The Queen
26 Parte II - Desistência
Autor
Lucian ajudara a nova Sakura erguer-se. Esta era destrambelhada, tímida e obediente. O oposto de sua amada mãe. A segurança, a auto-confiança e determinação foram esmagados. A nova Sakura era um porcento do que realmente era.
Uma Sakura que a antiga repudiaria e se negaria até o fim ser.
_Perfeita... — Sussurrou Lucian, claramente realizado por seu trabalho bem feito. Sakura o olhava de baixo, juntando as sobrancelhas, como quem diz o que deseja, senhor; ou desculpe senhor.
Lucian cultivava ainda o breve sorriso de canto, jogando a cabeça para o lado.
_Sabes quem eu sou? — Perguntou a garota que curvou-se.
_Meu mestre... — Respondeu minimamente.
_E...? — Incentivou. Os olhos da garota encheram-se de lágrimas e ela gaguejou rapidamente.
_M-meu f-filho...? -Por medo, Sakura ergueu os braços, crendo que Lucian a agrediria mas este pois-se a gargalhar.
Um sorriso tão macabro que até Sinner assustou-se. Sakura olhou para baixo como se procura-se algo para cobrir a cabeça.
_Sim, — voltou a si Lucian, tomando controle. Mantinha uma mão tampando os lábios levemente. Um gesto que deixaria qualquer garota derramar-se sobre ele — ótima resposta. E o que mais Sakura? O que eu sou?
Ela deu de ombros, numa mistura de medo, insegurança e agonia. Neste momento, Lucian ficou sério. Não parecia exatamente que Sakura não soubesse da resposta. Era mais algo que ela não quisesse assumir.
Ele ergueu a sobrancelha, segurando o queixo da garota para que esta o encarasse.
_E o que mais Sakura?
_E-eu n-não... s-sei m-mestre... — Ela tinha o tom de pavor. Os olhos esbugalhados de medo enojavam Lucian.
_Eu sou o seu amante. Sou o seu homem. — Ele puxou o cabelo dela para perto e seus lábios tocaram a orelha de Sakura, causando-lhe um breve e curto arrepio. — Sou o seu fodedor. Seu mandante. E você? Sabe o que você é?
Ela engoliu a seco, balançando a cabeça em negação.
Ele sorriu novamente.
_Você é a minha puta. — Ele a puxou para mais perto, beijando-a com força.
A língua de Lucian pedia passagem, mesmo a mente de Sakura ficando nublada. No fundo achava errado, queria fugir, procurar pelo...
Por quem? Fugir do Mestre? Sakura não conseguia lembra-se de nada, e sua mente plantava peças. Uma briga constante em "isso está errado" e " você não deve pensar, só agir". Seu corpo era mais rápido que a mente. E sua boca mais rápida que os dois.
_NÃO! — Gritou, empurrando fortemente Lucian para trás. Ela arfou e percebeu o que tinha feito.
Ele não sorriu. Não brigou. Ficou neutro, e Sakura não saberia dizer se isto era algo bom ou não.
Lucian calmamente andou até ela, enquanto esta por impulso novamente dava pequenos passos para trás. Em uma ação rápida, ele a segurou pelo pulso, puxando-a novamente. Uma mão segurou fortemente suas costas, ao ponto de Sakura sentir seu sangue ser derramado. A língua dele subia áspera pelo pescoço da Sakura que não sabia exatamente como agir.
Faça algo. Faça algo!
_NÃO! — Desta vez Sakura não o empurrou.
Fez pior.
Rápida, mas violenta, Sakura deu-lhe um tapa no rosto, que fez Lucian virar o rosto e uma marca vermelha de uma mão aberta formar-se na bochecha.
Ele ficou assim durante cinco segundos. Então a agarrou novamente. Quando tentava se debater, Lucian ergueu os braços da garota, imobilizando-a. Ela tentou gritar, chutar, mas ele a derrubou. Ele forçou abertura entre suas pernas, colocando-se lá e então soltou os braços da garota.
Ela bateu nos ombros dele, enquanto suas lágrimas caíam.
_Não...Não...por favor...
Ele a encarou.
_Seus olhos estão verdes agora. Tão brilhantes como se ainda fosse uma humana. — Sakura tentou empurra-lo, mas perante a ele e a dor, sua força equivalia a força humana, tão inútil que ele nem mesmo se mexia. Ele parou para encara-la. Seus lábios estavam tão próximos que Sakura sentia sua respiração quente e uniforme. — Sakura, eu vou fazer você desejar Sasuke, ou até mesmo o próprio demônio. Seus pesadelos serão sonhos infantis perto do que eu irei fazer a você. Eu não tirarei mais sua alma. — Seus olhos violetas escureceram, quase ficando pretos. — Você mesmo irá negá-la.
Sakura arregalou os olhos enquanto este a beijou.
Violentamente, Lucian segurou as pernas de Sakura ao redor do seu corpo enquanto esta tentava desnecessariamente abate-lo. Ele mordeu sua língua e a de sua mãe, derramando o sangue dos dois na boca dela.
Parou de beija-la e tampou sua respiração, fazendo-a engolir todo o sangue que ele tinha despejado na sua boca.
_Beba, vai se sentir melhor... — Ela engoliu com dor e arregalou os olhos. Lucian rapidamente rasgou suas roupas deixando a nua. Sinner sorria diante ao festival de horrores.
_Vai estuprar sua própria mãe? — Falou, tomando a forma de um homem mais velho, com barba rala. Lucian olhou com insignificância.
_Algum problema?
Ele sorriu dando de ombros e Lucian mordeu o seio dela, fazendo a gritar.
_Por favor pare! — Ela implorava, enquanto este sem nenhum pudor, introduzia dois dedos em seu orifício, abrindo-os dentro. Lágrimas derramavam enquanto ela colocava os braços no pescoço do rapaz, que sorria diabolicamente.
_O que vai fazer, mamãe? — Ela o encarou, trincando os dentes. O olhar intenso e direto dizia palavras não profanadas. Tenha clemência.
Como se fosse um pedido para piorar, Lucian introduziu mais um dedo e assim por diante, até sua mão já estar totalmente dentro. Ela mordeu o lábio, tentando não gritar. Fincou suas unhas no peito do garoto. Ele sorriu.
_Está me machucando mamãe... — E mordeu o seio dela, fazendo-o sangrar. Sakura sentia o cabelo escuro e negro cair sobre seu corpo. O corpo musculoso do seu filho pesar sobre o seu e o volume de sua calça crescer.
Rapidamente ele puxou Sakura, virando-a. Ela encarou Sinner, arregalando os olhos. Então gritou. Lucian sorriu, puxando os cabelos de Sakura, fazendo-a olhar para a figura. Que transformava-se em um homem.
Alto, elegante, de pele pálida e cabelos negros. Um olhar penetrante e ônix. Sasuke. Belo e elegante, sombrio como o verdadeiro. Uma cópia tão perfeita que causava horror em Sakura.
_Não... Tire essa aparência! — Girou Sakura e Lucian lambeu sua orelha.
_Olha papai, — falou encarando "Sasuke" — estou brincando com a mamãe...
Com um piscar para a criatura, Lucian soltara as correntes do monstro que sorria de contentamento. Um sorriso largo e aberto, abominável.
Ele andou calmamente até ela e Lucian, ela encarava o chão chorando, fechando os punhos.
_Parem com isto, por favor... — Seus braços tremiam. A criatura desceu até encontrar o rosto da garota diante ao seu.
_Parar? Mas agora é que começamos... — Ele segurou seu queixo e a beijou com força segurando seus punhos.
O que acontecera naquela local diabólico não dever ser profanado. Um segredo cruel que somente aquelas criaturas se lembrariam. Mas, devo adicionar ao registro que naquele período, Sakura fora destroçada milhares de vezes.
Sua mente e seu corpo esgotados de cansaço, dor e amargura de tal forma que morrera incontáveis vezes. Talvez não tenhas noção do horror mas é de se imaginar que dois demônios não sejam pacíficos.
Devo, talvez, contar uma pequena parte. Além da dor física, havia a psicológica. Sua alma, antes de tudo, havia sido devorada por Sinner e permanecia lá. Na barriga da Besta.
Virá incontáveis torturas, mortes, assassinatos...
Episódios doentios como experiências com bebês, mulheres vendidas e sendo torturas até a morte. Crianças sendo mutiladas. Tudo o que nunca vira, que negara ver, que deixava sua dor menor e mais suportável.
Inclusive uma memória tão dolorosa do passado.
Ela fazendo o parto, a descrença na família por tê-la vendido, a mentira de Madara e de Gaara, o abandono dele perante a todos. E sua morte.
A morte de milhares de feiticeiras, dos seus amigos, dos anjos. A vida solitária que tinha tomado, a morte de uma garota que não sabia e visões de vidas passadas.
Houve, também, novas sensações.
Sensações piores do que tudo que já sentira. Mas estas nem eram de seu mundo e em uma destas sensações, uma memória perdida fora encontrada.
Não sua própria memória, mas a memória de algo. Algo muito mais antigo.
Uma voz tão leve, como pluma. Amigável e veluda, dizia-lhe:
_A chave sempre estará com você, minha criança. Você é a Rainha, não?
A mente pregou-lhe novamente uma peça. Como em efeito do álcool, sua mente contorcia-se e delirava em movimento variável.
E dá escuridão surgiu chamas azuis, e Sakura tornara-se uma criança de apenas 5 anos no meio de criaturas grotescas que batiam-lhe ferozmente. Outros alados corriam dela gritando.
_Blasfêmia! Imoral!
Outras tomavam seu corpo para satisfação, comendo-lhe, destroçando sua carne. Sakura sentia uma dor repulsiva, cruel e lágrimas desciam do seu rosto. Lágrimas de sangue.
Então uma luz surgiu entre as chamas.
Um ser belo espantou a todos, alados e horrorosos.
Sakura não quis cair, mais isto aconteceu e então percebeu que aquele não era seu corpo. Era de outra pessoa. Mas que já fizera parte de si.
_Obrigado... — Ela sentiu seu corpo correr em direção ao homem que aparecera. Sentiu seus braços tentarem alcançar a criatura que, como resposta deu-lhe um tapa.
_Não seja tola, meu caro. Se fores, serás apenas mais um repugnante que tanto odeio. Sejas algo que eu queira, que eu precise. E só assim, tem a minha permissão de realizar os vossos desejos.
Quando sentiu que iria falar, a garganta doía-lhe.
_O que faço até lá então?
O homem a olhou severamente.
_Mate-os. Mate todos que achaste necessário. Viva para matar e mate pro puro prazer. É necessário, é capaz. É sobreviver.
_Mas necessito disto? — ELa viu-se perguntar. — Necessito fazer neles o mesmo que fizeram em mim?
Ele novamente bateu em Sakura, e quando ela caiu foi numa poça de sangue. Com corpos jogados por todos os lados. Com criaturas estraçalhadas por cada centímetro de espaço.
Sentiu sua mente dissolver-se em pura loucura enquanto sua boca surgia um sorriso.
Seus olhos dirigiram-se ao céu, vendo um par de asas.
Asas negras como petróleo. Penas como lâminas de navalha.
Sentiu seu pescoço erguer-se em sinal de obediência e servidão. Percebera rapidamente que crescera no tamanho, provavelmente já possuía 17 anos. Alto e belo, era nítido no reflexo do sangue jorrado.
Longos cabelos negros e olhos verdes, com uma mistura desigual com o violeta. Sentiu a garganta arder e ouviu sua própria voz murmurar.
_Meu pai...
A criatura tocou o sangue e tudo desaparecera. Era a criatura mais bela que Sakura já tinha visto e toda a existência. Com um brilho surreal em suas íris. Despertaria o amor de todos se não fossem suas asas...
Talvez, espelhos da verdade.
_Meu filho... Lucian...
A visão fragmentou-se em milhares de cacos e ela acordou.
Notou que seu corpo se reconstituía de queimaduras, com ossos aparente. Tentou levantar-se de algo, mas percebera que estava acorrentada. Tentou gritar por ajuda, mas de sua boca só saia sangue.
Quando tentou sentar, entre suas pernas doía e sentia sua barriga preenchida por algo.
_Desta vez demorastes mais a acordar, mamãe. Já se vira no espelho? — Ele aparecera, molhado. Somente com uma toalha no quadril. Os cabelos, antes longos, estavam curtos no pescoço. Repicados desigualmente, com alguns fios caindo nos olhos. Olhos escuros, com reflexos lilás. O corpo era másculo, alto e forte. Com traços de luta, cicatrizes profundas . Os olhos era pesados, um completo enigma. A voz rouca e cansada caracterizava bem o corpo e o olhar. Mas não combinavam com uma única coisa. Talvez esta fosse a parte que lhe traía.
Seus lábios. Delicados e sarcásticos. Com sorrisos soltos e contidos, que pareciam como mágica na bela face.
O rosto tinha uma bela forma, ele conseguira aproveitar tudo o que tinha de bom e Sasuke e nela. A maças no rosto, disfarçadas mas firme. O queixo angular, belo, que subia no angulo mais agudo.
O cabelo repicado caíra tão bem que até tentava dar uma aura um tanto inocente. Mas que combinado com o sorriso e os olhos investigadores e enigmáticos, fariam um trocadilho perfeito para qualquer garota perder o resto de juízo.
Em outro tempo, Lucian poderia ser chamado de blasfêmia por deuses gregos. A beleza tão esplêndida que nem mesmo Apolo devia ser dotado dela.
Uma beleza perseguida pelo maior desespero dos seus arredores.
Sakura não via-lhe. O que ela via no garoto belíssimo a sua frente, era um bebê, que fora arrancado cedo demais da sua mãe. Um garoto um tanto desesperado por algo mas nem mesmo sabe o que procura.
Não culpe a garota. Iludida com a ideia de que aquele perante a você seja seu próprio filho, nenhuma outra mulher veria algum defeito.
Mas é claro que neste caso há uma iguaria.
Lucian é simplesmente Lucian.
Ele olhou ao redor, procurando um espelho e quando o achou, colocaste em frente a Sakura. Ela pôde ver seu próprio reflexo.
Entre suas pernas havia crianças e fetos mortos, apodrecendo dentro de seu próprio corpo. Ela sentiu náusea e quando tentou vomitar, nada saiu.
_AH, você não vai consegui fazer isso. Fez tudo lá em baixo. Sabe, passamos dois anos no inferno, se compararmos com o tempo na Terra. Deve saber que um segundo na Terra é equivalente a 15 dias no inferno. Muito tempo não? — Ele baixou-se e sentou-se ao lado de Sakura. Ela notou que não conseguia fechar os olhos e ele inclinou a cabeça para ela. — Cortamos sua pálpebra superior. Sabe, você perdia a consciência muito rápido. Sinner e eu enjoamos de fodê-la morta ou regenerando-se. Seu cu não dói? — Ele sorriu. — Sabe Sinner enfiou algo realmente grande aí, e não tirou. Bom, tirou é claro, quando rasgamos você ao meio, abrindo você de dentro pra fora. E sabe o que foi mais legal, mamãe?
Sakura não conseguia encara-lo. Estava vidrada no seu reflexo. A carne de algumas partes do seu corpo caíam, consumidas por lavas. Sentia que algo estava dentro do seu estômago querendo sair rapidamente. Ossos do seu braço estavam visíveis.
Ele continuou.
_Eu ver suas memórias. Com a nossa troca de sangue. Ser vendida pelo próprio pai? Talvez com ele você não fazia o serviço bem feito, não? E Sasuke... dizendo que você era o brinquedinho dele! Há! Muitas coisas hilárias... — Ele então reparou que ela fitava-se no espelho. — Deve estar se perguntando como está viva ainda e por que o corpo não se regenerou. Bom, você está viva porque depois que eu e Sinner matamos você pela... — Ele pensou. — milésima? Enfim, tantas vezes que as mortes começaram a repetir-se, percebemos que mata-la não tinha tanta graça. Bom, menos graça do que acumular torturas, entende?
Ele espreguiçou-se.
_Ai foi isso que fizemos. Alimentávamos você a cada 5 dias, quando estava prestes a morrer. Ai queimávamos sua pele destruída e podre com o fogo dos anjos, para que ela não voltasse a se regenerar. Você usava ele quando era feiticeira. Até lutou contra Sasuke usando este poder! Ironia não é? Claro que seu corpo ainda vai restruturar-se, mas demorara mais um tempinho... — Ele tirou o cabelo de Sakura e olhou. Ela percebera que ele tinha caído. — As drogas humanas são cruéis até para criaturas imortais como nós. Morremos mais rápido. — Ele encarou e cutucou uma ferida aberta, que já derramava pus e larvas. — Ou quase.
Sakura tentou falar, mais ao invés disto, babou sangue em si mesma. Um filete de sangue.
_Está prestes a morrer. E quando morrer não lembrara de nada que viu na minha mente. — Ele levantou-se e retirou a toalha. — Algum súdito irar trazer sangue fresco para você, assim seu corpo vai se reconstruir mais rápido. Pequenas partes, ao menos.
Então saiu do local. Sakura tentou ajustar a visão, mas sem a lubrificação natural dos olhos, tudo que enxergava no escuro eram manchas. Na verdade não vira-se totalmente no espelho, mas o pouco que vira, arrependera-se amargamente.
Depois de alguns momentos, alguém batera na porta. Uma mulher conhecida adentrou o local, trazendo sangue e água.
Sakura ficara tão feliz que começara a debater-se no chão, tentando murmurar o nome dela, mas só saía ruídos incapazes de fazer sentido. Sentiu seus olhos inundarem com lágrimas.
A garota demostrava nojo, medo e tristeza.
_Sakura... o que ele fez pra você... — Ela é uma fada e mesmo assim, teve pena de mim, pensou a rosada, meu estado deve ser arrepiante.
A garota mau tinha colocado a tigela de sangue perto da rosada e esta já tinha mergulhado a cabeça dentro. Engolindo algumas gotas, sentiu o corpo responder ao estímulo. Pequenas partes, ele disse. A língua é uma pequena parte, certo? Pensou Sakura.
Quando notou que sua língua havia se reconstruído, chamou pela garota.
_Hinata! Hinata! — a garota correu até a rosada, abaixando-se para ouvir o que ela tinha para dizer. — Lembre-se destas palavras. A chave está no monstro. A chave está na besta. Há outra pessoa por trás de Lucian, um ser ainda mais maligno e cruel. O pai dele.
_Lucian? De quem fala? — Ela ainda não sabia que Drácula nunca existira, Lucian é que sempre esteve no comando. Foi um pouco depois deste ocorrido.
_Escute-me! Procure pelo Uchiha. Diga-os que a chave está com a besta! No profundo Inferno! Agora morda-me. — Ela intrigada, aceitou as ordens da Sakura apesar de ter a vontade de quebrar a cara dela. Quando mordeu-a e o sangue da rosada desceu por sua garganta, sentiu seu estômago queimar e os sentidos ficarem aguçados.
Quando olhou novamente para a garota rosada, esta já estava parada e inerte. Tornando-se cinza e pertencendo a morte.
_Cruel... -Murmurara a Hyuuga. Então levantara-se, jurando-a somente uma coisa.
Vingança.
E os olhos vermelhos da Hyuuga oscilaram entre o vermelho sangue e o perolado.
Fale com o autor