The Queen

10 Traída por natureza


Notas iniciais
Desculpem pela demora, meu pc tinha quebrado ._. comentem ok ;9

Sim, eu sei que tenho que ir atrás do Sasuke. Mas eu quero ouvir música, tá tornando-se uma necessidade.

_Me responde, — perguntou novamente a ruiva enjoada- por que vamos atrás de um mp4 e de um laptop mesmo?

_Primeiro: porque eu quero. Segundo: porque quero. Satisfeita? — Sorri e ela revirou os olhos e cochichou com o Neji:

_Por que a gente ta seguindo ela mesmo?

_Porque ela é a última feiticeira e é o nosso dever protege-la. — Respondeu, meio impaciente. — Além disso, vamos enfrentar uma guerra e ela é forte. — Deu de ombros.

Karin semicerrou os olhos e eu sorri.

_Obrigada Neji. Eu sou útil, diferente de você, Karin. Há há.

Ela ficou boquiaberta.

_Porque tem tanta raiva de mim?

Ah, nada demais, exceto o fato de você ter transado com um cara aí que me deve uma vida bônus, pai do meu filho e um desgraçado muito bom de cama, gostoso...

_Caham, Sakura — Shikamaru interrompeu meu pensamento santo e Karin me olhava com deboche — acho que ninguém aqui quer saber das suas noitadas com o Uchiha.

Semicerrei os olhos, com aquela cara de bad poker face.

_Pensei...alto?

_Muito alto. — Karin enfatizou.

_Chegamos. — Sorri, aliviada em perceber que tínhamos chegado no lugar. — Vou lá sozinha, vocês ficam.

Corri pelas colunas da loja procurando meu sonzinho e meu novo pc e sim eu tinha grana por milagre que pareça e não me pergunte como. Então encontrei um tablet na promoção que me fez leva-lo ao balcão feliz da vida até ouvir uma voz ,infelizmente, conhecida.

_Ei pai, pra que você quer o boneco do Homem de Ferro??

_Eu não sei, parece que estou com vontade de brincar com bonecos...

_Não leva a sério não, mas acho que pega mal o grande Drácula gostar de bonequinhos...

_Cale-se, Gaara... E ninguém vai saber.

Como assim Drácula quer um brinquedo?? What the fuck! Só crianças... não pode ser...

Lentamente me abaixei, esgueirando-me na coluna para espiá-los. É meio estranho que monstros infernais, praticamente, também frequentem essas lojas de tecnologias. Meio tenso, na verdade. Mas sempre imaginei algo desse gênero já que eles sempre estão na moda... mas ainda assim não consigo imaginar, por exemplo, Sasuke entrando na C&A, mas enfim.

Então vi-o. Os cabelos pretos adentrando a jaqueta de couro e um ruivo emo com lápis nos olhos, com roupa meio rasgada e calças folgadas e uma bota com correntes. Ele mais parecia aqueles maloqueiros que passam na rua, e que sua mãe não deixa você nem pensar nesse tipo e é justamente o que te deixa extremamente molhada e excitada. Jiraya, como é sexy. Entendo o Orochimaru.

_Espere — ele fungou — conheço esse cheiro...

Do que ele ta falando? E, imediatamente, sinto uma dor desgraçada na barriga, algo como...

Oh merda.

Gaara sorriu.

_Alguém aqui menstruou. — Falou em completa alegria. Vadio desgraçado, esqueçam que eu disse que ele é um puto sexy gostoso (apesar de ser verdade). Ai o maldito, pra cagar tudo logo sabe, vem na minha direção com aquele ridículo sorriso cruel e sacana. Ninguém merece. — A quanto tempo, Sakura.

Ele parou em pé, na minha frente e eu agachada encarando seus pés. Lentei-me devagar, sentindo aquilo escorrer. Meu querido Jiraya, dessa vez a trollagem foi sua.

Abri aquele sorriso cínico, meu de nascença, e levantei-me super devagar.

_Oi, — pilantra, cafajeste, cínico, traidor, puto, desgraçado — como vai?

Ele lambeu os lábios. Eu pedi pra isso, rapaz?

_Vou ótimo. E você, feiticeira? Ah, vocês não se apresentaram formalmente. — não por favor, por favor. — Pai, venha cá. Esta é sua mãe (?), Haruno Sakura. A última feiticeira.

Ai meu filho sexy e fofinho veio até mim, agarrado com o boneco do Iron Man. Own... nem da medo assim.

_Se eu soubesse, teria comprado pra você antes, bebezinho da mamãe cheilar... — sorri por maldade enquanto ele piscava atônito e encarava o boneco.

_O que isso faz na minha mão? — Perguntou e eu notei que seus olhos tinham mudado de cor: estavam lilases. E muito malignos.

_Nossa, você é infantil. — Eu devia ficar calada, eu sei. Mas vocês deviam se acostumar com isso.

_Por que ela ainda esta solta, Gaara? — Perguntou Drácula e eu acho que se referiam a mim.

_Quem? Eu? A, tipo, o tempo de escravidão acabou galera. Paz e amor! Era Hip-Vampires! — andei de fininho a porta, vai que cola! Quando me viro, advinha quem tava lá?

_Só nessa sua cabeça de vento que isso daria certo. — Murmurou com aquela voz rouca de séculos atrás.

Dei de ombros.

_Fazer o que, né? — Fechei minha mão e acertei um belo soco de esquerda na cara do cabeça de fósforo, que perdeu o equilíbrio momentaneamente, mas deixando espaço o suficiente pra que eu saísse de lá.

Fora não encontrei Karin, Neji e nem Shikamaru.

BELEZA!

_Filhos da puta... — Me indignei. E aquele papo de "nós devemos protege-la", olá? — vocês me pagam! Principalmente aquela ruiva. — Notei agora que peguei um preconceito contra essa ruiva. Ruivaquatroolhosfobia.

Viro-me e encaro um par de olhos lilases.

_Você vem conosco.

E senti um soco daqueles na minha linda face. Que dó!

Acordei, sentindo meus pulsos doloridos e minhas pernas impedidas. Minha cabeça girava. Meus olhos abriram-se lentamente, tentando adaptar-se com a escuridão.

Lentamente percebi que eu estava em um quarto grande, em cima de uma longa cama ornamentada em figuras de guerra, em marfim. As paredes eram brancas com detalhes em vermelho sangue. Havia retratos e objetos de ouro e prata em formas de arte e entalhes, sobre estreitas prateleiras de vidro. Era estranho o quarto, mas parecia apelar para o instinto sexual das pessoas que nele estavam com aquelas esculturas de pessoas nuas e em posições sensuais.

Parecia retratar alguém.

_Você nunca tinha vindo aqui.

Eu arregalei os olhos, sacudi meus pulsos que estavam presos em correntes que estavam presas na cabeceira. Percebi meio tarde que usava uma outra roupa, uma roupa meio desconfortável chamada lingerie com espartilho e fio dental.

E eu sentia o peso daquele olhar no meu corpo, investigando curvas, o volume dos seios e com aquela mente maldosamente maliciosa e pecaminosa que faria eu perder a cabeça novamente.

_Ficou ótimo em você, a cor preta no seu corpo é sedutor... — murmurou, com a voz realmente rouca, quase parecia ter dificuldade de pronuncia-la. Os olhos vermelhos brilhando na escuridão.

Senti minhas bochechas borbulharem. Sim, eu devia mesmo esta mais bonita. Os cabelos ondulados róseos estavam sobre o meu corpo, ao redor dos meus volumosos seios e acentuando minhas curvas na cintura. O espartilho preto rendado deixava minha pele quase rosada, as pernas sendo cobertas pela meia arrastão fina, ligada com a cinta liga deixava-me quase sem fôlego e eu imaginava que meus olhos estavam totalmente verdes por causa da escuridão, deixando-me quase com a aparência frágil e delicada.

_Quer sair daí, seu idiota! — Briguei.

_Sabe que você não conseguirá quebrar essa corrente? Ela é especial. Eu mesmo a consegui.

_Só assim mesmo pra você me ter presa a você.

Ouvi um sorriso abafado.

_Creio que não. — Os olhos tornaram-se mais vívidos e ele inspirou fundo. — O doce aroma do seu sangue...

Minhas bochechas explodiram e eu comecei a esfregar minhas pernas, tentando impedir a visão dele para certos locais inadequados. Percebi, meio tarde, que usava luvas finas, que iam até o meu cotovelo. Eu realmente devia estar sexy.

_Por favor, me deixe sair... — Murmurei, meio ofegante. Detesto saber que só a presença dele fazia meu corpo acender e eu ofegar. O que ele tem?

Ele aproximou-se lentamente do meu corpo e subiu por entre minhas pernas. Senti sua respiração por minha pela, arrepiando meu corpo e segurar a respiração. Meu coração batia rápido.

Seu rosto parou sobre meu tórax, vi meu peito subir e descer rapidamente enquanto ele passava a língua áspera no decote até meu pescoço. Gemi baixinho enquanto ele apertava minhas coxas e imprensava seu sexo contra o meu. Gemi novamente, contorcendo-me.

_Pare... por favor, solte-me... — Murmurei, já fechando os olhos para saborear aquela sensação de êxtase.

Ele subiu, distribuindo beijos pela minha clavícula e mordendo meu pescoço lentamente ao mesmo tempo, puxava minhas pernas para sua cintura, debruçando-se sobre mim e apertando meus seios contra seu peito nu e másculo. Ronronou no meu ouvido.

_Diga...diga o meu nome... — mordendo o lóbulo da orelha lentamente e puxando.

Gemi mais alto e enfim encarei seus olhos banhados em luxúria.

_Pare... — Ele sorriu e mordeu meu lábio inferior até sair sangue, suas mãos penetravam através da meia arrastão, aprofundando-se na minha pele. — Por favor, pare... Uchiha... — Ele puxou os meus cabelos para trás, fazendo-me encara-lo totalmente agora e eu gemer sem saber se é pela dor ou pela excitação — Sasuke...

Notas finais
Muhahahahahahahahahahaha u.u comentem Mil desculpa >< KKKKKKK o próximo kkk