The Queen

14 Guerra oculta


Notas iniciais
Hohoho meus queridos leitores, saudades u.u' Comentem tá? Mas comentem com gosto, viu??

Sabaku No Gaara

Drácula, o foda da casa.

Sakura uma "Winks".

Sasuke porra-louca.

Itachi morto.

Posso dizer que já tive mais participação nessa vida do que agora. Não que eu realmente queira essa participação, de fato estou bem fazendo meu papel invisível.

Principalmente quando tenho uma mãe vagabunda pra mimar.

_Mestre, — um vampiro apareceu, fazendo uma reverência. — seu pai o chama.

_Hm. — Bufei, teletransportando-me para a sala.

Ele estava sentado, de mau-humor. O fato de nossa prisioneira ter fugido não ajudava muito para melhorar. Principalmente quando começava a mostrar suas fraquezas.

_Filho, — ele me encarou, os olhos estavam violetas com manchas verdes, e somente eu sabia o porquê delas — você precisa encontrá-la antes de Sasuke. Traga-a até mim.

_Sim. — Respondi, saindo da sala, mas ele logo apareceu na minha frente.

_Provavelmente estarei fora por um tempo, você tomara de conta das coisas, afinal Itachi está morto e Madara sumiu. Sasuke nunca poderá saber o porquê dessa mudança.

_Ele provavelmente já deve saber, afinal o Uchiha não é burro. — Respondi, ríspido. Não era porque Sasuke era seu preferido que eu ia pegar leve, na verdade odeio-o tanto quanto os outros e acho eu que o sentimento é recíproco. — Você deveria tê-lo dito.

Drácula suspirou.

_Este é o filho dele.

Revirei os olhos.

_Devo relembrá-lo que não sei que tipo de sentimento sente, Drácula? Para todos você é simplesmente uma arma mortal que possui próprios sentidos. Mas, — fiz uma pausa, encarando-o. — não é assim. Aquela mulher até hoje te tormenta. E você faz o que seu filho faz: persegui-la, não importa como, mas necessita tê-la.

Seus olhos estavam embargados de sentimentos. Nem o próprio Sasuke sabia desse lado sentimental de Drácula, um lado que ele escondia bem atrás de paredes de aço.

_Eu a amo. — Ele falou num suspiro. — Não posso fazer nada além disso.

Sorri amargamente.

_Apesar de você ser o primeiro vampiro, age mais como uma verdadeira fada, não? E você não deveria contar-me isto, afinal sou seu filho bastardo com aquela vagabunda.

_Gaara, o amo como Sasuke, não faça comparações absurdas. — Ele foi ríspido, como se minha conclusão tivesse-o machucado. — E não fale assim de Ino, ela foi uma boa mulher.

Sorri.

_Uma mulher que aproveitou-se do chefe bêbado pela falta da outra, para dar o golpe do baú, mas você tinha que ser bondoso demais, não é? — Ele encarou o chão. — Teve que ter pena da escrava que somente te amava, não? Ah, por favor Drácula, ela deitaria com qualquer um para sair da escravidão!

_Pare Gaara! — Ele ordenou, encarando-me com olhos violetas manchados. Parecia nervoso e até assustado. — Chega! Você está me causando cansaço... — Murmurou ofegante.

Logo logo ele sairá de cena, e aquele moleque ficará no poder de legiões só para brincar.

Sorri e comecei a andar para o meu quarto, mas parei nas escadas.

_Aquele garoto... — Encarei-o. — Ele é o mais perigoso do que qualquer um daqui. E os poderes dele estão fora de cogitação. Ele chega a ser mais poderoso do que você, Drácula.

Ele sorriu amargamente.

_Eu estou ganhando a batalha fora, e perdendo perdendo por dentro. — Ele encarou-me nos olhos: o violeta já quase sumia diante ao verde.

_Caso você realmente perda a batalha interna, — fiz uma pausa- terei que matá-lo. O que ele está tramando não chega a ser nem uma fração do que você deseja.

Drácula suspirou e eu continuei.

_Ele é o verdadeiro vilão dessa história. — Terminei, voltando os meus passos para meu quarto.

Mas quem não seria? O garoto não teve culpa de nascer naquele lugar, onde o mau reina. Talvez ele seja o grande vilão, mas com uma grande influência nossa. E o pior que não há meios de como matá-lo.

No fim, ele é o verdadeiro imortal daqui.

Bufei, entediado com meus pensamentos. Desde quando me tornei tão... preocupado com os vampiros? Não faz meu tipo ser o garoto responsável.

Abro lentamente a porta do meu quarto e paro.

Encarando a cama, vejo aquela loira de olhos azuis deitada nua, encarando-me com olhos nublados.

Entrei e fechei a porta, irritado.

_Não é saudável a mãe incitar o filho a estuprá-la.

_Não precisa ser estupro. Eu quero.

Eu a olhei.

_Sabe que isto é doentio até para criaturas como nós.

Ela sentou-se na cama. Os seios fartos e firmes totalmente a mostra, as pernas torneadas e o meu lençol entre elas.

_Você não me faz companhia. — Ela falou, baixinho.

_E por que deveria?

_Porque é meu filho! — Ela gritou, levantando-se depressa e colocando-se na minha frente. — Eu o amo!

Então me beijou, com certa urgência na sua boca pecaminosa. Os seios apertando-se contra o meu peito, suas mãos deslizando por dentro da minha calça. Nossos corpos estavam úmidos de suor.

Mesmo beijando-a, correspondendo, abri meus olhos e encarei os seus fechados. Ela era uma mulher cruel.

Segurei-a pelos cabelos separando nossos rostos.

_Você é a pior vagabunda que tem nesta mansão. Já pensou que o fato de você se esfregar em todos os homens que vê seja o motivo de Drácula não querer nem olhar sua cara? — Joguei-a no chão com brusquidão.

Ela encarou-me.

_Ele nunca me amou! — Ela gritou, repreendida. — Ele nunca esqueceu daquela bruxa!

_Você foi a amante! — Gritei em resposta. — Você acabou com a vida de todos! De Sasuke, de Drácula, de Naruto, de Mikoto... Todos! Foi por sua culpa que Mikoto fugiu, que Drácula a traiu, que eu nasci e que Sasuke... — Pigarreei — Eu não consigo nem encará-la. — Fechei minhas mãos em punhos e encarei a porta. — Saia daqui. — Ela ficou quieta. — AGORA!

Ela se pôs a chorar.

_Me desculpa Gaara! Eu sei que não sou a mãe perfeita! Eu sei que fiz mau, mas também sofri naquele tempo! Acha que é fácil ser uma escrava? Fui dada ao exército como divertimento! Você não sabe o quanto sofri! — Esbravejava e eu tampava meus ouvidos com ambas as mãos. — Eu não sabia o que era bondade, eu não sabia de nada! Eu só queria sair daquele inferno!

_CHEGA INO! — Gritei.

Ela parou, e saiu do quarto. Nua.

Sentei-me na cama. Minha cabeça parecia prestes a explodir de raiva.

Droga.

Deitei-me cama, para descanso quando ouço um estrondo.

Olho a janela e vejo um relâmpago. Depois de alguns segundos um trovão. Então ele ainda a procurava, não?

Não sei o que é pior: Sasuke encontrá-la, Drácula encontrá-la ou ele encontrá-la.

Provavelmente ele seria o pior. Não somente para ela, mas para todos os seres. Vivos e mortos. Deuses, imortais ou mortais.

Droga Gaara, de qual lado você está? Daquela garota ou de Drácula? Mas, ficando ao lado dele, você também ficará do lado dele.

Sentei abrupto na cama.

Ela precisa saber. Sakura precisa saber que o ele não é o que ela pensa. Ele é o pior. Mas Sasuke provavelmente saberia, ele suportaria a verdade? Creio que não.

Mordi o lábio.

Não é fácil, mas sinto que Drácula não ganhará aquela batalha. Não contra ele.

Preciso alertá-la.

Levantei-me e peguei um capuz, saindo do quarto logo em seguida.

Desci rapidamente as escadas, mas paro quando vejo a cena.

Ino aos beijos ardentes, sendo arranhada e mordida sem cessar. Sangue escorrendo por seu lábio e corpo. Ela já tremia e revirava os olhos.

Engoli seco.

Então ele já acordou? Está se tornando mais rápido. Antes era após dois dias de sono de Drácula que ele acordava. Arrisco que desta vez, ele tomou posse de seu próprio corpo antes mesmo de Drácula dormir.

Fechei minhas mãos, no exato momento que ele notou minha presença.

Os olhos verdes, brilhantes e enigmáticos encarando-me com um misto de divertimento e raiva.

_Ora, parece surpreso com minha presença Gaara-sama.

Sorri de canto.

_E não era para estar, Draco-kun?

Ele sorriu, os lábios ainda no pescoço de Ino. Então ele a soltou sem nenhuma cerimônia, deixando-a cair inconsciente no chão.

_O sangue da sua mãe é muito bom, Gaara-sama.

Aquela forma de me irritar. Essa forma de irritação, usando sama mesmo sendo tão superior tão jovem, mostrando quem tem o poder de destruir tudo quando quiser por ao menos ser respondido com voz alterada. Um humor negro, tão sarcástico que poucos entendem o quão profundo seja sua melodia.

_Que bom que o agrade. — Sorri falsamente.

Ele olhou ao redor.

_Onde está aquela Hyuuga? — Perguntou com ar de inocência.

_Sinto lhe dizer mas não poderá mais brincar com ela. Drácula ordenou que — ele interrompe-me.

_Mas Drácula não está aqui, além disto digo mais, ele não manda aqui, certo Gaara-sama?

Encarei o chão e acenei.

_Como desejar.

_Ótimo! — Ele falou alegremente. — Ah, por favor não me chame de Draco, ok? Isto só me lembra desta criatura que toma o meu corpo sem permissão, que entrou nele por pura rebeldia. — Ele segurou o queixo, entre os dedos polegar e indicador, pensando em algo. — Chama-me de ... Prince Lucian. — Ele arregalou os olhos, que mudaram de cor rapidamente, do verde para o vermelho e novamente para o verde. — Combina comigo, não acha?

Sorri.

_Prince? Sempre achei que o senhor gostasse de ser rei.

_E sou. — Respondeu autoritário, mexendo o corpo de Ino com os pés. — Mas, sou o príncipe universal. — Então me encarou. — Meu verdadeiro pai espera que eu o traga.

Estranhei.

_Seu verdadeiro pai?

Ele sorriu, lentamente. Como se gostasse da minha confusão.

_Eu não sou daqui, Gaara. — Falou, grave. — Não fui criado aqui. Não pertenço a este lugar. Sou o príncipe das Trevas do Universo. Então, diga-me, quem seria meu pai?

Pensei em várias possibilidades, mas teve somente uma que pairou na minha mente.

_Não podemos mexer com eles, Lucian. -Engoli seco.

_Correção: vocês, criaturas lastimáveis, não podem mexer.

Eu nada falei.

_Ah, a propósito, onde está minha mãe? — Ele perguntou, vil.

_Ela fugiu. — Respondi direto, e mentalmente agradeci pela esperteza desta.

Ele ficou sério.

_Vocês são uns inúteis mesmo, não? — Encarou o teto. — E o meu progenitor? — Perguntou, amargo. Odiava ter de se dirigir a ele.

Ele realmente odiava Sasuke.

_Está procurando-a.

Ele me encarou.

_E por que você não?

_Eu coordeno quando Drácula esta ausente.

Ele deu de ombros.

_Pois continue, isso é um trabalho muito chato pra mim. — Seu olhar parou na minha capa. — Pergunto-me onde você ia, antes de me ver. Quer me responder por favor.

_Eu só ia dar uma volta pelas nações que já dominamos.

Ele parou, quieto. Andou calmamente até mim, investigando minha expressão.

_Você foi uma ótima babá pra mim. Não quero matá-lo. Principalmente por uma mentira tão implausível quanto esta. — Nada respondi. — Você iria contar a ela, não? Contar a minha mãe que eu não presto. Que sou o filho rebelde que ela nunca imaginaria ter. — Ele sorriu, de canto. — Não se preocupe, eu mesmo darei essa notícia feliz. Mas no momento certo. Se você quer encontrá-la, que seja, pode ir. Mas saiba que no momento que sair desta mansão, te caçarei como um humano, e matarei sem pensar. Não sou seu pai, para ter dó ou pena. Nem mesmo sou um vampiro, fada ou qualquer baboseira dessas. Sou algo muito maior do que você jamais imaginou. Eu sou o próximo Deus.

Eu nada falei, mas mantive seu olhar.

Seus olhos verdes estavam mais brilhantes do que nunca. Lentamente ele deu-me as costas, andando calmamente até as escadas.

_Onde eles estão?

Suspirei.

_No calabouço.

Ele sorriu.

_Venha comigo, Gaara. Assim, você verá o meu poder.

Calmamente o segui pela escada do subsolo, que nem mesmo Drácula sabia que existia ou o quê escondia. Enquanto descíamos, vi seus olhos mudarem de cor e ficarem violetas.

_Devo chamá-lo de Drácula?

_Claro, por qual outra razão provocaria esta ilusão nos meus olhos para mudarem de cor? Ninguém deve saber que eu mecho os pauzinhos detrás da cortina. — Falou, com naturalidade.

Um pensamento passou na minha mente.

_No Santuário. Contra as feiticeiras e Sakura. — Ele sorriu. — Foi você não foi? Drácula já esta demasiado enfraquecido para invocar aqueles poderes e lutar de igual para igual contra a líder suprema delas.

_Está tão óbvio esta fraqueza dele? — Ele perguntou, frio.

_Não, mas eu o conheço bem.

_Sabe, terá um tempo que você, Gaara-kun, será um problema por conhecer-nos tão bem e individualmente. Um dia, acho eu, terei que matá-lo junto com o Uchiha.

Ergui as sobrancelhas.

_Pretende matar seu próprio pai? — Perguntei, assustado diante aquela revelação.

_Não há um porquê dividir o amor da Haruno para dois. — Ele sorriu. — Você já transou com ela, não?

Nada respondi. Calmamente falei.

_Ela estava inconsciente. Dormia pesadamente.

Ele sorriu diabólico.

_E você contou a ela. Você é mais idiota do que pensei!

_Você não parecia ser uma criança tão maligna quando nasceu. — Ele parou de andar, e pôs a me encarar. — Arriscaria até que você gostava dela como mãe. Que você seria feliz com Sasuke e Sakura.

Ele sorriu. Levemente, mas curto demais para ser real.

_Sabe o que eu mais quero nessa vida? — Ele sorriu e eu suei frio. — Acho que você não vai gostar da resposta, Gaara. Você é santinho demais... — E voltou a andar. — Veja aquela sua mãe, você a despachou somente por isso, sendo que ela é uma gostosa. Erros assim, não cometo. — Ele sorriu levemente. — Para a infelicidade de Sakura.

Paramos em frente a uma porta.

Ela só era destrancada com seu sangue, sendo assim ele mordeu o pulso, deixando escorrer o sangue até a palma para abri-la.

Entramos no lugar.

Ele estava preso em correntes, suspenso no ar. Suas asas tinham sido massacradas, e ainda agora escorria um sangue dourado delas. Seu rosto estava queimado pela metade, e ele estava sem o olho direito. Estava cortado em várias regiões do corpo. Os cabelos brancos caíam, e alguns estavam manchados.

Tive náuseas, e quase quis vomitar.

_Relaxe, — Lucian cochichou. — ele é imortal na carne, mas sua alma esta morta a muito tempo.

_Como o trouxe aqui sem ninguém vê-lo?

_Eu já disse. Eu sou o Príncipe das Trevas. Vocês não são meus únicos subordinados. — Ele deu um sorriso, voltando a ficar sério.

Demônios. Aquelas mesmas criaturas que trucidaram as mães que imploravam por seus bebês. Coisas que moviam-se como névoa, rápidas e brutais.

Lucian andou até o ser, erguendo seu rosto.

_Você esta bem destruído, não? Meu pai acabou com você, lá embaixo. — Ele cuspiu sangue no rosto de Lucian que somente riu.

_Como Mikoto conseguiu se apaixonar por você, Drácula? — Perguntou, enojado a criatura alada.

_Devia fazer essa pergunta a ela, e não a mim. E você? Sempre achei que anjos fossem assexuados, ou coisa parecida.

Ele nada respondeu, fazendo Lucian gargalhar.

_É realmente engraçado, anjo. Você, uma criatura celestial proibida para amar, amou uma criatura humana, sendo condenado a viver como um mortal, mesmo sendo um imortal. Você xinga?

_Por Deus, por que não me mata Drácula?

_Você é ainda útil.

Eu congelei. Este anjo estava na guerra, no Santuário. Do lado das Feiticeiras.

_Nunca irei dizer.

_Responda-me — Lucian ponderou — Kakashi. Onde é a porta para o Paraíso?

Notas finais
AUHUAHUAHUAHUHAUHAUHAUHAUHAU PIREM BEM AÍ!! KKKK COMENTEM RUN!