lembre-se de respirar.

- Por que me matou, sua idiota? — berrava Samanta, sem seu ar angelical. — POR QUÊ?

Sentia muito a necessidade...

RESPIRE.

- Todo mundo odeia você, sempre odiou! Você atrapalha a vida de todos! — berrou Samanta. Lágrimas de raiva caiam do rosto de Yui.

Ela tinha muita necessidade de matá-la.

Yui berrou e pulou em cima da cama. Com as algemas, tentou desesperadamente bater em Samanta. Yui queria sangue.

Samanta voava de lá para cá. Ela ria enquanto Yui perdia o controle.

Tudo ali era divertido.

Os homens de preto entraram no quarto e tentaram segurar Yui. Ela gritava ofensas e arrancou um dedo de um dos homens a dentadas.

Ela precisava...

Ela supria...

Ela almejava...

Que sua irmã mais velha estivesse no inferno.

E então, tudo escureceu.

"And his eyes have all the seaming of a demon's that is dreaming"

"E os seus olhos vão lembrando os de um demônio então sonhando"

- Nee-chan — chamou Samanta. — Nee-chan, onde você tá?

Yui estava escondida. Não queria que Samanta pegasse suas coisas novamente, ou que a trancasse no armário e só abrisse no outro dia.

- Nee-chan, vamos brincar. — chamou Samanta. Yui tremia. Tinha medo de sua irmã e do que ela era capaz de fazer. — Nee-chan! Achei você!

Samanta sorriu. Um sorriso cruel e frio. Ela era linda. Cabelos loiros e lisos. Corpo impecável desde sempre. Olhos azuis perfeitos. Mas Samanta não ficava satisfeita.

Ela sentia necessidade de roubar tudo de Yui.

- Nee-chan que feio pra você. — ralhou Samanta. — Ei, quero usar esse vestido.

Ushio negou desesperada. De novo não, não, não!

- O quê? Você está me negando algo? Sabe o que isso significa? — perguntou. Yui sabia o que isso significava. E não podia impedir.

Samanta bateu em Yui, arrancou seu vestido e a empurrou para dentro do armário, trancando a porta.

- Te vejo amanhã, nee-chan. — disse Samanta.

Yui acordou

Notas finais
Críticas, sugestões?