The Princess And The Viking

1 Quem não vai gostar de alguém de nós dois é ela.


Notas iniciais
É só o começo, people ^^ ^^

Era uma manhã de inverno no Reino DunBroch. Estava extremamente frio, o céu nublado, com um pequeno raio de sol visivel entre as nuvens. Pelo menos o sol esquentava, quase ao contrário dos cobertores enormes do reino. O dia estava realmente geladamente congelado e congeladamente gelado. Ouvia-se gritos vindos da torre do castelo.

---Mãe, eu quero a minha liberdade! Você virar ursa a alguns meses atrás não foi o bastante?

---Merida, meu amor. Dê só uma chance a ele, eu não te obrigarei a casar. É só...dar uma chance, minha querida. Por favor, Merida. Só uma chance.

~Merida

Pelo menos ela me deixou usar um de meus vestidos favoritos. Preto opaco, com faixas azuis xadrez caídas penduradas em um cinto realmente bonito. Eu sei que ela quer prender meu cabelo. Talvez um coque, ou uma trança. Dá pra ver nos olhos dela, ela não sabe desfarçar nada. Eu realmente não quero conhece-lo. Não sei nem seu nome! Quero minha liberdade, quero ficar em meu reino, não quero me mudar pra ilha dele. O que eu estou falando? Eu não quero casar com ele. Eu não vou casar com ele.

---Merida, vire-se, vou arrumar seu cabelo.

---Mãe, está frio, deixa ele solto!

---Você tem sua capa, e além disso, seus cachos rebeldes não vão parar todos no coque.

Ela prende meu cabelo, acreditando na hipótese de que algum coque vai aparecer naquela floresta vermelha-laranja ou laranja-vermelha. Não ficou ruim, nem parece que estou com o cabelo preso. Apesar que o coque dá um ar um pouco mais confortável.

---Coloque sua capa, Merida. Vamos descer daqui a pouco e está um frio terrível lá fora.

---Ok.

Nas margens das Terras Altas da Escócia, se via um navio Viking. Grande, duro como pedra, sólido em sua aparência. Cheio de tripulantes gigantes, enormes, rudes, tão duros quanto mas com um bom coração no fundo. Um dragão enorme, preto com olhos verdes voando ao lado do navio acompanhando sua trilha. Um menino, pequeno, magro, bonito, mas esmilinguído e franzino. Uma discussão entre uma voz fina demais e uma grossa demais.

---Pai, eu não quero conhecer ela! Eu quero ficar em casa... Por favor.

---Soluço, tenha só um pouco, só um momento de entendimento, por favor. Você vai gostar dela, ela é uma ótima pessoa!

---Pai, eu não gosto dela. Não sei nem o seu nome!

---Soluço, ninguém está obrigando você a se casar! Só dê uma chance a ela!

~Soluço

Sim, Astrid terminou comigo. Ela está com o Melequento agora. São um casal perfeito. Acho que ainda gosto um pouquinho dela. Só um pouquinho. Mas, fazer o que? Meu pai quer que eu conheça essa menina. Por que não dar uma chance, afinal, quem não vai gostar de alguém de nós dois é ela. Eu não quero me mudar de Berk. Quero ficar lá, com meus dragões, meus amigos, minha familia. Como se eu tivesse muitos amigos e familiares. Eu não quero me casar. Enfim, quero minha liberdade, minha casa.

Um navio para no reino. Uma tripulação, não tão grande desce e se aproxima. O número não era alto, em compensação, os tripulantes eram ENORMES. Soluço estava inquieto, como estava desde que soube da notícia. E enquanto isso, não muito longe, no pátio do castelo, Merida se preparava, zangada, incômoda. Totalmente inquieta, como o seu pretendente. A tripulação se aproximava cada vez mais, era esse o medo da princesa. Merida, Fergus, Elinor, Hamish, Harry e Hubert foram para seus devidos lugares. Fergus e Merida não deixavam o velho hábito de tirar sarro e zoar de qualquer coisa que os passase pela frente. Era pelo menos, de longe, uma ultima diversão antes de conhecer o pretendente. O barulho de homens andando se aproximava e acelerava, e com ele o coração de Merida e Soluço acelerava mais ainda. "Não vou olhar na cara dele(a)" era o que os dois pensavam. Bom, alguma hora teriam que olhar.

Soluço estava nervoso, com suas mãos "pingando", quase escorrendo suor frio. Só não escorria por causa do frio congelante. Tudo o que ele queria era voltar pra sua casa, voar com Banguela. Ele e os outros se aproximavam do pátio. Soluço estava aflito.

---Relaxa Soluço!

Stoico deu um empurrão de brincadeira que quase o jogou no mar de novo.

---Vou tentar.

Finalmente, um ultimo suspiro antes de conhece-la, e um ultimo suspiro antes de conhece-lo. Os viking chegaram ao portão. Soluço estava pior ainda, quase chorando na verdade. E Merida, cheia de raiva, resmungango e bufando, e um pouco triste, lá bem no fundo.

---Soluço, por favor. Tente ao menos sorrir um pouco. Vai ficar tudo bem.

Stoico falou, numa voz nervosa, mas tentando acalmar o filho. Realmente, acalmou um pouco. Soluço deu um pequeno sorriso, olhou pra frente e bufou, falando pra si mesmo...

---Eu vou conseguir.

Notas finais
Se alguém ficou ofendido, foi mal. É só o começo, people ^^ ^^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.